Seminário do Rota 22 em Santo Antônio reunirá municípios do Agreste, Trairí e Pontegi

Regiões receberam mais de R$ 460 milhões da gestão Bolsonaro e Rogério

O 5º Seminário do Projeto Rota 22 acontece no próximo sábado, 2 de agosto, na cidade de Santo Antônio, a partir das 8h, no LL Recepções, abrangendo as regiões Agreste, Trairí e Potengi. Oportunidade em que lideranças do Partido Liberal (PL) irão apresentar o diagnóstico das ofinas do Rota 22 realizadas em São Paulo do Potengi, Tangará,  Passa e Fica e Goianinha, com o propósito de fortalecer os laços entre a sociedade civil e o partido, valorizando o diálogo e a construção coletiva de propostas para superar as dificuldades do Estado, por região. 

"Trata-se de uma base sólida de informações que eleverá o debate em torno de ações concretas que irão impactar na vida de quem mais precisa de políticas públicas", enfatiza Rogério Marinho, secretário-geral do PL e presidente estadual da legenda, explicando os objetivos do projeto Rota 22, uma iniciativa do PL em parceria com o Instituto Álvaro Valle,  sob a liderança do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ).  

O Rota 22 tem o foco em levantar os principais gargalos locais e propor soluções com base em evidências, diálogo e experiência administrativa. Mas também apresentar ações concretas do Partido Liberal e em parceria com o senador Rogério Marinho.

"Na região Agreste foram mais de R$ 230 milhões destinados no governo Jair Bolsonaro e pelo nosso mandato para transformar a vida de milhares de pessoas. É assim que o PL trabalha: com ação, presença e compromisso com o povo do RN. O Agreste sentiu a diferença. E a mudança não vai parar por aí", disse Rogério Marinho.

Foram mais de R$ 5,6 milhões para assistência social, R$ 16,5 milhões para infraestrutura urbana, R$ 20 milhões para levar água para 54 mil pessoas, R$ 2,6 milhões investidos em creches, R$ 80 milhões para moradia beneficiando três mil famílias, R$ 13,6 milhões em máquinas e equipamentos agrícolas, R$ 28,2 milhões para saúde e R$ 71 milhões investidos em pavimentação.

As regiões do Trairí e Potengi estão se transformando com o trabalho do PL e de Rogério Marinho, que juntos destinaram R$ 225,3 milhões nas duas regiões. Foram R$ 18,4 milhões investidos em desenvolvimento regional e esportes, R$ 2,6 milhões em educação infantil, R$ 56 milhões, em investimentos habitacionais, R$ 11,1 milhões em máquinas e equipamentos, R$ 39 milhões em infraestrutura e mobilidade, R$ 24,1 milhões em saúde, R$ 32,2 milhões para o enfrentamento da pandemia e R$ 41,9 milhões em sistemas de abastecimentos de água beneficiando 70 mil pessoas. 

INTERAÇÃO 

Fique conectado com o Rota 22 — acesse o site plrota22.com.br e confira quando o projeto passará por sua região. Mais informações também estão disponíveis nas redes sociais, pelos perfis @pl22rn e @plnacional22, e no canal de WhatsApp do Rota 22 no Rio Grande do Norte: canal.plrota22.com.br.

Na agenda do Projeto Rota 22, ainda tem oficina em Parnamirim, no dia 6 de agosto, em Extremoz, no dia 7 de agosto, e Seminário da Região Metropolitana, em Natal, no dia 16 de agosto.

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Secretário de Trump alfineta Moraes e diz que “togas não podem proteger quem atropela direitos”

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, mandou um recado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, alvo de sanções dos Estados Unidos nesta quarta-feira (30) com base na Lei Magnitsky, que visa acusados de violar direitos humanos e de corrupção.

“O presidente [Donald Trump] e o Departamento do Tesouro americano sancionaram o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sob o programa de sanções Global Magnitsky por graves violações de direitos humanos. Que isso sirva de alerta para aqueles que atropelam os direitos fundamentais de seus compatriotas — togas judiciais não podem protegê-los”, escreveu Rubio no X.

No último dia 18, Rubio já havia anunciado que a gestão Trump revogou os vistos de Moraes, de “aliados dele” no STF e seus familiares, que ficam assim impedidos de entrar nos Estados Unidos.

“O presidente Trump deixou claro que seu governo responsabilizará estrangeiros responsáveis pela censura de expressão protegida nos Estados Unidos. A caça às bruxas política do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, contra Jair Bolsonaro criou um complexo de perseguição e censura tão abrangente que não apenas viola direitos básicos dos brasileiros, mas também se estende além das fronteiras do Brasil, atingindo os americanos”, escreveu Rubio no X na ocasião.


As medidas do Departamento do Tesouro contra Moraes incluem bloqueio de todos os bens dele que estejam nos Estados Unidos ou em posse ou controle de americanos; bloqueio de empresas ou outras organizações que tenham participação de 50% ou mais do ministro; e proibição de pessoas nos Estados Unidos ou em trânsito no território americano de fazer transações financeiras e comerciais com o juiz, exceto em caso de licença emitida pelo Agência de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA (Ofac, na sigla em inglês).

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Pesquisa Consult em Maxaranguape: Rogério Marinho 37,5%; Allyson 16,75% e Cadu 5,75% das citações para o Governo do RN


Pesquisa realizada pelo Instituto Consult revela que Rogério Marinho tem 37,5% das citações dos entrevistados em Maxaranguape; Allyson Bezerra tem 16,75%; Cadú Xavier tem 5,75% das citações; 31,25% não souberam responder; nenhum dos candidatos são 8,75%.

A pesquisa foi realizada no dia 26 de julho de 2025 com 400 entrevistados. A margem de erro é de 4,9% pontos percentuais, com confiabilidade de 95%.

Com Blog do Gustavo Negreiros.

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Lula: Brasil não negociará como se fosse um país pequeno contra um grande

Dias antes das novas tarifas de 50% anunciadas por Donald Trump entrarem em vigor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou sobre as negociações em entrevista ao The New York Times publicada nesta quarta-feira (30).

“Em nenhum momento o Brasil negociará como se fosse um país pequeno contra um país grande”, disse.

Lula afirmou que está tratando o assunto com a “seriedade”, mas destacou que “seriedade não exige subserviência“.

O líder brasileiro falou ao jornal americano pela primeira vez em 13 anos diante do impasse aberto pelo tarifaço. A nova alíquota está prevista para esta sexta-feira (1º).

“Conhecemos o poder econômico dos Estados Unidos, reconhecemos o poder militar dos Estados Unidos, reconhecemos a dimensão tecnológica dos Estados Unidos”, afirmou Lula. “Mas isso não nos deixa com medo”, acrescentou. “Nos deixa preocupados.”

Na segunda-feira (28), durante uma agenda em São João da Barra, no Rio de Janeiro, Lula pediu que Trump refletisse sobre a “importância do Brasil” e resolvesse suas “divergências” por meio de negociação.

CNN

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IELMO MARINHO - AS PEÇAS DO JOGO SUJO

Justiça Eleitoral cassa vereadores do PL por fraude com candidaturas laranja em Ielmo Marinho

Em uma decisão histórica, a Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte reconheceu um esquema de fraude na cota de gênero nas eleições de 2024 em Ielmo Marinho. O Partido Liberal (PL) usou candidaturas femininas fictícias — conhecidas como “laranjas” — para burlar a lei e inflar sua chapa com candidatos homens. A sentença, assinada pela juíza Niedja Fernandes, anulou todos os votos do partido e cassou os mandatos dos vereadores eleitos Edival Cabral e Elionaide Duarte.

Duas candidatas, Edivania Justino e Maria Alzenir Melo, receberam recursos do fundo eleitoral, mas não realizaram campanha real. Alzenir, inclusive, admitiu em áudio que foi “usada”, reforçando o conluio para fraudar a legislação. A Justiça classificou a prática como um ataque à democracia e um golpe contra a representatividade feminina.

A decisão serve como alerta ao país: fraudar a cota de gênero é crime eleitoral grave e não passará impune.

Com a saída de Leto e Naide, quem poderá assumir o mandato será Joãozinho Garcia e Dida.

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Ex-prefeito Marcos Cabral será interrogado pela Justiça por fraude em licitação com recursos da saúde

O ex-prefeito de Vera Cruz, Marcos Antônio Cabral, será interrogado pela Justiça no dia 29 de agosto, no Fórum de Monte Alegre. Ele é réu em um processo que apura fraude em uma licitação para a compra de uma ambulância durante sua gestão. Segundo o Ministério Público, houve direcionamento do processo licitatório com envolvimento de empresas que simularam concorrência, resultando em prejuízo aos cofres públicos.

De acordo com os autos do processo nº 0101782-81.2017.8.20.0144, a ambulância entregue à prefeitura não atendia às especificações do contrato, mas ainda assim o pagamento foi feito integralmente. As empresas citadas na denúncia são Citroën Victoire Automóveis Ltda, La France Automóveis Ltda e Veneza Diesel Comércio Ltda. A investigação aponta que houve combinação entre os participantes para manipular o resultado da licitação.

Fontes ligadas ao caso indicam que a defesa do ex-prefeito poderá tentar adiar a audiência como estratégia para retardar o processo e provocar a prescrição das sanções previstas por lei. Diante desse cenário, cresce a expectativa pela atuação firme do Judiciário, a fim de impedir manobras que possam comprometer a responsabilização e a aplicação efetiva da justiça. 

Se condenado, Marcos Cabral poderá sofrer penalidades previstas na Lei de Improbidade Administrativa, como suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, multa civil, devolução integral dos valores pagos de forma irregular e proibição de contratar com o poder público.

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Assessor de Lula provoca Trump no jornal inglês Financial Times

Por Mario Sabino

Se alguém ainda tem dúvida de que Celso Amorim é um desastre ferroviário para as relações exteriores do Brasil, precisa ler o que ele disse ao jornal inglês Financial Times.

O título da reportagem é sugestivo da encrenca em que nos meteram: “Brazil vai dobrar a aposta no Brics em desafio a Donald Trump”.

A partir do título, só piora. Enquanto empresários tentam estabelecer um canal de diálogo com o governo de Donald Trump para tentar adiar ou atenuar o tarifaço sobre a importação de produtos brasileiros, visto que não existe conversa nenhuma do governo brasileiro com a Casa Branca, o ideólogo que guia o país para a marginalidade internacional comparou os Estados Unidos à finada União Soviética, em desfavor dos americanos.

A provocação está lá no jornal: “Amorim disse que a interferência de Trump nos assuntos internos do Brasil era algo não visto ‘nem mesmo na era colonial’. ‘Acho que nem mesmo a União Soviética teria feito algo assim’, disse ele.”

De fato, não. Se fosse desafiada pelo Brasil e pudesse fazer algo a respeito, a União Soviética, que Deus não a tenha, invadiria o país, fuzilaria todos os integrantes do governo e colocaria um fantoche no Palácio do Planalto.

A comparação fica tão mais cínica porque o governo Lula aliou-se desavergonhadamente a Vladimir Putin. O tirano russo sonha reviver o império soviético, anexando, em um primeiro momento, a Ucrânia — criticada duramente no comunicado final da última cúpula do Brics, como se fosse ela a grande agressora na guerra patriótica contra a invasora Rússia.

Não contente em comparar os Estados Unidos com a União Soviética, Celso Amorim mente que Brics não é um bloco ideológico, um instrumento da China e da Rússia, e diz que o Brasil “redobrará o seu compromisso” com o clube antiamericano. A quatro dias do tarifaço, é uma declaração muito oportuna para Donald Trump nem sequer cogitar em recuar contra o país que quer substituir o dólar como moeda das trocas internacionais, coisinha pouca, por que ele ficou tão bravo?

Na sua entrevista alucinada ao Financial Times, o ideólogo ainda afirma que, no último ano de governo Lula, o Brasil “provavelmente terá um maior foco na América do Sul, cujos países comercializam menos entre si do que em outras partes do mundo”.

Lula e Celso Amorim não precisam combinar apenas com os russos. Precisam combinar também com a Venezuela. O camarada Nicolás Maduro acabou de anunciar a imposição de um tarifaço de 77% sobre produtos brasileiros. Para não falar da Argentina: Javier Milei, com quem Lula se recusa a conversar, está firmando acordos comerciais especiais com a União Soviética. Estados Unidos, digo.

Ao final, Celso Amorim repete a máxima segundo a qual “países não tem amigos, apenas interesses” para criticar Donald Trump, que não teria “nem amigos, nem interesses, apenas desejos”. Não é pior, convenhamos, do que ter os amigos errados e defender apenas os interesses dos outros.

Isto aqui não tem jeito, não. O negócio é jogar truco e esperar pela próxima eleição, sempre tendo em mente que o problema no Brasil nunca foram as urnas eletrônicas, mas os eleitores.

Metrópoles

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Amadurecimento leva jovens a se afastarem da esquerda, aponta pesquisa

Uma pesquisa sobre juventude e política no Brasil revelou um dado surpreendente, embora cada vez mais perceptível no debate público: os jovens brasileiros tendem a começar a vida política identificados com pautas da esquerda ou progressistas, mas, à medida que amadurecem, migram para o centro ou mesmo para a direita do espectro ideológico. Essa guinada é acompanhada por mudanças emocionais e de prioridades ao longo da vida adulta.

O estudo, intitulado “O que pensam os jovens brasileiros?”, foi conduzido pela AP Exata entre abril de 2024 e abril de 2025, e espectro político. O levantamento “O que pensam os jovens brasileiros”, encomendado pela Fundação Astrojildo Pereira (FAP), traça um retrato inédito da juventude entre 16 e 30 anos. A pesquisa analisou cerca de 500 mil publicações em redes sociais, em 145 cidades de todos os estados do país, cruzando dados por meio de inteligência artificial, análise de emoções e netnografia — a observação de interações digitais em plataformas como TikTok, YouTube, X, Threads, Discord e Instagram.

Os dados mostram que 44,5% dos adolescentes entre 16 e 18 anos apresentam conexão com pautas de esquerda – sobretudo aquelas ligadas a justiça social, igualdade racial, feminismo, meio ambiente e direitos LGBT+. É uma militância simbólica, alimentada por memes, trends e discursos emotivos, com linguagem altamente digital e estética marcada por cultura pop e gírias.

Mas essa afinidade vai enfraquecendo com o passar dos anos. Entre os 19 e 24 anos, a esquerda ainda lidera a preferência, mas com um recuo para 33,7%, pressionada por críticas internas à coerência e à eficácia das causas defendidas. Já na faixa entre 25 e 30 anos, o número despenca para 18,9%. Nesse grupo, o discurso da esquerda perde espaço para preocupações mais práticas, como trabalho, mercado, saúde mental e estabilidade pessoal.


Centro e direita

Em contrapartida, a direita, que representa 13,5% dos jovens de 16 a 18 anos, cresce para 21,8% na faixa dos 19 a 24 anos e se mantém em patamar elevado (17,6%) entre os mais velhos. A ascensão é impulsionada por jovens que rejeitam o que consideram "excessos progressistas", aproximando-se de discursos ligados à família, religião, autoridade e liberdade econômica.

O centro político, por sua vez, surge como a grande preferência dos jovens entre 25 e 30 anos. Com 27,4% de identificação, é visto como um porto seguro por aqueles que já se desencantaram com os extremos ideológicos e buscam soluções realistas para problemas concretos do cotidiano — como mobilidade, emprego e corrupção.

Segundo a pesquisa, as conexões políticas dos jovens não são moldadas apenas por argumentos racionais, mas, sobretudo, por experiências emocionais. A análise identificou oscilações marcantes nas emoções dominantes conforme a idade. Na adolescência, predomina a tristeza e o medo, ligados às inseguranças do futuro. Na juventude universitária, cresce a raiva e o desgosto, reflexos de frustrações com a política e a vida adulta. Já na fase final da faixa etária, o que impera é o desencanto: tristeza e medo atingem os maiores índices, enquanto alegria, confiança e esperança entram em colapso.

Nesse contexto, cresce também o ceticismo: 25,2% dos jovens de 25 a 30 anos já não acreditam em partidos, líderes ou instituições. Muitos abandonam a militância por considerá-la inócua, ou por frustração com a incoerência entre discurso e prática. A apatia política, por sua vez, reaparece com força nessa fase final, atingindo 10,9% dos jovens — sinal de um afastamento silencioso do debate público.


Regionalismos

As emoções e as prioridades também variam de acordo com a região do país. O Sudeste lidera em tristeza e desconfiança; o Nordeste é o mais esperançoso e engajado culturalmente; o Norte busca valorização identitária; o Centro-Oeste se destaca pelo otimismo e desejo por inovação; e o Sul oscila entre nostalgia e rigidez. Esses traços moldam as formas de engajamento político e a linguagem que ressoa entre os jovens de cada território.

Para especialistas, a mensagem da pesquisa é clara: guinada ideológica dos jovens é, antes de tudo, um reflexo das batalhas internas entre sonho e realidade, esperança e frustração, utopia e pragmatismo e os partidos e movimentos políticos que desejarem dialogar com a juventude precisarão abandonar fórmulas prontas e discursos verticais.

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