Botafogo vence Palmeiras e retoma liderança do Brasileirão em jogo decisivo

O Botafogo venceu o Palmeiras, por 3 a 1, em pleno Allianz Parque, em jogo válido pela 36ª rodada do Brasileirão. Gregore, Savarino e Adryelson fizeram os gols para o Glorioso e fizeram o time reassumir a ponta da tabela, enquanto Richard Rios descontou.

Com este resultado, a equipe carioca chega aos 73 pontos e abre três pontos de vantagem para o Palmeiras, segundo colocado da competição.

O Palmeiras começou mais agressivo, mas pouco chegava com perigo real para o gol de John. Depois de muito estudo, aos 18 minutos, o Glorioso promoveu uma jogada ensaiada no escanteio, Alex Telles rolou para Almada

Na melhor resposta do Palmeiras depois disso, John fez grande defesa no contrapé após finalização de Marcos Rocha.

No segundo tempo, o Botafogo teve mais iniciativa. Enquanto isso, o Palmeiras não aproveitava as poucas chances que apareciam.

No meio do festival de chances perigosas, Igor Jesus recebeu um tapa de Marcos Rocha no rosto e, após consulta ao VAR, o árbitro deu cartão vermelho para o lateral.

Poucos minutos depois, aos 27’, John bateu o tiro de meta, Igor Jesus ajeitou de cabeça, Savarino apareceu livre, aproveitando toda a desorganização do Palmeiras, e ampliou a vantagem no Allianz Parque.

Na reta final, depois do Glorioso seguir apertando no ataque, Savarino cobrou escanteio na cabeça de Adryelson, que subiu para testar firme e marcar o terceiro da equipe.

Nos acréscimos, Richard Ríos deu um belo chute de fora da área, acertou o canto do goleiro e descontou para o Palmeiras.

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Sport e Ceará voltam à Série A de 2025; Mirassol obtém acesso inédito

A Série A do Campeonato Brasileiro de 2025 terá a presença inédita do Mirassol e o retorno do Sport Club Recife e do Ceará. As três últimas vagas na elite do futebol nacional foram definidas com emoção de sobra na noite deste domingo (24). O líder Santos, que já garantira o acesso com duas rodadas de antecedência, selou o título de campeão da Série B esta noite, ao somar 68 pontos, seguido de Mirassol (67), Sport (66) e Ceará (64).

O maior placar da noite foi do Sport, que retorna à primeira divisão do futebol nacional após três anos na Segundona. O Leão entrou em campo na Ilha do Retiro ocupando a quinta posição na tabela, com 63 pontos, atrás do Ceará, com mesma pontuação, mas com 19 vitórias, uma a mais que o Leão.. Apesar da situação complicada, os donos da casa levaram a melhor: contra o já classificado Santos, por 2 a 1, com gols do atacante Lucas Lima – um deles de pênalti. Wendel Silva diminuiu para o Peixe. O placar poderia até ser maior para o Sport, não fosse o meio-campista Barletta desperdiçar uma penalidade aos 39 minutos da etapa final, defendida pelo goleiro Brazão.

O primeiro a balançar a rede nesta noite foi o Mirassol. Jogando em casa contra a Chapecoense (15ª colocada), o time do interior paulista abriu o placar com Yuri Castilho aos 15 minutos da primeira etapa. Os paulistas administraram o resultado até o apito final e depois foi só comemoração com o acesso inédito na história do clube.

Paralelamente, dois times visitantes que precisavam vencer fora de casa – Novorizontino (3º) e Ceará (4º) – seguiam empatados sem gols na primeira etapa. O panorama favorecia o acesso da equipe paulista, que enfrentava o Goiás na Serrinha. No entanto, Paulo Baya marcou aos 37 minutos do segundo temo para o Esmeraldino e selou a vitória dos donos da casa, por 1 a 0, impedindo o acesso do Novorizontino à Série A de 2025.

O resultado na Serrinha favoreceu o Ceará a retornar à elite do futebol no ano que vem. O Vozão não saiu do 0 a 0 com o Guarani, último colocado na tabela, jogando no Brinco de Ouro, em Campinas.

Além do Guarani, lanterna com apenas 33 pontos, outros três times foram rebaixados para a Série C de 2025: Brusque (19º), com 36 pontos; Ituano (18º) com 37 pontos; e Ponte Preta (17º), com 38 pontos.

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Eduardo Machado é eleito presidente do ABC

Eduardo Machado foi eleito presidente do ABC Futebol Clube para o triênio 2025-2027.

Em eleição realizada neste domingo (24), no Frasqueirão, Eduardo venceu o candidato Irapoã Nóbrega que era apoiado pela atual diretoria do clube.

Em instantes, colocamos a quantidade de votantes e o percentual de cada candidato.

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Brasil mostra desequilíbrio, empata com o Uruguai e encerra 2024 com motivos para se preocupar

A seleção brasileira fez mais um jogo de oscilações, nesta terça-feira, e saiu da Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador, com apenas um ponto depois de empatar por 1 a 1 com o Uruguai, pela 12ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. A equipe comandada por Dorival Júnior vive um bom início de primeiro, desperdiçou chances e teve a rede balançada por Valverde, astro do Real Madrid, no começo da segunda etapa, antes de igualar o placar com um belo gol de Gérson.

Os brasileiros tinham chance de terminar a rodada em segundo lugar, caso tivessem conquistado a vitória. No fim das contas, o empate somado à vitória do Equador sobre a Colômbia os deixou na quinta colocação, com 18 pontos. Nas Eliminatórias, os seis primeiros colocados garantem vaga direta na Copa e o sétimo disputa repescagem. Equatorianos e colombianos estão em quarto e terceiro lugar, respectivamente, ambos com 19 pontos. Já o Uruguai é vice-líder, com 20 pontos, cinco a menos que a líder Argentina.

O Brasil mal deixou o Uruguai ficar com a bola nos primeiros 15 minutos da partida. Com repertório ofensivo variado, empurrou os adversários para trás e articulou o jogo da linha do meio de campo para frente. Foram muitas as invasões à área celeste, onde os jogadores brasileiros esbarraram em cortes pontuais ou em suas próprias decisões precipitadas. Raphinha cumpria muito bem bem o papel de 10, achando espaços com dribles e bons passes. Os lances de velocidade de Vinícius Júnior e a inteligência de Gerson também contribuíram para o volume ofensivo.

Não durou tanto tempo o domínio da seleção brasileira. O Uruguai evoluiu para o campo de ataque e conseguiu levar preocupação a Ederson e seus companheiros de defesa. Foi breve o momento em que os uruguaios pressionaram, mas, a partir da demonstração dessa nova postura, o jogo se equilibrou, com as duas equipes dividindo as ações ofensivas até o fim do primeiro tempo. Pouco antes do intervalo, Rochet evitou um gol de cabeça de Igor Jesus.

O início do segundo tempo teve suas semelhanças ao começo da etapa inicial. Novamente, o Brasil foi intenso no ataque, mas dessa vez a pressão durou menos tempo. Mesmo assim, rendeu frutos, como uma finalização ruim de Savinho após roubada de bola e um chute perigoso de Vini Jr. que tirou tinta da trave, servido por Raphinha. O Uruguai quebrou a breve superioridade brasileira quando Valverde limpou Bruno Guimarães e bateu colocado de fora de área para abrir o placar, aos nove minutos.

Os brasileiros conseguiram manter a calma e voltaram a pressionar logo nos primeiros instantes depois do gol uruguaio. Assim, encontraram o gol de empate em um lance no qual a bola sobre para Gerson acertá-la em cheio, ainda no ar, para superar Rochet. Em busca da virada, a seleção continuava acelerando o jogo, com Vinícius carregando a bola entre os marcadores e encontrando espaços.

Dorival Júnior satisfez a torcida, que gritava o nome de Estêvão, ao colocar a joia palmeirense em campo no momento em que ainda restavam pelos menos mais 20 minutos de jogo pela frente. O jovem atacante de 17 anos mostrou iniciativa, mas cometeu erros e não conseguiu ajudar a mudar o panorama. Os minutos finais foram de um Brasil desorganizado tentando atacar a todo custo e falhando em passar pela defesa uruguaia.

BRASIL 1 X 1 URUGUAI

BRASIL – Ederson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Abner (Gabriel Martinelli); Bruno Guimarães (André), Gerson (Lucas Paquetá) e Raphinha; Vini Jr., Igor Jesus (Luiz Henrique) e Savinho (Estêvão). Técnico: Dorival Júnior
URUGUAI – Sérgio Rochet; Guillermo Varela, José María Giménez, Mathí­as Olivera e Marcelo Saracchi; Rodrigo Bentancur, Manuel Ugarte, Federico Valverde, Facundo Pellistri (Puma Rodríguez) e Maxi Araújo (Cristian Oliveira) ; Darwin Nuñez (Aguirre). Técnico: Marcelo Bielsa.
GOLS – Valverde, aos nove, e Gerson, aos 16 minutos do segundo tempo.
ÁRBITRO – Piero Maza (CHI).
CARTÕES AMARELOS – Ugarte, Raphinha, Gabriel Magalhães, Lucas Paquetá e Varela.
RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.
LOCAL – Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

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Fenômeno quer presidir CBF e Guardiola treinando Seleção Brasileira

O pentacampeão Ronaldo Fenômeno tem a intenção de se tornar presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e já teria um plano para colocar Pep Guardiola no comando da Seleção Brasileira.

Ronaldo conta com o apoio de nomes importantes do futebol brasileiro, incluindo Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians.

Caso seja eleito presidente da CBF, Ronaldo pretende contratar Guardiola, atualmente no Manchester City, para treinar a Seleção Brasileira.

Guardiola já estaria ciente do projeto. Ronaldo e Guardiola atuaram juntos no Barcelona na temporada 1996-97, conquistando a Supercopa da Espanha, Supercopa da Europa e Copa do Rei.

No entanto, uma recente assembleia da CBF pode atrapalhar os planos de Ronaldo.

A entidade aprovou uma alteração no estatuto que permite um terceiro mandato ao presidente da CBF. Anteriormente, o estatuto permitia apenas uma reeleição, totalizando dois mandatos.

A informação foi divulgada pelo jornal espanhol Sport, que destaca que o ex-atacante já tomou a decisão de participar do pleito que ocorre em março de 2026.

Com a mudança, o atual presidente, Ednaldo Rodrigues, que está no cargo por força de liminar, poderá ser reeleito até duas vezes, permanecendo no cargo até 2034.

Essa alteração no estatuto beneficia diretamente Rodrigues, dificultando a candidatura de Ronaldo.

Ronaldo Fenômeno, com seu plano ambicioso de trazer Guardiola para a Seleção, enfrenta agora o desafio de superar as novas regras estatutárias da CBF para alcançar a presidência da entidade.

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Vini Jr perde pênalti, Brasil mostra futebol instável e empata com Venezuela nas Eliminatórias


O Brasil não conseguiu fazer uma exibição consistente nesta quinta-feira, no Estádio Monumental de Maturín, e ficou no empate por 1 a 1 com a seleção venezuelana pela 11ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. Raphinha inaugurou o marcador em cobrança de falta, mas Segovia fez um golaço e deixou tudo igual para os donos da casa.

A seleção brasileira teve uma atuação oscilante. Se no primeiro tempo, houve superioridade clara dos comandados de Dorival, na segunda parte, especialmente nos minutos iniciais, o que se viu foi um time desnorteado. Dorival Júnior também pecou por tardar nas substituições. Vini Jr. se mostrou mais participativo, mas, quando pôde fazer a diferença, falhou nas tomadas de decisão e na cobrança de pênalti.

O time de Dorival Júnior não teve uma atuação convincente, mas não retrocedeu. A verdade é que os jogos com os lanternas Peru e Chile, em outubro, não podem servir de parâmetro. Diante da Venezuela, a seleção trafegou por uma linha tênue e esteve perto da vitória e da derrota repetidas vezes. Essa oscilação pode ser comum no futebol, contudo, em se tratando de seleção brasileira, não pode ser tratada como trivial. É necessário corrigir o rumo mesmo que a classificação para o Mundial não se torne motivo de preocupação.

A seleção brasileira volta a atuar na terça-feira, às 21h45, diante do Uruguai, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. Já a Venezuela visita o Chile, em Santiago, no mesmo dia, às 21h.

No início da partida, a seleção brasileira viu os donos da casa pressionarem no campo de ataque. Mas não demorou para os venezuelanos mostrarem suas fragilidades. Vinícius Júnior construiu uma jogada após retomar a posse de bola, mas pecou ao não finalizar de frente para o goleiro e optar pelo passe para Raphinha, que isolou a finalização. A partida parelha deixou o confronto animado, com chances boas de parte a parte.

Aos poucos, a seleção brasileira passou a se impor em campo e comandar as ações ofensivas. Comandados de Dorival acumularam grandes lances, mas esbarraram no goleiro e na trave. No entanto, a defesa do Brasil cometeu deslizes que permitiram aos venezuelanos levar muito perigo.

O jogo persistiu tendo o Brasil como protagonista. Com bola rolando, o gol não aconteceu. Com bola parada, a seleção pôde comemorar. Aos 42 minutos, Raphinha cobrou falta no ângulo superior esquerdo do goleiro venezuelano, a bola tocou na trave antes de entrar e colocar a seleção brasileira em vantagem.

A Venezuela mostrou, no primeiro tempo, futebol capaz de causar problemas para o Brasil, mas a seleção conseguiu exibir um estilo mais dinâmico do que nas últimas apresentação. Vinícius Júnior teve papel mais participativo, fator crucial para que essa mudança ocorresse.

Para o segundo tempo, o técnico da Venezuela optou por sacar Murillo e colocar em campo o jovem Segovia, de 21 anos, que veste a 10. Com menos de um minuto em campo, ele provou o porquê do número da camisa. Os donos da casa tramaram jogada pela esquerda, Segovia recebeu passe na medida para um lindo chute de fora da área, indefensável para o goleiro Ederson.

O Brasil passou a jogar de maneira individualista e demonstrou estar perdido em campo. As construções em conjunto se perderam e deixaram a Venezuela mais à vontade em campo. No entanto, a sorte também estava ao lado da seleção brasileira. Em mais uma jogada individual, Vini partiu em velocidade pela esquerda e foi derrubado dentro da área pelo goleiro Romo. O árbitro marcou o pênalti com o auxílio do VAR. O atacante do Real Madrid cobrou muito mal, no meio do gol e facilitou a defesa do arqueiro venezuelano.

Na reta final, o Brasil retomou o controle do jogo, mas não conseguiu exibir futebol suficientemente propositivo para assustar a defesa venezuelana. Já no fim da partida, González foi expulso após acertar com a mão Vini e Martinelli. O ritmo diminuiu com muitas paralisações, e o placar de igualdade se manteve até o apito final.

FICHA TÉCNICA

VENEZUELA 1 X 1 BRASIL

VENEZUELA – Romo; Aramburu, Rubén Ramírez, Wilker Ángel e Navarro; Herrera (Cásseres), José Martínez (Rincón) e Savarino; Bello (González), Rondón (Cádiz) e Jhon Murillo (Segovia). Técnico: Leandro Cufré (auxiliar).

BRASIL – Ederson; Vanderson, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Abner (Estêvão); Bruno Guimarães (Martinelli), Gerson e Raphinha; Savinho (Luiz Henrique), Igor Jesus (Lucas Paquetá) e Vinícius Júnior. Técnico: Dorival Júnior.

GOLS – Raphinha, aos 42 minutos do 1º tempo; Segovia, a 1 minuto do 2º tempo.

CARTÕES AMARELOS – Romo, Cásseres, Segovia, Jhon Murillo e Vanderson.

CARTÃO VERMELHO – González.

ÁRBITRO – Andrés Rojas (COL).

PÚBLICO E RENDA – Não divulgados.

LOCAL – Estádio Monumental de Maturín (VEN).

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Gabigol terá no Cruzeiro salário que Flamengo e Palmeiras não toparam pagar



Superior ao que teria no Flamengo nos moldes que lhe foram oferecidos para renovar, segundo apurou a ESPN. Também é a cifra que o Palmeiras não aceitou pagar ao atacante em negociação no meio do ano.

Os vencimentos do atacante no clube celeste ficarão na casa de R$ 2,5 milhões, entre salário fixo e luvas que serão diluídas ao longo de seu contrato. O valor é superior ao que ele recebe atualmente no Flamengo (cerca de R$ 1,5 milhão) em seu vínculo que se encerra em dezembro.

Na proposta que fez para tentar renovar com Gabigol, com contrato de apenas um ano, o Flamengo ofereceu aumento de 50% em seu salário, o que faria a cifra ultrapassar R$ 2 milhões, mas ficar pouco abaixo do que o Cruzeiro se dispôs a pagar juntamente com as luvas pela assinatura.

O Palmeiras, por sua vez, chegou a negociar com Gabigol para contratá-lo ainda na janela do meio do ano, mas acabou encerrando as conversas sem um acerto em agosto.

O tempo de contrato é o último “detalhe” sendo discutido para a conclusão do negócio entre Gabigol e Cruzeiro. As partes não veem, contudo, que isso possa atrapalhar a assinatura do vínculo.

O Cruzeiro ofereceu três anos para o atacante, que pediu, com seu estafe, quatro. Segundo apurou também a reportagem, a tendência é que o contrato seja assinado com validade de quatro temporadas.

Em relação a valores, salários e luvas já estão acertadas, com o aceite do lado de Gabigol.

Embora tenha anunciado a saída apenas neste domingo (10), após o título do Flamengo da Copa do Brasil, com vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, Gabigol havia decidido pela saída definitiva há dois meses. Pessoas mais próximas ao atacante já estavam cientes do movimento.

Junior Pedroso, empresário do atacante, inclusive, esteve em Belo Horizonte, onde o Flamengo venceu o Galo na Arena MRV, mas já de olho em fechar de vez o negócio com o Cruzeiro, após conversas que já se estendem por um mês entre o estafe de Gabriel e os celestes.

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Flamengo vence o Atlético-MG e conquista o título da Copa do Brasil pela 5ª vez


Flamengo campeão da Copa do Brasil 2024! A equipe rubro-negra aproveitou a vantagem obtida no primeiro duelo, marcou um golaço neste domingo (10) e bateu o Atlético-MG por 1 a 0 dentro da Arena MRV, conquistando o título nacional.

No primeiro duelo, no último domingo (3) no Maracanã, o Flamengo havia vencido a equipe mineira por 3 a 1. Na finalíssima desta tarde, o equatoriano Gonzalo Plata foi o autor do único gol do duelo, aos 37 da segunda etapa.

Com a conquista em Minas Gerais, o Flamengo empata com o Grêmio com cinco títulos na história da Copa do Brasil. O Rubro-negro saiu vencedor em 1990, 2006, 2013, 2022 e 2024.

O título nacional também garante ao Flamengo uma vaga direta para a fase de grupos da Libertadores 2025.

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Bruno Henrique, do Flamengo, é alvo de operação da PF que investiga manipulação

O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, é alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga manipulação num jogo do Campeonato Brasileiro.

O jogador é suspeito de ter tomado cartões no jogo entre Flamengo e Santos, no dia 1 de novembro de 2023, pelo Campeonato Brasileiro, para beneficiar apostadores.

Mais de 50 policias federais cumprem na manhã desta terça-feira 12 mandados de busca e apreensão em endereços no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vespasiano (MG), Lagoa Santa (MG) e Ribeirão das Neves (MG).

Entre os endereços que são alvo da PF no Rio, estão o Ninho do Urubu, CT do Flamengo, e a casa do jogador na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.

A investigação teve início a partir de um relatório da IBIA (Internacional Betting Integrity Association), entidade internacional que também embasou a investigação em curso na Inglaterra sobre Lucas Paquetá.

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Gabigol brilha com 2 gols, Flamengo vence o Atlético-MG e fica perto do penta da Copa do Brasil

O Flamengo está bem perto do pentacampeonato da Copa do Brasil. O time carioca colocou uma mão na taça ao derrotar o Atlético Mineiro neste domingo à tarde por 3 a 1. No Maracanã, foi soberano, explorou com inteligência as fraquezas do rival mineiro e construiu a vitória com protagonismo de alguém que pode se despedir em breve do clube: Gabriel Barbosa, o Gabigol.

Para ser pentacampeão da competição que paga a maior premiação do País e embolsar mais de R$ 90 milhões, o Flamengo pode até perder na Arena MRV, em Belo Horizonte, onde os dois vão se reencontrar no próximo domingo, às 16h. O Atlético, que busca o tri da Copa do Brasil e acordou tarde no duelo deste domingo, tem de ganhar por três gols de margem. Se vencer por dois, a final será decidida nos pênaltis.

Gerson foi, de novo, o maestro do Flamengo. Mas quem decidiu foi Gabigol. Especulado no Palmeiras, que desistiu do atleta, o camisa 99 resolveu evocar o melhor Gabigol de anos atrás. Provocou muito, discutiu, mas jogou bola. Ele participou da jogada do primeiro gol, anotado por Arrascaeta, e fez o segundo e terceiro em finalizações precisas como nos seus grandes momentos.

Foi uma tarde inesquecível para o atacante que tantos títulos decidiu para o Flamengo. Não é certo se seu ciclo está na iminência de ser encerrado ou se seu contrato será renovado. Certo é que sua apresentação prova que Gabigol é predestinado e alguém de quem Tite não poderia ter prescindindo. Filipe Luís, por anos colega do jogador, resolveu apostar no atleta e não se arrependeu.

Um chute perigoso de Gustavo Scarpa defendido por Rossi, com segundos de jogo, poderia ser o prenúncio de que o Atlético havia ido ao Maracanã para vencer. Não foi. Em todo o restante do primeiro tempo, o Flamengo foi dominante, inteligente e eficiente ao explorar a frágil marcação do rival e ir às redes duas vezes.

Foi por meio de uma brecha nas falhas de encaixe defensivo dos mineiros que os cariocas marcaram com Arrascaeta, aos 10 minutos, pegando rebote em finalização de Gabigol, e com o próprio atacante. Completamente livre pela direita, ele avançou e tocou no canto de Éverson aos 38.

No segundo tempo, o Flamengo abriu mão de ter a bola, mas se defendeu e se armou para contra-atacar. Em um dos contragolpes que conseguiu, Gabigol concluiu com categoria aos 28 e fez mais de 60 mil flamenguistas sorrirem no Maracanã. Até aquele momento, o jogo do time rubro-negro era perfeito.

Só que o Atlético acordou, ainda que tarde, e aproveitou uma das poucas falhas do rival carioca, para renascer no duelo. Alan Kardec saiu do banco de reservas e, em seus primeiros lances, roubou a bola do desatento Léo Ortiz e finalizou da entrada da área para vencer Rossi. Os mineiros intensificaram a pressão e tiveram a chance de fazer o segundo. Não anotaram, mas demonstraram que estão vivos no confronto e a história pode ser diferente em Belo Horizonte, daqui a uma semana.

FIHCA TÉCNICA

FLAMENGO 3 X 1 ATLÉTICO-MG

FLAMENGO – Rossi; Wesley, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Evertton Araújo, Gerson e Arrascaeta (Alcaraz); Plata (Fabrício Bruno), Michael e Gabigol (Varela). Técnico: Filipe Luís.

ATLÉTICO-MG – Everson; Lyanco (Saravia), Battaglia e Junior Alonso; Rubens, Otávio (Zaracho), Alan Franco, Guilherme Arana (Alisson) e Scarpa (Alan Kardec); Paulinho e Hulk. Técnico: Gabriel Milito.

GOLS – Arrascaeta, aos 10, e Gabigol, aos 38 minutos do primeiro tempo; Gabigol, aos 28, e Alan Kardec, aos 34 do segundo.

CARTÕES AMARELOS: Alex Sandro (Flamengo) e Guilherme Arana (Atlético-MG).

ÁRBITRO – Rafael Rodrigo Klein (RS).

RENDFA – 15.692.580,00.

PÚBLICO – 67.459 presentes.

LOCAL – Maracanã, no Rio.

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