Roberto Kalil: Novo boletim médico de Lula será divulgado amanhã cedo

A equipe médica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende divulgar um novo boletim com atualizações de seu estado de saúde amanhã cedo. A informação foi confirmada pelo médico Roberto Kalil, que cuida da saúde do presidente. Kalil, no entanto, não especificou o horário.

De acordo com assessores, o estado de saúde de Lula segue estável, e ele está na UTI do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

A previsão é que Lula permaneça internado por pelo menos 48h para observação.

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Zanin mantém afastados com tornozeleira desembargadores de MT suspeitos de corrupção

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O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou os pedidos dos desembargadores João Ferreira Filho e Sebastião de Moraes Filho para reassumirem os cargos no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Eles são investigados na Operação Sisamnes, que se debruça sobre suspeitas de corrupção e venda de decisões judiciais.

Com a decisão, os desembargadores permanecem afastados das funções e monitorados por tornozeleira eletrônica. Eles também estão proibidos de frequentar o prédio do Tribunal de Justiça e de manter contato com servidores.

A pedido da defesa, o ministro fez uma concessão: permitiu que o desembargador Sebastião de Moraes Filho volte a ter contato com o filho, o advogado Mauro Thadeu Prado de Moraes, também investigado pela Polícia Federal.

O afastamento foi determinado pelo ministro Luís Felipe Salomão, na época corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Salomão argumentou que não era possível manter os desembargadores em "unidade tão sensível, como é um gabinete de segundo grau de câmara de direito privado".

Relator das investigações sobre corrupção no Poder Judiciário, em curso no STF, Cristiano Zanin também decidiu manter a prisão preventiva do empresário Andreson de Oliveira Gonçalves, apontado como "lobista dos tribunais". o empresário é considerado uma figura central no suposto esquema de venda de sentenças.

Preso em 26 de novembro, Andreson está detido no Presídio Central do Estado do Mato Grosso. A defesa pediu a revogação da prisão ou a transferência para outro presídio, o que também foi negado pelo ministro. Zanin liberou visitas da advogada Mirian Ribeiro Rodrigues de Mello Gonçalves, casada com Andreson, que também é investigada pela PF.

Em outra decisão, o ministro autorizou o desembargador Sérgio Fernandes Martins a reassumir a presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, que também foi envolvido em suspeitas de corrupção.

Além de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, desembargadores de outros cinco Estados - Bahia, Tocantins, São Paulo, Espírito Santo e Maranhão - e até assessores de gabinetes de ministros do Superior Tribunal de Justiça são investigados por suspeita de envolvimento em esquema de venda de decisões.

O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal, reconheceu recentemente que os escândalos envolvendo juízes e desembargadores afetam a imagem do Poder Judiciário, mas defendeu que os casos estão sendo investigados com o rigor necessário.

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, esteve em Mato Grosso do Sul na semana passada para um evento institucional e, diante dos magistrados do Estado, defendeu que ninguém deve ser condenado antes do julgamento.

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Flávio Dino segue voto de Moraes para condenar Roberto Jefferson no STF

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O ministro Flávio Dino acompanhou, na noite desta segunda-feira, 9, o voto do relator Alexandre de Moraes no julgamento do ex-deputado Roberto Jefferson (sem partido-RJ) no Supremo Tribunal Federal (STF). Dino não apresentou nenhuma objeção ao relatório apresentado por Moraes e reforçou o pedido de condenação do réu a nove anos, um mês e cinco dias de prisão. O placar no plenário virtual agora é 2 a 0 pela condenação.

Alexandre de Moraes apresentou um relatório detalhado sobre os crimes atribuídos a Jefferson, incluindo abolição violenta ao Estado Democrático de Direito, calúnia, homofobia e incitação ao crime. Moraes também estipulou uma indenização de R$ 200 mil por danos morais coletivos e o pagamento de 120 dias-multa.

As denúncias contra Roberto Jefferson incluem declarações de incentivo à violência, como a incitação à invasão do Senado Federal e ameaças de explosão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Moraes enfatizou que as ações configuram grave ameaça à ordem democrática.

Segundo Moraes, Roberto Jefferson, que é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e presidiu o PTB (que se fundiu ao Patriota e se tornou o PRD no ano passado) utilizou recursos do partido político para compartilhar publicações falsas que visavam prejudicar a "independência do Poder Legislativo e Judiciário e a manutenção do Estado Democrático de Direito".

"É completamente absurda que a atuação vil de um ex-deputado federal, que exerceu mandato em várias legislaturas, e ex-dirigente de partido político, com utilização dos recursos recebidos desta organização (não há notícias do réu exercer outra atividade), cause os relevantes e duradouros danos revelados, em completa deturpação da expectativa de filiados e pretensos eleitores, através de violação dos princípios constitucionais consagrados no Brasil", escreveu Moraes.

Além dos crimes de calúnia, incitação ao crime e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, que giram em torno das publicações de Jefferson contra parlamentares do Congresso Nacional e ministros do STF, Moraes também votou para condenar o ex-deputado por homofobia. O ministro levou em consideração uma entrevista dele, em julho de 2021, onde afirmou que a comunidade LGBTQIA+ representava a "demolição moral da família".

Jefferson está detido desde 2023, após resistir à prisão com violência. Durante a operação da Polícia Federal, ele utilizou granadas e disparou com um fuzil contra agentes que cumpriam mandados de busca em sua residência no Rio de Janeiro. Desde junho, ele está internado em um hospital no Rio, devido a complicações médicas.

A ação penal, iniciada pela PGR em 2022, é baseada em provas como entrevistas e vídeos que mostram Jefferson incitando atos violentos e disseminando discurso de ódio. A defesa não conseguiu reverter as acusações.

O julgamento deve receber os votos dos demais ministros até sexta-feira, 13. Caso a condenação seja confirmada, Jefferson cumprirá a pena inicialmente em regime fechado.

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Angústia deu lugar à tranquilidade, diz Janja após cirurgia de Lula

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, manifestou-se nas redes sociais dizendo estar aliviada após a cirurgia do presidente Lula (PT) nesta terça-feira (10).

O mandatário foi internado depois de ter sentido fortes dores de cabeça na noite da segunda-feira (9) e passou por uma cirurgia de emergência no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

O procedimento foi realizado com o objetivo de drenar um hematoma decorrente de uma hemorragia intracraniana, que resultou de uma queda sofrida por Lula em outubro deste ano.

"Depois da cirurgia muito bem sucedida, a angústia dessa noite deu espaço para a tranquilidade e para a certeza de que, com a dedicação da equipe médica e com a fé e o amor do povo, em breve ele estará novamente de volta ao trabalho. Por isso, fiquem tranquilos!", disse Janja em postagem nas redes sociais.

Ela agradeceu "as orações, o afeto e as boas energias" enviadas ao presidente.

Segundo a equipe médica de Lula, o mandatário tem boa evolução depois da cirurgia, conversando e se alimentando normalmente.

Os médicos também informaram não ter havido nenhum comprometimento cerebral.

O hematoma de Lula era frontoparietal, localizado entre o cérebro e uma membrana da meninge. A cirurgia durou cerca de duas horas, e o presidente chegou lúcido e orientado ao hospital. Ele teve mal-estar, náuseas e um estado semi-gripal.

A complicação sofrida pelo mandatário é comum, especialmente em pessoas mais velhas, após quedas como a sofrida em outubro, quando ele caiu no banheiro. O presidente, que tem 79 anos, deve receber alta no começo da semana que vem, segundo a previsão dos médicos.

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PF cumpre 17 mandados de prisão contra esquema de desvio de emendas parlamentares

Operação Overclean

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Uma operação conjunta da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da CGU (Controladoria-Geral da União) deflagrada nesta terça-feira (10) mira desvios de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro a partir de emendas parlamentares.

A chamada Operação Overclean cumpre 43 mandados de busca e apreensão, 17 mandados de prisão preventiva e ordens de sequestro de bens. As ações ocorrem nos estados de Bahia, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

O esquema, de acordo com a CGU, impactou diretamente o Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, e a Coordenadoria Estadual da Bahia (CESTBA), além de outros órgãos públicos.

Recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e convênios eram desviados, de acordo com as investigações, para empresas e indivíduos ligados a administrações municipais.

De acordo com nota da CGU, atuação do grupo era estruturada "em operadores centrais e regionais que cooptavam servidores públicos para obter vantagens ilícitas, tanto no direcionamento quanto na execução de contratos".

O esquema envolvia superfaturamento em obras e desvios de recursos. O sobrepreço se transformava em propina, paga por meio de empresas de fachada ou métodos que ocultavam a origem dos recursos, seja a partir de empresas de fachada controladas por laranjas ou por grande fluxo de dinheiro em espécie.

Ainda segundo a CGU, durante o período investigado, a organização movimentou aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Só em 2024 foram firmados contratos que somam R$ 825 milhões com diversos órgãos públicos.

"Até o momento, a CGU identificou um superfaturamento parcial de mais de 8 milhões nos processos analisados em contratação de obras com o Dnocs", disse a CGU.

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Cirurgia de Lula trava articulações e antecipa 2026

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cirurgia de emergência do presidente Lula (PT), que deverá retirar o petista de circulação por um tempo ainda indefinido, ocorre em um delicado momento para a articulação do governo e tem potencial de reativar o abafado debate acerca de sua sucessão em 2026.

Por óbvio, tudo depende do prognóstico médico, que segundo os relatos iniciais é favorável. Mas médicos lembram que Lula é um idoso de 79 anos, e a recorrência da hemorragia cerebral após dois meses do acidente doméstico no Alvorada não tem nada de trivial.

Falar de saúde de autoridades é um tabu no mundo todo, mas ganha ares de blasfêmia no Brasil. Em público, claro, dado que em privado mensagens entre atores políticos nesta manhã já colocavam água no moinho de especulações de cenário.

Do que há de objetivo, a provável saída temporária de cena de Lula ocorre nas semanas em que o governo esperava avançar a negociação para aprovar de forma fatiada o pacote de medidas fiscais apresentado por Fernando Haddad (Fazenda).

O tempo é exíguo e, como o azedume do mercado já sinaliza, a tarefa é bastante espinhosa. Ficou ainda mais difícil com a decisão do ministro do Supremo Flávio Dino de manter regras mais duras para a liberação de emendas, nesta segunda (9).

A reação do Congresso foi epidérmica, prometendo enterrar o pacote de Haddad. Emissários de Lula correram para dizer que o presidente garantiria o destravamento do pagamento das emendas parlamentares, apesar da incredulidade geral.

Sem base musculosa e com a articulação política considerada pífia pelos caciques das Casas, nessas horas cabe a Lula pessoalmente empenhar sua palavra. São os famosos cafés, jantares e "uisquinhos no Alvorada" que azeitam tais arranjos.

A implicação é tão ampla que a despedida do desafeto lulista Roberto Campos Neto do Banco Central, na última reunião sob seu comando antes de passar a presidência do órgão para o indicado por Lula Gabriel Galípolo, já está sendo antecipada como um evento político nesta quarta (11).

Segundo consultorias, o juros básicos que deveriam subir 0,75% e ir a 12% podem se ainda mais elevados, dada a incerteza prevalente. Para piorar, nada disso sugere que o dólar deixará o patamar de R$ 6, o que em breve poderá trazer pressões inflacionárias -e mais juros.

O segundo aspecto do problema de saúde de Lula diz respeito à sua sucessão. Políticos experientes discutiam, em voz baixa, se o quadro do presidente poderá ter repercussões acerca de sua disposição de disputar a reeleição em 2026.

Mandachuva do PT desde sua fundação, em 1980, Lula nunca permitiu a ascensão de sucessores presumidos viáveis. O mais próximo disso foi Haddad, que ocupou a vaga do petista quando ele foi impedido de concorrer à Presidência contra Jair Bolsonaro (hoje no PL) por estar preso, em 2018.

Mas observadores lembram que o ministro só ganhou uma eleição na vida, quando virou prefeito de São Paulo em 2012, sendo humilhado quatro anos depois pelo então tucano João Doria no primeiro turno. Depois disso, fracassou em 2018 e 2022, quando tentou ser governador paulista e perdeu o segundo turno para o bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Com a volta de Lula ao poder em 2023, Haddad foi ungido com um cargo de amplo destaque, mas com um grau de desgaste proporcional. Com a exceção de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), montado no Plano Real em 1994, ninguém ganhou voto no Brasil sendo ministro da Fazenda.

Além da impopularidade inerente à função em tempos normais, o próprio Lula trabalha contra a área econômica com frequência, cedendo aos instintos mais eleitoreiros e ao gosto de sua base à esquerda. O próprio anúncio do plano de Haddad, que temperou austeridade com perda de arrecadação, provou isso.

Isso dito, na prática Lula mantém-se como o único nome de seu campo para 2026, e um quadro de saúde fragilizada não favorece sua posição. Naturalmente, ele tem tudo para se recuperar e seguir competitivo, mas o incidente da cirurgia em si é um lembrete de quão precária é a posição política da esquerda no país.

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PF cumpre 17 mandados de prisão contra esquema de desvio de emendas parlamentares

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Uma operação conjunta da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da CGU (Controladoria-Geral da União) deflagrada nesta terça-feira (10) mira desvios de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro a partir de emendas parlamentares.

A chamada Operação Overclean cumpre 43 mandados de busca e apreensão, 17 mandados de prisão preventiva e ordens de sequestro de bens. As ações ocorrem nos estados de Bahia, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

O esquema, de acordo com a CGU, impactou diretamente o Dnocs (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas), uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, e a Coordenadoria Estadual da Bahia (CESTBA), além de outros órgãos públicos.

Recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e convênios eram desviados, de acordo com as investigações, para empresas e indivíduos ligados a administrações municipais.

De acordo com nota da CGU, atuação do grupo era estruturada "em operadores centrais e regionais que cooptavam servidores públicos para obter vantagens ilícitas, tanto no direcionamento quanto na execução de contratos".

O esquema envolvia superfaturamento em obras e desvios de recursos. O sobrepreço se transformava em propina, paga por meio de empresas de fachada ou métodos que ocultavam a origem dos recursos, seja a partir de empresas de fachada controladas por laranjas ou por grande fluxo de dinheiro em espécie.

Ainda segundo a CGU, durante o período investigado, a organização movimentou aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Só em 2024 foram firmados contratos que somam R$ 825 milhões com diversos órgãos públicos.

"Até o momento, a CGU identificou um superfaturamento parcial de mais de 8 milhões nos processos analisados em contratação de obras com o Dnocs", disse a CGU.

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Alckmin assumirá agendas com primeiro-ministro da Eslováquia, após cirurgia de Lula

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, irá assumir as agendas com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, nesta terça-feira, 10, diante da ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Alckmin está retornando de São Paulo para acompanhar a recepção do primeiro-ministro em Brasília.

Inicialmente, Lula seria o responsável por receber Fico. Porém, o petista foi operado às pressas na madrugada desta terça-feira, após sentir dores de cabeça, segundo informou boletim divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês. Uma ressonância magnética identificou uma hemorragia intracraniana, decorrente do acidente domiciliar sofrido em outubro. Lula foi submetido a uma craniotomia para drenagem do hematoma. O presidente está internado na UTI e "encontra-se bem", informou o hospital.

Alckmin iria participar de evento de lançamento da escola Latam - Mecânicos em São Carlos (SP) às 9h. Mas, diante da situação, a assessoria de imprensa do vice-presidente confirmou que ele está retornando a Brasília para cumprir as agendas com Fico.

Pela agenda da presidência da República divulgada na noite de segunda-feira, 9, a cerimônia de chegada de Fico no Planalto está prevista para as 11h. Às 11h20, está programada uma reunião bilateral. Já às 12h20, será a assinatura de atos entre ambos, seguida de uma declaração à imprensa às 12h30. Às 13h, o governo brasileiro oferecerá um almoço ao primeiro-ministro no Palácio Itamaraty.

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Lula está consciente e tranquilo, mas deve permanecer 48 horas na UTI, diz Paulo Pimenta

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está consciente e tranquilo após realizar uma cirurgia na madrugada desta terça-feira (10) para drenar um hematoma no crânio, segundo o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta.

Em entrevista à Rádio Gaúcha, o ministro afirmou que o procedimento foi bem-sucedido, e que Lula não apresenta sequelas, mas que deverá ficar 48 horas na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês. Segundo o ministro, o presidente não apresenta nenhum tipo de sequela e após essas 48 horas será possível ter uma posição mais clara sobre quando ele poderá retornar a Brasília.

A cirurgia ocorreu nesta segunda-feira, 9, no mesmo hospital, em São Paulo, após a detecção do hematoma em exames realizados no dia anterior. Pimenta reforçou que o procedimento foi necessário para estabilizar a saúde do presidente e que novas atualizações sobre sua recuperação serão divulgadas nas próximas horas.

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Lula estava indisposto e reclamou de dor cabeça ao final do dia, antes de cirurgia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a segunda-feira, 9, indisposto e, à tarde, reclamou de dor de cabeça, informaram integrantes do governo ao Estadão/Broadcast. O quadro levou o chefe do Executivo a ser submetido a exames no final do dia.

Às 17h da segunda-feira, Lula estava reunido com os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para tratar sobre o impasse das emendas. O encontro foi rápido, durou cerca de 1h. Logo em seguida, por volta das 18h, Lula deu entrada no Sírio-Libanês em Brasília para fazer uma ressonância magnética que identificou uma hemorragia intracraniana, decorrente do acidente domiciliar sofrido em outubro.

Apesar da ida do presidente ao hospital na capital federal, a bandeira da República, símbolo da presença do presidente em prédios públicos, permaneceu hasteada no Palácio do Planalto, onde Lula teve reuniões durante o dia. A bandeira só foi recolhida por volta das 20h30.

Após o diagnóstico em Brasília, Lula foi para a unidade do hospital em São Paulo. Ele chegou à capital paulista no final da noite. O petista está acompanhado da primeira-dama, Rosângela da Silva, conhecida como Janja.Segundo informou boletim divulgado pelo Hospital Sírio-Líbanês, Lula foi submetido a uma craniotomia para drenagem do hematoma. Ele está internado na UTI e "encontra-se bem", informou a nota.

O hospital fará uma coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira para atualizar o estado de saúde do presidente. Além disso, um boletim médico atualizado sobre o estado de saúde de Lula será emitido pela manhã. A equipe de médicos é liderada por Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio em São Paulo, para onde Lula foi transferido após o início das dores em Brasília.

Na data do acidente que levou às dores, o petista caiu no banheiro do Palácio da Alvorada no final da tarde, após retornar de São Paulo. O presidente foi levado à unidade do Sírio na capital federal onde seu ferimento na cabeça foi tratado. Ele levou três pontos no local. Após o atendimento médico, o presidente foi liberado para retornar ao Alvorada. Na ocasião, segundo o Hospital Sírio-Libanês de Brasília, o presidente sofreu uma lesão com corte e contusão na parte de trás da cabeça.

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