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SINDIFERN REPROVA ATRASO DO GOVERNO NO PAGAMENTO DO 13 SALÁRIO

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado do Rio Grande do Norte – SINDIFERN manifesta publicamente sua reprovação ao atraso no pagamento do 13º salário de 2025 dos servidores aposentados e pensionistas do Estado, que foi publicamente prometido pelo Governo para o dia 9 de janeiro, mas que, até a presente data, permanece pendente.
O descumprimento do calendário anunciado tem causado inúmeros transtornos aos servidores aposentados e pensionistas que, legitimamente, planejaram compromissos financeiros contando com o recebimento da gratificação natalina, mas que seguem impedidos de honrá-los.
Causa ainda maior perplexidade o fato de que os servidores ativos já receberam integralmente o benefício, enquanto aposentados e pensionistas — reconhecidamente o elo mais vulnerável do serviço público — permanecem em situação de angústia e incerteza, sem qualquer informação clara sobre quando terão acesso a um direito que lhes é devido.
O SINDIFERN defende que o calendário de pagamentos seja único e igualitário, repudiando a discriminação entre ativos, inativos e pensionistas.
Tal diferenciação é ainda mais incompreensível quando praticada por uma gestão que se autodefine como um governo popular, comprometido com a justiça social e a valorização do serviço público.
Infelizmente, este episódio revive um passado recente de triste memória, marcado por atrasos salariais e insegurança financeira, que tanto sofrimento causou aos servidores públicos do Estado, e que a sociedade potiguar acreditava definitivamente superado.
Por oportuno, o SINDIFERN reafirma seu compromisso com o povo potiguar de atuar de forma firme e permanente no combate à sonegação fiscal, como instrumento essencial para o fortalecimento da arrecadação estadual.
Somente com um Fisco forte, estruturado e valorizado será possível assegurar ao Estado do Rio Grande do Norte os recursos necessários ao cumprimento de suas missões constitucionais, com investimentos em saúde, educação, segurança e infraestrutura, além do tratamento digno aos seus servidores públicos.
Um Fisco forte e eficiente é condição indispensável para um Estado forte, capaz de prover políticas públicas que atendam às necessidades da população e respeitem os direitos de seus servidores.
Natal/RN, 13 de fevereiro de 2026
DIRETORIA DO SINDIFERN
www.sindifern.org.br
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Rogério consegue liberar mais R$ 3,8 milhões para Estrada da Produção; total chega a R$ 9,5 milhões

A atuação do senador Rogério Marinho (PL) assegurou a liberação da última parcela de recursos federais destinados à pavimentação da RN-203, conhecida como Estrada da Produção, que interliga os municípios de Cerro Corá e São Tomé, no Seridó potiguar. O repasse totaliza R$ 3,83 milhões.
Com essa liberação, o volume total de investimentos viabilizados por emenda parlamentar de autoria do senador supera R$ 9,57 milhões já pagos à Secretaria de Infraestrutura do Estado para execução da obra, prevista no Orçamento Geral da União de 2023.
A pavimentação da RN-203 representa um avanço decisivo para a economia regional, ao reduzir custos logísticos, garantir maior eficiência no escoamento da produção agropecuária e facilitar o acesso de produtores aos mercados consumidores. A estrada é um eixo estratégico para a circulação de mercadorias, insumos e serviços, beneficiando diretamente agricultores, comerciantes e empreendedores locais.
Além de fortalecer a atividade produtiva, a melhoria da infraestrutura viária também contribui para a valorização das propriedades rurais, amplia a competitividade da produção local e dá mais segurança para a mobilidade da população.
Para Rogério Marinho, o investimento reafirma o compromisso do mandato com ações estruturantes capazes de promover desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte. Com os recursos integralmente liberados, a expectativa é de aceleração das obras, atendendo a uma demanda histórica da população de Cerro Corá, São Tomé e de toda a região do Seridó.
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Paulinho Freire fecha com Rogério,Styvenson e Álvaro
O prefeito de Natal, Paulinho Freire, foi claro e direto sobre o cenário político de 2026: reafirmou o alinhamento com a oposição ao PT e cravou que não haverá traição dentro do grupo que foi decisivo para sua eleição na capital. As declarações foram dadas nesta terça-feira (30), durante entrevista ao programa Meio Dia RN, da rádio 96 FM Natal, apresentado por BG.
Ao falar sobre as articulações para 2026, Paulinho fez questão de lembrar que sua eleição foi construída com apoios fundamentais dos senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB), além do ex-prefeito Álvaro Dias (Republicanos). “Quando eu fui candidato a prefeito, recebi apoios importantes na minha eleição, de Rogério, Styvenson e Álvaro. Nós formamos um grupo para a minha eleição”, disse.
O prefeito reconheceu que o cenário eleitoral pode não permitir que todos caminhem juntos, mas deixou claro que sua posição política tem um limite bem definido. “Se não sair unido, eu vou ter que me posicionar. E é claro: eu não posso ficar contra quem me ajudou. Isso é muito claro”.
Paulinho reforçou que a lealdade é um princípio que sempre guiou sua trajetória política e que seguirá sendo o eixo das decisões para 2026. “Eu sempre fiz política dessa maneira, com lealdade. Acho que hoje eu estou como prefeito por conta disso, porque consegui juntar um grupo e passar confiança de que não ia trair”.
União da oposição contra o PT
O prefeito também endossou a tese defendida pelo presidente estadual do União Brasil, ex-senador José Agripino Maia, de que a oposição precisa sair unida para enfrentar o PT na eleição de 2026. “Eu acredito que esse é o melhor caminho. É o que eu defendi durante todo o ano, em conversas muito transparentes com Rogério, com Álvaro e com Allyson Bezerra (prefeito de Mossoró)”.
Segundo Paulinho, a união foi determinante para o resultado eleitoral em Natal.“Isso foi um dos segredos da minha eleição aqui em Natal. A gente saiu unido e saiu com força”, ressaltou.
Sobre os critérios para a definição de uma candidatura única da oposição, o prefeito explicou que o debate envolve diferentes visões dentro do grupo.“Tem quem defenda pesquisas, tem quem defenda quem une mais, quem tem mais prefeitos. Isso vai ser conversado”.
Ele afirmou que o mês de janeiro será decisivo para essas articulações. “Nós vamos sentar, conversar durante todo o mês de janeiro para ver se a gente consegue sair numa convergência”. E deixou um alerta claro para o futuro da oposição no Estado: “Se não conseguir agora, que pelo menos esse grupo esteja unido num possível segundo turno, desde que eles não se enfrentem”.