Exame de imagem mostra melhora condizente com 'ótimo estado' de Lula, diz boletim médico

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, repetiu nesta terça-feira, 31, exame de imagem e, de acordo com boletim médico divulgado no fim do período da manhã, a tomografia mostrou "importante reabsorção da coleção subdural", apresentando melhora progressiva condizente com o "ótimo estado" de Lula.

"O Presidente segue sob acompanhamento da equipe médica liderada pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho e pela Dra. Ana Helena Germoglio", diz o boletim médico.

O exame foi realizado na unidade de Brasília do Hospital Sírio-Libabês.

Lula precisou passar por dois procedimentos médicos na cabeça em dezembro, em decorrência da queda que sofreu no banheiro do Palácio da Alvorada, em outubro.

Nesta terça, o Planalto divulgou uma primeira versão do boletim médico, posteriormente corrigida contendo mais termos técnicos.

As duas versões apontam para uma melhora do presidente.

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Lula em mensagem de Ano Novo no 'X': 'Faremos ainda mais'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou uma mensagem de Ano Novo nesta terça-feira, 31, em seu perfil no X, antigo Twitter, e disse que "em 2025, faremos ainda mais". Ele classificou 2024 como "um ano generoso".

"2024 foi um ano generoso. Percorri os quatro cantos do Brasil e vi de perto a gratidão daqueles que foram impactados pelas políticas públicas. Cada encontro reafirmou a importância de seguir trabalhando. Em 2025, faremos ainda mais!", declarou o presidente da República.

Também nesta terça-feira, 31, o Palácio do Planalto publicou um texto com uma espécie de balanço do ano sob a perspectiva do governo federal. O comunicado foca na baixa taxa de desemprego e no crescimento do PIB acima do esperado nos últimos dois anos.

2024 foi um ano generoso. Percorri os quatro cantos do Brasil e vi de perto a gratidão daqueles que foram impactados pelas políticas públicas. Cada encontro reafirmou a importância de seguir trabalhando. Em 2025, faremos ainda mais!

Audiovisual/PR
pic.twitter.com/nLBxzBpwn7

— Lula (@LulaOficial) December 31, 2024 ">Fonte: Clique Aqui

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Flávio Dino nega liberação de emendas parlamentares suspensas

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou nesta segunda-feira (30) a pedido do Senado Federal para a liberação dos recursos das emendas de comissão que foram suspensas pelo próprio magistrado.

De acordo com a decisão do ministro, a forma como as emendas foram apresentadas contraria a Lei Complementar nº. 210/2024 e a Resolução do Congresso Nacional nº 001/2006. No texto o ministro indaga “como empenhar uma ‘emenda de comissão’ cuja indicação do beneficiário e o valor a ser a ele repassado não foram aprovados pela Comissão?”

Flávio Dino é relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 854, ação do PSOL, contra a falta de transparência da destinação de recursos públicos do Orçamento federal – liberados pelo Congresso Nacional.

Na semana passada, o ministro Flávio Dino suspendeu o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares por entender que os recursos não cumpriram os critérios de transparência e rastreabilidade, previstos em lei, e determinou ainda a instauração de um inquérito policial para apurar o caso.

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Paulinho Freire confirma nomes que vão compor o secretariado municipal

O prefeito eleito de Natal, Paulinho Freire, confirmou nesta segunda-feira (30), nomes que vão compor a gestão municipal a partir de 2025.

“Acredito que estamos montando uma equipe qualificada para contribuir com a Natal que queremos. Temos muito trabalho pela frente”, comentou Paulinho.

Seguem os nomes confirmados:

• *Secretaria Municipal de Governo (SMG):* Sérgio Freire

• *Secretaria Executiva de Acompanhamento Governamental do Município:* Marcos Nascimento

• *Procuradoria Geral do Município (PGM):* Celina Lobo

• *Secretaria Municipal de Tributação (SEMUT):* Marcelo Augusto de Oliveira

• *Secretaria Municipal de Planejamento (SEMPLA):* Vagner Araújo

• *Secretaria Municipal de Educação (SME):* Aldo Fernandes

• *Secretaria Municipal de Saúde (SMS):* Leidimar Murr

• *Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social (SEMTAS):* Nina Souza

• *Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU):* Jódia Melo

• *Secretaria Municipal de Turismo (SETUR):* Sanclair Solon

• *Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEL):* Hermes Câmara

• *Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (SEINFRA):* Shirley Menezes

• *Secretaria Municipal de Habitação Social, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes (SEHARPE):* Iris Machado

• *Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR):* Felipe Alves

• *Secretaria Especial de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB):* Thiago Mesquita

• *Secretaria Municipal de Concessões, Parcerias, Empreendedorismo e Inovações (SEPAE):* Arthur Dutra

• *Secretária Municipal da Igualdade Racial, Direitos Humanos, Diversidade, Pessoas Idosas e Pessoas com Deficiência (SEMIDH):* Luciana Dantas

• *Secretaria Municipal de Comunicação (SECOM):* Cristina Vidal Bezerra

• *Fundação Cultural Capitania das Artes (FUNCARTE):* Iracy Azevedo

• *Instituto de Previdência dos Servidores do Município do Natal (NATALPREV):* Thiago Costa Marreiros

• *Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON NATAL):* Dina Perez

• *Companhia de Serviços Urbanos de Natal (URBANA):* Carlson Gomes

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Veja o que disse o homem que planejou atentado em Brasília antes de ser preso

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O homem que foi preso neste domingo, 29, por planejar um atentado em Brasília disse nas redes sociais que tinha homens "dispostos" a "invadir a cidade". Lucas Ribeiro Leitão, de 30 anos, também declarou que estava em uma missão confiada por Deus e havia dado a palavra dele a uma garota. As informações são do portal Metrópoles.

"Na virada do ano a gente vai invadir a cidade! Já tenho homens meus lá dispostos para a batalha! Vamos pisar na cabeça da serpente", afirmou Leitão em uma postagem no perfil dele no Instagram.

Em outra postagem, Leitão, que se apresenta como um corretor de imóveis de Fortaleza (CE), disse que a segurança de Brasília deveria ser aumentada de 100 a 400 vezes. O homem foi preso na Bahia pela Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e disse que a "missão" deveria ser concluída mesmo se custasse a vida dele.

Leitão foi detido quando estava na carona de um caminhão rumo à capital da República. Com ele, a polícia encontrou uma faca, um tablet e dois aparelhos celulares.

O homem está sob custódia e à disposição da Justiça enquanto as investigações sobre o planejamento do atentado continuam. A reportagem não localizou advogados ou representantes dele.

Essa foi a quarta investigação conduzida pela Divisão de Combate ao Extremismo Violento da PCDF em pouco menos de um mês de trabalho e a primeira prisão efetuada. O grupo foi criado por decreto do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), no dia 21 de novembro, em resposta ao ataque realizado oito dias antes por Francisco Wanderley Luiz, conhecido como Tiü França, que atirou bombas na frente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Neste sábado, 28, um homem passou pelo Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (PMDF), também em Brasília, dizendo que estava com explosivos e ameaçou detoná-los contra as sedes do Comando da PM e da Polícia Federal (PF). Ele foi preso. Não foram encontrados explosivos nem com o suspeito, nem no carro que ele usava.

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Dino diz que Senado tem mais transparência que Câmara, mas mantém bloqueio de emendas

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta segunda-feira (30) pedido do Senado e manteve o bloqueio de parte das emendas parlamentares de comissão.

Apesar de registrar em sua decisão que o Senado tem "um degrau mais elevado de transparência" em relação às emendas, o ministro afirmou que, assim como fizeram os deputados, os senadores não obedeceram a lei no manejo das verbas.

As emendas -recursos bilionários do Orçamento da União com destinação definida pelos deputados federais e senadores- são objeto de recente embate entre Judiciário e Legislativo após decisão de Dino bloqueando sua execução.

O ministro do STF concentrou sua decisão nas chamadas emendas de comissão, cujos recursos em tese deveriam ser decididos pelos parlamentares que compõem os órgãos temáticos (comissões de Educação, Saúde, Constituição e Justiça, entre várias outras) na Câmara e Senado.

Apesar disso, tanto Câmara quanto Senado tentam validar a execução das verbas apenas por meio da chancela de líderes partidários.

Em documento enviado ao STF nesta segunda-feira (30), o Senado havia pedido a liberação dos valores mediante compromisso de votação em fevereiro -após o recesso do Congresso.

A Casa reconheceu que as emendas de comissão não haviam sido aprovadas pelos órgãos temáticos, mas, assim como a Câmara, defendeu a tese de de que os líderes poderiam indicar e emendar.

Em sua decisão, Dino afirmou não ser possível aceitar a argumentação. "Como empenhar [reservar a verba no Orçamento] uma 'emenda de comissão' cuja indicação do beneficiário e o valor a ser a ele repassado não foram aprovados pela comissão?"

"Esse controle pelo colegiado parlamentar não é um detalhe de menor importância, na medida em que todos os senhores senadores são iguais no que se refere ao emendamento no processo legislativo orçamentário", completou em sua decisão.

O ministro repetiu entendimento de decisões anteriores no sentido de que as emendas de comissão não podem ser transformadas em "emendas de líder partidário". Assim como as emendas de comissão do Senado, parte das verbas indicadas pela Câmara também foram barradas pelo ministro.

Com isso, manteve a validade somente de empenhos de emendas de comissão feitos até 23 de dezembro.

Nesta segunda, a AGU (Advocacia-Geral da União) adotou uma interpretação mais restritiva da decisão de Dino relativa à Câmara e orientou todos os ministérios a não realizar os empenhos das emendas de comissão.

Sob o argumento da segurança jurídica, o ministro do STF havia liberado a execução de parte delas, mesmo argumentando permanecerem tanto o descumprimento das leis como a falta de transparência.

A indefinição em torno da execução das emendas de comissão, que somam quase R$ 5 bilhões, gerou uma reação dos parlamentares, o que levou a tentativa de acordo entre governo, STF e Congresso, em cenário que ainda permanece indefinido.

As emendas são uma forma pela qual deputados e senadores conseguem enviar dinheiro para obras e projetos em suas bases eleitorais e, com isso, ampliar seu capital político. A prioridade do Congresso tem sido atender seus redutos eleitorais, e não as localidades de maior demanda no país.

As emendas também têm sido alvo de várias suspeitas de corrupção.

Nos bastidores, líderes partidários afirmam haver uma ação coordenada entre Dino, que foi ministro de Lula, e o governo no sentido de reduzir na marra o peso das emendas parlamentares no Orçamento. O ministro do STF também determinou investigação pela Polícia Federal.

O Congresso está de recesso e só volta aos trabalhos em fevereiro, ocasião em que retaliações podem ocorrer em votações de interesse do governo.

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Ricardo Nunes anuncia Milton Vieira como secretário de Inovação e Tecnologia

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O prefeito reeleito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou o ex-deputado federal Milton Vieira (Republicanos) como novo secretário de Inovação e Tecnologia. O parlamentar deixou o Câmara dos Deputados em junho de 2023 para assumir a Secretaria de Habitação na cidade. Agora, ele será remanejado.

Vieira é pastor da Igreja Universal do Reino de Deus desde 1991 e já foi eleito quatro vezes para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) entre 1998 e 2014. Em 2018, foi eleito deputado federal e reeleito em 2022, com 98.577 votos.

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Veja o que disse o homem que planejou atentado em Brasília antes de ser preso

O homem que foi preso neste domingo, 29, por planejar um atentado em Brasília disse nas redes sociais que tinha homens "dispostos" a "invadir a cidade". Lucas Ribeiro Leitão, de 30 anos, também declarou que estava em uma missão confiada por Deus e havia dado a palavra dele a uma garota. As informações são do portal Metrópoles.

"Na virada do ano a gente vai invadir a cidade! Já tenho homens meus lá dispostos para a batalha! Vamos pisar na cabeça da serpente", afirmou Leitão em uma postagem no perfil dele no Instagram.

Em outra postagem, Leitão, que se apresenta como um corretor de imóveis de Fortaleza (CE), disse que a segurança de Brasília deveria ser aumentada de 100 a 400 vezes. O homem foi preso na Bahia pela Divisão de Proteção e Combate ao Extremismo Violento da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e disse que a "missão" deveria ser concluída mesmo se custasse a vida dele.

"Dei a minha palavra a uma garota e disse a ela que eu iria cumprir lá. E dela dei minha palavra para uma série de pessoas. E só finalizo essa missão: concluída. Nem que me custe a vida. Esperei e não fui arrebatado. Continuando a missão que Deus me confiou", disse.

Leitão foi detido quando estava na carona de um caminhão rumo à capital da República. Com ele, a polícia encontrou uma faca, um tablet e dois aparelhos celulares.

O homem está sob custódia e à disposição da Justiça enquanto as investigações sobre o planejamento do atentado continuam. A reportagem não localizou advogados ou representantes dele.

Essa foi a quarta investigação conduzida pela Divisão de Combate ao Extremismo Violento da PCDF em pouco menos de um mês de trabalho e a primeira prisão efetuada. O grupo foi criado por decreto do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), no dia 21 de novembro, em resposta ao ataque realizado oito dias antes por Francisco Wanderley Luiz, conhecido como Tiü França, que atirou bombas na frente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Neste sábado, 28, um homem passou pelo Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (PMDF), também em Brasília, dizendo que estava com explosivos e ameaçou detoná-los contra as sedes do Comando da PM e da Polícia Federal (PF). Ele foi preso. Não foram encontrados explosivos nem com o suspeito, nem no carro que ele usava.

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Senado admite que comissões não aprovaram emendas, mas pede a Dino liberação da verba

MARIANA BRASIL, RANIER BRAGON E JOÃO GABRIEL
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Senado encaminhou nesta segunda-feira (30) ao STF (Supremo Tribunal Federal) resposta na qual reconhece que as emendas parlamentares de comissão não foram aprovadas pelos órgãos temáticos da Casa, mas ainda assim pede a liberação dos valores mediante compromisso de votação em fevereiro, após o recesso do Congresso.

As emendas -recursos bilionários do Orçamento da União com destinação definida pelos deputados federais e senadores- são objeto de recente embate entre Judiciário e Legislativo após decisão de bloqueio de sua execução por Flávio Dino.

O ministro do STF concentrou sua decisão nas chamadas emendas de comissão, cujos recursos em tese deveriam ser decididos pelos parlamentares que compõem os órgãos temáticos de Câmara e Senado (comissões de Educação, Saúde, Constituição e Justiça, entre várias outras).

"Caso Vossa Excelência a entenda como aplicável ao procedimento atual [o Orçamento de 2024], pugna-se para que os empenhos orçamentários sejam autorizados, condicionando-se o consequente pagamento

à aprovação das individualizações pelo colegiado das comissões, imediatamente após o recesso parlamentar", diz texto assinado pela área jurídica do Senado.

Dino havia cobrado uma resposta ao Senado após bloquear os recursos das emendas, assim como fez com a Câmara. O caso dos deputados é similar: também não houve aprovação das emendas pelas comissões, e a distribuição foi chancelada pelos líderes partidários.

"Cada líder partidário se encarregou da formalização da individualização das emendas de interesse próprio ou de seus liderados, exclusivamente", disse o ofício do Senado.

Nesta segunda, a AGU (Advocacia-Geral da União) adotou uma interpretação mais restritiva da decisão de Dino e orientou todos os ministérios a não realizar os empenhos das emendas de comissão.

Sob o argumento da segurança jurídica, o ministro do STF havia liberado a execução de parte delas, mesmo argumentando permanecerem o descumprimento das leis e a falta de transparência.

Procurado por meio de sua assessoria, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não quis se manifestar sobre o parecer da AGU.

A indefinição em torno da execução das emendas de comissão, que somam quase R$ 5 bilhões, gerou uma reação dos parlamentares, o que levou a tentativa de acordo entre governo, STF e Congresso, em cenário que ainda permanece indefinido.

As emendas parlamentares são hoje o principal mecanismo de atuação de deputados e senadores e também têm sido alvos de várias suspeitas de corrupção.

Nos bastidores, líderes partidários afirmam haver uma ação coordenada entre Dino, que foi ministro de Lula, e o governo no sentido de reduzir na marra o peso das emendas parlamentares no Orçamento federal. O ministro do STF também determinou investigação pela Polícia Federal.

O Congresso está de recesso e só volta aos trabalhos em fevereiro, ocasião em que retaliações podem ocorrer em votações de interesse do governo.

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Senado alega conformidade em indicações de emendas e pede liberação de empenhos ao STF

O Senado Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a liberação das emendas de comissão destinadas à Casa, que somam R$ 2,5 bilhões. Em manifestação apresentada nesta segunda-feira, 30, os advogados do Senado afirmaram que as exigências de transparência foram cumpridas, defendendo que os empenhos sejam formalizados antes do prazo final, nesta terça-feira, 31.

A petição destaca que "o Senado Federal observou o procedimento previsto segundo as normas vigentes para a efetivação das aludidas emendas de comissão". Além disso, ressalta que eventuais pendências técnicas ou discricionariedade do Executivo não devem impedir a liberação dos valores.

O pedido ocorre em resposta a questionamentos feitos pelo ministro Flávio Dino, do STF, que abriu prazo de dez dias para que o Senado explicasse a indicação das emendas, após reclamação da Câmara dos Deputados. Segundo Dino, o procedimento busca garantir o contraditório e a análise abrangente das acusações levantadas pela Câmara.

A Câmara havia alegado que houve "estranhamento" ao ver suas emendas suspensas, enquanto o Senado, que teria seguido "rito rigorosamente idêntico", não foi inicialmente incluído na decisão. "Tais comandos e vedações se referem às 'emendas de comissão' da Câmara dos Deputados e também, doravante, do Senado Federal", afirmou Dino no último domingo, 29.

Na mesma decisão, Dino autorizou a execução parcial das verbas bloqueadas e destacou que a inclusão do Senado no processo ocorreu após a Câmara anexar documentos comprovando que líderes senadores também solicitaram liberação de emendas sob suspeita. O ministro frisou a necessidade de uniformidade na análise.

O Senado argumentou que, em cada solicitação de emenda, foi identificado o respectivo senador responsável, mesmo que apenas os líderes partidários sejam mencionados nos documentos. A petição também questiona a aplicação da Lei Complementar 210/2024 sobre o orçamento de 2024, pedindo que sua implementação seja considerada válida apenas a partir de 2025.

O caso tem gerado tensão entre as duas Casas legislativas. Aliados do presidente da Câmara, Arthur Lira, interpretam que o inquérito da Polícia Federal (PF) aberto por determinação de Dino para investigar supostas irregularidades nas emendas de comissão tem como alvo o próprio Lira, que está deixando o cargo.

No entanto, Dino justificou que, inicialmente, sua atuação foi limitada à Câmara por conta das informações enviadas ao STF, mas enfatizou que todas as partes envolvidas seriam ouvidas.

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