Médico é chamado para avaliar Bolsonaro após nova crise soluço e vômitos


Carlos afirmou que o médico foi chamado pela família após Bolsonaro ter uma nova crise de soluço e vômitos. (Foto: André Borges/EFE)

O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) informou no início da noite desta segunda-feira (29) que um médico foi chamado para avaliar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após uma nova crise de soluço e vômitos. Pouco antes das 23h, o vereador disse que a crise havia passado.

"Graças a Deus mais essa crise passou e tudo volta ao controle diário. Sua reclamação é de rasgar o coração: 'quem aguenta esses soluços ininterruptos? É de matar qualquer um de estafa!' Obrigado a todos mais uma vez!", afirmou Carlos.

Mais cedo, ele relatou que a família avaliava a possibilidade de levar o ex-mandatário ao hospital. “Estou com minha família avaliando a necessidade de levar meu pai novamente ao hospital. Ele enfrenta uma crise de soluços acompanhada de quatro episódios de vômito, que ele mesmo descreveu como os mais intensos até agora”, relatou o vereador no X.

“A Michelle está o deixando um pouco mais confortável e tranquilo, enquanto o médico já está a caminho de casa para avaliar a situação. Peço, por favor, que orem por ele!”, acrescentou. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) compartilhou a mensagem do irmão no X e, após a melhora do pai, também agradeceu aos apoiadores pelas orações.

Nesta tarde, o ex-presidente recebeu a visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Após a visita, Tarcísio relatou que Bolsonaro soluçou “o tempo todo” e que era “triste” vê-lo nessa situação. “O presidente está passando por um momento difícil. É muito triste ver o presidente na situação que ele está. A gente conversando e ele soluçando o tempo todo”, disse o governador.

O senador Magno Malta (PL-ES) e deputado federal Delegado Caveira (PL-PA) foram até a frente do condomínio onde Bolsonaro mora e fizeram uma oração para o ex-presidente. Ao Poder360, Malta disse que um médico deve dormir na casa de Bolsonaro.

Até o momento, o ex-presidente permanece em casa. Ele está em prisão domiciliar desde 4 de agosto por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro enfrenta uma série de problemas de saúde como consequência atendado a faca sofrido em 2018.

Em abril, o ex-mandatário foi submetido a uma extensa cirurgia abdominal. O procedimento durou mais de 11 horas. No dia 16 deste mês, ele precisou de atendimento médico de emergência em Brasília após apresentar um quadro de mal-estar com vômitos, soluço e pressão baixa.


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