Moraes ameaça prender deputados e proíbe acampamentos na Praça dos Três Poderes


Uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), provocou novo episódio de tensão entre o Judiciário e parlamentares aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em despacho emitido na noite desta sexta-feira (25), atendendo pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), Moraes determinou a retirada imediata de deputados federais que montaram acampamento na Praça dos Três Poderes, em Brasília, sob risco de prisão em flagrante. Na sequência, Moraes expediu um complemento à decisão, com uma proibição ainda mais ampla: nenhum novo acampamento poderá ser instalado num raio de um quilômetro da Praça, da Esplanada dos Ministérios ou de quartéis militares.

A ação de Moraes foi desencadeada após o deputado Hélio Lopes (PL-RJ), conhecido como "Hélio Negão", iniciar um protesto solitário pacífico em frente ao STF, onde montou uma barraca e colou esparadrapo na boca em sinal de "greve de silêncio". Em poucas horas, outros parlamentares aderiram à manifestação, incluindo Coronel Chrisóstomo (PL-RO), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Cabo Gilberto Silva (PL-PB) e Rodrigo da Zaeli (PL-MT).  No entendimento do ministro do STF, com a mobilização, os deputados estariam "participando de possível prática criminosa", o que fundamentou a autorização para prisão imediata em caso de descumprimento da ordem.

“Para garantir a segurança pública e evitar novos eventos criminosos semelhantes aos atos golpistas ocorridos em 8/1/2023, determinou-se a proibição de qualquer acampamento em um raio de 1KM da Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios e, obviamente, em frente aos quartéis das Forças Armadas”, justificou o ministro. O despacho do ministro também impôs a remoção forçada e a prisão dos envolvidos em caso de recusa e autorizou a Polícia Militar do Distrito Federal e a Polícia Federal a agirem de imediato para a retirada dos deputados do local.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, foi pessoalmente à Praça para negociar a retirada dos manifestantes. Em declarações ao jornal Estadão, Ibaneis afirmou: “Vamos tentar tirar pacificamente. Se não saírem, serão presos”. A operação contou ainda com a presença do secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, que alertou para o risco de que a manifestação degenerasse em um novo "8 de janeiro".

Em vídeo gravado na madrugada de sábado (26), o deputado Coronel Chrisóstomo reconheceu a ordem judicial: “Recebemos uma intimação, que veio o governador do DF pessoalmente notificar, com ordem do ministro – já sabem qual – para que pudéssemos desocupar. [...] Nós somos obedientes, mas vamos seguir orientação jurídica”. Ele ainda ressaltou que a mobilização era era pacífica: “Nossa luta é pela liberdade. [...] Liberdade ao nosso grande líder Bolsonaro, e queremos votar o PL da Anistia. É tudo que queremos”.

A manifestação acontece em um momento de crescente tensão institucional. Bolsonaro e vários de seus ex-assessores tornaram-se réus no STF sob a acusação de tentativa de golpe de Estado. Na semana anterior, Moraes havia determinado que o ex-presidente usasse tornozeleira eletrônica, medida que reacendeu protestos entre seus apoiadores no Congresso. O gesto de Hélio Lopes buscava, segundo ele, dar visibilidade à “perseguição política” contra Bolsonaro. Mas o ato acabou servindo como gatilho para uma nova resposta enérgica de Moraes, que tem ampliado o controle sobre manifestações públicas – mesmo pacíficas – considerando-as como “ameaça à ordem institucional”.

Ao final da madrugada, os deputados desmontaram as barracas e deixaram a Praça de forma pacífica, cercados por policiais e sob vigilância da Força Nacional.

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Lula e seu desprezo pela negociação sobre as tarifas de Trump


Lula aposta na provocação e se recusa a procurar Trump para discutir tarifas. (Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República)

“Ele não quer conversar. Se ele quisesse conversar, ele pegava o telefone e me ligava”, afirmou o presidente Lula na quinta-feira, durante evento em Minas Gerais, em referência ao norte-americano Donald Trump, que anunciou, no último dia 9, a imposição de tarifas de 50% aos produtos brasileiros importados pelos EUA, e que devem entrar em vigor em 1.º de agosto. Uma declaração bastante típica da megalomania do petista: enquanto o mundo inteiro procura os Estados Unidos para negociar a redução das tarifas impostas a vários países, é Trump quem tem de telefonar para Lula, e não o contrário.

Enquanto o setor produtivo brasileiro se desespera com a possibilidade de enormes perdas devido ao tarifaço, levando parlamentares e governadores a tentarem abrir os próprios canais de negociação, outros países, fazendo aquilo que Lula se recusa a fazer, já colheram resultados. VietnãIndonésiaJapão e Filipinas estão entre os países que obtiveram reduções nas tarifas. O Reino Unido havia acertado um acordo quando do primeiro tarifaço, em abril. A Argentina já vinha negociando com os Estados Unidos desde antes da vitória eleitoral de Trump, em novembro do ano passado, e intensificou os esforços nos últimos meses. União Europeia e China continuam dialogando com os norte-americanos.

Alguns pontinhos nas pesquisas de popularidade valem muito mais para Lula que a saúde das empresas exportadoras brasileiras

Lula, no entanto, segue firme na retórica que reduz o mundo a um enorme boteco. Depois de sugerir que poderia resolver a guerra entre Rússia e Ucrânia em uma mesa de bar, usou o jogo de truco para provocar Donald Trump mais uma vez. “Eu não sou mineiro, mas eu sou bom de truco, e se ele estiver trucando, ele vai tomar um seis”, prometeu o petista no mesmo evento, no Vale do Jequitinhonha. Mas Lula é o único a acreditar que tem cartas boas na mão – se é que realmente acredita nisso. O Brasil tem muito mais a perder que os Estados Unidos no caso de uma intensificação da guerra comercial, e é por isso que setores como o de mineração se opõem à aplicação de medidas de reciprocidade, prometida por Lula, afirmando que elas só trariam mais prejuízos.

Difícil imaginar que esses argumentos, por mais sensatos que sejam, sensibilizem o petista. Sua aversão ao setor produtivo como um todo é notória, especialmente quando as empresas insistem em buscar o que é melhor para elas e seus clientes, em vez de “estar de acordo com aquilo que é o pensamento de desenvolvimento do governo brasileiro”, como disse Lula no começo de 2024. O tarifaço de Trump deu um palanque para Lula surfar na onda da “defesa da soberania nacional”, embora estejamos falando de um presidente que não se importa em tomar calotes de colegas ideológicos como Cuba e Venezuela, e que já entregou de mão beijada uma unidade da Petrobras na Bolívia, em 2006. Alguns pontinhos nas pesquisas de popularidade valem muito mais para Lula que a saúde das empresas exportadoras brasileiras.


Trump não irá atrás de Lula porque não é o norte-americano quem está na posição mais frágil. E Lula não quer ir atrás de Trump porque as bravatas e as provocações lhe rendem dividendos em termos de popularidade, e porque ele pode usar o tarifaço como justificativa para jogar de vez o Brasil no colo de russos e chineses. Já o interesse nacional, que exige esforços para abrir o máximo possível de mercados aos produtos brasileiros, fica em último plano, para a agonia de todos – especialmente empresários e trabalhadores – que dependem de uma inserção internacional forte do Brasil.



Gazeta do Povo

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Trump deve usar Lei Magnitsky contra ministros do STF na semana que vem


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia impor novas sanções contra autoridades do governo brasileiro, em especial aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), conforme apurou o analista de Internacional da CNN Lourival Sant’Anna.

A escala acontece em meio à ameaça de tarifas de 50% aos produtos brasileiros a partir de 1º de agosto.

A expectativa é de que Trump utilize a Lei Magnitsky para impor restrições contra juízes da Suprema Corte que votaram a favor das punições ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no processo que apura a suposta tentativa de golpe de Estado.

As punições incluem o congelamento de eventuais bens nos Estados Unidos e sanções secundárias, que afetariam instituições e empresas que mantêm negócios com os magistrados.

As restrições podem se estender a serviços bancários e outras operações envolvendo empresas que possuem vínculos comerciais com os Estados Unidos, criando um efeito cascata nas relações financeiras dos alvos das sanções.

Em um cenário de médio prazo, as medidas podem se agravar com o possível descredenciamento da embaixadora Maria Luiza Viotti Ribeiro em Washington, o que representaria na prática sua expulsão dos Estados Unidos.

A motivação das retaliações é política, não comercial. O plano, que já está nas mãos do secretário de Estado americano, segundo fontes ouvidas pela CNN, prevê uma escalada em fases, considerando as prováveis reações do governo brasileiro.

As novas sanções devem atingir inicialmente o alto escalão do Palácio do Planalto, com a suspensão de vistos para entrada nos Estados Unidos. A medida, no entanto, não deve afetar diretamente o presidente Lula nem a primeira-dama, Janja.

O que é a Lei Magnitsky?

A medida, prevista na legislação americana, permite que os EUA imponham sanções econômicas a acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos.

A lei foi aprovada durante o governo de Barack Obama, em 2012, e prevê sanções como o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país. Para que a medida seja utilizada, o presidente dos EUA deverá apresentar provas de infrações ao Congresso americano, o que pode incluir notificações extrajudiciais e provas de violação dos direitos humanos.

A lei prevê aplicação para agentes que reprimem denúncias de corrupção, limitam liberdades fundamentais e atuam contra eleições democráticas.

Além dessa medida, Trump também considera impor restrições a empresas e instituições que fazem negócios com esses ministros.

CNN

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Líder do União no Senado anuncia entrega de cargos no governo Lula após apoio de Michelle

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) oficializou nesta sexta-feira (25) o apoio à pré-candidatura do líder do União Brasil no Senado, Efraim Filho (PB), ao governo da Paraíba. O parlamentar confirmou o rompimento com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e anunciou a  devolução de cargas  que havia indicado no estado.

“As cargas estão à disposição. São duas pessoas, duas restrições aqui na Paraíba, na Codevasf e nos Correios. São cargas técnicas, nem são políticas. O mesmo governo que nomeia é o mesmo que exonera”, disse Efraim em entrevista à rádio  CBN João Pessoa  após a inauguração da nova sede do PL na Paraíba.

Ele se declarou “independente” e destacou que sua aliança com o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, busca “aglutinar as oposições”. Efraim também manifestou apoio à pré-candidatura de Marcelo Queiroga (PL), ex-ministro da Saúde, ao Senado.


“A pré-candidatura está oficializada. Hoje a gente recebe esse apoio do PL nessa missão de aglutinar as oposições […] Eu sou independente. Lula não veio aqui para pedir voto para mim. Então, eu não tenho compromisso nenhum de defesa política do governo. Continuo nesse caminho com independência, seguindo o meu partido, o União Brasil, que fala em discutir a relação com o governo”, afirmou o senador.

Michelle declarou apoio a Efraim e Queiroga e disse que o estado “precisa” dos dois. "A Paraíba vai mudar a sua história com Efraim no governo do estado e com Marcelo Queiroga senador. Precisamos de vocês, homens que entendem que a política é uma ferramenta de transformação", enfatizou a ex-primeira-dama.

Efraim discursou em defesa de Bolsonaro e criticou o Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente é julgado na Corte por suposta tentativa de golpe de Estado em 2022. “É inadmissível ver uma condenatória cautelar de Jair Bolsonaro e ver o pivô da Lava Jato ser colocado nas ruas livres, por invalidar provas”, disse o senador em referência ao presidente.

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Nem a neta do Lula consegue salvar a “reputação” do avô

Vários esforços foram feitos, mas ninguém conseguiu. Diante do fracasso de governantes como Janones, Erika Hilton, Lindbergh Farias e até mesmo a utilização da inteligência artificial — melhorando o povo que eles não têm — eis que surge  Bia Lula , a neta do Lula. A tentativa foi defender a "reputação" do avô em um vídeo publicado em sua rede social na última terça-feira, 22.

Assim como os demais, ela tentou copiar o estilo dos meus vídeos, mas, em vez de ganhar destaque por viralização, o conteúdo ganhou as manchetes por conta de uma gafe, provando que ali realmente impera a genética petista.

Em uma de suas primeiras falas, Bia tentou colocar toda a responsabilidade pelos problemas do Brasil em Donald Trump, afirmando que o americano declarou uma guerra econômica contra nós, o que deixaria os alimentos mais caros e colocaria empregos em risco.

Bom, não sei em que mundo ela está vivendo, mas os alimentos já foram adquiridos mais caros bem antes de qualquer anúncio de Trump. A  picanha  prometida por Lula até hoje não aconteceu, e a ' 'cervejinha''  virou alvo de um deputado petista, que quer aumentar os impostos sobre a bebida.

Sobre os motivos que levaram o presidente dos Estados Unidos a anunciar uma  taxa de 50%  para produtos brasileiros, está tudo bem claro na carta que ele mesmo escreveu. Cabe ao governo Lula negociar com os americanos, assim como vários outros países estão fazendo, inclusive os demais integrantes do Brics.


O grande problema é que, buscando eliminar os oposicionistas, a esquerda ignora a tirania em vigor e o presidente em exercício possui inúmeras deficiências, sendo uma delas a diplomacia


Antes das eleições americanas, Lula  disse  que a vitória de Trump seria ''um nazismo com outra cara'', mas agora acha que o futuro do Brasil pode ser resolvido como uma partida de truco, em que ele quer ''pedir 6'' com um valete na mão, enquanto os adversários estão com ''zap e sete de copas''.

Irônico como Lula finge ter coragem quando se trata de desafiar o líder da nação mais poderosa do mundo, mas se cala com a relação com a  Venezuela , país que nos deve mais de R$ 10 bilhões em um calote que já dura 7 anos e que ignorou recentemente um acordo, voltando a cobrar até 77% em tarifas sobre itens do Brasil. Por que Lula algum quando se trata de ''peitar'' o amiguinho ditador?

Ainda assim, Bia fala sobre o PIX, que, segundo ela, não foi criado por Bolsonaro, e sim pelo Banco Central. Bom, se usarmos essa lógica para absolutamente tudo, também seria possível dizer que Lula não fez nada durante os anos em que governou, mas acho que ela não pensou nessa parte.

Também em relação ao PIX, Bia afirma que seu avô quer proteger o sistema, porém, há pouco tempo, o próprio governo Lula cogitou avançar com uma medida que visava  monitorar  as transferências de trabalhadores informais como se fossem ''grandes sonegadores''.

Vale lembrar que só voltei atrás depois de eu divulgar um vídeo a respeito, que ultrapassou a marca de 300 milhões de visualizações. Por falar em sonegadores, o filho de Lula está enfrentando cobranças da Fazenda por uma sonegação de mais de R$ 10 milhões. A preocupação deveria ser com gente assim, e não com quem ganha R$ 5 mil.


Logo em seguida, vem a falar sobre uma suposta defesa da soberania brasileira, mas, para falar nisso, tem que ter o mínimo de condição — algo que Lula não possui. A esquerda acusa os Estados Unidos de um suposto ataque à nossa soberania, mas se calou quando Lula usou dinheiro público para enviar um avião para resgatar e deu asilo à ex-primeira-dama Nadine Heredia, condenada por corrupção no Peru.

Também não se incomodaram quando o petista foi à Argentina visitar e pedir liberdade para  Cristina Kirchner , também condenado por corrupção, interferindo não só na soberania do país vizinho, como em uma decisão da Justiça local, que, diferentemente do que está acontecendo aqui, não mostrou sinais de parcialidade.

Lembra da gafe que mencionei no primeiro parágrafo? Pois é. Em um dos trechos de sua postagem, Bia afirmou que os Estados Unidos exploram o Brasil há 500 anos; no entanto, o país norte-americano só existe como nação independente há 249 anos.

Certamente, uma demonstração de ''inteligência'' de dar inveja a Dilma Rousseff, que foi responsável por diversas ''pérolas'' como essa.


Para melhorar ainda mais, foram descobertas diversas postagens da neta de Lula não em Cuba ou na Venezuela, mas comemorando o visto americano e postando várias fotos de sua estadia no país, inclusive com legendas em inglês, mostrando que ela estava bastante feliz por lá. Bem contraditório pra quem diz que fomos explorados por eles.

Ontem foi divulgado outra pesquisa sobre os políticos mais influentes, desta vez considerando os perfis no Instagram. Aproveito para novamente agradecer aos brasileiros pelo meu nome aparecer em primeiro lugar em mais uma oportunidade.

Mas o que chama a atenção é que, entre os dez primeiros colocados, somente dois são de esquerda. Bia foi mais uma a achar que basta o fundo preto para convencer a população, mas o verdadeiro segredo é falar a verdade. Para aqueles que não conseguem fazer isso, resta tentar censurar quem o faz.


Nikolas Ferreira - Gazeta do Povo

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Líder do União no Senado rompe com Lula e divide palanque com Michelle

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou apoio à pré-candidatura do líder do União Brasil no Senado, Efraim Filho (PB), ao governo da Paraíba nesta sexta-feira (25/7). A sinalização representa o rompimento do senador com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Efraim ecoou lemas da direita como “a defesa da família” e fala contra o aborto durante o lançamento da nova sede do PL no estado. Também declarou apoio à pré-candidatura do ex-ministro da Saúde do governo de Jair Bolsonaro (PL) Marcelo Queiroga ao Senado.

“É por acreditar nos princípios e valores que eu me alinho junto a essa luta com Marcelo [Queiroga] e agradeço o apoio que o PL nos traz aqui hoje para ganharmos juntos o governo da Paraíba”, disse.
Efraim disse que o apoio faz parte de um esforço de “aglutinar as oposições” e trazer o centro para a candidatura. Depois do evento, Efraim disse à rádio CBN que entregaria cargas indicadas por ele na Codevasf e nos Correios, aprofundando ainda mais o rompimento com o governo Lula.

No evento, Michelle elogiou Efraim, chamou-o de “cabra machista” e que, se eleito, “vai honrar o voto” dos eleitores. O aceno se dá em meio à escalada da tensão entre o bolsonarismo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), de quem Efraim é o próximo.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) anunciou que Alcolumbre e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), estão na mira do governo dos Estados Unidos e poderão ter seus vistos revogados se não darem andamento à anistia e ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Além de líder da União, Efraim é presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), que determina as diretrizes e o Orçamento de 2026.

Atualmente, o União Brasil tem 3 ministérios na Esplanada: Comunicações, Turismo e Integração e Desenvolvimento Regional, liderados por Waldez Góes, que não é filiado, mas foi indicação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Metrópoles

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Deputado Coronel Azevedo agradece população de Santa Cruz pelo bom resultado na pesquisa da Consult


O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) foi bem citado na pesquisa para deputado estadual feita pela Consulta e divulgada pelo Blog do BG no dia 21 de julho em Santa Cruz, uma das maiores cidades do Estado.

Coronel Azevedo aparece em terceiro, atrás apenas do deputado e ex-prefeito da cidade, Tomba Farias, e do deputado Gustavo Carvalho, ambos aliados na Assembleia Legislativa.

“O resultado da pesquisa mostra a confiança fruto do trabalho firme em defesa da segurança pública, da família e das liberdades individuais no Rio Grande do Norte. Santa Cruz me honra com esse reconhecimento. Vamos continuar trabalhando com coragem e lealdade ao povo potiguar”, afirmou. 

O deputado reforça seu compromisso com a região do Trairi e reafirma que seguirá presente, ouvindo e lutando pelas demandas do interior.


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Pesquisa Consult para o Governo em Natal: Rogério tem 29,5%, Allyson 22,6% e Cadu 5,3%

Nova pesquisa Consult divulgada nesta quinta-feira (24) pela Tribuna do Norte aponta os números da disputa eleitoral para o Governo do Estado e para o Senado. Segundo o levantamento, o senador Rogério Marinho (PL) está na frente na capital potiguar na corrida pelo Executivo. 

Rogério lidera a disputa com 29,5%, seguido pelo prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União) com 22,6%. O secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT) é o terceiro com 5,3% do eleitorado natalense. Outros 15,6% optaram por nenhum e 27% não souberam dizer. 

Em outro cenário com mais candidatos, Rogério também lidera com 19,8%, seguido pelo ex-prefeito Álvaro Dias (Republicanos) com 17,6% e Allyson Bezerra com 17,2%. Cadu aparece com 4%, o vice-governador Walter Alves (MDB) tem 3,1% e o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB) tem 1,4%. Outros 14,1% optaram por nenhum e 22,8% não souberam dizer. 

A Consult entrevistou mil pessoas entre os dias 1º e 5 de julho. A margem de erro é de 3% com confiabilidade de 95%.



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IPESPE: Desaprovação do governo Lula chega a 51%; aprovação é de 43%

A desaprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caiu três pontos percentuais, se comparada a maio, e está em 51%, segundo pesquisa Pulso Brasil/Ipespe divulgada nesta quinta-feira (24).

Já a aprovação da gestão federal oscilou três pontos para cima e chegou a 43%. Os que não sabem ou não responderam são 5% — no levantamento anterior, eram 6%.


O instituto ouviu 2.500 entrevistados entre os dias 19 e 22 de julho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95,45%.

CNN Brasil

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Moraes mantém Bolsonaro com tornozeleira, mas ameaça prisão se falar nas redes sociais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta (24) manter as medidas cautelares contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por supostamente ter descumprido uma delas, a de se pronunciar com divulgação nas redes sociais de terceiros.

Na última segunda (21) ele pediu explicações aos advogados do ex-presidente, que negaram descumprimento. Agora, Moraes se pronunciou reafirmando que houve, mas foi um episódio isolado e que, por isso, manterá a decisão sob a condição de converter em prisão preventiva em caso de reincidência.

“Por se tratar de irregularidade isolada, sem notícias de outros descumprimentos até o momento, bem como das alegações da Defesa de Jair Messias Bolsonaro da ‘ausência de intenção de fazê-lo tanto que vem observando rigorosamente as regras de recolhimento impostas’, deixo de converter as medidas cautelares em prisão preventiva, advertindo o réu, entretanto, que, se houver novo descumprimento, a conversão será imediata”, escreveu no despacho a que a Gazeta do Povo teve acesso.

A resposta de Moraes era aguardada desde a noite de terça (22), quando venceu o prazo dado para a defesa de Bolsonaro se pronunciar sobre o suposto descumprimento.


Bolsonaro é alvo de uma série de medidas cautelares por supostamente estar em conluio com o filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), para tentar coagir o Judiciário brasileiro no processo que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado. Eles estariam articulando as sanções aplicadas pelos Estados Unidos ao Brasil, como o tarifaço de 50% e a suspensão de vistos americanos de ministros da Corte.

Entre as medidas cautelares, Moraes impôs a “proibição de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros”, o que foi interpretado como uma restrição a conceder entrevistas e violando o direito à liberdade de expressão. Isso, porque, o compartilhamento de trechos por plataformas de terceiros poderia ser encarado como descumprimento da decisão.

Desde que o ministro determinou as restrições, na última sexta (18), Bolsonaro concedeu entrevistas que foram compartilhadas nas redes sociais de aliados e de veículos de imprensa, até que, em uma marcada para a segunda (21) ao site MetrópolesMoraes emitiu um novo despacho reafirmando a medida e dando um prazo de 24 horas para a defesa dele se pronunciar.


O fato foi agravado à tarde após Bolsonaro aparecer em um ato da oposição na Câmara protestando contra a decisão de Moraes e se deixando filmar com a tornozeleira eletrônica colocada nele – outra medida cautelar imposta por Moraes –. O ministro citou o episódio e afirmou que o ex-presidente poderia divulgar “condutas ilícitas” através de redes sociais de terceiros.

“Não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que, as redes sociais do investigado Eduardo Nantes Bolsonaro foram utilizadas à favor de Jair Messias Bolsonaro dentro do ilícito modus operandi já descrito”, pontuou Moraes sobre o compartilhamento de um vídeo do ato em suas redes sociais.

Apesar de ter proibido a divulgação de falas nas redes sociais de terceiros, Moraes frisou que "inexiste qualquer proibição de concessão de entrevistas ou discursos públicos ou privados".


O magistrado seguiu afirmando que “não seria lógico e razoável permitir a utilização do mesmo modus operandi criminoso com diversas postagens nas redes sociais de terceiros, em especial por ‘milícias digitais’ e apoiadores políticos previamente coordenados para a divulgação das condutas ilícitas que, eventualmente, poderiam ser praticadas por Jair Messias Bolsonaro, sejam em entrevistas, sejam em atos públicos”.

“Mas sempre com a finalidade de continuar a induzir e instigar chefe de Estado estrangeiro a tomar medidas para interferir ilicitamente no regular curso do processo judicial, de modo a resultar em pressão social em face das autoridades brasileiras, com flagrante atentado à Soberania nacional”, seguiu o magistrado.

Alexandre de Moraes ainda frisou em um trecho do despacho que “como diversas vezes salientei na Presidência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, a JUSTIÇA É CEGA MAIS (sic) NÃO É TOLA!!!!!”


Também na decisão, o ministro reafirmou a proibição do uso de redes sociais de terceiros pelo risco de uma “ilícita instrumentalização das entrevistas concedidas aos órgãos de imprensa ou de discursos proferidos em público ou privado”.


Gazeta do Povo

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