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BC tem instrumentos para cumprir a meta de inflação, afirma Galípolo

O diretor de Política Monetária e futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira que a instituição tem instrumentos para cumprir a meta de inflação. "O BC tem instrumentos para cumprir essa meta de inflação (de 3%). O BC tem instrumentos para cumprir essa meta, com certeza", garantiu, durante palestra no evento Fórum Político da XP Investimentos, em São Paulo.

Galípolo falou sobre o assunto quando questionado sobre se a meta de 3% perseguida pelo BC não estaria apertada demais para ser atingida.

"Como eu tenho respondido, esse é um não-tema para diretor de Banco Central. Diretor de Banco Central persegue meta, não tem debate sobre a determinação da meta", respondeu ele, acrescentando que a meta é uma discussão com página virada e que apenas cabe à instituição persegui-la.

Debate sobre transmissão de política monetária

Galípolo disse também que existe uma discussão sobre a potência de transmissão da política monetária na economia brasileira. Aqui, isso se deve a "efeitos mitigadores" em vários setores da economia, e não às transformações do pós-pandemia, como no restante do mundo, afirmou.

No evento da XP Investimentos, em São Paulo, Galípolo mencionou o financiamento de habitação via poupança e os títulos públicos indexados à Selic como mecanismos "mitigadores." "Você vai passando por vários elementos que você tem, canais ou mecanismos de defesa, vamos dizer assim, para um canal de transmissão de política monetária", afirmou.

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Gilmar diz que Curitiba na época da ditadura não é mesma 'mal afamada' por 'Moro e companhia'

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira, 2, que Curitiba "ficou mal afamada" pela atuação do senador e ex-juiz Sérgio Moro (União-PR) e da força-tarefa da Operação Lava Jato, fazendo uma comparação com a participação da cidade no período da ditadura militar (1964-1985). A declaração ocorreu na cerimônia que concedeu ao magistrado o título de Cidadão Honorário de Brasília na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

No discurso, após narrar uma cena de um estudante da Universidade de Brasília (UnB) que foi levado aos gritos por policiais em 1977, durante a ditadura militar, o ministro relembrou quando Curitiba sediou, no ano seguinte, um congresso da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre alternativas ao modelo autoritário, abrindo caminho para a Lei da Anistia. "Não é a Curitiba que ficou mal afamada por conta desses episódios de Moro e companhia", disse.

Gilmar Mendes é crítico da Lava Jato, a qual já se referiu como "verdadeira organização criminosa", que envolveu "uma série de abusos de autoridades, desvio de dinheiro e violação de uma série de princípios". No aniversário de dez anos da operação, em março deste ano, o ministro disse ter sido a primeira voz a se levantar contra os "abusos" da força-tarefa, como as prisões alongadas em Curitiba e as delações inconsistentes.

Nesta segunda, passando por inúmeros episódios de sua carreira, Gilmar Mendes terminou seu discurso, de aproximadamente 40 minutos, homenageando Juscelino Kubitschek, responsável pela construção de Brasília. "O Brasil é um antes de JK e outro após JK", afirmou.

O título de Cidadão Honorário de Brasília foi concedido ao ministro pelos deputados distritais em 2011, mas não havia sido entregue até agora. A cerimônia coincidiu com os 50 anos de atuação em Brasília do magistrado.

A honraria é destinada pelos parlamentares a pessoas que "praticam atos de relevante interesse social" para a população do Distrito Federal. Para ser entregue, precisa ser aprovada pela maioria absoluta dos integrantes da Câmara Legislativa.

Nascido em 30 de dezembro de 1955, na cidade de Diamantino, em Mato Grosso, Gilmar Mendes se formou em Direito pela UnB em 1978. A nomeação dele como ministro do Supremo Tribunal Federal, feita por Fernando Henrique Cardoso, ocorreu em maio de 2002. Antes de assumir a cadeira da Corte, trabalhou como advogado-geral da União de janeiro de 2000 a junho de 2002.

O ministro não é o único integrante do STF a ser agraciado com o título. Em outubro deste ano, o ministro Cristiano Zanin também recebeu a honraria, proposta pelo presidente da Casa, Wellington Luiz (MDB), e pelo deputado distrital Hermeto (MDB).

Já os ministros Flávio Dino, à época ministro da Justiça, e André Mendonça tiveram homenagens aprovadas pelos deputados distritais em setembro do ano passado. A entrega da honeraria ainda não ocorreu na Câmara Legislativa.

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Ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho será avô aos 44 anos

Ronaldinho Gaúcho será avô aos 44 anos

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho será avô aos 44 anos. A novidade foi compartilhada pela nora Giovanna Buscacio, 24, que reuniu a família para anunciar que está grávida de quatro meses. Ela e João Mendes, filho do craque com a ex-bailarina do Faustão Janaína Mendes, ainda não sabem o sexo do bebê.

João, 19, é jogador de futebol e assinou, em agosto deste ano, com o time inglês Burnley, da segunda divisão, após uma passagem pela base do Barcelona, na Espanha. Lateral-esquerdo, ele iniciou a carreira no Cruzeiro, onde atuou por quatro temporadas. Giovanna é irmã da atriz Giullia Buscacio, que interpretou Sandra em "Renascer".

A família de Giovanna comemorou a chegada do bebê nas redes sociais. "Amo essa família", declarou Giullia. "Deus, obrigada por tudo! Obrigada pela família, pelo amor, pela vida e pela saúde de todos que amamos! Giovanna, tudo perfeito no dia de ontem! Estou esperando ansiosamente pela chegada da vidinha que você carrega aí dentro de você! Te amo", comemorou Adriana Buscacio, mãe das jovens.

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Galípolo diz que desancoragem das expectativas de inflação já incomoda o BC há bastante tempo

O diretor de Política Monetária e futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçou nesta segunda-feira, 2, que o papel da instituição é reancorar as expectativas de inflação. Durante palestra no evento Fórum Político da XP Investimentos, em São Paulo, ele disse que a desancoragem tem elemento estrutural, e que não responde à ideia de um BC passivo, ainda que exista um movimento conjuntural nas últimas semanas. "Esse é um processo de desancoragem, que já está aí há algum tempo e que nos incomoda há bastante tempo."

Ele salientou que a precificação da política monetária, as medianas do relatório Focus e as respostas do Questionário Pré-Copom (QPC) sugerem que o mercado espera "proatividade" do BC no sentido de aumentar os juros - e não que a autoridade monetária se recuse a fazer o suficiente.

No QPC, ele destacou, as respostas para as perguntas "O que acha que o Copom fará nas próximas reuniões?" e "Na sua opinião, o que deveria ser feito?" são similares. Isso, ele disse, demonstra a percepção de que o Copom ajustará os juros para cumprir a meta.

"Ou seja, você está imaginando que a dose é mais ou menos a mesma do remédio e, ainda assim, você fica imaginando que isso não dá conta de reancorar as expectativas. Tem um lado que está correlacionado com isso, que incomoda muito o BC", afirmou Galípolo.

Para ele, a dúvida sobre a viabilidade da meta está superada, assim como a incerteza de sucessão do BC caiu. "Havia o questionamento da viabilidade da meta, acho que isso está relativamente superado e afastado. Também acho sobre a questão da sucessão, espero que isso esteja bastante reduzido também hoje do ponto de vista que estava colocado ali", disse, afirmando que permanece um certo puzzle quando se olha para aquilo que está na pergunta do QPC sobre o que você imagina que o BC vai fazer e o que você faria.

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Dino libera execução de emendas parlamentares, mas impõe regras de transparência

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu ao Congresso e liberou a execução das emendas parlamentares impositivas, que estavam suspensas desde agosto. Ele definiu, no entanto, critérios de transparência e rastreabilidade para as "emendas pix", as emendas de bancada e comissão e os restos a pagar das emendas de relator (RP9), já extintas.

Entre as exigências, Dino determinou que as despesas com emendas não podem crescer, em 2025 e anos seguintes, mais do que as despesas discricionárias do Executivo, ou do que o limite do novo arcabouço fiscal, ou do que a variação da Receita Corrente Líquida (RCL), o que for menor, até o STF julgar ação que questiona o montante das emendas na mão do Congresso.

Para as emendas de bancada e de comissão, Dino liberou a execução dos valores de 2024 sem qualquer obstáculo, mas ressaltou que em 2025 elas devem atender a novas regras, como a identificação do parlamentar que patrocinou a emenda. "É imprescindível a identificação nominal do(s) parlamentar(es) ou instituição que sugerir(em) ou indicar(em) a emenda à bancada. Ou seja, todo o processo orçamentário precisa estar devidamente documentado para o integral cumprimento das regras constitucionais de transparência e de rastreabilidade, o que inclui: o(s) parlamentar(es) "solicitante(s)" e os votos que resultaram na decisão colegiada", afirmou.

Na decisão, Dino disse que não há problema em que líderes partidários sugiram emendas às comissões, mas não podem ter "monopólio na indicação". "Constituiria uma incompatibilidade constitucional e semântica que a emenda de comissão fosse transformada em emenda de líder partidário", complementou. Ele ainda frisou que qualquer modificação nas emendas deve ser aprovada pelas comissões novamente e devidamente registrada em ata.

No caso das "Emendas Pix", o ministro reiterou que a apresentação prévia do plano de trabalho sobre a destinação do dinheiro é obrigatória, sob pena de impedimento à execução. Ele destacou que só é possível liberar novas "Emendas Pix" com a aprovação prévias dos planos pelo Executivo e fixou prazo de 60 dias para o Congresso atender a esse requisito em relação às emendas previstas para 2024, mas ressalvou que isso "não será, neste momento, impeditivo para a sua execução".

"Não havendo, contudo, a providência determinada, proceder-se-á a nova suspensão e apuração de responsabilidade civil e criminal", destacou Dino.

O ministro também disse que seguirá monitorando as emendas RP8 (de comissão) e RP9 (de relator) para assegurar o fim das práticas do orçamento secreto, declarado inconstitucional em 2022.

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Palmeiras precisa de façanha que só Flamengo conseguiu em 18 anos no Campeonato Brasileiro

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(UOL/FOLHAPRESS) - O Palmeiras ainda está vivo na briga pelo título do Campeonato Brasileiro, mas precisará de uma façanha que só o Flamengo conseguiu desde 2006, quando o torneio passou a ser disputado em um formato com pontos corridos e 20 times.

AINDA DÁ?

O alviverde tem 70 pontos, três a menos do que o Botafogo, que está no topo da classificação. Paulistas e cariocas disputarão seis pontos cada em seus últimos compromissos do Brasileiro.

O time que foi líder antes da penúltima rodada só não ficou com o troféu em duas de 18 oportunidades: em 2009, o São Paulo desperdiçou a chance de faturar o tetracampeonato consecutivo e, na edição de 2020, foi a vez de o Inter ser ultrapassado no encerramento da competição. Todos os outros campeões já haviam cravado a 1ª posição a dois duelos do fim.

O Flamengo foi o algoz nos dois títulos. Há 15 anos, Adriano Imperador, Petkovic e seus colegas protagonizaram uma arrancada histórica que acabou com título sobre o Grêmio, e o título mais recente do rubro-negro foi conquistado já sob comando da geração de Gabigol, Bruno Henrique, Arrascaeta e companhia.

No ano passado, o Palmeiras também duelou ponto a ponto com o Botafogo, mas ultrapassou o adversário na 34ª rodada e deslanchou rumo ao título.

Neste Brasileirão, a equipe de Abel Ferreira até chegou ao topo da tabela, mas perdeu para os cariocas e voltou a ficar em desvantagem. Os paulistas encaram Cruzeiro e Fluminense em seus últimos jogos, enquanto os comandados de Artur Jorge encaram Inter e São Paulo.
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VEJA A TABELA DO PALMEIRAS

vs Cruzeiro (fora) - 37ª rodada
vs Fluminense (casa) - 38ª rodada

VEJA A TABELA DO BOTAFOGO
vs Inter (fora) - 37ª rodada
vs São Paulo (casa) - 38ª rodada

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Casal é executado a tiros em frente a condomínio no Agreste do RN

Um casal foi executado a tiros durante a noite de domingo (1º) em frente a um condomínio no município de Lagoa Salgada, localizado no Agreste do Rio Grande do Norte. De acordo com as informações da Polícia Militar, uma testemunha relatou que o crime foi cometido por criminosos, que desceram de um veículo e realizaram os disparos.

Ainda conforme as informações da PM, o duplo homicídio ocorreu por volta das 19h40, na rua Dom Joaquim de Almeida. Policiais que faziam um ponto base durante uma novena na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, quando foram informados que um casal foi executado em frente no condomínio Alto da Lagoa. Ao deslocarem para o local, os militares confirmaram a ocorrência e morte das vítimas, identificadas como Francisco Lindomar Pereira Neto e Maria Clarice de Oliveira. Os corpos foram recolhidos pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia.

Conforme o relato da irmã Maria Clarice, ela estava na companhia do esposo e do casal. Naquele momento, criminosos desceram de um veículo, efetuando diversos disparos contra as vítimas. Ela relatou ainda que correu em direção em direção a um local de mata, enquanto o esposo se dirigiu a uma lanchonete, para fugir dos atiradores. O destino de fuga deles não foi confirmado. De acordo com ela, sua irmã e cunhado teriam envolvimento com ações criminosas.

A Polícia Civil deve investigar o caso.

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Senado pode votar nesta semana projeto que regulamenta uso de IA

A comissão temporária que analisa o projeto de lei que cria o marco regulatório da inteligência artificial (IA) no Brasil poderá votar o texto nesta terça-feira, 3. Se o relatório do senador Eduardo Gomes (PL-TO) for aprovado na comissão, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), poderá votar o projeto em plenário na quinta-feira, 5.

Essa votação estava prevista originalmente para dezembro de 2023, mas a pressão das big techs e as discordâncias em relação ao texto acarretaram em adiamentos. Na última quinta-feira, 28, o relator apresentou uma nova versão do texto que, segundo ele, traz equilíbrio entre a preservação de direitos fundamentais e a garantia de condições para o desenvolvimento tecnológico.

"Estamos aqui enfrentando o chamado dilema de Collingridge: regular cedo demais pode sufocar a inovação, mas regular tarde demais pode permitir prejuízos irreparáveis", afirmou Eduardo Gomes. "A IA tem um potencial inovador imenso capaz de impulsionar nosso desenvolvimento econômico e social. No entanto, também reconhecemos o seu potencial de causar prejuízos em igual escala."

Entre as alterações realizadas no texto, foram introduzidas as chamadas "hipóteses de exceção" à legislação, visando excluir da sua aplicação determinados usos realizados por pessoas físicas, sem fins lucrativos, bem como atividades voltadas para testagem e desenvolvimento.

O foco das medidas de governança acabou ficando para as tecnologias consideradas de "alto risco", passando a fazer uma diferenciação entre startups e micro e pequenas empresas. Adicionalmente, foram incluídos como fundamentos da lei a proteção dos direitos autorais, além da propriedade intelectual e do sigilo comercial e industrial.

"O critério de avaliação não se baseará apenas na escala de uso, mas considerará também a proteção de direitos fundamentais, como a liberdade de expressão", disse o relator. "Essa revisão possibilita uma regulamentação mais detalhada e atenta, que compreende a complexidade dos impactos sociais da inteligência artificial. É indissociável integridade de informação que não leve em conta a necessidade de liberdade de expressão com responsabilidade."

As mudanças fizeram com que entidades representativas de setores produtivos, como a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), e a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que antes se opunham ao projeto, passassem a defender a aprovação do texto.

O projeto de lei para regulamentar a utilização da inteligência artificial no Brasil foi submetido em maio de 2023 pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, com base em um anteprojeto elaborado por uma comissão de juristas.

Pacheco mantém a expectativa de que o texto seja aprovado ainda em 2024.

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Ex-segurança de Schumacher acusado de roubo e tentativa de extorsão

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Markus Fritsche, ex-segurança da família de Michael Schumacher, foi preso sob a acusação de roubar mais de 1.500 arquivos confidenciais, incluindo fotos, vídeos e documentos médicos do ex-piloto de Fórmula 1. De acordo com The Times, os arquivos roubados teriam sido usados em uma tentativa de extorsão, na qual Fritsche e seus cúmplices exigiram €15 milhões (cerca de R$ 95 milhões) para não divulgar os dados na dark web.

Fritsche trabalhou para a família Schumacher por mais de oito anos e teria usado sua posição de confiança para obter acesso a materiais privados. Para executar o plano, ele se aliou a Yilmaz Tozturkan e Daniel Lins, pai e filho, que participaram nas ameaças de expor os documentos caso o valor exigido não fosse pago.

De acordo com New York Post, a família Schumacher denunciou a tentativa de extorsão às autoridades suíças, que trabalharam em colaboração com a polícia alemã para rastrear e prender os suspeitos em julho de 2024. As investigações revelaram que os cúmplices enviaram amostras dos dados roubados como prova de posse, o que agravou o caso.

O julgamento está previsto para acontecer em Wuppertal, na Alemanha. A promotoria busca penas severas para os acusados, com sentenças mínimas de quatro anos de prisão, considerando a gravidade do crime e o valor envolvido.

Desde o acidente de esqui em 2013, que deixou Michael Schumacher com graves lesões cerebrais, sua família tem mantido informações sobre seu estado de saúde sob sigilo rigoroso. Segundo Daily Mail, o caso evidencia os desafios enfrentados pela família em proteger a privacidade do ex-piloto, mesmo anos após o acidente.

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