Idoso de 78 anos morre após colisão com bicicleta na BR-110 no interior do RN

Um ciclista de 78 anos morreu após se envolver em um acidente de trânsito no km 82 da BR-110, em Upanema, na região Oeste do Rio Grande do Norte. A ocorrência foi registrada por volta das 5h desta terça-feira (10).

De acordo com as informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caso foi do tipo colisão com bicicleta e resultou na morte do idoso ainda no local. O veículo envolvido no atropelamento fugiu e, até o momento, não havia sido identificado.

Uma equipe da PRF foi acionada e esteve no local. Ainda não se sabe quais as circunstâncias da colisão. A identidade da vítima não foi divulgada até a última atualização desta reportagem.

Tribuna do Norte

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Moraes, Vorcaro e Andrei degustaram Macallan juntos em Londres

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes participou, em 25 de abril de 2024, de uma degustação do festejado whisky Macallan em Londres. Ao seu lado estava o empresário Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O encontro foi realizado no George Club, um clube privado que é alugado para essas ocasiões e está localizado na região de Mayfair, uma das áreas mais caras da capital britânica.

O evento tinha hora para começar e acabar. Durou duas horas. Além de degustar Macallan, os presentes podiam fumar charutos –oferecidos graciosamente a todos.

A degustação reuniu autoridades brasileiras que estavam na cidade para o 1º Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, evento realizado de 24 a 26 de abril de 2024 com patrocínio do Banco Master, instituição controlada por Vorcaro.

A degustação do whisky Macallan teve custo de US$ 640.831,88 (cerca de R$ 3,2 milhões no câmbio de abril de 2024), segundo documentos da organização do evento que integram o acervo encaminhado pela Polícia Federal à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O valor inclui a experiência de degustação do whisky Macallan, serviço gastronômico e de entretenimento no George Club.

Cerca de 40 pessoas participaram da degustação paga por Daniel Vorcaro. Entre outras, estas autoridades estiveram no evento:

Alexandre de Moraes – ministro do STF;
Andrei Rodrigues – diretor-geral da PF;
Benedito Gonçalves – ministro do STJ;
Ciro Soares – advogado de Daniel Vorcaro;
Daniel Vorcaro – fundador do Master, hoje preso;
Dias Toffoli – ministro do STF;
Hugo Motta – presidente da Câmara;
Paulo Gonet – procurador-geral da República;
Ricardo Lewandowski – então ministro da Justiça.
À época, Vorcaro se regozijou para a então namorada, Martha Graeff: “Todos os ministros do Brasil, do STF, STJ etc. E euzinho discursando”.

Ao final do evento, todos os convidados receberam uma garrafa de whisky Macallan como presente. Não dos mais caros, mas uma edição especial. Os preços desse whisky vão de aproximadamente R$ 1 mil para o envelhecido por 12 anos e podem chegar a mais de US$ 100 mil para a versão de 72 anos, conhecida como “Genesis Decanter”.

O encontro regado a whisky foi mencionado em sessão fechada do STF realizada em 12 de fevereiro de 2026, que resultou no afastamento de Dias Toffoli da relatoria do inquérito que investiga o Banco Master.

Na ocasião, os ministros avaliaram um relatório de cerca de 200 páginas preparado pelo diretor-geral da Polícia Federal que reunia informações para tentar afastar Dias Toffoli da relatoria do caso Master no STF. Um dos itens desse documento falava da proximidade de Toffoli com o fundador do banco e citava o evento em Londres.

Alexandre de Moraes argumentou que a presença de Toffoli e de demais autoridades no evento em Londres não representava impedimento para a atuação de nenhum deles na Corte. “Nesse encontro [em Londres], vários estávamos lá. Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan [o whisky escocês]”, disse. O local citado por Moraes é o George Club.

No dia seguinte à degustação de Macallan no George Club, as autoridades bancadas por Vorcaro em Londres foram a outro clube exclusivo, o Annabel’s. Fizeram happy hour e jantaram lá.

À época do evento, Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes, já prestava serviços como advogada ao Banco Master. Segundo declarou, seu escritório começou a atender a instituição controlada por Daniel Vorcaro em fevereiro de 2024, cerca de 2 meses antes da viagem a Londres. O contrato vigorou por 22 meses e rendeu cerca de R$ 80 milhões.

O escritório da família de Ricardo Lewandowski também prestou serviços ao empresário. A banca manteve contrato com Vorcaro de agosto de 2023 a setembro de 2025. Ou seja, no período do encontro em Londres, Lewandowski era ministro da Justiça do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu escritório tinha como cliente o banqueiro.

CUSTO DO LONDONPALOOZA
Documentos da organização do encontro, enviados à CPMI, mostram que a série de eventos realizados em Londres de 24 a 26 de abril de 2024 teve custo total de US$ 6.035.922,37.

O programa incluiu, além da hospedagem no hotel de luxo The Peninsula:

jantares e eventos privados em clubes de elite da cidade;
apresentações de artistas internacionais e DJs;
degustações de bebidas premium;
logística e hospitalidade para cerca de 60 a 70 convidados.
Apresentaram-se os seguintes artistas:

DJ Hugel;
DJ Keine;
Cantor britânico Seal;
banda do clube Annabel’s;
dançarinas Nikita.
Entre os locais utilizados estiveram clubes privados de Mayfair, como Annabel’s, George Club e Nikita, além de eventos realizados no museu Wallace Collection.

Tanto Alexandre de Moraes quanto Andrei Rodrigues foram procurados para se posicionarem sobre a confraternização, mas não responderam à reportagem. Caso enviem alguma manifestação, este post será atualizado.

PATROCÍNIO MASTER
O Banco Master, controlado por Vorcaro, foi patrocinador do evento que chamou de 1º Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, em Londres. O encontro reuniu ministros do STF, integrantes do governo federal, magistrados e empresários brasileiros. A empresa BAT (British American Tobacco) também participou da organização do evento, junto ao grupo Voto.

A participação de autoridades no evento patrocinado pelo banco passou a ser discutida depois de investigações da PF terem apontado Vorcaro como líder de um esquema de fraude no sistema financeiro.

A ida de ministros e outras autoridades ao fórum foi mencionada em debates internos do STF quando a Corte analisou em 12 de fevereiro de 2026 a situação do ministro Dias Toffoli, que à época era relator de inquéritos relacionados ao Banco Master. André Mendonça, atual relator, não foi ao evento de Londres.

DESPESAS DE ANDREI RODRIGUES
Desde 13 de fevereiro de 2026, o Poder360 questiona a Polícia Federal sobre quem custeou as despesas de viagem do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, durante a passagem por Londres.

A reportagem perguntou especificamente quem pagou hospedagem, transporte e participação nas atividades realizadas paralelamente ao fórum jurídico.

Até a publicação desta reportagem, a PF não havia respondido aos questionamentos.

QUEM FOI A LONDRES
O encontro promovido pelo Banco Master em Londres, de 24 a 26 de abril de 2024, teve muitas autoridades. Não há como saber exatamente quem foi à degustação do whisky Macallan no George Club, além dos listados acima nesta reportagem. Mas é possível ter acesso à lista de convidados para o evento, segundo a programação oficial.

Eis a lista com os nomes e os cargos que ocupavam à época:

Alexandre Cordeiro (presidente do Cade);
Alexandre de Moraes (ministro do STF e presidente do TSE);
Alexandre Silveira (ministro de Minas e Energia);
André Ramos Tavares (ministro do TSE);
Andrei Rodrigues (diretor-geral da Polícia Federal);
Antonio Saldanha Palheiro (ministro do STJ);
Benedito Gonçalves (ministro do STJ);
Ciro Nogueira (senador pelo Piauí e presidente do PP);
Daiane Nogueira de Lira (conselheira do CNJ);
Davi Alcolumbre (senador pelo União Brasil do Amapá);
Dias Toffoli (ministro do STF);
Gilmar Mendes (ministro do STF);
Hugo Motta (deputado federal pelo Republicanos da Paraíba);
Jorge Messias (ministro da Advocacia Geral da União);
José Levi Mello do Amaral Jr (conselheiro do Cade);
Luis Felipe Salomão (ministro do STJ);
Mauro Campbell Marques (ministro do STJ);
Michel Temer (ex-presidente da República);
Paulo Gonet Branco (procurador-geral da República);
Raul Araújo (ministro do STJ e do TSE);
Ricardo Lewandowski (ministro da Justiça e Segurança Pública);
Victor Fernandes (conselheiro do Cade).
10.mar.2026 (9h14) – o nome do ministro da AGU, Jorge Messias, estava inicialmente listado neste post como participante do evento de degustação de whisky Macallan no George Club, mas ele enviou uma nota dizendo que não estava presente nessa parte específica do evento patrocinado por Daniel Vorcaro em Londres. Ficou hospedado no hotel The Peninsula, como cortesia do Banco Master, para participar dos painéis do seminário promovido pelo Master.

Poder360

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MARIO SABINO: Desconstruindo as notas da mulher de Alexandre de Moraes

Depois que a casa caiu com a descoberta da conversa estarrecedora entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, no dia da primeira prisão do estelionatário, a doutora Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do STF, decidiu dar satisfações sobre o seu contrato com o Banco Master.

As satisfações não satisfazem. Vamos à primeira por ordem de relevância:

Em nota de esclarecimento à imprensa que a doutora Viviane divulgou nesta segunda-feira, ela afirma que o seu escritório fez 94 reuniões de trabalho com o Master e confeccionou 36 pareceres para o banco.

O comunicado diz que a sua equipe atuou na área de compliance do Master, ajudando a estruturá-la. A piada já veio pronta, nada a acrescentar.

A nota também afirma que, para além dos trabalhos para a área administrativa do banco, os causídicos auxiliaram na “análise consultiva e estratégica de inquéritos policiais”, sem nunca ter representado o banco perante o STF. Não há explicação sobre a quais análises e estratégias o escritório se ateve.

Quem redigiu a nota fez um esforço tremendo para esticar o texto ao máximo, como se cada linha a mais pudesse justificar cada milhão embolsado pelo escritório. Veja-se o seguinte parágrafo, um clássico master de encheção de linguiça:

“Elaboração e apresentação de processos para certificação de ética e governança, com mapeamento das atividades, levantamento de documentação-base, análise das oportunidades, elaboração e revisão e treinamentos do público-alvo sobre as novas políticas, a partir da revisão do Código de Ética e Conduta, políticas de integridade, estruturação do departamento de compliance e apoio à alta administração.”

De advocacia mesmo, tem-se “atuação contenciosa específica em ação penal, cujo ajuizamento ocorreu em 17/10/2024, e inquérito policial federal específico, cuja habilitação se deu em 8/4/2024”.

Vamos fazer uma continha de paradeiro: 94 reuniões, 36 pareceres e 2 atuações, uma em ação penal e outra em inquérito policial, em 22 meses de trabalho, de fevereiro de 2024 a novembro de 2025, período que consta na nota de esclarecimento.

Portanto, ao todo, entre reuniões, pareceres e atuações elencados na nota de esclarecimento,132 tarefas foram executadas.

Muito bem, o valor total do contrato de três anos era de espetaculares R$ 129 milhões (não há menção a dinheiro na nota); mas, como o Master foi liquidado, calcula-se que o escritório da doutora Viviane tenha recebido R$ 79,2 milhões, visto que a quantia mensal prevista no acordo era de R$ 3,6 milhões.

Deixando de lado os diferentes graus de complexidade das tarefas, isso significa que cada uma saiu pelo preço médio de R$ 600 mil, valor de apartamentos de médio padrão em São Paulo.

É um preço que só existe no mundo que parecia maravilhoso de Daniel Vorcaro, um especialista em fazer amigos caros em Brasília.

Supõe-se que a extraordinária evolução patrimonial da doutora Viviane, de R$ 24 milhões, no final de 2023, para R$ 79,7 milhões, no final de 2024, conforme publicou Lauro Jardim, o jornalista de quem Vorcaro queria “quebrar os dentes”, deva-se principalmente aos dividendos obtidos por meio do Master.

Ou seja, o contrato assinado com o banco, de um valor completamente atípico no mercado da advocacia brasileira, proporcionou à mulher de Moraes um lucro tão estratosférico, até mesmo estelar, que deveria ter acendido o alerta da área de compliance do banco, recém-implantada com a ajuda do escritório da doutora Viviane.

Vamos à segunda satisfação:

Como as emoções não param no Jardim Europa, a mulher de Moraes havia divulgado outra nota no sábado para dizer que não foi ela quem recebeu as mensagens de Vorcaro no dia da primeira prisão do banqueiro.

É uma afirmação que só serviu para complicar a vida do ministro: se a advogada contratada a peso de ouro não foi consultada em momento tão crucial para o dono do Master, isso reforça a impressão de que o contratado por Vorcaro foi, na verdade, Moraes, não a advogada casada com ele.

O ministro era o destinatário das mensagens, não restam dúvidas, a doutora Viviane poderia ter poupado esforço. Ele até tentou negar na sexta-feira, mas o fez de maneira tão canhestra, que ficou ainda mais fácil para o jornal O Globo desmentir o desmentido de Moraes.

É que gente que acha que não deve satisfações a ninguém é muito ruim quando se vê obrigada a fazê-lo. E, pelo visto, contratou a assessoria de imprensa errada.

PS: doeu na alma que os cenários do noivado tão faustoso quanto fajuto de Vorcaro com a influencer tenham sido Villa Adriana e o Palazzo Colonna. O estelionatário conseguiu sujar até mesmo a história da minha Roma.

Mario Sabino – Metrópoles

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Ministro de Lula conversa com Rubio e tenta barrar que EUA classifiquem PCC e CV como terroristas

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, na noite desse domingo (8), para tratar sobre a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Washington.

Lula pretende fazer uma visita oficial à Casa Branca, para se reunir com o presidente Donald Trump. A ideia inicial era que o encontro ocorresse neste mês de março, mas diante da dificuldade de agendas, uma data ainda não foi acertada.

Segundo fontes do governo ouvidas pela GloboNews, além da viagem, Vieira também colocou em pauta outra questão importante para o governo brasileiro: evitar que os Estados Unidos classifiquem facções criminosas brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho (CV), como Organizações Terroristas Estrangeiras.

Em caráter reservado, diplomatas mencionam o temor de que os Estados Unidos utilizem o combate ao narcotráfico e a classificação de grupos como terroristas para justificar operações militares na região.

Fontes ligadas ao governo Trump que atuam no Brasil confirmam que a ideia é encabeçada por Marco Rubio e está bem avançada. A proposta deve, nos próximos dias, ser levada ao Congresso para ratificação.

O debate no governo americano sobre designar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas não é novo. Mas, ganhou novas nuances após o ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela, em janeiro deste ano.

Conforme a legislação norte-americana, governo dos Estados Unidos possui mecanismos legais e políticas ativas que permitem intervenção, incluindo o uso de força militar e operações unilaterais, contra organizações designadas como terroristas estrangeiras.

O Secretário de Estado, em consulta com o Departamento de Justiça e Tesouro, pode designar grupos como terroristas, permitindo sanções financeiras, restrições de imigração e ação militar.

Sob a gestão de Donald Trump, o governo norte-americano tem incluído cartéis de drogas na América Latina na lista. Com isso, autoriza o Pentágono a usar força militar contra eles, inclusive, de forma unilateral.

Essas ações permitem o uso de inteligência e capacidades militares do Departamento de Defesa para atacar grupos considerados “narcoterroristas”.

O que é preciso para ser classificado, e o que muda?

Para receber a designação de FTO (Organização Terrorista Estrangeira), é preciso cumprir alguns critérios, segundo o Departamento de Estado dos EUA.

São três condições principais:

  • Ser uma organização estrangeira.
  • Engajar-se em atividade terrorista (ou ter capacidade e intenção de fazê-lo).
  • Representar ameaça à segurança de cidadãos dos EUA ou à segurança nacional dos EUA (defesa, relações exteriores ou interesses econômicos).

O que acontece quando um grupo recebe essa designação?

A classificação tem consequências legais e políticas importantes, por exemplo:

  • É crime nos EUA fornecer “apoio material” (dinheiro, treinamento, armas, serviços etc.) ao grupo.
  • Ativos financeiros ligados ao grupo podem ser bloqueados e transações proibidas.
  • Membros ou associados podem ter visto negado ou ser deportados.
  • A designação ajuda a isolar o grupo internacionalmente e a cortar seu financiamento.

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Brasileiros já pagaram R$ 800 bilhões em impostos em 2026

O total de impostos pagos pelos brasileiros em 2026 chegou à marca de R$ 800 bilhões neste sábado (7). O levantamento é do Associação Comercial de São Paulo, responsável pelo painel do Impostômetro, que contabiliza tributos arrecadados nas esferas federal, estadual e municipal.

Segundo os dados, apenas nos últimos dez dias foram arrecadados cerca de R$ 100 bilhões em impostos. Em 26 de fevereiro, o painel indicava que o volume de tributos pagos pelos brasileiros havia alcançado R$ 700 bilhões neste ano.

Enquanto isso, a plataforma Gasto Brasil aponta que as despesas do governo já ultrapassaram R$ 1 trilhão no mesmo período, indicando um avanço expressivo dos gastos públicos em 2026.

O estado de São Paulo concentra a maior parte da arrecadação, respondendo por cerca de 37,4% de todos os tributos pagos no país, o equivalente a mais de R$ 286 bilhões até agora.

A projeção do Impostômetro indica que o total arrecadado deve subir mais R$ 100 bilhões nos próximos dez dias, podendo alcançar R$ 900 bilhões ainda na primeira quinzena de março.

Com informações do Diário do Poder

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Além de Brasília, Moraes frequentou mansão de Vorcaro em Trancoso

Não era apenas a mansão brasiliense de Daniel Vorcaro que Alexandre de Moraes frequentava.

O ministro conheceu também a casa de R$ 300 milhões que o banqueiro liquidado alugava em Trancoso, na Bahia. Um imóvel de 40 mil metros quadrados, 12 suítes, cinco bangalôs e muito, muito mais.

A informação é do jornalista e colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim.

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