Corinthians apresenta plano para pagar dívida de R$ 367 milhões

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Corinthians formalizou um plano para quitar parte de sua dívida, que passa de R$ 2 bilhões. O clube quer pagar R$ 367 milhões, valor que engloba dívidas com empresários, fornecedores e jogadores, em até dez anos. A ideia é utilizar até 4% de suas receitas mensais recorrentes para fazer os pagamentos.

A proposta foi enviada à Justiça de São Paulo, que cuida do processo de RCE (Regime Centralizado de Execuções), buscado pelo clube para equilibrar suas contas.

O débito será corrigido pela inflação de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). A meta do clube é quitar 60% do valor em até seis anos.

A proposta do time do Parque São Jorge ainda precisa ser aprovada pela Justiça.

"Hoje nossos credores sabem como vão receber e quando vão receber, esse era nosso objetivo", afirmou o presidente do Corinthians, Augusto Melo. "Todo nosso planejamento foi feito visando a melhor forma de o Corinthians conseguir quitar sua divida e se manter sustentável", explicou o dirigente, que ainda vive dias tensos no Parque São Jorge em meio a um processo de impeachment.

O valor apresentado agora não contempla dívidas tributárias nem o financiamento da Neo Química Arena, já que o clube busca uma negociação sobre esse último débito diretamente com a Caixa Econômica Federal.

No documento enviado à Justiça, o endividamento do clube é descrito da seguinte forma: R$ 817 milhões de dívida tributária, R$ 677 milhões do financiamento do estádio e R$ 926 milhões em dívidas trabalhistas e cíveis, das quais R$ 367 milhões estão listadas na RCE.

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Dólar fecha em queda pela 12ª sessão consecutiva e bate R$ 5,77

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar teve forte queda de 0,79% nesta terça-feira (4) e fechou o dia cotado a R$ 5,769, acumulando queda de 6,3% desde o início do ano.

Essa é a 12ª sessão de perdas consecutivas para a moeda norte-americana -a maior sequência negativa em 20 anos, desde o período entre 24 de março e 13 de abril de 2005, quando fechou em baixa por 14 dias consecutivos.

Já a Bolsa caiu 0,65%, aos 125.147 pontos.

O movimento nos mercados é resultado dos desdobramentos do conflito comercial entre Estados Unidos e China e da divulgação da ata do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que reafirmou a necessidade de aumento da taxa Selic.

A começar pela ponta internacional, a política tarifária do presidente Donald Trump foi oficializada no sábado (1º), quando ele assinou um decreto que aplicava taxas adicionais sobre todas as importações do Canadá, México e China.

De lá para cá, porém, o republicano costurou acordos com as lideranças dos países vizinhos -e deixou as medidas contra os chineses inalteradas.

Em conversas na segunda, Trump suspendeu a imposição de tarifas sobre o México e o Canadá por um mês depois de ambos os países reforçarem a segurança nas fronteiras com 10 mil agentes de cada lado.

Claudia Sheinbaum, presidente do México, anunciou o acordo pelo X (ex-Twitter). "Tivemos uma boa conversa com o presidente Trump, com muito respeito à nossa relação e soberania", escreveu ela.

O reforço nas fronteiras será "para evitar o tráfico de drogas para os Estados Unidos, em especial de opioides fentanil". Já os EUA se comprometeram em "trabalhar para evitar o tráfico de armas poderosas ao México".

Já em relação ao Canadá, o primeiro-ministro do país, Justin Trudeau, concordou em enviar "10 mil funcionários da linha de frente" para a fronteira para "parar o fluxo de fentanil". No X, disse que teve uma boa conversa com Trump e que o Canadá implementará um plano de US$ 1,3 bilhão para proteger as fronteiras.

Em ambos os casos, as suspensões darão espaço para negociações entre os países, visando um acordo econômico final. A manobra demonstrou a disposição de Trump em usar tarifas como barganha ante parceiros comerciais importantes, apesar de potenciais efeitos negativos para a própria economia americana.

Até então, tarifas de 25% sobre importações do México e do Canadá, impostas no decreto de sábado, seriam uma espécie de sanção para os fluxos de imigrantes indocumentados para os Estados Unidos e de opioides fentanil.

A única exceção seria sobre os fornecimentos de petróleo e energia canadenses, sobre os quais os EUA são mais dependentes e que teriam uma taxa menor, de 10%.

"A retórica super agressiva de Trump parece ser, de fato, o que todos suspeitavam desde o início: uma grande alavanca para negociar acordos comerciais e atender outros objetivos políticos", diz Eduardo Moutinho, analista de mercados do Ebury Bank.

"Isso significa que os ganhadores da guerra comercial -o dólar e moedas porto-seguro- podem enfrentar algumas correções."

Trump, porém, manteve as tarifas adicionais de 10% sobre produtos da China, que entraram em vigor nesta terça. A medida resultou em represália. Os chineses retaliaram com taxas sobre as importações dos EUA, renovando a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

O Ministério das Finanças da China anunciou que vai impor taxas de 15% para carvão e gás natural dos EUA e 10% para petróleo bruto, equipamentos agrícolas e alguns automóveis, como caminhões elétricos da Tesla, de Elon Musk. Também terão início investigações antimonopólio sobre o Google, da Alphabet.

As novas tarifas da China sobre as exportações norte-americanas começarão em 10 de fevereiro, dando a Washington e Pequim tempo para tentar chegar a um acordo que as autoridades chinesas indicaram que esperam alcançar com Trump.

Segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, esforços estão sendo feitos para agendar um telefonema entre Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, "muito em breve".

A imposição de tributos mais altos pode afetar fluxos comerciais, aumentar custos e provocar retaliações. Na economia doméstica dos EUA, ainda há o risco de um repique inflacionário, o que pode comprometer a briga do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) contra a inflação e forçar a manutenção da taxa de juros em patamares elevados -o que fortalece o dólar.

Já na ponta doméstica, analistas repercutem a ata da última reunião de política monetária do BC, na qual o Copom optou por um aumento de 1 ponto percentual na taxa Selic, agora em 13,25% ao ano. Foi a segunda alta consecutiva dessa magnitude, e o colegiado já sinalizou que irá repetir a dose em março.

Na ata, o BC disse prever um novo estouro da meta de inflação em junho, conforme o sistema de alvo contínuo em

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Flamengo fecha acordo com única família de vítima do Ninho sem indenização

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O Flamengo fechou um acordo com a família de Christian Esmério, uma das vítimas do incêndio no Ninho do Urubu. Eles eram os únicos que ainda não haviam chegado a um consenso com a diretoria anterior.

O time afirmou que o acordo "era prioridade máxima da atual administração". As conversas foram abertas no final do mês passado.

O processo estava em curso na Justiça do Rio de Janeiro. O episódio aconteceu em 8 de fevereiro de 2019 e matou 10 jovens das categorias de base.

Em fevereiro do ano passado, o Flamengo foi condenado a pagar cerca de R$ 3 milhões aos pais do jogador e ao irmão dele -a decisão do André Aiex Baptista Martins apontava que cada um dos pais de Christian teria direito a R$ 1,412 milhão de indenização, além de uma pensão de R$ 7.000 por mês. Já Cristiano Júnior, irmão do goleiro, tem direito a R$ 120 mil.

Tanto o clube quanto a família de Christian recorreram da decisão à época. Um dos pontos de incômodo dos familiares é com o fato de entrarem para a folha mensal de pagamento do clube. "Ficar vinculado ao clube embargado, por mais de 25 anos, é o mesmo que reviver, mensalmente, o trágico incêndio". O clube, por sua vez, contestou valor da pensão.

E AS OUTRAS FAMÍLIAS?

Os acordos aconteceram entre o período pouco após o incêndio e dezembro de 2021. O último trato foi com Rosana de Souza, mãe de Rykelmo. O pai do jogador fez negociação separada e foi um dos primeiros a fechar com o clube. Por isso há um total de 10 acordos fechados diretamente entre clube e familiares.

Os valores dos acordos foram mantidos em sigilo. As cifras que envolveram os documentos não foram divulgadas por clube ou familiares, mas os valores variam de família para família.

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Haddad diz que queda do dólar e safra devem conter preço dos alimentos

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou nesta terça-feira (4) que a pressão sobre os preços dos alimentos deve diminuir nos próximos meses com a queda do dólar e a safra recorde em 2025.

“O dólar estava a R$ 6,10, está a R$ 5,80. Isso já ajuda muito”, afirmou o ministro ao ser questionado sobre a mais recente ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que apontou um “cenário adverso” para a inflação dos alimentos no médio prazo.

Haddad disse estar “muito confiante de que a safra deste ano, por todos os relatos que eu tenho tido do pessoal do agro, vai ser uma safra muito forte. Isso também vai ajudar”.

A ata do Copom destacou que os preços dos alimentos se elevaram de forma significativa, em função, dentre outros fatores, da estiagem observada ao longo do ano passado e da elevação de preços de carnes, também afetada pelo ciclo do boi.

O ministro da Fazenda observou que variáveis econômicas como o câmbio e a inflação “se acomodam em outro patamar, e isso certamente vai favorecer”. Ele lembrou que o governo e o Congresso promovem um esforço de contenção de R$ 30 bilhões no Orçamento, com o objetivo de reduzir pressões fiscais sobre a política monetária.

O Copom estima que a inflação de 12 meses deverá se manter acima da meta do Banco Central até junho, o que configuraria “descumprimento da meta”, de acordo com o novo modelo de metas contínuas.

Para Haddad, esse novo modelo, que prevê uma busca contínua por se manter na faixa de tolerância, “permite uma melhor acomodação” da política monetária pelo BC.

O regime de meta de inflação atual determina que o índice deve ficar em 3% no acumulado em 12 meses, com bandas de 1,5 p.p. para cima ou para baixo. Se ficar acima do limite da banda por mais de 6 meses seguidos, há o descumprimento da meta.

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Comissão técnica da seleção vai à Europa observar jogadores para convocação

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - A CBF anunciou que a comissão técnica da seleção brasileira viaja nesta semana à Europa para observar jogadores. O roteiro envolve jogos e treinos em quatro países: França, Inglaterra, Espanha e Itália.

O técnico Dorival Júnior, o coordenador Juan, além dos assistentes Lucas Silvestre e Pedro Sotero, vão se dividir até o próximo dia 24 para ver de perto quem eles querem convocar para os jogos do Brasil contra Colômbia e Argentina, pelas Eliminatórias, em março.

Dorival planeja divulgar uma lista larga já ao fim de fevereiro. Os jogos estão marcados para 20 e 25 de março.

Pelo roteiro de observações, é possível constatar que a comissão técnica está de olho até em jogadores que não são chamados com tanta frequência, como Murillo, zagueiro do Nottingham Forest, Dodô, lateral-direito da Fiorentina, e Ederson, volante da Atalanta.

"Estamos sempre monitorando os atletas por todo o mundo. Já observamos vários atletas que estão atuando nos clubes brasileiros nas últimas semanas e agora seguimos para a Europa para continuar a avaliação no exterior", disse Dorival, que assistiu à Supercopa, domingo, no Pará.

"O período de treinamento é muito curto. Por isso, optamos por estar mais perto dos jogadores para entendermos o momento de cada um deles, buscarmos passar aquilo que observamos nas últimas rodadas, aquilo que temos visto nos treinamentos. Esses detalhes podem nos ajudar no crescimento e no fortalecimento da equipe. E é isso que esperamos que aconteça nas próximas rodadas", disse Dorival Júnior, técnico da seleção.

Lucas Silvestre irá à Madri na sexta-feira (7). Sábado já tem clássico entre Real Madrid e Atlético de Madrid. Dorival encontra o filho no dia seguinte e assistirão ao confronto do time de Vini Jr. e Rodrygo com o Manchester City, pela Liga dos Campeões.

Já Pedro Sotero e Juan viajam a Paris na quinta-feira (6). Até o dia 18, estarão em jogos dos Campeonatos Francês e Italiano, além do duelo entre Monaco e Benfica, pela Liga dos Campeões.

Dorival volta ao Brasil no dia 18. Juan, no dia 19. Ambos darão sequência às análises de jogos do futebol brasileiro. Pedro Sotero, por sua vez, irá encontrar com Lucas Silvestre no dia 19, em Birmingham, na Inglaterra. A dupla seguirá as observações no país até o dia 24.

Dia 7
PSG x Monaco - Juan Santos e Pedro Sotero
Chegada de Lucas Silvestre em Madri

Dia 8
Treino PSG - Juan Santos e Pedro Sotero
Real Madrid x Atlético Madrid - Lucas Silvestre

Dia 9
Lyon x Reims - Juan Santos e Pedro Sotero
Treino Real Madrid - Lucas Silvestre
Chegada de Dorival Jr. em Madri

Dia 10
Treino Lyon - Juan Santos e Pedro Sotero
Treino Real Madrid - Dorival Jr. e Lucas Silvestre
Viagem de Dorival Jr. e Lucas Silvestre para a Inglaterra

Dia 11
Manchester City x Real Madrid - Dorival Jr. e Lucas Silvestre
Viagem de Juan Santos e Pedro Sotero para Mônaco

Dia 12
Monaco x Benfica - Juan Santos e Pedro Sotero

Dia 13
Treino Tottenham - Dorival Jr. e Lucas Silvestre
Treino Monaco - Juan e Pedro Sotero

Dia 14
Brighton x Chelsea - Dorival Jr. e Lucas Silvestre
Viagem de Juan Santos e Pedro Sotero para a Itália

Dia 15
Manchester City x Newcastle - Dorival Jr. e Lucas Silvestre
Treino Fiorentina - Juan Santos e Pedro Sotero

Dia 16
Fiorentina x Como - Juan Santos e Pedro Sotero
Juventus x Inter de Milão - Juan Santos e Pedro Sotero
Liverpool x Wolves - Dorival Jr. e Lucas Silvestre

Dia 17
Viagem de Dorival Jr. e Lucas Silvestre para a Espanha
Barcelona x Rayo Vallecano - Dorival Jr. e Lucas Silvestre

Dia 18
Atalanta x Club Brugge - Juan Santos e Pedro Sotero
Treino Barcelona - Dorival Jr. Lucas Silvestre
Retorno de Dorival Jr. ao Brasil

Dia 19
Treino Wolverhampton - Lucas Silvestre e Pedro Sotero
Retorno de Juan Santos ao Brasil

Dia 20
Treino Nottingham Forest - Lucas Silvestre e Pedro Sotero

Dia 21
Treino Arsenal - Lucas Silvestre e Pedro Sotero

Dia 22
Arsenal x West Ham - Lucas Silvestre e Pedro Sotero

Dia 23
Newcastle e Nottingham Forest - Lucas Silvestre e Pedro Sotero

Dia 24
Retorno de Lucas Silvestre e Pedro Sotero ao Brasil

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Acredite se quiser: Soldado é acusado de cadastrar viatura no Uber e usar combustível do Estado

Um soldado da Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) é acusado de cadastrar uma viatura descaracterizada em uma plataforma de transporte por aplicativo e abastecê-la com combustível pago pelo Estado para trabalhar como motorista. O comando da corporação instaurou processo administrativo disciplinar (PAD) para apurar os fatos.

A suposta transgressão militar foi apurada preliminarmente em inquérito policial militar (IPM) aberto pela Corregedoria da PM. Por meio de portaria que assinou no último dia 27 de janeiro, o coronel Paulo Amorim Feitosa Filho, comandante geral da PM-AL, determinou a instauração do PAD e designou um tenente-coronel para presidi-lo.

Conforme a portaria, deve ser apurado se o policial fez “uso de veículo pertencente à Fazenda Pública estadual para fins particulares, cadastrado sem autorização e dele ter auferido lucro através da plataforma Uber, e ainda se utilizado de combustível do Estado”. Previstas nos artigos 31 e 32 do Regulamento Disciplinar da PM alagoana (RDPMAL), nove transgressões classificadas como médias e graves são atribuídas ao soldado.

Em ordem de gravidade crescente, o artigo 40 do RDPMAL enumera as punições a que estão sujeitos os policiais militares: advertência, repreensão, detenção, prisão e licenciamento a bem da disciplina, que consiste no afastamento do punido das fileiras da corporação. Segundo o artigo 39, “a punição disciplinar visa o benefício educativo ao punido e o fortalecimento da disciplina da corporação”.

Comunicado da Uber
A empresa informou por meio de nota que não foi possível verificar o caso relatado porque, “até o momento, não foi fornecida à empresa qualquer informação para checar se o motorista mencionado é cadastrado no aplicativo da Uber e, consequentemente, emitir posicionamento sobre as medidas adotadas”.

“Sabemos que popularmente usa-se o nome ‘Uber’ como sinônimo para toda a categoria de aplicativos de mobilidade, bem como sinônimo da atividade de quem utiliza os apps para gerar renda”, diz o comunicado. A menção expressa da empresa foi feita pelo comandante-geral da PM alagoana na portaria que determinou a abertura do PAD.

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Relator vota por rejeitar pedido de cassação de Cláudio Castro no TRE-RJ

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O desembargador Rafael Estrela votou nesta terça-feira (4) pela rejeição do pedido de cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL).

Relator da ação proposta pela Procuradoria Regional Eleitoral, o magistrado afirmou que a acusação não conseguiu comprovar as alegações feitas sobre os gastos considerados irregulares. Ainda restam seis magistrados para votar no caso.

A Procuradoria Regional Eleitoral afirma que as contas eleitorais da chapa não comprovaram a destinação de R$ 10 milhões dos R$ 17,8 milhões gastos do fundo eleitoral. Castro nega qualquer irregularidade.

"Se houve contratação de laranjas, sócios que possuem relação familiar entre si, não prestação de serviços, notas frias, empregados fantasmas, não há prova da acusação quanto a esses fatos. [...] Não há espaço para presunções. A má aplicação de recurso público demanda aprofundamento probatório, o que o Ministério Público não se desincumbiu", disse Estrela.

"Remanescem consideráveis dúvidas que não puderam ser dirimidas dada a ausência de provas robustas e suficientes para comprovar a ilicitude dos gastos dos recursos para fins eleitorais."

A ação foi apresentada com base em pareceres técnicos do próprio TRE, que declararam a existência de irregularidades em despesas de contratos de locação de veículos.

De acordo com a Procuradoria, oito empresas contratadas não tinham capacidade operacional e subcontrataram os serviços a preços menores do que os pagos pela campanha do governador.

O advogado Eduardo Damian, que representa Castro, contestou dados usados pela Procuradoria, apontando o que considera erros de cálculos e interpretação errada sobre as informações enviadas pelos bancos.

A maior suspeita recai sobre empresa Cinqloq, que recebeu R$ 4,3 milhões da campanha de Castro para terceirização de mão de obra. De acordo com o Ministério Público Eleitoral, a movimentação financeira da firma tem vínculos com dois ex-secretários do governador: os irmãos Rafael Thompson (Governo) e Mauro Faria (Transformação Digital).

A investigação apontou que a empresa P5 Empreendimentos recebeu R$ 2,5 milhões da Cinqloq durante a campanha. A firma era de propriedade dos dois ex-secretários e, no período da eleição, estava sob controle de uma aliada política de Thompson.

Estrela questionou dados indicados pela Procuradoria sobre as empresas, segundo o qual a Cinqloq teria apenas recebido recursos da campanha de Castro em 2022.

A ação é a segunda da Procuradoria a ser analisada pelo TRE pela cassação de Castro e Pampolha.

No ano passado, o tribunal negou, por 4 a 3, o pedido ligado ao caso das "folhas de pagamento secretas" do Ceperj (Centro Estadual de Pesquisa e Estatística do Rio de Janeiro) e da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

A ação foi enviada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) após recurso do Ministério Público. O caso se refere ao uso da Uerj e do Ceperj para o pagamento de funcionários de projetos sociais sem a divulgação de seus nomes.

Os pagamentos eram feitos por meio de ordens bancárias emitidas em nomes dos funcionários dos projetos e pagas na boca do caixa das agências do Bradesco em dinheiro vivo. As contratações só foram interrompidas após uma ação civil pública do Ministério Público estadual em agosto de 2022.

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Neymar volta, 4.273 dias depois, a entrar em campo pelo Santos

Neymar com a camisa do Santos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Chegou a hora da reestreia de Neymar com a camisa do Santos. Apresentado com grande festa na semana passada, na Vila Belmiro, desta vez ele entrará em campo mesmo para jogar futebol. Sua primeira partida no retorno ao clube em que iniciou a carreira será às 21h35 de quarta-feira (5), na própria Vila, em Santos, contra o Botafogo-SP.

O duelo pelo Campeonato Paulista -Record, TNT, Max, Nosso Futebol+ e UOL Play e Zapping Sports farão a transmissão- será o primeiro jogo do atacante no time alvinegro em 4.273 dias. Ele se despediu em 26 de maio de 2013, em empate por 0 a 0 com o Flamengo, disputado no estádio Mané Garrincha, em Brasília, e partiu para construir sua carreira no exterior.

O brasileiro viveu grandes momentos no Barcelona, outros nem tanto no Paris Saint-Germain e os piores dentro do esporte no Al Hilal. Em um ano e meio na Arábia Saudita, jogou apenas sete partidas, sofreu a lesão mais grave de sua carreira e foi descartado. Agora, volta para casa na tentativa de reencontrar seu futebol, de olho na Copa do Mundo de 2026.

"Não estou 100% ainda. Preciso de minutos, de jogos, não vai ser só com treino que vou estar bem fisicamente. Isso vou ganhar com o tempo. Mas estou muito melhor do que estava quando voltei a jogar, já estava me sentindo bem nos treinos no Al Hilal", afirmou o atacante, devidamente regularizado na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e inscrito no Paulista.

Neymar rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo em outubro de 2023, em partida da seleção brasileira, e só voltou a jogar um ano depois. Fez um jogo pelo Al Hilal no fim de outubro de 2024 e outro em novembro, totalizando 42 minutos e sofrendo nova lesão, um problema muscular na coxa direita.

O técnico Jorge Jesus decidiu não inscrever Neymar no Campeonato Saudita, e ele entendeu que era o momento de buscar novos ares. Procurado pelo Santos, viu no time em que nasceu para o futebol o lugar apropriado para buscar a forma, com o carinho quase unânime de uma torcida que o adora, apesar de uma saída conturbada há quase 12 anos.

O número de sócios-torcedores do clube saltou de pouco menos de 50 mil para mais de 70 mil com a chegada do craque, que jogará com casa cheia no dia de seu aniversário de 33 anos. O treinador alvinegro, Pedro Caixinha, deve colocá-lo durante o segundo tempo, para atuar por cerca de 30 minutos.

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Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de desviar R$ 350 mil de empresa em Natal



Policiais civis da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD) de Natal deflagraram, nesta terça-feira (4), a “Operação Ventania”. A ação teve como objetivo o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão contra dois homens, de 35 e 42 anos, suspeitos de estelionato e lavagem de dinheiro.

As ordens judiciais foram expedidas pela 9ª Vara Criminal da Comarca de Natal. As diligências foram realizadas nos bairros Capim Macio e Cidade Alta. De acordo com as investigações, os suspeitos, funcionários de uma multinacional do setor de energia eólica, teriam tentado sacar indevidamente valores da conta comercial da empresa, utilizando cheques em branco com assinaturas falsificadas de um dos sócios.

A DEFD foi acionada em 15 de janeiro de 2025 e iniciou as apurações. Durante as investigações, foi constatado que os cheques apresentados não haviam sido assinados pelo sócio da empresa, que, na época, encontrava-se em viagem internacional.

O modus operandi dos investigados consistia em realizar diversos saques fracionados da conta empresarial e, posteriormente, repartir os valores em espécie entre si. Segundo a empresa lesada, foram efetuados mais de 32 saques fraudulentos, resultando em um prejuízo superior a R$ 350 mil.

Durante a operação, também foi cumprida uma ordem de sequestro de um veículo de luxo, avaliado em aproximadamente meio milhão de reais. Além disso, os investigados foram intimados a cumprir medidas cautelares diversas da prisão, determinadas pelo Poder Judiciário.

O nome da operação, “Ventania”, faz referência ao ramo de atuação da empresa vítima do crime. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte reforça a importância da colaboração da população e incentiva o envio de informações anônimas por meio do Disque Denúncia 181.

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Doncic tem prejuízo de quase R$ 700 milhões e perde maior contrato da NBA

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SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Luka Doncic surpreendeu ao trocar o Dallas Mavericks pelo Los Angeles Lakers a amargou um prejuízo de quase R$ 700 milhões. Caso renovasse com o Mavs, o jogador teria direito a um "bônus" financeiro que garantiria o maior salário da história da NBA.

Uma renovação por cinco anos com o Dallas Mavericks ativaria o benefício supermax, e Doncic receberia 345 milhões de dólares (R$ 2 bilhões). O supermax foi implementado em 2017 e tem como objetivo garantir que equipes menores consigam manter seus melhores jogadores.

No Lakers, o ala-armador de 25 anos vai ganhar no máximo 229 milhões de dólares (cerca de R$ 1 bilhão). Dessa forma, ele perdeu 116 milhões de dólares (aproximadamente R$ 670 milhões).

Dessa forma, Doncic perdeu a chance de ultrapassar Jason Tatum e se tornar o atleta com maior salário da NBA. O astro do Boston Celtics recebe 314 milhões de dólares (R$ 1,7 bilhão) e tem contrato até a temporada 2029/30.

O alto salário, inclusive, teria motivado o Dallas Mavericks a concordar com a ida de Doncic para o Lakers. O time estava preocupado com o condicionamento físico do esloveno, que atuou em apenas 22 jogos na temporada.

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