Alexandre Dantas surpreende classe política com quantidade expressiva de adesões de qualidade em Nísia Floresta

O pré-candidato a Prefeito de Nísia Floresta, Alexandre Dantas, tem impressionado a classe política local e a população de Nísia Floresta com a quantidade de adesões ao seu grupo político que já tem representatividade expressiva em todos os bairros, praias, lagoas e no centro de Nísia Floresta. 

Na tarde desta quinta-feira (11), o pré-candidato a Prefeito Alexandre Dantas, acompanhado do vereador licenciado Zé Nilton e do 1° suplente de vereador, Bilú, anunciaram a chegada de mais dois líderes políticos. Adere ao grupo de Alexandre Dantas Nivaldo Ângelo e Ivanildo da Horta. 

Também confirmou apoio ao projeto político de Alexandre Dantas, as jovens Milka Keyla, Karina Nascimento e a pré-candidata a vereadora Lu de Zé da Brasa. 

"Nosso grupo é o que mais cresceu até hoje porque fazemos a boa política. Sempre respeitando os adversários, apresentando projetos de curto, médio e longo prazo para solucionar os problemas básicos que a cidade vive. Mas acima de qualquer coisa: Estamos crescendo porque falamos a verdade. E é por essa razão que nossas adesões refletem a vontade da mudança que Nísia Floresta tanto almeja." Afirmou Alexandre Dantas.

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Vereador de Natal é internado, passa por cirurgia e deve ficar uma semana afastado

O vereador de Natal Daniel Valença (PT) informou nesta quinta-feira (11), em publicação nas redes sociais, que foi internado por causa de uma apendicite. Ele disse que já passou por uma cirurgia e que “transcorreu tudo bem”.

“Oi gente, ontem me internei para tratar uma apendicite. Fiz a cirurgia agora pela manhã, transcorreu tudo bem. Possivelmente amanhã já estarei em casa e, após uma semana de recuperação, voltarei com todo gás na luta por uma Natal pra toda gente!”, escreveu o parlamentar.

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No RN, 59,3% dos prefeitos estão aptos à reeleição

Salvo algum impedimento no decorrer dos pedidos de registros de candidaturas na Justiça Eleitoral em agosto, levantamento da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) aponta que 59,3% dos 167 prefeitos atualmente no exercício do cargo têm direito à reeleição. Ou seja, 99 dos atuais gestores, caso saiam vitoriosos nas urnas em 6 de outubro, terão mais quatro anos de mandato a partir de 1º de janeiro de 2025. Outros 68 prefeitos que estão no segundo mandato, já foram eleitos em 2016 e reeleitos em 2020.

A menos de quatro meses das convenções partidárias, a acomodação política na reta final do prazo para filiações partidárias, encerrado no sábado (6), levou oito prefeitos que buscarão a reeleição, a trocarem de partidos: Cássio Fernandes (Riacho de Santana), deixou o PL pelo PP e Lidiane Marques (Tibau) migrou do PSDB para o União Brasil.

Já em Santa Maria, Raniere Câmara trocou o PP pelo PT, enquanto em Guamaré, Arthur Teixeira saiu do PSB para o PSDB, que também recebeu Renan Carvalho (Campo Redondo), que se desligou do PROS. Ainda trocaram de legendas a prefeita de Japi, Simone Silva (ex-PL), que ingressou no MDB e em Macaiba, Emidio Júnior desligou-se do PL e se filiou ao PP. Já em Baia Formosa, Camila Melo deixou o Republicanos pelo MDB.

O movimento dos prefeitos praticamente não alterou a correlação de forças entre os partidos, com predominância para o MDB, PSDB, PL e União Brasil, enquanto no bloco intermediário aparecem PP, PSD, Republicanos e PT.

Os partidos políticos com maior número de prefeitos que poderão oficializar candidaturas nas convenções partidárias entre 20 de julho e 5 de agosto, são o MDB, com 27 e PSDB, 15 e PL, 12, seguidos de União Brasil, 11; Progressistas e PSD oito e Republicanos, cinco.

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Lula diz que, de vez em quando, é preciso ‘uma cachacinha’ para fazer articulação política

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse na sexta-feira, 5, que às vezes, é preciso “uma cachacinha, de vez em quando uma cervejinha” para fazer negociações políticas. Ao agradecer a presença do Ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, durante inauguração da Estação Elevatória de água Bruta Ipojuca, em Arcoverde (PE), o presidente afirmou que ele “certamente tem a função mais difícil no governo”, a de articulação política.

O companheiro Padilha é o cara que rói o osso. Ele certamente tem a função mais difícil no governo, que é a função de articulação política. Imagina vocês que meu partido só tem 70 deputados num total de 513 e para votar uma coisa qualquer precisamos de 247 votos. E aí é preciso muita conversa, é preciso muita reunião, é preciso muito cafezinho, de vez em quando uma cachacinha, de vez em quando uma cervejinha“, disse Lula.

Na continuação, o chefe do Executivo avaliou que, apesar da dificuldade do cargo, as relações estão positivas. “Na verdade, nós conseguimos construir uma aliança política que até agora a gente não perdeu a votação de nenhum projeto importante no Congresso Nacional. E, por isso, eu agradeço também ao companheiro Padilha como coordenador disso, mas também aos deputados federais.

Durante o discurso, Lula ainda fez aceno aos evangélicos. Em certo momento da fala, o petista relembrou sua infância em Caetés, no agreste pernambucano, e disse que momento era um “milagre” por ser “obra de Deus”.

Eu queria fazer duas perguntas para vocês. A primeira pergunta é se vocês acreditam em Deus? E queria perguntar se vocês acreditam em milagre? Então, eu vou contar dois milagres a vocês que está acontecendo aqui agora. O primeiro milagre só pode ter acontecido por ser o milagre por ser obra de Deus“.

Na quinta-feira, 4, em outro evento em Pernambuco, na inauguração da Estação Elevatória de Água Bruta de Ipojuca, também em Arcoverde, Lula disse que volta ao Estado para inaugurar uma obra de transposição era um “milagre” por cauda da “fé e da crença” dos brasileiros. Na ocasião, o presidente ainda afirmou que eleição para Presidência foi outro “milagre”. Segundo o petista, o voto dos eleitores no pleito de 2022, quando venceu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi um “ato de fé e de coragem“.

Pesquisas recentes de institutos de opinião, que mostram a popularidade do presidente em queda, indicam que a pior avaliação de Lula é entre os evangélicos. Nesta semana, o governo lançou uma campanha para tentar reverter esse cenário, com o slogan “Fé no Brasil“.

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Sob pressão do PT, PSB perde Rafael Motta para o Avante

A pressão do Partido dos Trabalhadores (PT) junto à direção nacional do PSB para tirá-lo da disputa em Natal, forçou o ex-deputado federal Rafael Motta a pedir desfiliação do partido que presidia no Rio Grande do Norte e ingressar no Avante para viabilizar sua eventual candidatura a prefeito nas eleições de outubro deste ano.

“Coragem, respeito e liberdade são pilares da nossa caminhada na vida pública, iniciada em 2012, quando eleito vereador em Natal. E foi assim, especialmente em 2022, quando disputamos o Senado contra todas as forças e sistemas políticos, obtendo um total de 385.275 norte-rio-grandenses acreditando no nosso projeto”, disse Rafael Motta.

O ex-deputado confirnou que conversou na quinta-feira (4) com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, mas não sentiu firmeza em ter autonomia política para decidir o destino do partido em Natal: “Por insegurança decisória para as eleições de 2024, encerro o meu ciclo no Partido Socialista Brasileiro (PSB). À sigla que tem em suas origens o fortalecimento da democracia, agradeço o companheirismo e o convívio nesse período, especialmente ao presidente Carlos Siqueira”.

Motta afirma que segue “uma nova caminhada para o Avante, e assim vamos construir um projeto para Natal com a nossa pré-candidatura à prefeito”. O ex-deputado o Avante “deu total autonomia através do amigo de oito anos de Câmara dos Deputados e presidente nacional, Luís Tibé, que também integra o arco de apoio ao Governo Federal”.

“Chegamos para somar e fortalecer a legenda junto ao presidente estadual Jorge do Rosário”, acrescentou Motta, que recebeu apoio dele na campanha para senador em 2022.

Ingresso no Avante será cartorial

Rafael Motta ainda informou que sua filiação ao Avante será online/ cartorial, direto no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e com quanto aos aliados políticos do ex-partido, inclusive pré-candidatos a vereador, afirmou que “estão todos cientes e em permanente diálogo e até o prazo legal da legislação eleitoral tudo será finalizado. Ninguém vai fechar chapa agora. Temos até as convenções para seguir em diálogo e construindo um grupo”.

Em Natal, a direção do Avante está a cargo do empresário da área educacional, Eduardo Campos, que já vinha trabalhando a estruturação do partido para eleger pelo menos três vereadores. Motta fazia parte da Executiva Nacional do PSB e tinha viagem prevista a Brasília para o dia 11, quando o partido irá discutir questões relacionadas às eleições municipais, principalmente nas capitais e nas maiores cidades do país.

Em 31 de março, a TRIBUNA DO NORTE trazia matéria em que Rafael Motta informava que tinha autonomia e que “estava seguindo um passo de cada vez” e permanecia em diálogo com o PSB nacional e que recebia estímulo à pré-candidatura a prefeito. Já em 19 de março, Rafael Motta havia tido sua última conversa pessoalmente com Carlos Siqueira, em Brasília, onde chegou a apresentar Wellington Bernardo, ex-coordenador do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) como novo presidente do PSB em Natal, substituindo ao ex-deputado estadual Frederico Rosado.

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Lula pede que Anielle seja “uma puta militante” do PT

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta terça-feira (2.abr.2024) que a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, “seja uma puta militante” do PT. Ela se filiou ao partido em ato realizado no Circo Voador, no bairro da Lapa, no Rio. É irmã da vereadora assassinada em 2018, Marielle Franco (Psol-RJ).

Durante seu discurso, Lula descartou que Anielle seja candidata durante as eleições municipais de 2024. Segundo o presidente, a ministra “pode construir uma perspectiva política muito importante no Estado do Rio de Janeiro”. Ela era um dos nomes cotados para ser vice na chapa com o atual prefeito Eduardo Paes (PSD).

“Eu não vou nem fazer mais exigências a você, o que importa é o seguinte: é que você seja uma puta de uma militante desse partido. Você vai ler o manifesto do PT. Você precisa ler o manifesto do PT, decorar o manifesto do PT para você saber o seguinte: esse povo, quando ele acredita, ele vai fundo”, disse o presidente.

O petista afirmou ainda que o partido passa por mudanças e que é preciso de uma nova geração preparada para enfrentar “adversário que conta 50 mentiras por dia” –uma referência indireta ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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Relator no TRE-PR vota contra cassação de Moro; julgamento será retomado na quarta (3)

O desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, relator do processo que pede a cassação do senador Sergio Moro (União Brasil), votou pela improcedência da ação.

Isso significa que ele entendeu que as acusações não procedem e que o cargo conquistado por Moro no senado deve ser mantido.

O segundo desembargador a votar, José Rodrigo Sade, pediu vista. Com isso, a continuidade da sessão ficou marcada para a quarta-feira (3).

As duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) que pedem a cassação do mandato de Sergio Moro começaram a ser julgadas às 14h desta segunda-feira (1º), no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), em Curitiba.

Moro responde por abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022. Ele foi eleito com 1,9 milhão de votos. As ações contra ele possuem teor similar e serão julgadas em conjunto pela corte.

Além do relator, outros seis desembargadores irão votar.

Todos os membros da Corte votam, inclusive o presidente do TRE-PR, desembargador Sigurd Roberto Bengtsson, porque os processos envolvem possível perda de mandato. Em ações sem esse tipo de especificidade, o presidente só votaria em caso de empate.

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Com base frágil, governo Lula deixa de orientar bancada no Congresso em um terço das votações

Sem conseguir formar uma base confiável no Congresso, o governo abdicou de dar orientações de bancada a parlamentares aliados em quase um terço das votações realizadas nos plenários da Câmara e do Senado neste ano. A estratégia tem como objetivo tanto evitar se opor a parte dos aliados quanto a de não se comprometer com propostas consideradas polêmicas, deixando aberta a possibilidade de um veto presidencial posterior.

Levantamento do GLOBO mostra que as bancadas governistas foram liberadas a votar como quiseram em 11 das 42 votações nominais realizadas na Câmara neste ano, o que equivale a 26%. No ano passado, esse índice era menor. De 301 propostas analisadas, o governo deixou de orientar em 61 delas (20%).

Já no Senado, das cinco votações nominais no plenário da Casa neste ano, três não tiveram orientação. Foi o caso, por exemplo, do projeto que restringiu a chamada “saidinha” de presos em feriados. Apesar de a medida sofrer resistência de ministros, o líder do governo na Casa, Jaques Wagner (PT-BA), desistiu de orientar o voto contrário para evitar uma derrota certa. A proposta foi aprovada pelo placar de 62 a 2.

— Eu não gosto da ideia de liberar, mas eu também não vou conflitar com todos os líderes que já encaminharam (voto a favor). Então o governo nesse caso vai liberar, e eu vou explicar ao governo o que aconteceu — disse Wagner na ocasião.



Prerrogativa de líderes

A orientação de voto faz parte do rito de votações nas duas Casas legislativas. Durante a análise do tema, cada líder partidário pode subir à tribuna para dizer como a sua bancada deverá votar em um projeto ou no item que está em discussão. O líder do governo e da oposição também têm a mesma prerrogativa. Nem sempre, contudo, são seguidos.

Aliados do governo argumentam que, com uma base tão heterogênea, formada por partidos que vão do PSOL ao União Brasil, seria impossível ao Palácio do Planalto conseguir uma unidade em projetos como o da “saidinha” de presos.

Responsável pela articulação política do Planalto no Congresso, o ministro da Secretaria das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, diz ser preciso escolher as brigas que o governo vai comprar, e a decisão de orientar ou não a votação é analisada caso a caso.

— Às vezes, você tem dentro dos próprios parlamentares que apoiam o governo posições divergentes. Em geral, quando o governo não faz uma orientação é porque (o projeto) não está no centro das suas prioridades. Nossa agenda prioritária está focada na questão econômica, na recriação das políticas sociais, na transição ecológica — afirmou Padilha ao GLOBO.

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