Pessoas com AIDS, CÂNCER, ESCLEROSE e PARKINSON perderão isenção na nova tabela de IR do governo LULA

Sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, firmou mudanças no Imposto de Renda (IR) que impactam pessoas diagnosticadas com “moléstias graves”.
As novas regras restringem a isenção total do IR para contribuintes com renda mensal superior a R$ 20 mil, mesmo que sejam portadores de doenças consideradas graves, como câncer ou AIDS.
“Estamos corrigindo algumas distorções com relação à saúde no Imposto de Renda. Gastos com saúde continuarão dedutíveis na sua integralidade. Mas a isenção do IR por razões de saúde estará limitada a quem ganha até R$ 20 mil por mês”, afirmou Haddad, durante coletiva que detalhou as medidas do pacote de ajuste fiscal.
A restrição inclui as seguintes condições:
* Moléstia profissional (causada por condições do trabalho);
* Tuberculose ativa;
* Alienação mental;
* Esclerose múltipla;
* Neoplasia maligna (câncer);
* Cegueira;
* Hanseníase;
* Paralisia irreversível e incapacitante;
* Cardiopatia grave;
* Doença de Parkinson;
* Espondiloartrose anquilosante;
* Nefropatia grave;
* Hepatopatia grave;
* Estados avançados da doença de Paget;
* Contaminação por radiação;
* Síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS).
Apesar da mudança, não houve alterações nas deduções relacionadas a gastos com saúde. Despesas como planos de saúde, consultas, tratamentos especializados, psicoterapia ou fonoaudiologia permanecem integralmente dedutíveis para todos os contribuintes, independentemente da faixa de renda.
Publicidade
Compartilhe
Veja Mais
PGR arquiva caso das joias sauditas de Jair BolsonaroAumento de impostos sobre eletrônicos é tiro no pé do governo Lula e no bolso dos cidadãos
Advogado reage ao pedido de prisão do filho de Lula em CPMI
Geral “Não pensa”: Michelle Bolsonaro reage a fala de Lula sobre ala do Carnaval
Bolsonaro está com pressão estabilizada, diz Michelle após ex-presidente passar mal em cela
Comentários (0)