Fabiana perdeu o controle após receber um vídeo do marido, Arsênio, em uma lancha com três mulheres mais jovens. Veja o video

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa neste Domingo de Páscoa (20/4) uma semana de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, onde passou por uma cirurgia de 12 horas para tratar uma obstrução intestinal.
O procedimento foi feito para remover aderências intestinais e reconstruir a parede abdominal, complicações que, de acordo com os médicos, são decorrentes da facada sofrida pelo ex-presidente em 2018, durante a campanha eleitoral. Neste domingo, Bolsonaro postou em suas redes sociais uma foto do tórax sem curativo, deixando expostos os pontos da operação. Veja:

“Ainda em fase de recuperação após mais um procedimento cirúrgico. Tenho me mantido estável, com a pressão controlada e uma resposta clínica considerada positiva pelos médicos”, escreveu Bolsonaro.
Ele revelou ainda que segue sem alimentação oral, “recebendo nutrição por via venosa e realizando sessões diárias e mais acentuadas de fisioterapia para acelerar minha recuperação. A recomendação médica é de repouso absoluto, sem visitas, e ainda não há uma data definida para alta da UTI”.
Segundo Bolsonaro, o curativo foi retirado neste domingo “para limpeza e averiguação da situação, além de dreno na lateral esquerda de meu abdômen”.
Diariamente a equipe médica do Hospital DF Star tem divulgado boletins que atualizam o estado de saúde de Bolsonaro, que está clinicamente estável, sem febre ou sinais de infecção.
O ex-presidente segue em jejum oral e recebe nutrição parenteral – através de um cano – pois ainda não apresentou movimentos intestinais efetivos. Apesar disso, os médicos afirmam que a recuperação do político tem sido dentro do esperado, com cicatrização normal e sem complicações adicionais.
Nesse sábado (19/4), Bolsonaro teve um episódio de alteração na pressão arterial, que foi prontamente controlado pelos médicos. De acordo com o boletim médico deste Domingo de Páscoa (20/4), ele continua sem previsão de alta da UTI e segue com visitações restritas, mantendo contato apenas com familiares e a equipe médica.
Durante a primeira semana de internação, Jair Bolsonaro deu início à sessões de fisioterapia motora e foi visto caminhando pelos corredores do hospital, acompanhado por profissionais de saúde e pela ex-primeira-dama e sua esposa, Michelle Bolsonaro.
Nas redes sociais ela compartilhou vídeos das sessões médicas e agradeceu o apoio recebido.
A previsão inicial é de que a internação dure cerca de duas semanas, a depender da evolução do quadro clínico do ex-presidente.
Através das redes sociais, Jair Bolsoanaro postou, na sexta-feira (18/4), uma foto na UTI, acompanhada de um texto em que diz que os últimos dias têm exigido dele silêncio e paciência.
“Os últimos dias têm exigido de mim silêncio, paciência e dedicação total à recuperação. Mesmo na UTI, sigo firme, amparado por uma equipe médica extremamente dedicada, pela minha família e pelas orações de milhares de brasileiros”, escreveu.
Antes da internação, Bolsonaro cumpria agenda política no Rio Grande do Norte e tentava apoio para o Partido Liberal (PL) em meio aos processos judiciais que enfrenta frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Bolsonaro é réu no STF por suposta tentativa de incitar um golpe de Estado em 2022, com o objetivo de evitar a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durante a transferência do político para Brasília, cerca de 200 pessoas se reuniram para ver Bolsonaro deixar o hospital no RN. Na capital, algumas pessoas se reúnem diariamente em frente ao DF Star e rezam de três em três horas em uma vigília feita para pedir a recuperação do ex-presidente.

Traficantes que controlam o Jardim Pantanal, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ), cortaram a água de 2 mil pessoas que vivem na região. Para devolver o serviço, os criminosos estão exigindo o pagamento de uma taxa de R$ 200. Além dela, os traficante cobram R$ 150 de “condomínio” de cada apartamento.
As cerca de 2 mil pessoas que moram em condomínios da Rua Lauro Sodré estão precisando buscar água de outras fontes para suas necessidades básicas.
Os moradores contam que já denunciaram os traficantes ao Disque Denúncia e ao batalhão da PM responsável pela área. No entanto, nada aconteceu.
Ao Metrópoles, a Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou que “de acordo com a 60ª DP (Campos Elíseos), investigações estão em andamento para apurar o caso e coibir a exploração de serviços básicos por organizações criminosas. A unidade ressalta que, em operações passadas, integrantes da facção criminosa atuante na região foram presos pelas mesmas práticas mencionadas”.
Metrópoles

Pesquisa RealTime Big Data feita a pedido de Crusoé e O Antagonista aponta que 66% dos brasileiros não estão de acordo com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MST, ou não apoiam suas demandas.
Somente 32% afirmam ser a favor do movimento. A pesquisa, feita com 1.200 entrevistados entre os dias 15 e 16 de abril, tem uma margem de erro de três pontos percentuais e 95% de confiança.
A pesquisa também mostrou que 62% dos brasileiros acha que o governo federal não deve ajudar o MST, enquanto 29% defendem a relação.
Outro dado coletado pela RealTime Big Data afirma que 70% dos brasileiros não acreditam que o apoio do governo Lula ao MST lhe dará votos nas eleições de 2026.
“O apoio explícito ao MST pode gerar desgaste político, especialmente entre eleitores de centro ou indecisos, que têm maior rejeição ao movimento“, diz Wilson Pedroso, sócio da RealTime Big Data.”
O Antagonista
