Médico brasileiro faz primeiro transplante de rim de porco para humano nos EUA

Médicos do Hospital Geral de Massachusetts afirmam ter concluído com sucesso o primeiro transplante mundial de um rim geneticamente modificado de um porco para um ser humano vivo.

O procedimento foi liderado pelo médico brasileiro Leonardo V. Riella, diretor médico de Transplante Renal do hospital em Boston e pesquisador da universidade de Harvard.

O paciente é Rick Slayman, um homem de 62 anos, de Weymouth, Massachusetts, que foi diagnosticado com doença renal em estágio terminal.

Em uma declaração escrita do paciente fornecida pelo hospital, Slayman disse que era paciente do programa de transplantes do hospital há 11 anos. Este não é o primeiro transplante de rim de Slayman. Ele recebeu um rim anterior de um ser humano em 2018, depois de conviver com diabetes e pressão alta por muitos anos. Esse rim começou a apresentar sinais de insuficiência cinco anos depois e ele retomou a diálise em 2023.

Quando ele foi diagnosticado com doença renal terminal no ano passado, ele disse que seus médicos sugeriram que ele experimentasse um rim de porco.

“Eu vi isso não apenas como uma forma de me ajudar, mas também como uma forma de dar esperança às milhares de pessoas que precisam de um transplante para sobreviver”, disse Slayman no comunicado por escrito.

Tatsuo Kawai, diretor do Centro de Tolerância Clínica ao Transplante de Legorreta e cirurgião que realizou a operação, disse que o órgão era exatamente do mesmo tamanho de um rim humano.

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Uber vai encerrar operação em cidade dos EUA que aprovou lei trabalhista para motoristas de aplicativos

O conselho de Minneapolis, no Estado norte-americano de Minnesota, aprovou, na última semana, uma lei municipal que regulamenta o trabalho dos motoristas por aplicativo. Principal empresa do segmento, a Uber anunciou que deixará de operar na cidade no dia 1º de maio — data em que a lei entra em vigor. A empresa Lyft também deixará de exercer suas funções na região.

O órgão municipal votou pelo aumento do piso salarial dos motoristas. A nova proposta é que as empresas se equiparem com o salário mínimo local, de US$ 15,57 por hora (na cotação atual, R$ 77,69).

Mediante a nova mudança, a Lyft afirmou, em comunicado, que apoia um ganho mínimo para os motoristas. Entretanto, a companhia, que também atua na área de transporte por aplicativo, não concorda com o valor apresentado pelo conselho. “Deveria ser feita de forma honesta, mantendo o serviço acessível para os passageiros”, afirmou a empresa. “Essa ordem torna nossas operações insustentáveis, e, como resultado, estamos encerrando as operações em Minneapolis quando a lei entrar em vigor em 1º de maio.”

A legislação que aprova a regulamentação do salário-mínimo dos motoristas em Minneapolis teve 9 votos a favor e 4 contra. As exigências do conselho é que as empresas paguem pelo menos US$ 1,40 por milha e US$ 0,51 por minuto pelo tempo gasto no transporte do passageiro. O prefeito local, Jacob Frey, mostrou-se contra a proposta. Ele é do Partido Democrata.

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Homem mais alto e menor mulher do planeta se encontram

O Livro dos Recordes (Guinness Book) promoveu um encontro inusitado nesta semana. O homem mais alto do mundo, Sultan Kösen, 41, e a menor mulher viva do planeta, Jyoti Amge, 30, se encontraram em um evento na Califórnia, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (19/2).

O turco Kösen, que mede 2,51 metros, reencontrou a indiana Amge, com 62,8 centímetros. Os dois estão registrados no Guinness Book por seus tamanhos. Eles já haviam se conhecido em 2018, durante viagem ao Egito, a convite do próprio país africano.

Tanto Kösen, quando Amge foram reconhecidos pela organização do Guinness em 2011. Kösen integra a seleta lista de 10 casos já confirmados no mundo de pessoas que mediram acima de 2,5 metros. No caso dele, o crescimento desproporcional é motivado por um tumor.

Já a indiana, por sua vez, tem estatura inferior a uma criança de 2 anos. Ela tem acondroplasia, que é uma forma de nanismo.


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Mulher ganha R$ 6 milhões na raspadinha e abandona o marido

Charlotte Cox ganhou R$ 6 milhões (£ 1 milhão) em uma raspadinha da Lotto, no Reino Unido, pouco antes do Natal e está sendo acusada pelo ex-marido de roubo. Michael Cartlidge disse que o relacionamento acabou ‘do nada’ e alega ter direito ao valor do prêmio porque foi ideia dele comprar a raspadinha.

Em entrevista ao The Mirror, Charlotte disse que comprou os bilhetes sozinha e que o ex nem a reembolsou pelo valor pago. A lotérica responsável pelo sorteio realizou uma investigação, com análise de câmeras de segurança e entrevistas individuais, e decidiu que Michael não tem direito a um centavo.

Agora, ele pretende ir à Justiça para garantir uma parte dos ganhos. “Um milhão de libras nunca trouxe tanta miséria. Isso arruinou os últimos três meses para ela e sua família”, desabafou um parente de Charlotte.

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Paciente que recebeu chip cerebral da Neuralink controlou mouse com pensamento, diz Musk


O primeiro paciente humano que recebeu um chip cerebral da Neuralink conseguiu controlar um mouse de computador usando seus pensamentos, disse o fundador da startup, o bilionário Elon Musk.

"O progresso é bom e o paciente parece ter se recuperado totalmente, sem nenhum efeito nocivo de que tenhamos conhecimento. O paciente é capaz de mover um mouse pela tela apenas pensando", disse Musk em um evento do Spaces na plataforma X (ex-Twitter).

Musk disse que a Neuralink tenta agora fazer com que o paciente acione o botão do mouse o maior número possível de vezes.

A Neuralink não comentou o assunto ao ser procurada pela Reuters.

empresa implantou com sucesso um chip em seu primeiro paciente humano no mês passado, depois de receber aprovação para o recrutamento de testes em humanos em setembro.

O estudo usa um robô para colocar cirurgicamente um implante de interface cérebro-computador em uma região do cérebro que controla a intenção de se mover, disse a Neuralink.

A empresa acrescentou que o objetivo inicial é permitir que as pessoas controlem um cursor de computador ou um teclado usando seus pensamentos.

A Neuralink, que foi avaliada em cerca de US$ 5 bilhões no ano passado, tem enfrentado repetidas solicitações de análise em relação a seus protocolos de segurança.

A Reuters informou no mês passado que a empresa foi multada por violar as regras do Departamento de Transportes dos EUA com relação à movimentação de materiais perigosos.


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