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Após ataques com ônibus queimados, governo reforça policiamento em Natal e garante transporte

O Governo do RN anunciou, nesta quarta-feira (1º), reforço do policiamento em todas as regiões de Natal para garantir a circulação dos ônibus na capital e na região metropolitana. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), a medida foi definida após ataques registrados na noite de terça-feira (31), quando dois ônibus foram incendiados no bairro Planalto.

De acordo com a Polícia Civil e a Polícia Militar, os crimes podem ter sido uma represália de integrantes da facção criminosa conhecida como Sindicato do Crime, após a morte de um suspeito em confronto com policiais da Rocam na tarde de segunda-feira (30), também no Planalto. Na ação policial, um fuzil foi apreendido.

reforço policial foi definido em reunião com representantes das forças de segurança estaduais, da Prefeitura de Natal, da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), sindicatos dos Rodoviários (Sintro) e das empresas de ônibus (Seturn). O objetivo, segundo o governo, é garantir a normalidade do serviço de transporte público e a segurança de passageiros e funcionários.

De acordo com o secretário de Segurança Pública do RN, coronel Francisco Araújo, o efetivo será ampliado em todas as regiões da cidade. O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alarico Azevedo, afirmou que a corporação estará presente nas ruas e nas garagens das empresas para assegurar o funcionamento seguro do transporte.

O diretor da Polícia Civil da Grande Natal, delegado Carlos Brandão, disse que as investigações continuam para identificar e prender os responsáveis pelos ataques. Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) e representantes dos trabalhadores do setor, há confiança no reforço das forças de segurança para manter o transporte funcionando normalmente.

Linhas suspensas no Leningrado

As linhas de ônibus seguem operando normalmente em Natal, com exceção do Leningrado, na zona Oeste da capital, onde o serviço foi suspenso na noite desta quarta-feira (1º). Segundo a secretária da STTU, Jódia Melo, a suspensão exclusiva no Leningrado ocorre devido à insegurança provocada pelos ataques aos ônibus das linhas ocorridos nesta terça.

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“Fátima e Lula são os dois maiores cabos eleitorais do estado”, afirma Cadu Xavier

O pré-candidato ao governo do estado, Cadu Xavier (PT), concedeu entrevista nesta terça-feira (31) à Rádio 95 FM de Caicó.

Cadu destacou que está deixando a Secretaria da Fazenda com os salários dos servidores rigorosamente em dia.

“A gente pagou as nossas e as folhas atrasadas, então realmente foi uma grande experiência; tive muita honra de estar ao lado da governadora durante esse período”, afirmou Cadu.

Na sequência, Cadu citou outros legados da administração de Fátima Bezerra, como a melhoria nos índices de segurança pública e a reestruturação da malha rodoviária estadual. “A gente anda muito aqui no Seridó, tenho vindo muito; todas as principais rodovias do Seridó foram recuperadas”, ressaltou.

Sobre o cenário político, Cadu disse estar confiante na ida para o segundo turno em outubro deste ano. “Fátima e Lula são os dois maiores cabos eleitorais deste estado e vão me levar, eu tenho convicção disso, à vitória no processo eleitoral”, finalizou.

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Lula confirma Alckmin como vice na disputa pela reeleição


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta 3ª feira (31.mar.2026), em reunião ministerial, que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deixará o cargo para ser vice na chapa de sua reeleição à Presidência da República.

O companheiro Alckmin vai ter que deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque ele é candidato à vice da República outra vez”, afirmou Lula. A declaração foi feita durante reunião ministerial no Palácio do Planalto.

O encontro começou por volta das 10h25 e reuniu ministros que deixarão o governo para disputar as eleições. Ao menos 14 integrantes da Esplanada já comunicaram o desligamento. Outros são esperados até 5ª feira (2.mar).

Lula disse que havia prometido não criar obstáculos para quem quisesse se candidatar. Segundo ele, é um direito legítimo de seus ministros disputarem uma eleição seja qual cargo for.

Sobre a reformulação do governo, Lula disse que não pretende nomear novos ministros para substituir os que partem. “Não tem novo programa de governo. A máquina está em andamento, ela tem que continuar andando”, afirmou. Ao tomar posse, Lula aumentou o número de ministérios de 23 para 38. Hoje, o país tem 38 ministérios.

O presidente fez um apelo pela seriedade na política e citou Ulysses Guimarães. “Eu não canso de dizer que a política piorou muito. Hoje ainda tem muita gente séria, tem muita gente que faz política”, afirmou, acrescentando que “em muitos casos a política virou negócio”.

“Vocês estejam dispostos a entrar na vida parlamentar para ajudar a mudar a promiscuidade que está estabelecida na política mundial e na brasileira. Perdeu muito de seriedade a política”, declarou Lula.

Lula encerrou sua fala com agradecimentos aos ministros e afirmou que o país chegou a uma situação melhor do que quando ele assumiu.

Poder360

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Remédios podem ter reajuste de até 3,81% a partir desta terça-feira (31)

Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem subir a partir desta terça-feira (31), com reajuste máximo de até 3,81%, segundo resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos.

O aumento funciona como teto e não é automático — cabe às farmacêuticas decidir se aplicam o reajuste.

Faixas de reajuste

A resolução define três níveis:

  • Nível 1: até 3,81%

  • Nível 2: até 2,47%

  • Nível 3: até 1,13%

O enquadramento depende da concorrência no mercado.

Em quais níveis estão os medicamentos

Nível 1 (alta concorrência)
Remédios com muitos fabricantes e genéricos, como:

  • medicamentos para pressão (captopril, losartana)

  • colesterol (sinvastatina, atorvastatina)

  • diabetes (metformina)

Nível 2 (concorrência intermediária)

  • versões mais novas de tratamentos para diabetes

  • alguns antidepressivos e ansiolíticos

  • medicamentos de marca com poucos concorrentes

Nível 3 (baixa concorrência)

  • medicamentos mais novos ou com tecnologia complexa

  • exemplo: insulina glargina

Como os preços são controlados

A CMED define dois limites:

  • Preço Fábrica (PF): máximo cobrado pela indústria

  • Preço Máximo ao Consumidor (PMC): teto nas farmácias

O que muda para o consumidor

O impacto varia. Quem usa medicamentos contínuos pode sentir mais o aumento ao longo do tempo.

Por outro lado, a concorrência, os genéricos e descontos em farmácias podem reduzir ou até evitar repasses integrais.

Na prática, os reajustes podem ser aplicados de forma gradual — e nem todos os medicamentos terão aumento imediato.

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