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Imposto do pecado: o PT odeia sua cervejinha (e sua liberdade)

Se você ainda fuma de vez em quando, se curte uma cervejinha gelada depois do trabalho ou simplesmente dirige, saiba que o PT te odeia. O grupo de Lula é obcecado por impostos e sempre encontra um pretexto fácil para vendê-los: os famosos “impostos do pecado”. São “vícios”, coisas ruins, prejudiciais à saúde. Então o governo mete a mão e cria tributação absurda para “proteger” você – o ingrato que não entende.

Na prática, o PT é fiscalmente irresponsável, esbanjador, gasta como se não houvesse amanhã e compra voto. Depois de destruir as contas públicas, precisa de receita de qualquer jeito. Aí vem o Imposto Seletivo da reforma tributária – que não simplifica nada, só gera mais confusão, insegurança jurídica e a maior alíquota de IVA do mundo.

A medida provisória publicada nesta quarta-feira define as alíquotas que começam a valer em fevereiro de 2027: até 66,7% + R$ 3,50 por maço para cigarros, 24% para destilados (uísque, vodca, gin), 20% para cachaça, 8% para vinhos e 4,2% para cervejas de malte.

Sua cervejinha vai ficar mais cara. Enquanto isso, Lula pode degustar do Macallan de meio milhão que o banqueiro picareta Daniel Vorcaro lhe deu de presente. Haja hipocrisia, não?

O primeiro problema é o paternalismo puro. Não cabe ao Estado proteger adultos de si mesmos. Isso é a tirania do bem. A vida é uma aventura arriscada e cada um deve ser livre para escolher como trilhá-la, assumindo as consequências. Parte da liberdade é o direito de ir para o “inferno” do seu próprio jeito – escrevi isso numa coluna em 2012 e continua valendo. Não cabe ao governo cuidar de nós, e quem não entende isso não entendeu o básico sobre liberdade.

O SUS dá o pretexto necessário para punir quem não busca a “saúde perfeita”. Se o custo da saúde é coletivo, então a “sociedade”, por meio do Estado, tem direito de se intrometer na vida de cada cidadão. Amanhã vem imposto para sedentários, para quem come sal demais, açúcar ou fritura. Qual o limite? O inspetor do Estado no supermercado dizendo que seu carrinho está cheio de junk food e que você não pode, porque “nós pagamos o SUS”?

O segundo ponto é o contrabando. Cerca de 30% do mercado de cigarros no Brasil já é ilegal, vindo do Paraguai com produtos piores, sem fiscalização. Imposto alto empurra a oferta para o mercado negro, beneficia redes criminosas (como a Lei Seca gerou o Al Capone) e ainda gera perda de receita. O Paraguai agradece. E a demanda por bens viciantes é inelástica: o fumante ou o bebedor não para, só migra para o produto mais barato e de pior qualidade. Não reduz o “pecado”; só piora seus efeitos.

Quem não fuma e não bebe e aplaude isso está ajudando a criar o monstro que amanhã se voltará contra ele – proibição de bronzeamento artificial, controle de sal, o que for. A mentalidade paternalista não para. Eu não fumo, bebo um vinho de vez em quando e nem moro no Brasil, mas aponto o óbvio: isso é ineficaz, injusto e perigoso para as liberdades individuais.

E o PT mascara tudo isso no manto da bondade, como se fosse preocupação legítima com a saúde do povo. O governo precisa de caixa e usa a saúde pública como desculpa. O resto é conversa para boi dormir.


Rodrigo Constantino - Gazeta do Povo

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Brasil

Prejuízo dos Correios mais que triplica em 2025 e atinge R$ 8,5 bilhões

Blog do BG


Os Correios registraram prejuízo líquido de R$ 8,5 bilhões em 2025, alta de 226,9% em relação a 2024, quando o resultado negativo foi de R$ 2,6 bilhões. O valor mais que triplicou em um ano e é o maior da série histórica desde o Plano Real.

A receita bruta da estatal somou R$ 17,3 bilhões em 2025, queda de 11,35% na comparação anual. Segundo a empresa, o desempenho foi impactado pela concorrência no setor de e-commerce e pelo aumento de custos operacionais.

O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, afirmou que o cenário ainda é desafiador e que a melhora dos números leva tempo. Ele destacou dificuldades no fluxo de caixa, que tem provocado atraso no pagamento a fornecedores.

A estatal informou que o prejuízo também foi influenciado pelo reconhecimento de R$ 2,63 bilhões em precatórios e contingências judiciais. O patrimônio líquido encerrou 2025 em R$ 13,1 bilhões negativos.

Nos primeiros 100 dias do plano de reestruturação, os Correios apontaram redução de 32% nos custos variáveis com empregados. O Programa de Desligamento Voluntário (PDV) teve 3.748 adesões e deve gerar economia na folha.

A empresa também registrou queda de 43% no volume de encomendas em atraso e afirma melhora nos indicadores de satisfação dos clientes.

O plano de recuperação, anunciado no fim de 2025, prevê economia anual de R$ 7,4 bilhões, com cortes de pessoal, fechamento de unidades e aumento de receitas.

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Brasil

PF convida amiga de Lulinha para depor em inquérito sobre fraudes no INSS

CNN

A PF (Polícia Federal) enviou um convite à empresária Roberta Luchsinger, amiga do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), questionando se ela gostaria de prestar depoimento no âmbito das investigações das fraudes bilionárias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Roberta trabalhou para Antonio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Em relatório da PF, foram apontados indícios de que ela seria a intermediária entre Antunes e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que seria um sócio oculto do “Careca do INSS”.

Roberta foi alvo de busca e apreensão em uma das fases da operação Sem Desconto, em dezembro passado, depois que a PF detectou que ela recebeu pagamentos de R$ 1,5 milhão do “Careca do INSS”, suspeito de liderar o esquema de desvios.

A defesa de Roberta disse à CNN que recebeu um e-mail indagando se ela gostaria de prestar depoimento pessoal. Não foi marcada uma data para o interrogatório.

“Esclarecemos que ela havia prestado minuciosos esclarecimentos por escrito e que estava à disposição para prestar qualquer esclarecimento suplementar que fosse necessário”, explicou o advogado Bruno Salles.

O possível depoimento da amiga de Lulinha faz parte de uma força-tarefa montada pela PF para colher 35 depoimentos restantes no caso, como mostrou a CNN.

Os convites – e algumas intimações – foram enviados após a corporação policial fechar a delação premiada do empresário Mauricio Camisotti, apontado como centro financeiro do esquema de descontos associativos nos contracheques de aposentados e pensionistas. O conteúdo da colaboração foi enviado na semana passada ao STF (Supremo Tribunal Federal).

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