Neymar extrapola o campo e participa até de decisões sobre hotel no Santos

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(UOL/FOLHAPRESS) - O Santos tem utilizado Neymar como capitão dentro e fora dos gramados. Além da braçadeira em jogos, o atacante também tem participado de decisões internas.

Neymar não é capitão apenas por referência técnica, mas também está com esse papel no dia a dia do time.

O ídolo extrapolou as quatro linhas e está sendo consultado por questões internas de logística e hotéis.

Ele tem participado diretamente das hospedagens e até sobre o isolamento de andares para trazer mais conforto e privacidade ao time.

No dia a dia, o atacante tem auxiliado os mais jovens, feito cobranças e falado diariamente com os membros do departamento de futebol por melhorias necessárias.

No CT Rei Pelé, por exemplo, ele já reforçou a modernização nos dormitórios, além de questões estruturais em outros cômodos. Ele também participa no debate sobre a chegada de reforços com indicações e opiniões.

Após o jogo contra o Novorizontino, o capitão assumiu a palavra, admitiu que não fez um bom jogo e considerou quarta, contra o Corinthians, a chance de todos "mudarem tudo". Uma vitória no clássico seria a mudança de chave para o elenco engatar no Campeonato Paulista.

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Ayrton Lucas terá chance nos clássicos para reconquistar torcida do Flamengo

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - A lesão de Alex Sandro dará uma responsabilidade extra ao lateral-esquerdo Ayrton Lucas. Em baixa desde o ano passado, o jogador pode aproveitar a oportunidade pelo menos pelos próximos jogos para reconquistar a torcida e dar um recado ao técnico Filipe Luís nesse período importante de testes do elenco.

Alex Sandro deve ficar fora entre duas e três semanas. O Flamengo enfrenta o Botafogo na quarta, o Vasco sábado e o Maricá no fim de semana seguinte. Depois, terá a fase final do Campeonato Carioca.

Ayrton perdeu a vaga logo que o lateral mais experiente chegou ao Fla. Com Filipe Luís não houve nem disputa e o mais jovem só ganhou chances quando o experiente não estava à disposição. Em 2025, isso se manteve. Ele entrou em campo quatro vezes, sendo titular em duas e saindo do banco outras duas.

Fato é que Filipe Luís não vai forçar o elenco mesmo tendo todos à disposição. Assim como aconteceu na última temporada, o treinador deve fazer um controle de carga com Alex Sandro para tê-lo nas partidas mais decisivas. Ayrton precisa responder para ganhar esse tipo de oportunidade com mais frequência.

Ayrton Lucas foi pupilo e roubou a posição de Filipe Luís nos tempos de jogador. O lateral chegou bem ao Flamengo e o atual treinador acabou perdendo a titularidade por causa dos problemas físicos. Os dois conversavam muito quando o ex-Fluminense desembarcou no Ninho.

O principal motivo da escolha de Filipe Luís é o momento. O treinador entende que Ayrton não está bem desde o ano passado, sem confiança. Por outro lado, Alex Sandro chegou em boa forma ao Fla e logo despontou como favorito.

No ano passado, Filipe saiu em defesa de Ayrton Lucas. O jogador foi vaiado pela torcida no Maracanã e o treinador criticou a atitude. "Elogio o Ayrton hoje de novo. Fez um grande jogo, errou alguns passes, é normal, tomou algumas decisões erradas com a bola, normal também. O que me incomoda é que temos um jogador que tem um futuro tremendo, é um patrimônio do clube, e nossa torcida coloca em xeque um patrimônio nosso. Um jogador que nos ajudou a dar uma Libertadores, foi crucial quando me machuquei. A única coisa é: apoiem o Ayrton Lucas. Com a confiança da torcida, ele vai ser cada vez melhor. Quando ele erra, vem esse barulho da torcida e isso incomoda", disse Filipe em outubro de 2024.

Ayrton Lucas também sentirá a pressão na disputa entre os três laterais-esquerdos. Alex Sandro chegou após a lesão de Matias Viña, mas o uruguaio, uma das contratações mais caras do ano passado, retorna no segundo semestre. Com três no setor, o Flamengo deve precisar se desfazer de um deles na reta final da temporada.

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Ayrton Lucas terá chance nos clássicos para reconquistar torcida do Flamengo

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - A lesão de Alex Sandro dará uma responsabilidade extra ao lateral-esquerdo Ayrton Lucas. Em baixa desde o ano passado, o jogador pode aproveitar a oportunidade pelo menos pelos próximos jogos para reconquistar a torcida e dar um recado ao técnico Filipe Luís nesse período importante de testes do elenco.

Alex Sandro deve ficar fora entre duas e três semanas. O Flamengo enfrenta o Botafogo na quarta, o Vasco sábado e o Maricá no fim de semana seguinte. Depois, terá a fase final do Campeonato Carioca.

Ayrton perdeu a vaga logo que o lateral mais experiente chegou ao Fla. Com Filipe Luís não houve nem disputa e o mais jovem só ganhou chances quando o experiente não estava à disposição. Em 2025, isso se manteve. Ele entrou em campo quatro vezes, sendo titular em duas e saindo do banco outras duas.

Fato é que Filipe Luís não vai forçar o elenco mesmo tendo todos à disposição. Assim como aconteceu na última temporada, o treinador deve fazer um controle de carga com Alex Sandro para tê-lo nas partidas mais decisivas. Ayrton precisa responder para ganhar esse tipo de oportunidade com mais frequência.

Ayrton Lucas foi pupilo e roubou a posição de Filipe Luís nos tempos de jogador. O lateral chegou bem ao Flamengo e o atual treinador acabou perdendo a titularidade por causa dos problemas físicos. Os dois conversavam muito quando o ex-Fluminense desembarcou no Ninho.

O principal motivo da escolha de Filipe Luís é o momento. O treinador entende que Ayrton não está bem desde o ano passado, sem confiança. Por outro lado, Alex Sandro chegou em boa forma ao Fla e logo despontou como favorito.

No ano passado, Filipe saiu em defesa de Ayrton Lucas. O jogador foi vaiado pela torcida no Maracanã e o treinador criticou a atitude. "Elogio o Ayrton hoje de novo. Fez um grande jogo, errou alguns passes, é normal, tomou algumas decisões erradas com a bola, normal também. O que me incomoda é que temos um jogador que tem um futuro tremendo, é um patrimônio do clube, e nossa torcida coloca em xeque um patrimônio nosso. Um jogador que nos ajudou a dar uma Libertadores, foi crucial quando me machuquei. A única coisa é: apoiem o Ayrton Lucas. Com a confiança da torcida, ele vai ser cada vez melhor. Quando ele erra, vem esse barulho da torcida e isso incomoda", disse Filipe em outubro de 2024.

Ayrton Lucas também sentirá a pressão na disputa entre os três laterais-esquerdos. Alex Sandro chegou após a lesão de Matias Viña, mas o uruguaio, uma das contratações mais caras do ano passado, retorna no segundo semestre. Com três no setor, o Flamengo deve precisar se desfazer de um deles na reta final da temporada.

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Medidas de prevenção fracassam, e futebol vê violência recrudescer

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No dia 1º de fevereiro, o Recife teve vários conflitos entre torcedores de Santa Cruz e Sport, com um estupro documentado em vídeo. Uma semana depois, no último sábado (8), 115 pessoas foram presas em Fortaleza por brigas entre apoiadores do Fortaleza e do Ceará. No domingo (9), foi a vez de cruzeirenses e atleticanos se digladiarem em Belo Horizonte.

Há muito em comum entre os três episódios, com guerras registradas antes de um clássico em cada um deles. Também em cada um deles houve um anúncio de um plano de segurança que viria a fracassar, com imagens chocantes, todas fora do estádio.

O caso do Recife chamou a atenção, além das cenas perturbadoras, pelo fato de o poder público ter ciência prévia de que os grupos rivais estavam marcando confrontos pelas redes sociais. A SDS-PE (Secretaria de Defesa Social de Pernambuco) foi alertada, em documento que listava até onde as organizadas Explosão Coral, do Santa Cruz, e Jovem do Leão, do Sport, viriam a se enfrentar.

"Apesar de todo o planejamento e da tentativa de antecipar possíveis crises, os fatos que ocorreram [...] fugiram do padrão esperado, exigindo uma resposta rápida e firme das forças de segurança. O efetivo atuou para evitar mortes e minimizar danos às pessoas e ao patrimônio, dispersando os grupos envolvidos e controlando os confrontos da maneira mais ágil possível", justificou a SDS-PE.

Houve 13 prisões em flagrante, convertidas em preventivas, e também 13 homens encaminhados ao Hospital da Restauração. Doze receberam alta, e o presidente da Jovem do Leão, João Victor Soares, foi transferido. Por questões de segurança, não há divulgação de seu estado nem de onde está, sob custódia policial.

Já no Ceará, a SSPDS (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social) anunciou com algum estardalhaço o "Plano de Segurança para o primeiro Clássico-Rei de 2025". "Ao todo, 613 agentes de Segurança Pública estarão empregados para a partida, atuando dentro e fora da Arena Castelão."

Dentro, foi uma beleza.

O jornal O Povo relatou até "o clima familiar nas arquibancadas", nas quais estavam vetados uniformes e faixas de torcidas organizadas.

Fora, não foi uma beleza.

Diversos pontos de Fortaleza tiveram conflitos, o maior deles no bairro Canindezinho. Segundo a Secretaria de Segurança, mais de cem pessoas foram conduzidas a diferentes delegacias -82 tiveram a prisão decretada no domingo.

Nessas situações -exatamente como ocorreu em Pernambuco, na semana passada-, surge com frequência a pretensa solução da torcida única.

Porém era única a torcida presente no Mineirão no último domingo, para o jogo entre Cruzeiro e Atlético, com a arquibancada toda azul. Isso não impediu cruzeirenses e atleticanos de batalhar nas ruas de Belo Horizonte.

O conflito teve cenas semelhantes às anteriores, com o uso de pedras, paus e rojões. Em mais uma imagem chocante, um torcedor estava caído, aos pés de um agente da Guarda Municipal, desacordado.

Fogos de artifício, barras de ferro, um soco inglês e uma bomba caseira foram apreendidos. Foi mais uma jornada que forneceu argumentos àqueles que esbravejam contra a adoção da torcida única -levantamento feito pela Folha de S.Paulo, em 2022, mostrou que é, no mínimo, contestável a eficácia de medida.

Há duas semanas, no dia de mais um clássico de torcida única, torcedores de São Paulo e Corinthians se enfrentaram em São Paulo. O confronto se deu a 14 quilômetros do estádio do Morumbi e cinco horas antes da partida.

Abundam episódios de violência. As medidas de prevenção têm se mostrado sistematicamente ineficientes para combater o problema.

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CBF discute fim do segredo da pré-lista da convocação da seleção

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - A CBF discute internamente uma novidade na convocação da seleção: acabar com o segredo das pré-listas do técnico Dorival Júnior e fazer a divulgação dos jogadores pré-convocados.

No que depender do presidente Ednaldo Rodrigues, isso já vai valer na convocação da próxima Data Fifa. Mas o assunto não está completamente debatido na entidade.

Da parte de Ednaldo, a visão é que a divulgação da pré-lista acabaria com o vazamento seletivo de jogadores, que acontece quando a CBF envia a relação aos clubes.

Nesses casos, a entidade perde o controle dos nomes que saem na imprensa. Geralmente, não são todos os listados. E aí, surge uma visão parcial das seleções de Dorival. Pelo menos até ele anunciar a convocação definitiva.

Mas o martelo sobre a divulgação da pré-lista ainda não é considerado batido na diretoria de seleções.

Existe o contraponto de que soltar a lista antes acaba gerando uma discussão antecipada em relação às opções de Dorival. O tema seleção ficaria estendido no debate público por pelo menos uma semana antes da convocação final.

O planejamento de Dorival no momento é enviar a pré-lista para os clubes em 28 de fevereiro.

O Brasil enfrenta a Colômbia no dia 20 de março. A data Fifa começa na segunda-feira anterior, no dia 17.

Para fechar a próxima pré-lista, Dorival e a comissão técnica vão analisar in loco treinos e jogos de selecionáveis que atuam no futebol europeu. O fim da expedição é dia 24.

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A mineira batizada 'para vencer' que fez dobradinha no Aberto da Austrália

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - Quando Solange Dias deu à luz, ouviu dos médicos que a filha recém-nascida poderia ter pouco tempo de vida. A mãe, que até então não sabia o sexo da criança, decidiu, naquele momento, batizá-la de Vitória e acreditar que tal projeção não se confirmaria.

Aos 17 anos, a mineira de Belo Horizonte conquistou dois troféus no Aberto da Austrália de cadeira de rodas, na categoria júnior, e desponta como uma das promessas do tênis paralímpico brasileiro.

Ela nasceu de seis meses -a bolsa da mãe havia estourado quando a gestação tinha apenas quatro-, e ficou quase um ano em uma incubadora. Ela, posteriormente, foi diagnosticada com artrogripose congênita, e tem apenas 10% da força nas pernas.

Atual líder do ranking mundial Júnior, ela conquistou o ouro na chave individual e de duplas em Melbourne, se tornando um dos destaques do Grand Slam realizado no mês passado.

Irmã caçula em uma família de cinco filhos -ela tem quatro irmãos mais velhos-, a atleta conta que viveu uma "montanha-russa" na Austrália: ela imaginou que estava eliminada após a derrota na rodada inicial.

Na decisão, a tenista bateu a norte-americana Sabina Czauz por 2 sets a 1, de virada, após superar um 6/0, "pneu" no jargão do tênis, no primeiro set. "Tiveram altos e baixos na final [individual], de psicológico também. Eu iniciei tomando 6/0, e acho que o que fez a diferença ali foi o incentivo do Léo, que me puxou o tempo todo. No terceiro set, tinha certeza que aquele jogo seria meu".

No dia anterior, a brasileira tinha chegado ao topo do pódio nas duplas, em parceria com a belga Luna Gryp. "Jogamos esse jogo felizes, leves. Até ali, eu só pensava que não podia fazer igual ao primeiro jogo [quando perdeu], e estava colocando uma pressão grande. Esse jogo em dupla serviu para quebrar esse pensamento e dar mais confiança".

Desde cedo, Vitória fez acompanhamento na Associação Mineira de Reabilitação (AMR) e teve contato com modalidades esportivas. O tênis entrou na vida dela aos 9 anos.

A mineira treinou por dois anos, em um ritmo quase que "por brincadeira", como classificou, mas decidiu parar e nem ela sabe ao certo o motivo. Em 2021, novamente na AMR, levantou 65 kg em um exercício e foi questionada sobre prática esportiva. Respondeu que já havia feito tênis e gostaria de retornar. "Ligaram para o Léo e disseram que tinha uma ovelha dele desgarrada que queria voltar".

Vitória voltou ao tênis e, certa vez, batendo bola com a então líder do ranking brasileiro adulto, ouviu que teria de treinar muito para atingir o nível da adversária. Respondeu, porém, que queria "ser melhor". "O Léo foi ouvir e falou: 'então, temos de tomar um rumo diferente'. Foi quando comecei a ter uma dedicação maior ao tênis e vi que era o que eu gostava de fazer, queria seguir carreira".

Em 2023, aos 15 anos, Vitória foi duas vezes campeã no Parapan de Jovens, em Bogotá. Ela conquistou o ouro na chave simples e nas duplas mistas, ao lado de Luiz Calixto. Em Melbourne, a mineira repetiu um feito da tocantinense Jade Lanai, também campeã na chave de simples e de duplas femininas em um Grand Slam - em 2022, no US Open.

Vitória cursa o terceiro ano do ensino médio e quer entrar para a faculdade de psicologia para trabalhar na área esportiva, mas ainda não sabe se será um plano para curto prazo. "Não tenho certeza se eu vou fazer já esse ano porque dependo nosso planejamento da temporada, mas é um objetivo".

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Ayrton Lucas terá chance nos clássicos para reconquistar torcida do Flamengo

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RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - A lesão de Alex Sandro dará uma responsabilidade extra ao lateral-esquerdo Ayrton Lucas. Em baixa desde o ano passado, o jogador pode aproveitar a oportunidade pelo menos pelos próximos jogos para reconquistar a torcida e dar um recado ao técnico Filipe Luís nesse período importante de testes do elenco.

Alex Sandro deve ficar fora entre duas e três semanas. O Flamengo enfrenta o Botafogo na quarta, o Vasco sábado e o Maricá no fim de semana seguinte. Depois, terá a fase final do Campeonato Carioca.

Ayrton perdeu a vaga logo que o lateral mais experiente chegou ao Fla. Com Filipe Luís não houve nem disputa e o mais jovem só ganhou chances quando o experiente não estava à disposição. Em 2025, isso se manteve. Ele entrou em campo quatro vezes, sendo titular em duas e saindo do banco outras duas.

Fato é que Filipe Luís não vai forçar o elenco mesmo tendo todos à disposição. Assim como aconteceu na última temporada, o treinador deve fazer um controle de carga com Alex Sandro para tê-lo nas partidas mais decisivas. Ayrton precisa responder para ganhar esse tipo de oportunidade com mais frequência.

Ayrton Lucas foi pupilo e roubou a posição de Filipe Luís nos tempos de jogador. O lateral chegou bem ao Flamengo e o atual treinador acabou perdendo a titularidade por causa dos problemas físicos. Os dois conversavam muito quando o ex-Fluminense desembarcou no Ninho.

O principal motivo da escolha de Filipe Luís é o momento. O treinador entende que Ayrton não está bem desde o ano passado, sem confiança. Por outro lado, Alex Sandro chegou em boa forma ao Fla e logo despontou como favorito.

No ano passado, Filipe saiu em defesa de Ayrton Lucas. O jogador foi vaiado pela torcida no Maracanã e o treinador criticou a atitude. "Elogio o Ayrton hoje de novo. Fez um grande jogo, errou alguns passes, é normal, tomou algumas decisões erradas com a bola, normal também. O que me incomoda é que temos um jogador que tem um futuro tremendo, é um patrimônio do clube, e nossa torcida coloca em xeque um patrimônio nosso. Um jogador que nos ajudou a dar uma Libertadores, foi crucial quando me machuquei. A única coisa é: apoiem o Ayrton Lucas. Com a confiança da torcida, ele vai ser cada vez melhor. Quando ele erra, vem esse barulho da torcida e isso incomoda", disse Filipe em outubro de 2024.

Ayrton Lucas também sentirá a pressão na disputa entre os três laterais-esquerdos. Alex Sandro chegou após a lesão de Matias Viña, mas o uruguaio, uma das contratações mais caras do ano passado, retorna no segundo semestre. Com três no setor, o Flamengo deve precisar se desfazer de um deles na reta final da temporada.

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Neymar perdeu 40 bolas e acertou o gol apenas uma vez em 120 minutos

Neymar no Santos

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Neymar não teve os dois primeiros jogos dos sonhos em seu retorno ao Santos, registrando números discretos nos tropeços da equipe da Baixada Santista diante de Botafogo-SP e Novorizontino.

Neymar só deu um chute a gol nas duas partidas combinadas. Foram sete finalizações contra o time de Ribeirão Preto, com uma na direção da meta defendida por João Carlos, que evitou o que seria um golaço na estreia do astro. Já diante do Novorizontino, Neymar só arriscou um chute, que foi para fora.

Ele sofreu nove faltas, perdeu a bola 40 vezes e acertou apenas três de 14 dribles tentados até agora, de acordo com dados do Sofascore. Ao todo, ele deu 119 toques na bola e deu um passe decisivo, completou 46 dos 57 passes tentados e criou uma chance, que foi desperdiçada por companheiro.

O camisa 10 do Peixe já atuou por cerca de 120 minutos. Ele entrou depois do intervalo no primeiro jogo e começou o segundo como titular, atuando por cerca de 75 minutos. Neymar acabou se destacando individualmente mais na estreia, apesar de ter estado em campo por menos tempo, sendo avaliado com nota 7,4 pela plataforma especializada -diante dos 6,0 que recebeu no segundo jogo.

Neymar e o Santos voltam a campo na quarta (12) para enfrentar o Corinthians, na Neo Química Arena, pela 9 rodada do Paulistão. Será o primeiro clássico do jogador desde sua repatriação pelo time da Vila Belmiro, que reencontrará o amigo Memphis Depay.

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Mercedes pós-Hamilton tem Russell pronto para liderar e cautela com novato

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LONDRES, REINO UNIDO (UOL/FOLHAPRESS) - Se a notícia de que Lewis Hamilton estaria deixando a Mercedes abalou o mundo da F1 há 12 meses, dá para imaginar o que o fim da parceria mais vitoriosa da história da categoria causou lá dentro da equipe, que já vivia um período difícil, sofrendo para se encontrar no regulamento que estreou em 2022 e fez com que o time que conquistou oito títulos de construtores seguidos passasse a lutar por vitórias esporádicas.

Não era só uma questão de substituir o heptacampeão. Isso, na verdade, já tinha sido feito, embora a estreia de Andrea Kimi Antonelli esteja acontecendo um ano antes do que o chefe Toto Wolff esperava. Mas de dar uma nova cara, comercialmente também, para a equipe.

No lançamento da primeira grande parceria anunciada após a saída de Hamilton, com a Adidas, deu para perceber que não foi só Hamilton que se deu tempo para planejar como seria seu novo capítulo, agora na Ferrari: Wolff revelou que as conversas começaram em uma feira esportiva, justamente há 12 meses.

"Quando Lewis ficou sabendo, ele não podia acreditar", disse Wolff, que contou ter recebido de seu agora ex-piloto um emoji com cara de choro e outro sorrindo. Ainda é impossível para a Mercedes não sentir a presença do piloto mais vencedor da história da F1. "Eu estava pensando nele algumas vezes hoje porque fizemos isso tantas vezes, e sempre era empolgante. E ele teria adorado esse evento em particular", disse o austríaco ao UOL Esporte. "É diferente, mas agora é hora de ir para a pista e ele está na Ferrari."

Este é um momento que George Russell estava esperando faz tempo. Ele demonstrou sentir que ficou por tempo demais na Williams (três anos) e passou outros três como companheiro de Hamilton. Agora, com um companheiro de apenas 18 anos de idade, vai usar tudo o que aprendeu para liderar a reconstrução da equipe.

"Ainda tenho 26 anos, sinto que sou jovem e faminto, mas este é meu sétimo ano na F1, sinto-me pronto para lutar, e acho que sei o que preciso fazer para tirar o máximo de mim mesmo, e também da equipe. Estou empolgado para ver o que dá para fazer."

Russell acha que a equipe aprendeu com o 'chacoalhão' que levou nos últimos anos. "Quando você está vencendo, às vezes é difícil mudar a maneira de fazer as coisas. Mas os outros seguem inovando e mudando a maneira como trabalham, e claramente o que estávamos fazendo não estava funcionando. Reconhecemos isso e estamos mudando a equipe e a estrutura, sinto que agora é a hora da virada."

A Mercedes vai mesmo precisar de liderança e consistência vinda de Russell, pois foi obrigada, com a saída antecipada de Hamilton, a promover Andrea Kimi Antonelli um ano antes do previsto. O plano original já era bastante ousado: Antonelli faria a F2 em 2024, e teria a opção de um segundo ano na categoria ou uma vaga em uma equipe menor na F1 em 2025, para estrear na Mercedes só em 2026. Agora, o italiano de 18 anos e que há pouco mais de um ano estava pilotando na Fórmula Regional, o que pode ser considerado três categorias abaixo da F1, estará sob os holofotes.

Antonelli mal pode esperar pelos testes no final de fevereiro e a estreia na Austrália. Há muita expectativa em cima dele desde o kart, e há tempos não se via um piloto chegar na Fórmula 1 com tantos quilômetros de testes. "Sinto que sei todos os procedimentos, mas um fim de semana de corrida é diferente, então é claro que quero ir para a pista e ver o que posso fazer."

E esse será apenas o primeiro desafio, a julgar pela experiência de seu companheiro Russell. "Meu conselho para ele queria para ele curtir, porque é um momento especial. Eu diria que o maior desafio foi controlar minha energia ao longo da temporada. Eu estava faminto e motivado, queria fazer mais a mais, e quando cheguei no meio da temporada, estava destruído."

Não é só Antonelli que corre o risco de se ver sem energias para lutar ao longo de 2025. Especialmente com uma grande mudança de regulamento chegando em 2026 - e a expectativa de que os alemães, como fizeram em 2014, podem ter vantagem com o novo motor - não é à toa que a próxima temporada foi citada por várias vezes no evento da Adidas por todo mundo na Mercedes.

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Medidas de prevenção fracassam, e futebol vê violência recrudescer

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No dia 1º de fevereiro, o Recife teve vários conflitos entre torcedores de Santa Cruz e Sport, com um estupro documentado em vídeo. Uma semana depois, no último sábado (8), 115 pessoas foram presas em Fortaleza por brigas entre apoiadores do Fortaleza e do Ceará. No domingo (9), foi a vez de cruzeirenses e atleticanos se digladiarem em Belo Horizonte.

Há muito em comum entre os três episódios, com guerras registradas antes de um clássico em cada um deles. Também em cada um deles houve um anúncio de um plano de segurança que viria a fracassar, com imagens chocantes, todas fora do estádio.

O caso do Recife chamou a atenção, além das cenas perturbadoras, pelo fato de o poder público ter ciência prévia de que os grupos rivais estavam marcando confrontos pelas redes sociais. A SDS-PE (Secretaria de Defesa Social de Pernambuco) foi alertada, em documento que listava até onde as organizadas Explosão Coral, do Santa Cruz, e Jovem do Leão, do Sport, viriam a se enfrentar.

"Apesar de todo o planejamento e da tentativa de antecipar possíveis crises, os fatos que ocorreram [...] fugiram do padrão esperado, exigindo uma resposta rápida e firme das forças de segurança. O efetivo atuou para evitar mortes e minimizar danos às pessoas e ao patrimônio, dispersando os grupos envolvidos e controlando os confrontos da maneira mais ágil possível", justificou a SDS-PE.

Houve 13 prisões em flagrante, convertidas em preventivas, e também 13 homens encaminhados ao Hospital da Restauração. Doze receberam alta, e o presidente da Jovem do Leão, João Victor Soares, foi transferido. Por questões de segurança, não há divulgação de seu estado nem de onde está, sob custódia policial.

Já no Ceará, a SSPDS (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social) anunciou com algum estardalhaço o "Plano de Segurança para o primeiro Clássico-Rei de 2025". "Ao todo, 613 agentes de Segurança Pública estarão empregados para a partida, atuando dentro e fora da Arena Castelão."

Dentro, foi uma beleza.

O jornal O Povo relatou até "o clima familiar nas arquibancadas", nas quais estavam vetados uniformes e faixas de torcidas organizadas.

Fora, não foi uma beleza.

Diversos pontos de Fortaleza tiveram conflitos, o maior deles no bairro Canindezinho. Segundo a Secretaria de Segurança, mais de cem pessoas foram conduzidas a diferentes delegacias -82 tiveram a prisão decretada no domingo.

Nessas situações -exatamente como ocorreu em Pernambuco, na semana passada-, surge com frequência a pretensa solução da torcida única.

Porém era única a torcida presente no Mineirão no último domingo, para o jogo entre Cruzeiro e Atlético, com a arquibancada toda azul. Isso não impediu cruzeirenses e atleticanos de batalhar nas ruas de Belo Horizonte.

O conflito teve cenas semelhantes às anteriores, com o uso de pedras, paus e rojões. Em mais uma imagem chocante, um torcedor estava caído, aos pés de um agente da Guarda Municipal, desacordado.

Fogos de artifício, barras de ferro, um soco inglês e uma bomba caseira foram apreendidos. Foi mais uma jornada que forneceu argumentos àqueles que esbravejam contra a adoção da torcida única -levantamento feito pela Folha de S.Paulo, em 2022, mostrou que é, no mínimo, contestável a eficácia de medida.

Há duas semanas, no dia de mais um clássico de torcida única, torcedores de São Paulo e Corinthians se enfrentaram em São Paulo. O confronto se deu a 14 quilômetros do estádio do Morumbi e cinco horas antes da partida.

Abundam episódios de violência. As medidas de prevenção têm se mostrado sistematicamente ineficientes para combater o problema.

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