O primeiro trailer de Vingadores: Doomsday foi divulgado pela Marvel nesta terça-feira (23/12) e confirmou o retorno de Chris Evans.

O diretor Guillermo del Toro realiza sua versão de "Frankenstein", que está na Netflix (Foto: Divulgação/Netflix)
Último dia do mais recente Festival de Cinema de San Sebastián. Pelo sexto ano consecutivo, foi exibido um filme surpresa para os críticos que resistiram firmes em seus postos após uma semana intensa de exibições. O título escolhido foi Frankenstein, de Guillermo del Toro, que havia recebido aplausos unânimes da crítica durante sua passagem pelo Festival de Veneza. Antes da sessão, o cineasta mexicano quis apresentar o longa com um breve vídeo, no qual advertia que Frankenstein era seu personagem favorito desde a infância, e o principal motivo que o levou a se tornar diretor.
Diante de uma declaração tão imponente, temi o pior. Não seria o primeiro caso de um diretor que arruína seu brinquedo favorito. No entanto, Guillermo del Toro realizou seu melhor filme. Profundo conhecedor do texto original de Mary Shelley e das adaptações sensacionais de James Whale nos anos 1930, o diretor mexicano aparou os excessos visuais e o maniqueísmo dramático de produções anteriores, tão superestimadas quanto O Labirinto do Fauno ou A Forma da Água.
O espetáculo é deslumbrante do ponto de vista técnico, o que provavelmente renderá várias indicações ao Oscar para a equipe habitual do diretor: o compositor Alexandre Desplat, o diretor de fotografia Dan Laustsen e o designer de arte Brandt Gordon. Mas a chave que dá precisão e profundidade ao relato de Frankenstein está no roteiro, que sabe incorporar elementos inéditos a uma história já tão conhecida.
A universalidade e a atemporalidade da trama se combinam com uma reestruturação do texto original, que enfatiza a ambição científica do doutor e suas consequências degradantes para a natureza humana, efeitos que se estendem, em grande parte, aos demais personagens centrais.
Del Toro não consegue se livrar totalmente de sua fascinação pelo gore de sua fase inicial e deixa algumas cenas de operação desnecessariamente explícitas. Mas, desta vez, compensa amplamente o espectador com um romantismo mais elegante e sutil, e uma ternura mais luminosa na relação entre Frankenstein e sua jovem amada, no estilo de A Bela e a Fera. Jacob Elordi e Mia Goth acabam roubando o protagonismo de Oscar Isaac e Christoph Waltz, que se tornam personagens mais previsíveis em sua cobiça desumanizada.
Mais uma vez, um filme que merecia ser visto na tela grande permaneceu apenas algumas semanas em cartaz em alguns cinemas. Agora já está disponível na Netflix, onde fazia falta uma produção tão ambiciosa e convincente.
© 2025 Aceprensa. Publicado com permissão. Original em espanhol.

Selecionar os dez melhores filmes de guerra já produzidos no cinema não é tarefa simples. O gênero atravessa décadas, estilos e conflitos, combinando espetáculo visual, drama humano e rigor histórico. Mesmo assim, decidimos encarar essa missão difícil.
Nesta seleção, nós demos prioridade para produções que colocam o espectador no campo de combate e que estão disponíveis nas plataformas de streaming no Brasil. Do Vietnã ao Dia D, da Segunda Guerra ao Iraque, estes 10 filmes marcaram a história e definiram como a guerra pode ser representada na tela.
O filme protagonizado por Alec Guinness (coronel Nicholson) e dirigido por David Lean, venceu sete Oscars, incluindo Filme, Direção e Ator. Ambientado no Sudeste Asiático durante a Segunda Guerra, a obra mostra a construção de uma ponte estratégica por prisioneiros britânicos sob domínio japonês. Embora se concentre mais na tensão dramática do que em batalhas campais, Lean encena ações táticas e operações de sabotagem. O filme se tornou referência em superproduções bélicas,ao unir estratégia, logística e dilemas morais.
Onde assistir: Netflix, Claro Video e disponível para locação e compra no Apple TV e Prime Video.
O filme dirigido por Ken Annakin, Andrew Marton e Bernhard Wicki, com John Wayne (Vandervoort) entre os protagonistas, é um épico sobre o Dia D. Vencedor de dois Oscars (Fotografia e Efeitos Especiais), O Mais Longo dos Dias reconstrói a operação aliada com riqueza de detalhes: planejamento, paraquedistas, sabotagens, bombardeios navais e assaltos às praias. Diferentemente de leituras posteriores mais cruas, a produção mantém rigor ao exibir as operações táticas: setas, eixos, escalões, horários e foco na mecânica do desembarque. Uma obra que consolidou a memória audiovisual do dia 6 de junho de 1944 e influenciou recriações posteriores.
Onde assistir: locação e compra no Prime Video.

O longa, dirigido por Franklin J. Schaffner e protagonizado por George C. Scott, venceu sete Oscars, incluindo Filme, Direção, Ator e Roteiro Original (Edmund H. North e Francis Ford Coppola). Mais que uma biografia, é um ensaio sobre liderança militar na Segunda Guerra: a figura central é um comandante genial e intempestivo, capaz de manobras ousadas e choques hierárquicos. A obra alterna deslocamentos de blindados, planejamentos de ataques e discursos marcantes com cenas de frente de batalha. A abertura icônica, com Patton diante da bandeira, tornou-se imagem-síntese do cinema de guerra.
Onde assistir: Disney+.
O filme dirigido por Francis Ford Coppola e protagonizado por Martin Sheen (capitão Willard), transformou a experiência do Vietnã em um pesadelo operístico. A obra se tornou célebre pelo percurso fluvial rumo ao coronel Kurtz (Marlon Brando) e por sequências de combate grandiosas e caóticas, como o ataque de helicópteros ao som de Wagner e as emboscadas na selva. A produção tumultuada virou lenda e até documentário, mas o resultado consolidou o longa de Coppola como obra central do cinema de guerra: Palma de Ouro em Cannes, dois Oscars (Fotografia e Som) e indicações a Melhor Filme e Direção. Sua força está no realismo dos combates – lama, fogo, napalm, tiros – e na visão moralmente ambígua do conflito. Apocalypse Now não busca um relato “oficial”, mas uma experiência que confronta o espectador com a brutalidade e a loucura do combate.
Onde assistir: Globoplay e Prime Video.
O longa retrata a vida de uma comunidade antes, durante e depois do Vietnã. Dirigido por Michael Cimino e protagonizado por Robert De Niro (Michael), O Franco Atirador venceu cinco Oscars — incluindo Melhor Filme, Direção e Ator Coadjuvante (Christopher Walken). Em mais de três horas de duração, a produção alterna rituais coletivos e a corrosão dos personagens. Embora este não seja um “filme de batalha” clássico, as cenas de combate e cativeiro mostram a vulnerabilidade do soldado, a violência à queima-roupa e o trauma. Cimino destaca como a guerra rompe laços e muda a percepção de risco, expandindo o campo de batalha para o retorno à casa.
Onde assistir: Netflix e disponível para locação e compra no Prime Video e Apple TV.

Filme dirigido por Oliver Stone, veterano do Vietnã, retrata o combate pelo ponto de vista do recruta Chris Taylor (Charlie Sheen). Platoon foi vencedor do Oscar de Melhor Filme, Direção, Edição e Som e é um dos relatos mais verossímeis do conflito. A floresta como labirinto e o uso de emboscadas, minas e fogo cruzado reforçam o caráter exaustivo da guerra de selva. Stone contrapõe os sargentos Elias (Willem Dafoe) e Barnes (Tom Berenger) como eixos morais da tropa. A produção ficou marcada por reorientar o foco dos filmes de guerra, com menos geopolítica e mais sobre o cotidiano das tropas, castigadas pelo cansaço, pela paranoia e pelos atritos hierárquicos.
Onde assistir: Prime Video e MUBI.
O filme dirigido por Stanley Kubrick divide-se em duas partes: o treinamento, com o inesquecível sargento Hartman (R. Lee Ermey) e o combate em Huế, no Vietnã. Indicado ao Oscar de Roteiro Adaptado, Nascido Para Matar examina o processo de desumanização dos soldados. Kubrick filma ruínas e atiradores de elite no front com frieza documental. A precisão aplicada ao caos da guerra acabou influenciando como o cinema retratou, posteriormente, o treinamento militar e a violência de proximidade nas batalhas.
Onde assistir: HBO Max e disponível para locação e compra no Apple TV e Prime Video.
A obra ambientada em Guadalcanal, com o ator Jim Caviezel (soldado Witt) e direção de Terrence Malick, foi indicada a sete Oscars, incluindo Filme, Direção e Fotografia. É um filme que equilibra contemplação e combates. A câmera se move entre homens e a natureza, evidenciando o impacto do campo de batalha. Malick reencena conflitos de infantaria com clareza e fisicalidade. Uma produção que acabou marcada por reinventar a representação da guerra moderna ao unir reflexões sobre vida e morte a um retrato preciso da tática militar.
Onde assistir: Disney+.
A produção redefiniu o padrão de realismo em cenas de filmes de guerra. A abertura na praia de Omaha, no Dia D, é um marco técnico e dramático: câmera na mão, som ensurdecedor, desorientação e carnificina que colocam o espectador no epicentro do desembarque. Dirigido por Steven Spielberg, com Tom Hanks como o capitão John Miller, O Resgate do Soldado Ryan recebeu cinco Oscars — entre eles os de Melhor Direção, Fotografia e Edição. Além da forma, o filme é um drama ético sobre sacrifício. O retrato do pelotão, dos medos individuais ao objetivo coletivo, atualizou a tradição do “filme de esquadra” e reafirmou a guerra como um teste extenuante para o corpo, os nervos e a consciência.
Onde assistir: Netflix e disponível para locação em Prime Video e Paramount+.
O longa acompanha uma equipe antibomba no Iraque. Dirigido por Kathryn Bigelow e estrelado por Jeremy Renner (sargento William James), venceu seis Oscars — Melhor Filme, Direção (Bigelow foi a primeira mulher premiada na história), Roteiro Original, Montagem, Mixagem e Edição de Som. É um estudo de adrenalina, vício em risco e precisão operacional. Guerra ao Terror mostra os procedimentos com câmera nervosa e som que reproduz a tensão de cada passo. É rico ainda em combates de proximidade, com franco-atiradores e civis. O filme atualizou a linguagem das produções de guerra ao focar na tomada de decisão sob pressão extrema.
Onde assistir: Prime Video e Paramount.
Gazeta do Povo

Na 97ª edição do Oscar, realizada neste domingo (2) no Dolby Theatre em Los Angeles, o filme brasileiro “Ainda Estou Aqui” foi consagrado como Melhor Filme Internacional, marcando um momento histórico para o cinema nacional. Dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres, o longa aborda a luta de Eunice Paiva, viúva do deputado Rubens Paiva, desaparecido durante a ditadura militar no Brasil.
Esta é a primeira vez que uma produção brasileira conquista uma estatueta do Oscar, o mais prestigiado prêmio da indústria cinematográfica mundial. Além de Melhor Filme Internacional, “Ainda Estou Aqui” também concorre nas categorias de Melhor Filme e Melhor Atriz, com Fernanda Torres, que já havia sido premiada no Globo de Ouro por sua atuação no filme.
A vitória de “Ainda Estou Aqui” representa um marco significativo para o cinema brasileiro, destacando a capacidade do país de produzir obras de relevância internacional que abordam temas históricos e sociais profundos. A conquista foi celebrada amplamente nas redes sociais, com muitos comparando a emoção ao sentimento de uma final de Copa do Mundo.
O filme competiu com produções de peso, como “Emilia Pérez” (França), “Flow” (Letônia), “A Semente do Fruto Sagrado” (Alemanha) e “A Garota da Agulha” (Dinamarca). A premiação foi entregue pela atriz Penélope Cruz, que ressaltou a importância da diversidade no cinema mundial.
Inspirada em livro de 2015 com escrita biográfica de mesmo título, de autoria do escritor Marcelo Rubens Paiva, a obra foi lançada em 2024 e levou mais de cinco milhões de pessoas ao cinema. Esta foi a primeira vez que um filme brasileiro venceu o Oscar, apesar de, em 1960, o longa brasileiro Orfeu Negro vencer na categoria de melhor filme estrangeiro, mas o filme estava representando a França (do diretor Marcel Camus).
Marcelo Rubens Paiva é um dos cinco filhos da advogada e ativista Eunice Paiva (1929 – 2018).e do ex-deputado Rubens Paiva (1929 – 1971), que teve o mandato cassado e depois foi perseguido, raptado, torturado e morto por agentes da ditadura (da Aeronáutica e do Exército).
Até agora, o longa recebeu 38 prêmios nacionais e internacionais, entre eles, o Prêmio Goya e o Globo de Ouro de Melhor Atriz. No Oscar, foi indicado em três categorias melhor filme, melhor atriz, para Fernando Torres, e melhor filme internacional.

A Semana do Cinema, uma das campanhas mais aguardadas pelos cinéfilos de todo o Brasil, está de volta. De 6 a 12 de fevereiro, a Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina, participa da promoção com ingressos a preços promocionais e combos exclusivos para tornar a experiência cinematográfica ainda mais acessível e especial. É uma ótima oportunidade para assistir aos filmes que estão indicados ao Oscar como “Ainda estou aqui”, “Conclave” e “Emilia Pérez” com condições especiais.
Durante a Semana do Cinema 2025, os ingressos na Cinépolis custarão R$ 10,00 para sessões nas Salas Tradicionais, MacroXE e 4DX; e os cinéfilos ainda terão 60% de desconto para salas VIP e IMAX. Além disso, os clientes podem aproveitar um combo promocional, que inclui pipoca média e refrigerante de 700ml por apenas R$ 29,00. Na capital potiguar, a franquia de cinema opera no Natal Shopping.
Promoção válida para todas as sessões
A campanha na Cinépolis é válida para todas as sessões e horários, incluindo finais de semana, mas não se aplica a pré-estreias e exibições especiais. A programação será recheada de filmes nacionais e internacionais, com opções para agradar todos os gostos.
Para conferir os horários e adquirir ingressos, basta acessar o site oficial da Cinépolis (www.cinepolis.com.br) ou as plataformas de venda de ingressos parceiras.
Democratizando o acesso ao cinema
A campanha é idealizada pela FENEEC (Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas), com apoio da ABRAPLEX (Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex) e Ingresso.com.
“Quando criamos a campanha, em 2022, sabíamos do potencial que ela tinha, mas levar mais de 15 milhões de pessoas aos cinemas, em apenas 05 edições, foi ainda mais do que poderíamos prever. Isso demonstra que há uma grande adesão do público ao formato e que essa união dos exibidores traz benefícios tanto para a população quanto para a indústria. Por isso, para a primeira Semana do Cinema de 2025, decidimos deixar os ingressos ainda mais baratos, como uma forma de incentivar a participação dos cinéfilos de todo o Brasil”, comenta Lúcio Otoni, presidente da FENEEC.
Parece que existe um novo "melhor filme da história" no pedaço! Pelo menos é o que indica a avaliação de Duna: Parte Dois, no IMDB, um dos maiores bancos de dados de filmes e séries na internet.
Com mais de 1,3 mil avaliações, a segunda parte da ambiciosa adaptação de Denis Villeneuve recebeu 9.4/10 de nota, ultrapassando o filme "Um Sonho de Liberdade", que recentemente ocupava a primeira posição do site de melhores avaliados.
A segunda parte de Duna receber uma avaliação tão alta não é surpresa já que inúmeras críticas nomearam o filme como uma "obra-prima". Da duologia da história de Paul Atreides, Duna: Parte Dois também é a maior avaliada, já que a primeira parte ficou com nota 8 no site.
Duna: Parte Dois parte logo após os acontecimentos finais de Duna, em que Lady Jessica e Paul Atreides finalmente encontram os Fremen e passam a fazer parte do grupo nômade do deserto. Agora, Paul terá que se tornar um Fremen e finalmente tomar frente como o Kwisatz-Haderach que foi treinado a ser e liderar uma revolução contra o Império.
A segunda parte de Duna chega em 29 de fevereiro nos cinemas brasileiros.

A série “Bom Dia, Verônica” estreou, nesta semana, sua terceira e última temporada na Netflix. Neste sábado (17), a produção já angariou o primeiro lugar entre as mais assistidas da plataforma de streaming.
O ato final de “Bom Dia, Verônica traz como enredo a revelação por trás da identidade de Doum, o terceiro elemento do temível trio de vilões das temporadas anteriores, Brandão e Matias, vividos por Eduardo Moscovis e Reynaldo Gianecchini, respectivamente, além do desfecho da protagonista vivida por Tainá Müller na luta por justiça.
Confira 5 motivos para assistir à série, dirigida por José Henrique Fonseca:
1. Escrita por quem entende de true crime
A série foi baseada no livro homônimo de Raphael Montes, best-seller de literatura policial, e pela criminóloga Ilana Casoy – ambos também assinam o roteiro adaptado da produção. Com isso, a narrativa da história é costurada com a dose de suspense e mistério que uma narrativa ficcional pede, mas se pauta em crimes inspirados na vida real, como o abuso e violência contra a mulher.
2. Atuações premiadas internacionalmente
O elenco de Bom Dia, Verônica conta com atuações acima da média, com destaque para Camila Morgado (Janete) e Eduardo Moscovis (Brandão) na primeira temporada, e Klara Castanho (Angela) na segunda. Tainá Müller também se destaca vivendo a protagonista, que passa por transformações físicas e de identidade ao longo das temporadas – para além, é claro, das emoções intensas enfrentadas pela personagem. A atuação rendeu à protagonista o Septimius Awards, prêmio da Holanda que consagra filmes e outras produções audiovisuais.
3. Heroína digna de história em quadrinhos
O clima de suspense e violência da série cria um ambiente em que Verônica consegue brilhar como protagonista de uma graphic novel Quem concorda é a própria Tainá Müller. A atriz comentou, ao portal Omelete, que Verônica tem o tom de uma justiceira de histórias em quadrinhos. Ponto a mais para a produção brasileira, que se inova acenando para estéticas distintas.
4. Galãs da TV em papéis polêmicos
Um destaque da série foi a escalação de atores já consagrados na teledramaturgia brasileira por papéis de galãs. Em Bom Dia, Verônica, Eduardo Moscovis, Reynaldo Gianecchini e até Rodrigo Santoro – que pausou sua temporada hollyoodiana para participar da season finale da Netflix – vivem papéis de homens controversos, violentos e abusadores. Tal escolha rompe com o imaginário em torno desses atores e surpreende a quem assiste.
5. Conscientização sobre violência contra a mulher
O grande mérito de Bom Dia, Verônica é a trama ser centrada em temas como a violência contra a mulher, sob a perspectiva de uma justiceira que consegue compreender os sentimentos de quem é vítima. Ao lidar com temáticas tão delicadas, a série choca, mas também conscientiza.
O ator Rodrigo Santoro revele que a trama que envolve a conscientização sobre violências contra a mulher foi o que mais o convenceu a aceitar o papel. “Através das minhas escolhas, do meu trabalho, é a forma como eu encontro de falar de temas importantes”, disse.