PESQUISA EXATUS/NATAL: Gestão do presidente Lula é reprovada por 53,73% e aprovada por 38,8%

Pesquisa do Instituto Exatus realizada em Natal a pedido do jornal Agora RN mediu a avaliação da gestão do presidente Lula. 53,73% reprovam a gestão do presidente, enquanto 38,8% aprovam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de maio, ouvindo 817 eleitores em Natal. A margem de erro é de 3,43 pontos percentuais, para mais ou menos, com intervalo de confiança de 95%.

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Taxa de desemprego entre adultos de 18 a 24 anos atinge 14,9% no 1º trimestre de 2025


A taxa de desemprego dos adultos de 18 a 24 anos foi de 14,9% no 1º trimestre de 2025. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o resultado nesta 6ª feira (16.mai.2025). Esse foi o menor nível de desocupação para o período da série histórica, iniciada em 2012.

A taxa de desocupação subiu de 12,9% no 4º trimestre de 2024 para 14,9% no 1º trimestre de 2025. A alta no início de cada ano é um movimento sazonal. Entre outros motivos, o fim dos empregos temporários de fim de ano contribui para a elevação da taxa nos 3 primeiros meses.

Os dados fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua Trimestral. O instituto detalha estatísticas sobre o mercado de trabalho por faixa etária, cor da pele, sexo e região do país.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o cargo com a taxa de desemprego dos mais jovens em 16,4%, no 4º trimestre de 2022. Para o BC (Banco Central), a atividade econômica demonstra resiliência mesmo com a taxa básica, a Selic, em patamar restritivo para controlar a inflação. Um dos motivos é o mercado de trabalho aquecido.

O melhor desempenho do mercado de trabalho contribui para o aumento da renda e eleva o consumo. Segundo o Banco Central, há “ganhos reais acima da produtividade”. A autoridade monetária disse que a “inflexão” no mercado de trabalho é parte do mecanismo de política monetária, o que significa uma perda de dinamismo.

TAXA DE DESEMPREGO

O pico da taxa de desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos foi no 1º trimestre de 2017, quando foi de 28,1%. Historicamente, a desocupação do público mais novo é maior que a média da economia. O Poder360 mostrou que a taxa de desemprego entre todos os públicos foi de 7% no 1º trimestre.

Leia abaixo as taxas de desocupação por faixa etária no país no 1º trimestre de 2025:

  • De 14 a 17 anos: 26,4%, a mais baixa para o período desde 2014;
  • De 18 a 24 anos: 14,9%, menor para o período da série histórica;
  • De 25 a 39 anos: 6,5%, a mais baixa para o período da série histórica junto com o 1º trimestre de 2014;
  • De 40 a 59 anos: 4,7%, menor para o período desde 2015;
  • De 60 anos ou mais: 3,1%, a mais baixa para o período desde 2015.

Segundo o IBGE, as taxas subiram do 4º trimestre de 2024 para o 1º trimestre de 2025. Saiba o quanto aumentaram:

  • De 14 a 17 anos: de 24,7% para 26,4%;
  • De 18 a 24 anos: de 12,9% para 14,9%;
  • De 25 a 39 anos: de 5,8% para 6,5%;
  • De 40 a 59 anos: de 4% para 4,7%;
  • De 60 anos ou mais: de 3% para 3,1%.

Em números absolutos, a desocupação aumentou em todas as faixas de renda no Brasil do 4º trimestre de 2024 para o 1º trimestre de 2025. Leia abaixo:

  • De 14 a 17 anos: de 476 mil para 490 mil desempregados;
  • De 18 a 24 anos: de 1,93 milhões para 2,22 milhões de desempregados;
  • De 25 a 39 anos: de 2,4 milhões para 2,69 milhões de desempregados;
  • De 40 a 59 anos: de 1,74 milhão para 2,04 milhões de desempregados;
  • De 60 anos ou mais: de 267 mil para 272 mil desempregados.

Poder 360

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Venda de tadalafila no Brasil cresce 20 vezes em 10 anos e bate recorde

A venda de tadalafila é quase 20 vezes maior agora do que há dez anos no Brasil, segundo um levantamento exclusivo obtido pelo g1. Para ter uma ideia, de cada 1 comprimido que era vendido antes, hoje são 20. Só em 2024 foram vendidos 64 milhões de unidades do medicamento – um recorde.

Nesta semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda da Metbala, uma gominha à base do medicamento que vinha sendo divulgada por um influenciador. O produto ajuda a explicar a alta no interesse pela “tadala” no país, puxada justamente pelo hype nas redes sociais, onde ganhou fama de recurso para “turbinar” o sexo e até promessas de que poderia aumentar o tamanho do pênis – o que não é verdade.

A tadalafila é um medicamento usado para tratar a disfunção erétil e está no mercado desde os anos 2000. Ela veio para substituir a sildenafila, o popular viagra, com ação prolongada e menos efeitos colaterais.

O medicamento saiu de um tabu para o destaque das prateleiras nos últimos anos, com vendas recordes. Segundo o levantamento da Anvisa a pedido do g1, o número saltou de 3 milhões de unidades vendidas em 2015 para 64 milhões em 2024.


Os números mostram apenas os remédios à base de tadalafila produzidos por farmacêuticas e não incluem o mercado de medicamentos manipulados. Ou seja, o volume pode ser ainda maior.

As redes sociais ajudam a explicar esse aumento. São milhares de vídeos de jovens e adolescentes contando que usam a “tadala”, como foi apelidada, antes de dates, de qualquer sexo e às vezes todos os dias. O medicamento virou até música, com o refrão: sabe qual é o segredo para aguentar a noite todinha? Tadalafila.

A “tadala” é vendida sem retenção de receita. Com o fácil acesso, as farmácias relatam vender dezenas de caixas por dia. Segundo especialistas, estima-se que o país tenha cerca de 16 milhões de homens com disfunção erétil, e a fama do remédio ajudou quem tinha a doença, mas sentia vergonha de se medicar ou buscar ajuda.

A disfunção erétil é uma doença que se caracteriza pela dificuldade de ter ou manter uma ereção satisfatória para a penetração. A doença é diferente de episódios em que não se consegue ter uma ereção. A frequência é que determina a doença.

No entanto, o número de diagnósticos não cresceu a ponto de acompanhar a alta nas vendas. Com isso, o que médicos e psiquiatras explicam é que os dados revelam a insegurança de homens e a pressão pela performance no sexo.

g1

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Meta e TikTok atendem AGU e removem posts sobre Lula e Janja na Rússia

Junto ao Tiktok, a Meta, empresa dona das redes Instagram, WhatsApp e Threads, apagou as publicações que envolviam notícias falsas sobre a primeira-dama, Rosângela da Silva, durante viagem à Rússia.

A ação acontece após a Advocacia-Geral da União (AGU) notificar as companhias e pedir a retirada do conteúdo em até 24 horas.

Conforme adiantado pela CNN na terça-feira (15), as notificações extrajudiciais atendem a um pedido da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República.

Nos últimos dias passaram a circular nas plataformas uma mensagem em que a primeira-dama Janja da Silva aparece ao lado de uma pilha de malas, que, segundo a publicação, estavam cheias de dinheiro supostamente desviado da fraude do INSS.

De acordo com a postagem, a foto foi feita na chegada da primeira-dama à Rússia, onde ela teria sido barrada após um agente ter aberto uma das bagagens descritas na notícia falsa.

Segundo a AGU, as publicações foram veiculadas para atingir a legitimidade da própria missão diplomática do Estado brasileiro, sendo “conteúdo desinformativo com potencial de vulnerar a estabilidade institucional e de comprometer a integridade das políticas públicas tuteladas pela União”.

Se não removerem os conteúdos desinformativos listados nas notificações extrajudiciais, as plataformas poderiam incorrer em omissão culposa, ensejando sua responsabilização, adianta a AGU, pois “as mensagens têm o condão de confundir o público interno sobre tema relevante (relações diplomáticas) e sensível (missão oficial do Estado brasileiro)”.

Viagem

A primeira-dama foi à Rússia a convite do governo russo. Ela cumpriu agendas entre os dias 3 e 7 de maio, antes da chegada do presidente Lula.

Janja participou de encontros com alunos e professores de língua portuguesa em universidades, visitou o Kremlin, o Teatro Bolshoi, o Museu Hermitage e assistiu o balé Lago dos Cisnes.

Ela também se reuniu com reitores de universidades, esteve com a vice-governadora de São Petersburgo, Irina Potekhina, e com o governador, Alexander Beglov.

CNN

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Roubo no INSS: sindicato do irmão de Lula filiou aposentados em agência do BMG

Em meio a denúncias de fraudes envolvendo empréstimos consignados no país, aposentados dizem ter sido filiados, sem seu conhecimento, ao Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi) em agências de correspondentes do banco BMG na hora de contratarem o crédito com desconto na folha de pagamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O sindicato tem como vice-presidente Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e é uma das entidades investigadas pela Polícia Federal (PF) na farra dos descontos indevidos de mensalidade associativa sobre aposentadorias do INSS, revelada pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023.

O BMG, conhecido por ter sido um dos bancos envolvidos no escândalo do Mensalão durante o primeiro governo Lula (2003-2006), é uma das instituições financeiras autorizadas pelo INSS a vender crédito consignado a aposentados e tem sofrido condenações na Justiça por fraudes nessas contratações.

O expediente é o mesmo utilizado pelas entidades envolvidas no esquema bilionário de descontos indevidos que foi alvo da Operação Sem Desconto, deflagrada em abril pela PF em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU).

Sindicato do irmão de Lula

  • Dirigido por Frei Chico, o Sindnapi foi a terceira entidade que mais arrecadou com descontos, entre 2019 e 2024, e teve salto de faturamento de R$ 100 milhões em três anos, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). A entidade contesta esta cifra. Em apenas três anos, o número de aposentados filiados a ela cresceu de 170 mil para 420 mil.
  • O sindicato é citado na operação da PF, mas não foi alvo de buscas e apreensões. Em uma auditoria da CGU, 20 de 26 aposentados filiados ao Sindnapi entrevistados pelo órgão disseram não reconhecer seus vínculos com a entidade do irmão de Lula.
  • O Sindnapi enfrenta queixas no Judiciário de aposentados que se filiaram a ele em agências do BMG. Em boa parte dos casos analisados pela reportagem, venceu os processos porque apresenta áudios e até vídeos dos aposentados se filiando à entidade e autorizando os descontos.
  • A entidade tem uma cooperativa de crédito consignado ligada ao Sicoob, mas também manteve parceria com o BMG para atrair filiados.

Metrópoles

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Gkay, Jojo Todynho e mais: veja as celebridades que ainda devem ser ouvidas na CPI das Bets

Ao longo das próximas semanas, a CPI das Bets do Senado pode ouvir uma nova leva de celebridades.

A comissão de inquérito tem uma extensa lista de convocações e convites já aprovados e que aguardam apenas o agendamento dos depoimentos. Cabe ao presidente do colegiado, senador Hiran Gonçalves (PP-RR), definir a pauta.

Após os depoimentos de Virginia Fonseca e Rico Melquiades, a CPI tem 18 influenciadores digitais e famosos na lista de convocados e convidados.

A maior parte deles (nove) foi convocada a depor na condição de investigado, o que torna a presença facultativa.

Entre os nomes, estão dois dos cantores mais ouvidos do Brasil, Wesley Safadão e Gusttavo Lima, e as celebridades Gkay e Jojo Todynho, que juntas têm mais de 40 milhões de seguidores.

Sete influenciadores foram convocados na condição de testemunha — o que obriga o comparecimento. Estão nessa categoria nomes como os ex-BBBs Viih Tube, Rodrigo Mussi e Eliezer.

Outros dois famosos foram convidados a prestar depoimento — e podem escolher ir ou não à CPI. São eles: Felipe Neto e Mayk Santos.

A relatora, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), acredita que as oitivas vão ajudar a desenhar as estratégias de comunicação e atração de novos apostadores, além de discutir uma possível regulamentação da publicidade de apostas.

Há, ainda, uma frente de investigação sobre a existência de cláusulas contratuais que podem garantir aos influenciadores um bônus sobre as perdas de apostadores.

As celebridades investigadas

  • Gusttavo Lima
  • Wesley Safadão
  • Jojo Todynho
  • Gkay
  • Tirulipa
  • Jon Vlogs
  • Kaká Diniz
  • Pâmela Drudi
  • Adélia Soares

Os influenciadores que são testemunhas

  • Deolane Bezerra e sua mãe, Solange Bezerra
  • Viih Tube
  • Eliezer
  • Rodrigo Mussi
  • Felipe Prior
  • Chefinho

G1

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‘Deputados do PT não assinam CPI do INSS porque sabem que são culpados’, diz Gustavo Carvalho

O deputado estadual Gustavo Carvalho (PL) cobrou nesta quinta-feira 15 que os deputados do PT assinem o requerimento que pede a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Congresso Nacional para investigar o desvio de recursos de aposentados e pensionistas. Já foram apresentados dois requerimentos: um para abertura de CPI na Câmara e outro para abertura de uma CPI mista (CPMI), que teria participação de deputados e senadores.

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, Gustavo Carvalho dirigiu as críticas especialmente a Fernando Mineiro e Natália Bonavides, os únicos que não assinaram o pedido até agora entre os parlamentares da bancada do Rio Grande do Norte. Ele poupou das críticas a senadora Zenaide Maia (PSD), que também não assinou.

“Eu tive aqui (na Assembleia Legislativa) 12 anos de convivência com o deputado Mineiro. Uma saudável convivência. Enquanto ele esteve nesta Casa, ele defendia a assinatura de qualquer CPI que chegasse, que o mais importante era o debate. E eu estou achando estranho a mudança de comportamento que ele está tendo junto com a deputada Natália Bastos (referência a Natália Bonavides)”, afirmou Gustavo.

Em outro momento, o parlamentar disse que tem aumentado a percepção de que o PT é o principal responsável pelas fraudes detectadas. Ele ressaltou que até veículos de imprensa que seriam, em tese, simpáticos ao PT criticam a não adesão de parlamentares à CPI.

“É triste o governo do PT estar pagando esse absurdo de mídia e não poder mais assistir a Rede Globo, porque eles não convencem a ninguém de que a falta de assinatura dos seus parlamentares na CPMI não é porque existe, por parte deles, culpa e, por parte deles, existe também má fé”, destacou.

Em outro trecho da fala, Gustavo Carvalho cravou: “Eles não assinam essa CPMI porque sabem, têm segurança que eles são os culpados de todo esse processo, numa engenharia inteligente, que fez com que sindicatos, instituições e ONGs se aparelhassem para, politicamente, realizar o debate. Mas eu estou aqui para combater essas atitudes danosas que surgem”.

Entenda o caso

Em abril, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram uma operação contra desvios de aposentadorias e pensões. Na ocasião, foram cumpridos mais de 200 mandados, entre eles o de afastamento do então presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, que depois foi demitido do cargo.

Segundo as investigações, entidades associativas vinham fazendo descontos de mensalidades em benefícios pagos pelo INSS sem autorização dos beneficiários. Os desvios estariam ocorrendo desde 2019, e a estimativa é que pelo menos R$ 6 bilhões tenham sido subtraídos das contas.

Deputados do PT vêm alegando que a CPI tem o objetivo desestabilizar o governo por querer concentrar as investigações no período após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre 2023 e 2025, ignorando o período anterior, do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, dizem que a investigação sobre o caso já está sendo conduzida pela CGU e pela PF.

AGORA RN

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