Em média, 3.000 brasileiros morrem por ano à espera de transplante de órgãos

Um dos líderes mundiais em número de transplantes de órgãos, o Brasil enfrenta altas taxas de recusa na doação e outros entraves que fazem com que, em média, cerca de 3.000 pessoas morram por ano enquanto aguardam a cirurgia. Só no primeiro semestre deste ano, foram 1.793 mortes, sendo 46 crianças.

De janeiro a junho, foram feitos 4.579 transplantes de órgãos, 8.260 de córnea e 1.613 de medula óssea. Até junho, 64.265 adultos e 1.284 crianças estavam na lista de espera do Sistema Nacional de Transplantes, segundo dados da ABTO (Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos).

Entre os adultos, a maior fila de espera é por rim (35.695), seguido de córnea (26.409) e fígado (1.412). Entre as crianças, lideram córnea (749), rim (396) e fígado (75).

Publicidade

Dermatologista recomenda cuidado com manchas na pele


Para prevenir o câncer de pele, o tipo mais comum de câncer no mundo, especialistas recomendam medidas simples como a consulta anual ao dermatologista e o uso de protetor solar e roupas com proteção UV, especialmente para quem trabalha exposto ao sol. “Manchas ou pintas que crescem, sangram ou causam dor devem ser avaliadas por um dermatologista para diagnóstico precoce”, alerta a médica Regina James, que presidiu, neste fim de semana, o 77º Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia, realizado de 5 a 7 de setembro no Centro de Convenções.

O evento reuniu especialistas para discutir não apenas o câncer de pele, mas também temas como cosmiatria, clínica, oncologia e cirurgia dermatológica, além de inovações em marketing médico e inteligência artificial.

Um dos principais focos foi o câncer de pele, o tipo mais comum no mundo, cuja incidência global vem aumentando. A exposição excessiva ao sol e a falta de proteção são as principais causas do problema. “O câncer de pele é uma das principais pautas do congresso. Manchas ou pintas que crescem, sangram ou causam dor devem ser avaliadas por um dermatologista para diagnóstico precoce”, alerta a médica Regina James, presidente do congresso.

Existem três tipos principais de câncer de pele. O carcinoma basocelular, o mais comum e menos agressivo, aparece como uma pequena bolha ou mancha rosa, cresce lentamente e raramente se espalha. O carcinoma espinocelular, mais agressivo, pode surgir como uma lesão avermelhada e escamosa, e o melanoma, o tipo mais grave, se caracteriza por uma pinta com cor desigual e rápida disseminação para outros órgãos.

Para prevenir a doença, é fundamental consultar um dermatologista anualmente e adotar medidas simples, como o uso de protetor solar e roupas com proteção UV, especialmente para quem trabalha exposto ao sol. Nos casos mais graves, o encaminhamento para hospitais especializados garante o tratamento adequado.

Além do câncer de pele, o congresso abordará a alopecia, outra condição que foi destaque no evento. A médica Fabiane Brenner, da diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), explica que “existem diversos tipos de alopecia, caracterizada pela queda de cabelo, sendo a mais comum a alopecia androgênica, que afeta homens e mulheres, sobretudo após os 50 anos.”

O avanço no tratamento da alopecia tem trazido esperança para os pacientes, especialmente no caso das formas autoimunes, com o surgimento de medicamentos conhecidos como “inibidores de Jack”, que oferecem bons resultados com poucos efeitos colaterais. Já no caso da alopecia androgênica, tratamentos disponíveis podem retardar a progressão da doença e melhorar a densidade capilar.

Novos casos
O Levantamento Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil, divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), do Ministério da Saúde, projeta 11.460 novos casos de câncer por ano no Rio Grande do Norte, totalizando mais de 34 mil diagnósticos entre 2023 e 2025. Em âmbito nacional, a estimativa é de 704 mil novas ocorrências anuais. Os números são baseados em dados dos Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).

A pesquisa avaliou a incidência de 21 tipos de câncer, dois a mais que a edição anterior, com a inclusão dos tumores de pâncreas e fígado. O câncer de pele não melanoma lidera as ocorrências no Brasil, seguido pelos cânceres de mama feminina, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago. Entre os homens, o câncer de próstata é o mais frequente em todas as regiões do país, enquanto entre as mulheres, o câncer de mama é o mais prevalente.

Diversos fatores podem influenciar o desenvolvimento do câncer, que pode ser causado tanto por fatores externos quanto internos ao organismo. As causas externas incluem aspectos como ambiente, hábitos e estilo de vida, enquanto as causas internas estão relacionadas, em grande parte, a predisposições genéticas e à capacidade do corpo de combater agressões externas.
Alguns tipos de câncer têm causas já conhecidas.

O cigarro, por exemplo, está diretamente ligado ao câncer de pulmão, enquanto a exposição excessiva ao sol aumenta o risco de câncer de pele. Certos vírus, como o HPV, estão associados ao câncer de colo do útero, e outros ainda estão sob investigação para determinar sua relação com componentes alimentares e outros fatores de risco.

Com esse cenário alarmante, a prevenção continua sendo a principal estratégia para reduzir a incidência da doença, com destaque para hábitos saudáveis, proteção solar e exames regulares.

Publicidade

Brasileiros perdem R$ 23,9 bilhões em ‘bets’ e vício atrapalha até no emprego

Jessyanne Bezerra
Repórter

As “bets”, conhecidas como apostas esportivas, são um fenômeno no Brasil. Dados do Instituto Locomotiva apontam que 86% dos apostadores ficam endividados após jogar e que o país vive uma epidemia de bets. Em valores monetários, o levantamento do Banco do Itaú indicou que, nos últimos 12 meses, os brasileiros gastaram R$ 68,2 bilhões em casas de apostas online e acumularam um prejuízo total de R$ 23,9 bilhões nessas plataformas. Esse cenário preocupa empresários que veem essa tendência afetar psicologicamente e financeiramente os funcionários.

Apostar, que deveria ser uma prática de entretenimento, termina por se tornar um vício. Jogadores que adotaram as bets como uma forma de gerar renda extra, veem as jogatinas comprometerem a renda e afetarem a rotina produtiva do trabalho. No Rio Grande do Norte, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios (Sincovaga), Geraldo Paiva Júnior, explicou que cerca de 70% dos funcionários apostam e 20% possui problema de vício.

“Isso é um problema de saúde pública que está tão sério. Você nem imagina como está sério. E eu tenho um problema na empresa, nesse sentido. Muitos funcionários, cerca de 70% jogam e tem uns 20% viciados”, esclareceu o empresário. Apenas nos primeiros sete meses de 2024, mais de 25 milhões de brasileiros aderiram a essas plataformas eletrônicas, o que corresponde a uma média mensal de 3,5 milhões de novos apostadores.

O aumento exponencial de números de apostadores acende um alerta para os problemas decorrentes das bets. Além do comprometer a renda e adquirir dívidas, os jogadores podem desenvolver problemas de saúde, como vício, dependência, tristeza, baixa autoestima e mudanças no comportamento. No trabalho, esses jogos de azar interferem diretamente no desempenho, na produtividade, ausência e falta de foco.

“O funcionário quando ele fica endividado, ele fica desestimulado. O funcionário já não está mais fazendo a feira que fazia antes, está deixando faltar alimento em casa, porque jogou, perdeu o dinheiro e não teve como comprar alimento. E fica passa necessidade em casa. Então o funcionário vem desmotivado, ele vem pra baixo”, explicou o presidente do Sincovaga.

Um estudo da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), em parceria com a AGP Pesquisas, revelou que 64% dos brasileiros que fazem apostas online já comprometeram sua renda pelo menos uma vez devido às apostas e, entre esses, 49% também utilizam a renda extra para esse fim.

O vício em apostas é tão sério que pode levar a demissão de funcionário. Paiva, que possui uma empresa no ramo de supermercados, esclareceu que 4,5% dos funcionários saíram dos trabalhos com problemas financeiros, endividados. “Gastaram o cartão de crédito de pai, de mãe, na mão de agiota. É um problema sério. E estão procurando psicólogo para resolver esse problema, tem um montão de gente que procura os psicólogos da empresa”, relatou o empresário.

O problema se tornou tão latente que a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) decidiu alertar as empresas do setor para que adotem uma política rigorosa na seleção de agências de marketing e de influenciadores para suas campanhas publicitárias. A Abras recomendou que as empresas evitem profissionais que tenham relação com os jogos de apostas online.

“Vemos com muita preocupação esse cenário, porque a gente se preocupa com o funcionário, pelo bem-estar dele, se preocupa com o residente da empresa, que às vezes não rende do jeito que era para render, porque ele está desmotivado, porque ele está depressivo, porque ele está cheio de problemas, porque está endividado. Isso causa um problema tanto no atendimento, no funcionamento da empresa, mas também na vida pessoal da pessoa”, afirmou Geraldo Paiva, que também é representante potiguar na Abras.

Para se ter uma ideia, em cinco anos, o número de brasileiros que apostaram nas bets chegou a 52 milhões. Do total, 48% são considerados novos jogadores. Os motivos que levam pessoas a entrarem no ramo é o endividamento, a possibilidade de gerar uma renda extra e por diversão. “Abras está tratando no Congresso e está levando isso para o governo, para que tome atitudes, entendeu e buscar essa regulamentação. Isso está afetando até a economia, porque esse dinheiro está saindo para fora do país, a maioria desse dinheiro sai para os paraísos fiscais. Hoje, essas apostas já representam 1% do PIB nacional, Isso é um absurdo”, explicou Paiva.

A pesquisa do Instituto Locomotiva também aponta que a maior parte dos apostadores (86%) ficam endividados após jogar. Diante deste cenário, Júnior ressaltou que tratar do assunto, além de ser uma questão de saúde, é uma questão social, visto que afeta os hábitos de consumo e o comportamento dos funcionários. “Isso causa um mal comportamento dentro da empresa. Acabaram se desestimulando. O funcionário produziria se tivesse bem, com a cabeça boa”, explicou o empresário.

Outro ponto é o prejuízo causado pelas apostas fracassadas Com o dinheiro perdido, os jogadores comprometem as finanças e precisam repor os valores perdidos. As previsões da Strategy & Brasil, consultoria estratégica da PwC, apontam que, neste ano, os gastos com jogos de apostas podem corresponder a quase 5% do total despendido pelos brasileiros com alimentação. O Instituto Locomotiva também mostrou que 64% estão negativados na Serasa e 31% jogam nas bets sendo inadimplentes. “Esse é o problema maior, o problema mais grave, eles deixam de pagar água, luz, feira. É porque joga, deixa de pagar água, luz, deixa de fazer isso em casa, acaba o histórico do cartão de crédito, fica endividado do cartão de crédito”, relata o presidente do Sincovaga.

Desde janeiro deste ano, o número de apostadores aumentou significativamente, impulsionado pela sanção da Lei 14.790/2023, que regulamentou as apostas no Brasil. Para combater o vício, o governo prepara regulamentações e também há o objetivo de arrecadar cerca de R$ 12 bilhões anuais com esses jogos.

Para evitar que essa “pandemia” de bets se espalhe, Paiva explicou que a empresa está investindo em treinamento, em capacitação, em cursos de educação financeira, de administração de gastos e de inteligência emocional, além de palestras sobre a conscientização do tema. “A gente está mostrando para eles o problema de se viciar, que o jogo vicia. Então, treinamento, palestras educativas, é o que nós podemos fazer. A palestra educativa é tentar treinar, capacitar, para que eles enxerguem que isso é um mal e para eles pararem. E para quem não entrou ainda, para quem não está viciado, não se viciar. Então, a gente está exatamente fazendo isso e também dando apoio psicológico”, explicou Geraldo Paiva.

Ministério da Fazenda aposta em ‘regulação forte’

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirma que o governo aposta na regulamentação para enfrentar o risco de superendividamento das famílias com apostas online. O número 2 de Fernando Haddad disse que a equipe econômica espera pelo início da vigência das regras aplicadas ao setor, em janeiro, para checar as informações que deverão ser prestadas pelas empresas.
“Nós temos que ver isso, eu não daria isso de barato”, disse ele sobre dados atuais fornecidos por bancos e outras instituições financeiras sugerindo uma explosão dos gastos das famílias com bets e cassinos online, como o “Jogo do Tigrinho”.

“A gente precisa checar com as informações que as empresas vão passar, porque as empresas sérias também têm compromisso em evitar o superendividamento das famílias”, afirmou. “É preciso ter esse controle. Então, pela primeira vez, nós vamos ter os números, o controle, com o compromisso de dar transparência tanto para a parte da tributação quanto para o endividamento e saúde das pessoas. A resposta aqui é regulação forte para o setor”, acrescenta.

Segundo estudo elaborado pelo Santander, de 2018 a 2023, os gastos das famílias com jogos (incluindo jogos oficiais, ilegais e bets) saltaram de 0,8% da renda das famílias para 1,9% – ou seja, mais do que dobraram. Nesse mesmo período, os gastos com setores de vestuário e calçados caíram de 3,7% para 3%, enquanto o de móveis e eletrônicos recuou de 3,5% para 3,1%.
Apesar da previsão do início da regulamentação em janeiro, proibindo o uso de cartão de crédito para fazer apostas, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) vem defendendo que as restrições comecem imediatamente. A preocupação também chegou ao Banco Central.

Economistas apontam que o endividamento agregado das famílias está caindo em ritmo mais lento do que o esperado, dado o crescimento do PIB, da renda e do emprego – possivelmente, entre outros fatores, em razão do aumento das bets.

A equipe econômica já apontava, desde o segundo semestre de 2023, preocupações sobre efeito negativo das bets sobre a saúde dos apostadores. Um grupo de trabalho interministerial deveria ser criado para estudar o tema, mas não saiu do papel. O Ministério da Fazenda informou, em nota, que o grupo está “em construção”.

Durigan afirmou que o governo apresentou as regras para as empresas operarem, negando que haja lentidão na resposta ao aumento do endividamento. Ele frisou que a legalização dos jogos online foi aprovada em 2018, mas a regulamentação só foi feita em 2023.

“Quem apresentou a lei para o Congresso com várias contrapartidas e obrigações para as empresas? Com toda a regulação, nós estamos fazendo essa limitação para as bets. Porque a gente acredita que tem muita empresa fraudulenta, que diz que faz apostas, mas, na verdade, lesa o consumidor”, disse. “Nós estamos mitigando (riscos) com regras de publicidade, contra lavagem de dinheiro, com limites para uso de cartão de crédito. E, quando as empresas estiverem autorizadas a operar, elas automaticamente passam a seguir todas as regras das portarias. ”O Ministério da Fazenda recebeu 113 pedidos de autorização, de um total de 108 empresas, para atuar no mercado de apostas online no País.

Efeito nas contas
A proposta de Orçamento para 2025 enviada pelo governo ao Congresso prevê a arrecadação de apenas R$ 120 milhões com as apostas online. Durigan afirma que a equipe econômica optou por ser conservadora na fixação do valor, uma vez que não há informações ainda sobre este mercado.

No Orçamento de 2024, a estimativa de receita com a regulação dessas apostas era de R$ 728 milhões, mas a Fazenda atualizou a projeção para R$ 3,4 bilhões. “A gente não trabalha com o chute aqui. Claro que eu gostaria de fazer uma avaliação de que o setor de bets vai dar uma arrecadação enorme, mas quando a gente olha para os números que a gente tem, que a gente busca com o Banco Central, não temos parâmetros nem certezas para cravar uma arrecadação considerável”, afirmou.


Publicidade
Publicidade

Carnatal 2024: Terá Anitta, Ivete Sangalo, Bell Marques, Claudia Leitte, Wesley Safadão e mais


O Carnatal, o maior carnaval fora de época do Brasil, celebra sua 33ª edição em grande estilo nos dias 6, 7 e 8 de dezembro de 2024, na Arena das Dunas, em Natal/RN.

Reconhecido nacionalmente por sua grandiosidade, e por atrair milhares de foliões, o evento se consolidou como uma das principais festas de carnaval fora de época do Brasil. Para a edição 2024, o Carnatal promete um line-up de respeito para agradar todos os públicos no seu tradicional desfile de blocos e camarote Beats.

Neste ano, os responsáveis pelo ponta-pé inicial dos blocos na sexta-feira (06) são: Tony Salles, Claudia Leitte e Bell Marques ao lado de Rafa & Pipo Marques, já no camarote Wesley Safadão, Henry Freitas e Durval Lélys.

O segundo dia de blocos ficará com Anitta, Léo Santana e Bell Marques, seguindo a festa no camarote com shows de Xand Avião, Nattan e Rafa & Pipo Marques.

Fechando o final de semana, a avenida será tomada por Ivete Sangalo, Bell Marques e Grafith com seus respectivos blocos e Natanzinho Lima, Felipe Amorim e Matuê no camarote.

Além dos tradicionais blocos e do Camarote Beats, o Carnatal 2024 traz uma novidade especial: o “Largo dos Reis”, espaço dedicado a uma apresentação especial por noite, oferecendo aos foliões que não adquiriram ingressos para o camarote a chance de vivenciar a folia e o espírito do evento por mais tempo.

Mantendo a tradição, o Carnatal contará com 12 horas de festa, divididos entre avenida durante a primeira parte da noite e camarote até o amanhecer.

Desde sua criação em 1991, o Carnatal tem proporcionado uma festa vibrante e animada fora da época tradicional do Carnaval. Com uma rica história de grandes performances e uma imersão total na folia, o evento se tornou um ícone no calendário de festas brasileiras.

“Cada ano a expectativa é ainda maior, procuramos trazer sempre a irreverência e novidades para a nossa festa, este ano teremos muitas novidades e esperamos receber mais de 100 mil foliões durante os três dias de evento. Além dos novos espaços muitas outras coisas estão por vir e vocês vão poder conferir tudo”, comenta Felinto Filho, diretor da Clap Entretenimento e do Carnatal.

Os ingressos já estão à venda no site omeuevento.com.br e contará com vendas e descontos exclusivos durante as primeiras 48 horas para clientes PicPay com 15% de desconto.

Programação 2024

  • Sexta-feira – 6 de dezembro:
    Blocos:
    ○ Bell Marques + Rafa e Pipo
    ○ Claudia Leitte
    ○ Tony Salles

Camarote Beats:
○ Wesley Safadão
○ Henry Freitas
○ Durval Lelys

  • Sábado – 7 de dezembro:
    Blocos:
    ○ Anitta
    ○ Léo Santana
    ○ Bell Marques

    Camarote Beats:
    ○ Xand Avião
    ○ Nattan
    ○ Rafa e Pipo
  • Domingo – 8 de dezembro:
    Blocos:
    ○ Bell Marques
    ○ Grafith
    ○ Ivete Sangalo

    Camarote Beats:
    ○ Nattanzinho Lima
    ○ Felipe Amorim
    ○ Matuê

Publicidade

Vice de Espírito Santo desmente inelegibilidade e garante que pode assumir Prefeitura

O vice-prefeito de Espírito Santo, Luiz Antônio Venceslau, divulgou uma nota de esclarecimento refutando a possibilidade de não assumir a Prefeitura da cidade. O comunicado assegura que ele não tem condenação com trânsito julgado que o impeça de concorrer e assumir quaisquer mandatos eletivos e reitera a necessidade de ‘restaurar a verdade’. O esclarecimento, assinado pelo advogado Victor Hugo Batista Soares , foi publicado por meio das redes sociais na noite nessa sexta-feira (6).

“Afirmar que Luiz Antônio Venceslau estaria impedido de assumir a prefeitura do município de Espírito Santo/RN é uma tentativa desrespeitosa de confundir a população, sobretudo neste momento de luto vivenciado no município. A defesa reitera o compromisso do senhor Luiz Antônio Venceslau com a Constituição, a Lei Orgânica Municipal e com a população”, ressalta o comunicado.

As dúvidas sobre a futura gestão de Espírito Santo acontecem após o falecimento do prefeito da cidade, Fernando Teixeira, aos 55 anos. O gestor municipal estava enfrentando problemas de saúde devido a um problema cardíaco, mas não resistiu e veio a óbito na última quinta-feira (5). Ele estava internado na UTI do Hospital Rio Grande, no bairro de Tirol, em Natal.

Fernando estava no segundo mandato na prefeitura de Espírito Santo, localizado a 74 km de Natal. O político deixa a esposa, com quem teve duas filhas: a vereadora e presidente da Câmara Municipal, Maria Fernanda Sima e Maria Gabriella.

Publicidade

Novo aplicativo do CFM quer coibir falsos atestados médicos

O Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou nesta quinta-feira (5) em Brasília, o Atesta CFM, plataforma digital para coibir a emissão de atestados médicos falsos.

Disponível no site da entidade e por aplicativo, o serviço gratuito tem três versões – uma para o médico, outra para o cidadão e a terceira para a empresa – e entrará em vigor para testes em novembro. A partir de março de 2025, o uso será obrigatório.

Para utilizar o sistema, o profissional de saúde deverá preencher um cadastro e emitir o atestado pela própria plataforma. Assim, o documento contará com um QR-Code para conferência e validação dos dados do profissional de medicina.

O paciente poderá consultar os atestados cadastrados em seu nome e a empresa conseguirá checar a veracidade dos documentos, bem como usar filtros para identificar a faixa etária dos empregados que mais estiveram doentes ou qual o setor com mais afastamentos, facilitando o planejamento de ações em prol da saúde dos trabalhadores.

Conforme Carlos Magno Dalapicola, médico do trabalho e diretor tesoureiro do CFM, o novo atestado só apresentará o número da Classificação Internacional de Doenças (CID) – que indica qual é o problema de saúde do paciente – se este permitir.

Se o funcionário não quiser expor o CID, o documento será aceito, mas a empresa poderá encaminhar o funcionário para o médico do trabalho. Em consultório, ele poderá falar mais sobre os problemas que enfrenta sob o sigilo médico-paciente.

Segundo o CFM, todos os médicos cadastrados receberão, em tempo real, um alerta sobre os atestados emitidos em seu nome. Caso o profissional perceba uma fraude, ele mesmo poderá cancelar o documento pelo aplicativo.

Além disso, em situações de atendimento em localidades mais remotas, com dificuldade de acesso à internet, o especialista poderá imprimir atestados com o QR-Code e preenchê-los manualmente, para que sejam entregues de forma física ao trabalhador e à empresa. Essa opção também é dada aos pacientes, após o preenchimento online.

Caso uma dessas unidades impressas seja furtada, o médico poderá fazer o cancelamento das vias pelo aplicativo. Assim, ao ler o QR-Code, a empresa tomará conhecimento da ilegalidade.

O sistema foi pensado para funcionar mesmo com quedas de energia e instabilidade na internet – ele salva os dados de forma offline e envia assim que a rede é restabelecida – e já está integrado às plataformas Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e Prescrição Eletrônica ou de Atestado Ocupacional. Dessa forma, o médico seguirá em sua rotina clínica, utilizando a plataforma local para prescrever e a plataforma Atesta CFM para a validação e emissão do atestado.

Publicidade

“Operação Liberdade”: Polícia Civil realiza operação e apreende três adolescentes por tráfico de drogas no centro de Pipa

Policiais civis da 103ª Delegacia de Polícia de Tibau do Sul deflagraram, na tarde da última quinta-feira (05), mais uma fase da “Operação Liberdade”. Durante a ação, três adolescentes foram apreendidos. A operação teve como objetivo fechar uma “boca de fumo”, que estava funcionando no beco da Baiúca, no centro de Pipa, em Tibau do Sul.

De acordo com as investigações, os menores foram recrutados em Natal para atuar no ponto de venda de drogas, recebendo cerca de R$ 750,00 por semana. Um dos adolescentes, residente de Mãe Luiza, já acumulava seis processos por atos infracionais, incluindo o cumprimento de medida socioeducativa de 1 ano e 6 meses por assalto à mão armada.

Na ação, os policiais apreenderam 139 trouxinhas de maconha, 46 papelotes de cocaína, uma balança de precisão, dois celulares e R$ 393,00 em dinheiro. Os menores foram conduzidos à delegacia de Tibau do Sul para os procedimentos legais e posteriormente encaminhados ao Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório de Natal (CASEP/Natal), onde ficarão à disposição da Justiça.

Esta foi a 29ª fase da “Operação Liberdade”, que já resultou na prisão de 52 pessoas em Tibau do Sul. A operação visa desmantelar pontos de distribuição de drogas, combater facções criminosas e coibir crimes como homicídios e posse ilegal de armas.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil do Rio Grande do Norte – SECOMS

Publicidade

‘Perdemos 100 mil habitantes por conta do atraso que ele fez Natal passar’, diz Paulinho sobre Carlos

O candidato a prefeito de Natal Paulinho Freire (União Brasil) criticou nesta sexta-feira (6) as regras que existiam no Plano Diretor quando o adversário Carlos Eduardo (PSD) era gestor da cidade. Segundo Paulinho, ao não modernizar o Plano Diretor, Carlos Eduardo submeteu Natal ao atraso.

“O turismo caiu muito. Há mais de 15 anos não tem um hotel construído na cidade. Perdemos 100 mil habitantes, por conta do atraso que ele fez Natal passar, por conta da revisão do Plano Diretor”, afirmou Paulinho, em entrevista à rádio 97 FM.

O candidato do União Brasil afirmou que Carlos Eduardo saiu da Prefeitura como um “bom gestor” por ter sucedido Micarla de Sousa, em 2012.

“Como é que, com quatro mandatos de prefeito, você não vai para um debate? Eu era o primeiro a estar lá. ‘Eu fiz isso, fiz isso’. Enquanto os outros estavam criticando, eu estaria dizendo o que eu fiz. Mas não vai. Saiu como bom gestor, mas por quê? Eu acho que foi porque sucedeu Micarla. Qual a grande obra?”, destacou o candidato.

Publicidade

MEI: novas regras fiscais entram em vigor neste mês; saiba o que mudou


Setembro chegou trazendo novidades para os Microempreendedores Individuais (MEIs). Já estão em vigor uma série de novas regras fiscais, entre elas a obrigatoriedade de inclusão do Código de Regime Tributário (CRT 4) na emissão das Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). A informação permite que a Receita Federal identifique que a nota fiscal foi emitida por um Microempreendedor Individual.

Outra mudança é a atualização da tabela de Códigos Fiscais de Operações e Prestações (CFOP), que agora conta com novos códigos específicos para operações realizadas pelos MEIs, como devoluções de mercadorias e vendas fora do estabelecimento comercial. Além disso, a emissão das Notas Fiscais de Serviços Eletrônicas (NFS-e) passa a ser obrigatória e deve ser feita pelo portal nacional, padronizando o processo de emissão em todo o país.

“A inclusão do CRT 4 é um avanço na padronização das notas fiscais. Além de facilitar a fiscalização, traz mais segurança para os próprios empreendedores, pois evita autuações fiscais indevidas e promove conformidade tributária. Com isso, espera-se que as informações sejam mais detalhadas e precisas, o que também facilita a organização interna dos negócios”, explica Daniel Carvalho, contador e diretor da Rui Cadete Consultores.

De acordo com o especialista, essas medidas são importantes não apenas para o controle tributário, mas também para preparar o MEI para futuros passos no mundo empresarial. “O sistema do MEI está sendo continuamente aprimorado, o que ajuda o microempreendedor a se adaptar gradativamente a exigências mais complexas, caso deseje migrar para o porte de Empresa de Pequeno Porte (EPP) no futuro”, afirma Daniel.

Além dessas alterações fiscais, a Câmara dos Deputados aprovou recentemente o cancelamento automático do CNPJ de MEIs inativos por 24 meses, medida que entra em vigor após prévia notificação da Receita Federal. A proposta amplia o prazo já adotado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, que previa a suspensão automática após 12 meses de inatividade fiscal.

Agora, a Receita deverá comunicar o MEI sobre a inatividade antes de proceder com o cancelamento. Na prática, a mudança traz mais previsibilidade ao microempreendedor.

Publicidade