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Uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar Rodoviária de Santa Catarina encontrou mais de 50 quilos de drogas escondidas em um caminhão que levava donativos para os afetados pelas chuvas no Rio Grande do Sul.
De acordo com o registro da ocorrência, a carreta foi interceptada na rodovia estadual SC-480, em São Domingos, no oeste catarinense, na manhã deste sábado (18).
O veículo, que tinha placa de Cascavel, no Paraná, transportava aproximadamente 20 toneladas de donativos que foram arrecadados legalmente pela Defesa Civil paranaense. O caminhão possuía inclusive a credencial de ajuda humanitária expedida pela Defesa Civil de Cascavel, e continha ainda um adesivo com os dizeres “SOS Rio Grande do Sul”.
Porém, durante inspeção, os agentes localizaram a droga no interior de um estepe. Os policiais usaram ferramentas para abrir o pneu, onde encontraram 52 quilos de cocaína e um quilo de crack.
O motorista, de 39 anos, confessou que entregaria o estepe em um posto de combustível, pouco antes de descarregar as doações no Rio Grande do Sul. Ele foi encaminhado à Polícia Federal em Chapecó (SC) e deve responder por tráfico de drogas.
Dono de uma trajetória tão emblemática quanto violenta, um dos líderes mais conhecidos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) que passou pelo Distrito Federal para obter identidades falsas, Robson André da Silva, o Robinho Pinga, tinha uma predileção por armas e explosivos com grande capacidade de destruição, como dinamites, granadas e minas terrestres. O traficante “gostava” da ideia de “explodir” os inimigos que ousassem desafiá-lo.
Datado de 2003, relatórios de inteligência elaborados pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) revelaram que o faccionado usou a identidade falsa adquirida no DF para abrir uma mineradora no município de Almenara, em Minas Gerais. Apesar de toda documentação, a mineradora existia apenas no papel, servindo de fachada para a compra de explosivos com os quais invadia e conquistava territórios e se defendia da invasão por traficantes rivais.
A empresa Cobasi confirmou nesta sexta-feira (17) a morte de todos os animais que estavam dentro de uma unidade em um shopping de Porto Alegre, localizado no bairro Praia de Belas. Entre os animais estavam aves, peixes e roedores. O estabelecimento não soube informar quantos bichos estavam no local.
Ao g1, a assessoria de imprensa da empresa disse que o local fica no subsolo junto ao estacionamento e segue inacessível e completamente alagado. Os animais já estavam na unidade antes da enchente.
A empresa explicou que os funcionários deixaram a loja de forma emergencial, seguindo orientação das autoridades em meio ao início das enchentes na capital, e “foi garantido que os animais estivessem seguros e com o necessário para sobreviver até o retorno dos colaboradores”.
Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira (17), a Cobasi lamentou o ocorrido e justificou que “apesar das tentativas constantes nos últimos dias, não foi possível o acesso seguro à loja devido o nível da água”.
Com a cheia recorde do Guaíba, que atingiu 5,35 metros em 5 de maio, e as falhas das estações de bombeamento, a água subiu, invadiu a loja e vitimou os animais.
A taxa de analfabetismo no Rio Grande do Norte foi de 13,8%, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que estão presentes no Censo Demográfico 2022. A taxa representa quase o dobro da média nacional, que foi de 7%.
Os dados do IBGE são referentes às pessoas com 15 anos de idade ou mais que não sabem ler e escrever uma carta simples.
A média do estado, no entanto, ficou abaixo da média do Nordeste, que foi 14,2%. A região foi a que teve o índice de analfabetismo mais alto do país. Em comparação à última edição da pesquisa, de 2010, houve relativa melhora: um salto de 80,9% de alfabetizados no Nordeste para 85,79%.
Veja índices de analfabetismo no Nordeste (do maior para o menor):
Alagoas – 17,6%
Piauí – 17,2%
Paraíba – 15,9%
Maranhão – 15%
Ceará – 14,1%
Rio Grande do Norte – 13,86%
Sergipe – 13,81%
Pernambuco – 13,4%
Bahia – 12,6%
Raças
O IBGE também apontou que o analfabetismo é maior no RN entre pessoas pretas. Veja os índices por raça no estado:
Branca – 10,9%
Preta – 20%
Parda – 14,7%
Homens e mulheres
A taxa de analfabetismo no estado foi maior entre os homens (16,6%). As mulheres tiveram índice de 11,3%.
Idades
Quanto às faixas etárias, a média de pessoas analfabetas entre 15 e 19 anos foi a mais baixa, enquanto a faixa com pessoas acima de 65 anos atingiu um índice de 37%. Veja abaixo média de analfabetismo por faixa de idade no RN:
15 a 19 anos – 2,7%
20 a 24 anos – 3%
25 a 35 anos – 4,1%
35 a 44 anos – 8,9%
45 a 54 anos – 17,3%
55 a 64 anos – 24,1%
65 anos ou mais – 37,2%
A Polishop entrou com pedido de recuperação judicial. A solicitação foi feita na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.
A varejista, que tem R$ 395 milhões em dívidas, vinha tentando negociar seus débitos com credores, mas já apresentava dificuldades, ainda em reflexo da pandemia de Covid-19.
Desde o ano passado, várias de suas lojas começaram a receber ações de despejo de shoppings por inadimplência — apenas entre 2022 e 2024, por exemplo, pelo menos 50 ações de despejo foram ajuizadas em face da rede de varejo.
A empresa vinha passando por dificuldades desde a pandemia quando, em meio à queda de faturamento, a varejista chegou a fechar mais da metade de suas lojas físicas e a demitir aproximadamente 2 mil colaboradores.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) processou o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) por danos morais nesta quinta-feira. Bolsonaro alega que o adversário lhe atribuiu a responsabilidade pelo assassinato da vereadora Marielle Franco em 2018, e pede R$ 50 mil de indenização em danos morais.
No processo que tramita no Juizado Especial Cível do Distrito Federal, Bolsonaro pede uma retratação de Boulos nas redes sociais. A informação foi revelada pelo jornal “Estado de S. Paulo” e confirmada pelo Globo.
A iniciativa de Bolsonaro vem após os irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão serem apontados em delação do ex-PM Ronnie Lessa como os mandantes do assassinato de Marielle. Eles estão presos desde o fim de março pela suspeita de participação no crime.
Assinada pelos advogados Luciana Lauria Lopes e Diovane Franco Rodrigues, a ação lista duas dezenas de publicações no X (antigo Twitter) em que o psolista teria apontado Bolsonaro como mandante do crime.
Boulos tem criticado Bolsonaro desde a época do assassinato, ao lembrar que o então deputado federal silenciou sobre o crime, enquanto lideranças de todo o país prestavam solidariedade e pediam Justiça à vereadora assassinada. Num artigo publicado na revista “Carta Capital” em 2019, Boulos lembra que “o acusado de ter disparado os 13 tiros que mataram Marielle e seu motorista, Anderson Gomes, era praticamente vizinho de porta de Jair Bolsonaro”
Bolsonaro é aliado do prefeito Ricardo Nunes (MDB), adversário de Boulos na disputa pela prefeitura de São Paulo em outubro. A corrida eleitoral tem sido incendiada com diversas ações na Justiça entre os pré-candidatos nas últimas semanas.
Nesta semana, por exemplo, a Justiça de São Paulo acatou uma ação de Boulos contra Bolsonaro (PL) e determinou a remoção de uma publicação feita pelo ex-presidente no X. Na postagem compartilhada, uma reportagem intitulada “Governo coloca em sigilo números de fugas em presídios brasileiros”, Bolsonaro usou imagens do psolista junto a Lula.
Na decisão, a juíza Gisele Valle Monteiro da Rocha escreveu que as imagens não constavam no conteúdo original e representavam “situação totalmente diversa e alheia ao conteúdo da reportagem”. A magistrada determinou multa ao X de R$ 1 mil por dia, até que o conteúdo seja removido, até o limite de R$ 30 mil.
No mesmo dia, a Justiça Eleitoral notificou a Meta, responsável pelas plataformas Instagram e Facebook, que retire do ar publicações de Boulos contra Nunes. Nas publicações, Boulos insinua que o prefeito paulista retirou R$ 3,5 bilhões da educação e, por isso, poderá ficar inelegível. A pena determinada pela 2ª Zona Eleitoral, que pode ser aplicada no prazo de 48 horas, é de multa diária de R$ 1 mil.
Bombeiros do Rio Grande do Norte foram acionados nesta sexta-feira (17) em Parnamirim, na Grande Natal, para retirar seis pessoas que ficaram presas em casa após as fortes chuvas.
O caso aconteceu na Avenida Dr. Luiz Antônio, no bairro Boa Esperança. Os bombeiros utilizaram botes para conduzir as vítimas para um local seguro.