Suspeito de estupro coletivo no Rio é filho de subsecretário de Direitos Humanos


Um dos jovens foragidos por envolvimento em um estvpro coletivo contra adolescente de apenas 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, é filho de um subsecretário do governo do Rio de Janeiro.

A coluna Mirelle Pinheiro apurou que trata-se de Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. Ele é filho de José Carlos Costa Simonin, advogado e atuante em frentes de direitos humanos.

Segundo o currículo divulgado no site do governo do Rio, José Carlos Costa Simonin é integrante titular do Conselho Gestor do Fundo de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais (FECP), membro do Conselho Gestor do Fundo Estadual de Investimentos e Ações de Segurança Pública e Desenvolvimento Social (FISED).

Ele também é vice-presidente do Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS/RJ), participante da Elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social (PEDES), e atual Subsecretário de Governança, Compliance e Gestão, da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

A vítima relatou que recebeu uma mensagem de um aluno da sua escola a convidando para ir à casa de um amigo.

Ao chegar ao prédio, em 31 de janeiro, o adolescente insinuou que fariam “algo diferente”, o que foi prontamente recusado por ela.

No interior do apartamento, a vítima foi conduzida a um quarto, onde ficou trancada com outros três rapazes que insistiam para ela manter relações com eles.

Com a negativa, os adolescentes passaram a despir-se e a praticar atos l1bidinosos mediante v1olência física e psicológica contra ela. A adolescente afirmou que foi segurada pelos cabelos, agred1da com um chute na região abdominal e impedida de deixar o quarto. Também afirmou que o adolescente perguntou se a mãe dela a via sem roupa – por causa das marcas em diferentes regiões do corpo, além de s4ngramentos.

Segundo o delegado Ângelo Lajes, o caso foi uma “emboscada planejada”. A vítima teria sido atraída pelo ex-namorado, colega de escola, sob o pretexto de um encontro.

Metrópoles

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OPERAÇÃO AMICIS: MPRN denuncia 16 pessoas por crimes financeiros milionários no RN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ofereceu denúncia contra 16 pessoas envolvidas em um esquema sistemático de fraudes financeiras desmanteladas pela operação Amicis, deflagrada pela Polícia Civil no ano passado. A investigação apura uma vasta rede de crimes contra a fé pública e contra o patrimônio.

O volume de crimes imputados à cúpula da associação criminosa é grande. Os líderes centrais, João Eduardo Costa de Souza, conhecido como “Duda”, e a mulher dele, Layana Soares da Costa, responderam individualmente por 65 crimes de falsidade ideológica e 17 crimes de estelionato. Além desses, ambos são acusados ​​de liderar a associação criminosa, coordenando a criação de bolsas de empresas de fachada para ocultar patrimônio e aprender credores.

O contador José Ildo Pereira Leonardo é considerado peça técnica indispensável para a manutenção do esquema. Ele foi denunciado por 42 crimes de falsidade ideológica, além de associação criminosa. Segundo as investigações, José Ildo utilizou sua prerrogativa profissional para forjar documentos societários, inserir dados falsos em sistemas públicos e fabricar lançamentos milionários inexistentes para induzir instituições financeiras a erros.

Os prejuízos financeiros causados ​​pelo grupo ultrapassaram a marca de R$ 3,8 milhões em valores consolidados e atualizados. As vítimas principais são grandes instituições bancárias, como o Banco do Brasil, Banco Bradesco e Banco do Nordeste, além de administradoras de consórcios como a Porto Seguro. O esquema focava na concessão de empréstimos vultuosos e no financiamento de veículos pesados ​​e de luxo que jamais foram quitados.

O modus operandi do grupo de violência foi dividido em fases cíclicas. A primeira etapa consistia na falsidade ideológica, com a criação de empresas “fantasmas” em nome de laranjas e com endereços fictícios. Uma vez que a empresa possuía uma aparência de solidez, o grupo partia para a fase do estelionato, contratando créditos e consórcios. Após a liberação dos valores ou bens, os pagamentos foram interrompidos e os lucros desviados.

Marcelo Spyrides Cunha também ocupa posição de destaque na denúncia como colider da associação criminosa. As provas telemáticas revelaram que ele atuou em estreita colaboração com Layana e João Eduardo, operando como um dos operadores financeiros estratégicos para a circulação de valores ilícitos através de talões de cheques e transferências de empresas de fachada.

O núcleo de interpostas pessoas, os chamados “laranjas”, era composto por indivíduos como Francisca Marília, Francisca Sulmara e Alessandro Nicolau. Estes Réus responderam por diversos crimes de falsidade ideológica e estelionato por terem cedido seus nomes e CPFs para a abertura de empresas e para a aquisição de bens. Em muitos casos, eram pessoas de baixa renda que receberam promessas de recompensa por participarem da fraude.

Devido à extrema complexidade do caso e ao elevado número de réus, o MPRN exigiu a separação do feito em quatro ações penais distintas. Esta medida visa garantir a celeridade processual e a eficiência da justiça, dividindo o processo pelos núcleos identificados: o Núcleo dos Líderes, o Núcleo Amigo Colaborador, o Núcleo Fungível (laranjas) e o Núcleo Contábil.

O MPRN também solicita à Justiça o confisco por equivalência de bens e valores para garantir o ressarcimento das vítimas. Foram estipulados valores individuais de prejuízo com base no prejuízo direto causado por cada réu. Destacam-se as cifras de R$ 844.876,56 atribuídos a Joyce Karolyne e R$ 776.972,12 vinculados a Viviane Galvão, ambos utilizados para a aquisição fraudulenta de frotas de veículos.

Além dos crimes econômicos, dois denunciados enfrentam acusações de comunicação falsa de crime. Um homem e Joyce Karolyne de Moura Alexandrino registraram boletins de ocorrência simulando serem vítimas de uso indevido de dados quando as investigações avançaram. No entanto, uma análise de dados telemáticos provou que ambos eram colaboradores conscientes e ativos nas fraudes operadas pela cúpula.

A investigação demonstrou que o grupo não se limitava a crimes eventuais, mas operava um “estado de falsidade perene”. O uso de um “rodízio de CNPJs” permitia que, assim que uma empresa ficasse focada individualizada ou sob suspeitas, o grupo ativasse uma nova pessoa jurídica para dar continuidade aos golpes, mantendo o fluxo financeiro da rede de lojas explorada pelos líderes.

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Homem mata os dois filhos, publica declaração de amor e tira a própria vida após descobrir traição da esposa


O secretário de Governo de Itumbiara (GO), Thales Machado, de 40 anos, atirou contra os dois filhos dentro de casa e, em seguida, tirou a própria vida. O caso ocorreu na noite de quarta-feira (11) e é investigado pela Polícia Civil como homicídio consumado e homicídio tentado, seguidos de autoextermínio. Não há indícios de participação de terceiros.

O filho mais velho, de 12 anos, foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho, mas morreu pouco depois de dar entrada na unidade. O caçula, de 8 anos, chegou a ser operado e internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara, mas não resistiu e morreu na manhã desta quinta-feira (12), conforme familiares.

Thales era genro do prefeito Dione Araújo. Horas antes da tragédia, publicou nas redes sociais um vídeo ao lado dos filhos, com a mensagem: “Que Deus abençoe sempre meus filhos, papai ama muito”. Ele também deixou uma carta de despedida, posteriormente apagada, na qual mencionava problemas no casamento, afirmava estar emocionalmente abalado, pedia perdão à família e fazia referências religiosas.

O inquérito foi instaurado e é conduzido pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Itumbiara, que realiza oitivas e perícias sob sigilo.

96FM

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PF estoura esquema de R$ 244 milhões e cumpre 16 buscas e 2 prisões no RN

Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (5), a Operação Pleonexia II, desdobramento direto da primeira fase da investigação que apura crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. A nova ofensiva teve como foco o RN, com cumprimento de mandados em Natal, além de ações em outros estados. Segundo a corporação, foram cumpridos nesta manhã 16 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão

A Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e valores que somam cerca de R$ 244 milhões. As ordens foram expedidas pela 14ª Vara Federal do RN e também foram executadas em endereços localizados em São Paulo (SP) e São Leopoldo (RS).

Segundo a Polícia Federal, a segunda fase da operação avançou sobre a estrutura financeira da organização criminosa, identificando novos integrantes que atuavam diretamente na ocultação e na dissimulação do dinheiro obtido de forma ilegal. O esquema usava empresas e contratos simulados para esconder o patrimônio e recolocar os valores no mercado formal.

Durante as diligências, foram apreendidos veículos, aparelhos eletrônicos, documentos e anotações. Todo o material passará por análise para aprofundar as investigações, identificar outros beneficiários do esquema e buscar o ressarcimento das vítimas lesadas.


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Deputado do PT é preso suspeito de passar pênis em mulher no aeroporto

O suplente de deputado estadual Pedro Lobo (PT) foi detido nesta segunda-feira (2/2) após ser acusado de importunação sexual no Aeroporto de Juazeiro do Norte, no interior do Ceará. A ocorrência foi registrada pela Polícia Federal, responsável pelo atendimento no local.

A denúncia partiu de uma mulher de 33 anos, que relatou que o parlamentar esfregou as partes íntimas nela durante o desembarque de um voo. A vítima procurou os policiais ainda dentro do aeroporto e formalizou a acusação.
O suplente de deputado e a mulher foram encaminhados à sede da Polícia Federal na manhã desta segunda-feira, onde prestaram depoimento. O caso foi registrado e segue sob apuração.

Dois dias antes da ocorrência, Pedro Lobo havia publicado em redes sociais que encerrava uma viagem internacional.

Metrópoles

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Prefeito de Ielmo Marinho é preso sob acusação de liderar facção criminosa


A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, na manhã desta quarta-feira (28), a Operação Securitas, que resultou na prisão em flagrante do prefeito Fernando Batista Damasceno, de Ielmo Marinho, município da Grande Natal. A ação investiga a atuação de uma organização criminosa com ramificações políticas e envolvimento de integrantes das forças de segurança, com diligências realizadas em Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim.

De acordo com as investigações, iniciadas em 2023, o grupo seria estruturado para intimidar adversários políticos e cometer outros crimes, contando com um núcleo armado e influência político-administrativa. O prefeito é apontado como líder da organização, que também teria entre seus integrantes ocupantes de mandato legislativo e um policial militar.

O caso ganhou força após uma ocorrência registrada na Câmara Municipal de Ielmo Marinho, onde homens armados estariam atuando como segurança privada de um parlamentar, supostamente para intimidar opositores. Na ocasião, a polícia apreendeu armas, munições — inclusive de calibres restritos — e outros materiais, reforçando a suspeita de atuação criminosa organizada.

Durante o cumprimento dos mandados judiciais, o prefeito foi preso em flagrante por embaraço à investigação, após tentar ocultar provas ao arremessar dinheiro e um aparelho celular para fora de sua residência. A operação contou com a atuação conjunta do Ministério Público do RN e o apoio da Polícia Militar, e tem como foco aprofundar a apuração de crimes como porte ilegal de arma, milícia privada e organização criminosa.

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Homem é preso vendendo drogas em estacionamento de supermercado na zona Norte de Natal

Polícias militares do Comando de Policiamento da Capital (CPC), por meio da 1ª Companhia do 4º BPM, prenderam um homem de 26 anos por tráfico de drogas no estacionamento de um supermercado localizado na Avenida Doutor João Medeiros Filho, na Zona Norte de Natal, na terça-feira (28).
A equipe realizava patrulhamento quando recebeu denúncia anônima informando que um indivíduo estaria comercializando entorpecentes no local. De imediato, os policiais se deslocaram até o endereço indicado, onde visualizaram um suspeito com as características repassadas, sentado em uma motocicleta Yamaha/MT-03.
Durante a abordagem e busca pessoal, foram encontrados no interior da mochila do suspeito os seguintes materiais:
* Dois aparelhos celulares
* Um notebook
* Uma porção de substância esverdeada, análoga à maconha
* Um pacote contendo pó branco, semelhante à cocaína
* quatro envelopes tipo zip-lock com substância em cristais de coloração marrom, não identificada
* Um frasco de clonazepam (20 ml)
* Um frasco de óleo essencial
* Uma substância análoga a LSD
O suspeito informou que teria recebido o material no bairro de Mãe Luiza e que realizaria um “repasse” no local da abordagem.
Diante dos fatos, o homem e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Plantão para os procedimentos cabíveis.

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PM prende homem e apreende mais de 90 kg de drogas na zona Norte de Natal

Um homem de 24 anos foi preso por policiais militares da Força Tática do 4º Batalhão da Polícia Militar na noite desta terça-feira (30), na zona Norte de Natal, em posse de uma expressiva quantidade de entorpecentes. Ao todo, foram apreendidos mais de 90 quilos de drogas.

A equipe realizava patrulhamento na Avenida das Fronteiras quando visualizou o suspeito e realizou a abordagem. Durante a ação, os policiais encontraram com o indivíduo cerca de meio quilo de substância análoga à maconha.

Dando sequência à ocorrência, os policiais militares se deslocaram até um endereço localizado na rua Ajax de Ribamar Dantas, no bairro Dix-Sept Rosado, na Zona Oeste da capital potiguar.

No local, os agentes apreenderam o restante do material ilícito, além de balanças de precisão e itens utilizados para o preparo e a embalagem dos entorpecentes.

O suspeito e todo o material apreendido foram conduzidos à delegacia de plantão para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.

Veja a relação do material apreendido:

  • Diversos tabletes de erva esverdeada prensada, totalizando pouco mais de 90 quilos de substância análoga à maconha.
  • Uma porção de pó branco, supostamente cocaína, com aproximadamente 500 gramas.
  • Balanças de precisão e materiais utilizados para o preparo e a embalagem dos entorpecentes.

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