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Trump afirma que arma secreta “desorientadora” foi usada para capturar Maduro

O presidente Donald Trump afirmou que os EUA usaram uma arma que ele chamou de “descombobulator” (algo como “desorientador”) para capturar o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, neste mês, mas um alto funcionário americano disse que ele provavelmente está confundindo diferentes ferramentas usadas pelas Forças Armadas dos EUA.
“O descombobulator, não tenho permissão para falar sobre isso”, disse Trump ao New York Post em uma entrevista publicada no sábado, acrescentando que o equipamento “fez com que [o equipamento inimigo] parasse de funcionar” durante a captura.
O presidente pode estar misturando várias capacidades em uma única arma que, na prática, não existe, afirmou à CNN um alto funcionário dos EUA.
As forças americanas usaram, sim, ferramentas cibernéticas para desativar sistemas de alerta antecipado e outras defesas venezuelanas durante a operação, além de empregar sistemas acústicos já existentes para desorientar o pessoal em terra.
Os militares dos EUA também possuem há anos uma arma de “raio de calor”, chamada Sistema de Negação Ativa (Active Denial System, ADS), que utiliza energia pulsada direcionada. Não está claro se esse sistema também foi usado.
Ele penetra a pele humana e cria uma sensação de aquecimento que faz as pessoas se afastarem do feixe.
Alguns dias após a captura de Maduro, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, republicou comentários supostamente feitos por um segurança venezuelano, que afirmou que os EUA “lançaram alguma coisa” durante a operação que “era como uma onda sonora muito intensa”.
De acordo com a análise da CNN sobre a operação de 3 de janeiro, a missão dos EUA começou com uma série de ataques a alvos em todo o país, que derrubaram radares, comunicações e a infraestrutura de defesa aérea, abrindo caminho para helicópteros americanos.
Mais de 150 aeronaves — incluindo bombardeiros, caças e plataformas de inteligência e vigilância — foram lançadas a partir de 20 bases em terra e no mar, segundo o general da Força Aérea Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA.
Segundo um especialista, os EUA também provavelmente usaram drones de ataque de sentido único nos ataques à cidade costeira de Higuerote, que abriga sistemas de defesa aérea venezuelanos.
Vídeos do momento em que as forças americanas desembarcaram dentro do complexo militar de Fort Tiuna mostram rajadas contínuas de tiros, cujo som, segundo especialistas militares, é compatível com helicópteros MH-60 Black Hawk de penetração em ação direta, um tipo de helicóptero de ataque americano, disparando canhões automáticos de 30 milímetros.
A localização exata dentro de Fort Tiuna onde Maduro foi capturado, bem como os detalhes do que aconteceu quando as forças americanas desembarcaram no local, ainda não foram totalmente revelados.
R7
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Nikolas cobra Alcolumbre por CPI do Banco Master e critica Lulinha durante ato em Brasília

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) cobrou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não abrir uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master.
Além disso, criticou Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Antes da chegada de Nikolas, 72 pessoas foram atingidas por raio no ato que reuniu milhares na capital federal.
“Uma pessoa que tem sido omissa nesse País que se chama Davi Alcolumbre. Nós queremos, Davi, a instalação da CPMI do Banco Master”, disse.
“Nós estamos aqui também como um grito de quem não aguenta mais para poder saber e punir quem teve ações criminosas ou o que aconteceu para uma esposa de um ministro do STF ter um contrato de 129 milhões com o Banco Master”, completou.
O parlamentar também afirmou que a caminhada “Acorda Brasil” é contra a violência, criminalidade e o que chamou de “descaso na saúde”.
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Pai é preso após desviar R$ 113 mil em doações do filho e gastar em apostas on-line e no ‘Jogo do Tigrinho’

O pai de uma criança com deficiência foi preso após desviar dinheiro arrecadado em doações para o próprio filho e gastar a quantia em apostas on-line, incluindo o chamado “Jogo do Tigrinho”. A prisão ocorreu após denúncia do Ministério Público de Alagoas (MPAL), apresentada na sexta-feira (23) pela Promotoria de Justiça de Murici-AL.
O acusado, João Victor dos Santos Oliveira, é apontado como responsável por desviar cerca de R$ 113 mil destinados ao filho, Noah Gabriel Ferreira dos Santos, de 1 ano e 5 meses.
O MPAL entrou com ação criminal por furto qualificado, estelionato contra vulnerável e abandono material, com pedido de prisão preventiva, aceito pela Justiça.
A criança teve braços e pernas amputados após uma pneumonia, o que gerou campanhas de doação em Murici e em outras cidades, com rifas e pedidos de ajuda divulgados até em programas de TV.
Segundo o MP, enquanto a mãe da criança estava em Maceió acompanhando o tratamento do filho, o pai abriu uma conta bancária em nome do menino e passou a receber as doações como responsável financeiro. Quando a mãe tentou acessar o dinheiro para custear o tratamento e a compra de próteses, descobriu que os valores haviam sido gastos.
A genitora, Mikaelle Ferreira dos Santos, relatou que o pai não prestava contas e evitava explicações. Do total arrecadado, restavam apenas R$ 300 na conta. Em depoimento, João Victor confessou ter usado o dinheiro em apostas virtuais e outras despesas.
Com informações de Metrópoles