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Número de venezuelanos no Bolsa Família salta de 1.062 em 2017 para mais de 200 mil em 2025

A crise humanitária na Venezuela fez disparar o número de venezuelanos atendidos pelo Bolsa Família no Brasil. O total passou de 1.062 beneficiários em 2017 para 205 mil em setembro de 2025.

Eles representam 61% dos 331 mil estrangeiros que recebem o benefício, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

Desde 2019, a Venezuela lidera o ranking de estrangeiros atendidos pelo programa. Antes, o Haiti ocupava essa posição.

Estrangeiros beneficiados pelo Bolsa família (setembro de 2025):

Venezuela – 205.526
Bolívia – 25.227
Angola – 14.031
Paraguai – 12.731
Cuba – 12.465
Haiti – 11.751
Argentina – 6.604
Colômbia – 6.137
Peru – 4.412
Portugal – 3.562

Considerando que há cerca de 582 mil venezuelanos vivendo no Brasil, aproximadamente um em cada três recebe o Bolsa Família.

Em setembro de 2025, o número de beneficiários venezuelanos caiu 6% em relação a dezembro de 2024, acompanhando a redução geral do programa, que passou de 20,5 milhões para 19 milhões de famílias atendidas.

A maioria entrou no país por Roraima, por meio da Operação Acolhida, criada em 2018 para receber imigrantes e refugiados.

O MDS afirma que estrangeiros podem receber o benefício desde a criação do programa, desde que estejam inscritos no CadÚnico e tenham renda mensal por pessoa de até R$ 218. Para isso, é necessário apresentar CPF ou título de eleitor, além de documentos de identificação dos familiares.

Com informações de UOL

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Bruna Furlan, neta de Carlos Alberto de Nóbrega, é diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos

A influenciadora Bruna Furlan de Nóbrega, neta do humorista Carlos Alberto de Nóbrega, compartilhou em suas redes sociais que foi diagnosticada com câncer de mama aos 24 anos.

Bruna disse que recebeu, no fim de dezembro, o diagnóstico de um carcinoma mamário invasivo, do tipo não especial, hormonal, HER2 negativo e com metástase.

“Vai ser uma longa jornada de exames, quimioterapia, cirurgia e radioterapias. Mas também vai ser uma jornada de amor, felicidade e aprendizados”, escreveu ela. Bruna conta que resolveu compartilhar sua jornada depois de se informar sobre o crescimento da doença em mulheres jovens.

Por isso, pretende documentar as etapas do tratamento e continuar compartilhando a “vida normal” na rede social, para que outras jovens na mesma situação possam se identificar. “Estou no auge da minha juventude e não quero deixar meu tratamento atrapalhar minha juventude, da mesma forma que não quero deixar minha juventude atrapalhar meu tratamento”, refletiu.

“Somos jovens, somos guerreiras. E vamos botar esse câncer pra correr do jeito que apenas a nossa geração conseguiria: um dia na quimio, outro no pilates e o próximo dançando até amanhecer”, concluiu Bruna.

Bruna é filha de Vini Nóbrega, um dos seis filhos de Carlos Alberto.

Estadão Conteúdo

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Com faturamento anual de R$ 10 bilhões, fontes de renda do PCC vão do tráfico de drogas aos contratos públicos e franquias, apontam investigações

Investigações recentes mostram que recursos do PCC (Primeiro Comando da Capital) foram identificados em pequenos negócios e grandes empresas, incluindo firmas que prestam serviços ao poder público, franquias, empreendimentos ilegais na Amazônia e empresas no interior de São Paulo. Em muitos casos, as estruturas eram usadas para lavagem de dinheiro, mas apurações mais recentes indicam investimento direto da facção em negócios lícitos.

Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), há indícios de envolvimento do PCC em empresas de ônibus que atuaram na capital paulista e na compra de usinas sucroalcooleiras investigadas na Operação Carbono Oculto, que aponta presença de pessoas ligadas à facção em diferentes etapas da cadeia de combustíveis. O promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco, estimou em R$ 10 bilhões o faturamento anual da organização.

O PCC consolidou-se como um dos principais grupos de tráfico de drogas da América do Sul, com atuação em países produtores de coca, envio de drogas para a Europa e a África e parcerias com organizações estrangeiras, como a máfia italiana ’Ndrangheta. A expansão se intensificou a partir de 2016, após a morte de Jorge Rafaat Toumani, quando a facção passou a dominar a chamada “rota Caipira”, entre Paraguai, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

A facção também atua na rota do Solimões, usando grupos locais e, em períodos de seca, helicópteros para transporte de drogas. Outras fontes de renda incluem contravenção, como jogos ilegais, golpes financeiros por telefone e internet, além de fraudes em licitações públicas.

Operações policiais identificaram lavagem de dinheiro em casas de apostas, lojas de carros de luxo e empresas de transporte público. Em 2024, a Operação Fim da Linha investigou a UPBus, ligada a líderes do PCC. Em julho de 2025, a Justiça condenou Vagner Borges Dias por liderar um esquema de fraude em licitações associado à facção, envolvendo contratos em diversos municípios paulistas.

Na Operação Carbono Oculto, autoridades apontaram que uma organização ligada ao PCC controla desde usinas sucroalcooleiras até postos de combustíveis e lojas de conveniência. Em uma das redes investigadas, com cerca de 200 estabelecimentos, foram encontradas bombas adulteradas e indícios de lavagem de dinheiro.

Com informações de Folha de S. Paulo

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“Eu assumo meu erro”, diz jovem que deixou amigo para trás no Pico Paraná

A jovem, identificada como Thayane Smith, que deixou para trás Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, em uma trilha no Pico Paraná, na cidade de Campina Grande do Sul, em Curitiba, disse que errou ao largar o amigo no percurso que seguiam na quinta-feira (1º).

Em entrevista à Ric Record Paraná, ela afirmou que conversou com a família de Roberto e comentou sobre o futuro do jovem. Veja abaixo:

Esse foi meu erro. Eu conversei com família e eu assumo meu erro. Eu sei que errei nisso de ter deixado ele ter vindo sem mim, mas tinham outras pessoas com ele. Não tinha como se perder. Não sei o que aconteceu.

Ao ser questionada sobre o que é possível fazer nesse momento, Thayane ainda disse que “agora é manter o equilíbrio e esperar os bombeiros darem o resultado final e fazerem o trabalho deles. Não podemos fazer nada.

“Não tem o mesmo estilo de vida”, disse jovem após deixar amigo em trilha

CNN

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