Deputados Hermano Morais e Eudiane Macedo escolhem permanecer no PV

Os deputados estaduais Hermano Morais Eudiane Macedo, que haviam considerado a possibilidade de se filiar a outros partidos, optaram por permanecer no Partido Verde (PV). A informação foi apurada e divulgada pelo comentarista Saulo Spinelly, da 98 FM Natal, na segunda-feira (6).

Segundo Spinelly, a decisão foi tomada após uma análise estratégica sobre o cenário eleitoral, que indicaria uma eleição mais tranquila na federação.

O comentarista também comentou sobre a composição da federação que envolve o PT, PV e PC do B, destacando nomes já consolidados, cujas definições sobre candidatura — estadual ou federal — ainda estão sendo analisadas.

“O PT é um celeiro de bons quadros, com uma esteira consistente de lideranças que ajudam na construção do nominato e no fortalecimento da federação”, afirmou Spinelly.

Ainda de acordo com o comentarista, a decisão de Hermano Morais e Eudiane Macedo representa uma mudança no planejamento de outros partidos, como o MDB, que perderia dois nomes considerados estratégicos para sua bancada. Ele citou que o MDB segue com nomes como Ezequiel Ferreira, Baldo Fernandes e o prefeito Tiago Almeida como candidatos já confirmados.

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Lula sofre para manter aliados do Centrão no Nordeste, região estratégica para 2026


Além da dificuldade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os dirigentes nacionais dos partidos do Centrão, o PT tem acumulado atritos com aliados integrantes dessas siglas no Nordeste, região em que tradicionalmente Lula tem bastante força. As disputas giram em torno da definição dos palanques para a eleição de 2026 e podem trazer problemas para o petista.

Um dos principais entraves vem da federação entre o União Brasil e o PP, que pressiona pelo desembarque do governo e dificulta alianças com o PT nos estados.

Já uma possível candidatura presidencial do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que perdeu força nos últimos dias, influenciaria palanques estaduais do seu partido, o Republicanos, e do PSD, presidido por um dos seus principais fiadores, Gilberto Kassab. O PSD também tem o governador do Paraná, Ratinho Júnior, como pré-candidato.

A federação entre o União e o PP já levou o ministro do Turismo, Celso Sabino, a pedir demissão. Há pressão para que o titular do Esporte, André Fufuca, siga o mesmo caminho.

Hoje, o PP é aliado do PT no Ceará, na Bahia e na Paraíba, mas uma federação com o União deixaria os partidos dentro da oposição. No caso do Ceará, há uma ala do União que também é próxima dos petistas, mas outro grupo do partido — que inclusive tem se aproximado do ex-governador Ciro Gomes (PDT), ferrenho crítico de Lula — tem articulado uma aliança de oposição no estado que incluiria inclusive o PL de Bolsonaro.

Em Pernambuco, o afastamento do PP começou antes mesmo da federação, apesar do tradicional apoio a Lula. De forma inversa, uma ala local do União Brasil tem proximidade com o PT no estado, mas há articulações para que a oposição contra o governo Lula prevaleça.

— A gente precisa ver qual vai ser o cenário nacional. Aqui no Nordeste existe uma tendência para Lula, mas precisa saber quem vai ser o candidato definido pela direita, centro-direita e centro-esquerda para poder enfrentar Lula. Se tiver um candidato que agregue todas essas frentes, muda o quadro — declarou o deputado Claudio Cajado (PP-BA).

Incerteza no PSD

Da mesma forma, os governadores de Sergipe, Fábio Mitidieri, e de Pernambuco, Raquel Lyra, ambos do PSD, têm diálogo aberto com o governo federal, mas também acumulam rivalidades com aliados importantes do governo Lula.

Raquel é adversária do presidente do PSB e prefeito do Recife, João Campos, e Mitidieri é rival de Rogério Carvalho, líder em exercício do governo no Senado. O PSD também é distante do PT no Maranhão e deve lançar um candidato a governador contra o grupo de Lula.

Mesmo governadores próximos ao Palácio do Planalto afirmam que não dariam palanque a Lula caso o PSD tenha candidato próprio.

— O PT de Sergipe faz oposição ao nosso governo. Eu sigo o meu partido e caso Ratinho seja candidato, será o nosso — disse Fábio Mitidieri.

O PT está dividido no estado e o governador é aliado do ministro petista da Secretaria-Geral, Márcio Macedo, mas Rogério Carvalho, que é presidente da legenda em Sergipe, faz oposição a ele.

Ainda há dificuldades com o PSD na Bahia: o partido é aliado da gestão petista, mas corre o risco de perder uma vaga de senador caso o PT leve adiante os planos de lançar o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, para o Senado em 2026.

Diante da possibilidade de o senador Angelo Coronel (PSD-BA) ficar sem uma vaga para tentar a reeleição, uma ala do PSD já ameaça não apoiar a recondução do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT).

Integrantes da oposição a Lula, no entanto, veem a crise com cautela. A avaliação é que tudo vai depender de como vai estar o nível de popularidade do presidente no ano que vem e quem serão os adversários na eleição presidencial.

Sem Tarcísio candidato e com a possibilidade de Lula pontuar bem nas pesquisas, há um entendimento que o governo federal poderá bancar as candidaturas de Wagner e Rui e escantear o PSD.

Agora, em um cenário de disputa acirrada, caminho que é considerado mais provável, até mesmo setores da oposição preveem que Lula deverá recuar para atender o PSD e não perder a aliança com o partido no estado.

— Na Bahia, a probabilidade do PSD é continuar ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do presidente Lula, mas existe a possibilidade de rompimento, caso o governador permita que a vaga do Senado não continue com PSD – declarou o deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA).

Tarcísio reforçaria oposição

Já se Tarcísio de Freitas for candidato a presidente, o entendimento é que o PSD e o Republicanos devem recuar de apoios ao PT no Nordeste. Ele é o candidato favorito de caciques do Centrão, mas indicou nos últimos dias que deve tentar a reeleição em São Paulo.

Na Bahia, o vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, seria candidato a governador contra Jerônimo e daria palanque a Tarcísio, que traria o PSD para a oposição no estado.

O mesmo aconteceria com o Republicanos no Piauí, que apoia hoje o governador Rafael Fonteles (PT), mas poderia desembarcar para dar palanque a Tarcísio.

O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, disse a interlocutores que hoje a tendência é liberar os estados para apoiarem os candidatos que desejarem nos estados e que alianças com o PT estão permitidas.

No entanto, em caso do governador paulista ser lançado candidato à Presidência, o presidente do partido reconhece que seria necessário reforçar os palanques dele no Nordeste, onde ele deve enfrentar mais dificuldades se optar por um projeto nacional.

Uma das poucas exceções de apoio do Republicanos a Lula, mesmo com Tarcísio candidato a presidente, é em Pernambuco, estado do ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

O Globo

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Parecer da Procuradoria Regional Eleitoral requer cassação de diploma da vereadora Kivia Karoline de Alto do Rodrigues


A Procuradoria Regional Eleitoral emitiu parecer pela integral procedência do recurso impetrado pelo Ministério Público Eleitoral contra a expedição do diploma de vereadora do município de Alto do Rodrigues de Kívia Karoline Gomes Tavares, eleita nas eleições de 2024. Kívia Karoline como é conhecida, é filha socioafetiva do ex-prefeito Nixon Baracho, parentesco esse que impossibilitaria Kívia de concorrer às eleições, de acordo com a Constituição Federal (Art. 14,§7º). Ocorre que no primeiro procedimento de investigação aberto pelo MPE, a defesa alegou que inexistia parentesco e escandalizou o município de Alto do Rodrigues com a apresentação de uma teste de DNA realizado em clínica privada, que demonstrou outra filiação consanguínea da Vereadora Kívia, o que até então era desconhecido da população de Alto do Rodrigues que foi surpreendida com o ‘’fato novo’’. 

O Ministério Público Eleitoral apresentou recurso ao TJRN, comprovando não apenas o laço familiar existente, mas a convivência continua, a relação socioafetiva com o então Prefeito à época, Nixon Baracho, em um acervo de provas que reúnem documentos, registros fotográficos em eventos sociais, políticos e familiares. Dentre as provas, publicações nas redes sociais, em que o ex-prefeito Nixon faz referências à vereadora Kívia, como ’filha’’. Além de declarações públicas do relacionamento de pai e filha no cotidiano da convivência no município. Outro fato apontado pelo MPE, é que o então Prefeito Nixon, durante sua gestão nomeou Kívia para ocupar cargo de confiança de vice-diretora do Hospital Maternidade Maria Rodrigues de Melo, corroborando a relação de proximidade e intimidade. 

No parecer, o Procurador Regional Eleitoral Auxiliar, Higor Rezende Pessoa, requer a cassação da expedição do Diploma de Vereadora de Kívia Karoline em razão do reconhecimento do parentesco socioafetivo entre a vereadora e o ex-prefeito Nixon Baracho.

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Real Time Big Data: Bezerra e Marinho lideram disputa pelo governo do RN

O prefeito de Mossoró (RN), Allyson Bezerra (União), e o senador Rogério Marinho (PL-RN) estão empatados tecnicamente na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte, de acordo com pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (26) pela CNN Brasil.

Foram ouvidas 1.200 pessoas entre os dias 24 e 25 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

No primeiro cenário testado pelo levantamento, Allyson tem 35% das intenções de voto, contra 29% do senador Rogério Marinho. Embora o prefeito de Mossoró esteja numericamente à frente do líder da oposição no Senado, ambos estão empatados no limite da margem de erro.

Na sequência, aparece o ex-prefeito de Natal Álvaro Costa Dias (Republicanos), com 12%. Por sua vez, o secretário da Fazenda do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), marca 6%.

Votos em branco e nulos somam 10%. Outros 8% não souberam ou não responderam.

Já no segundo quadro avaliado, sem Álvaro, Allyson pontua 37%, ante 33% de Rogério Marinho. Novamente os dois estão empatados tecnicamente. A seguir, Cadu Xavier surge com 8%.

Votos em branco e nulos correspondem a 11%. Não souberam ou não responderam também são 11%.



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Real Time Big Data: Fátima tem desaprovação de 67% e 26% de aprovação no RN

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), é desaprovada por 67% e aprovada por 26%, segundo dados de levantamento do instituto Real Time Big Data divulgados nesta sexta-feira (26).

A pesquisa revela ainda que 7% não sabe ou não responderam.


Foi realizada também uma avaliação do governo de Fátima, em que 15% dos entrevistados consideram a governadora como ótima ou boa, enquanto 32% acham regular e 46% a classificam como ruim ou péssima.

Foram entrevistadas 1.200 pessoas, entre os dias 24 e 25 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

CNN

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Com 92,5% de aprovação na gestão, Ricardo Brito é o prefeito com maior índice de aprovação do RN

O prefeito de Pureza, Ricardo Brito, alcançou 92,5% de aprovação em levantamento realizado pelo Instituto Perfil, consolidando-se como o gestor municipal com o maior índice de aprovação do Rio Grande do Norte. Segundo os dados, 43% dos entrevistados avaliaram sua gestão como boa, 36% como ótima e 13,5% como regular. Apenas 1,5% consideraram a administração ruim, 2,75% péssima e 3,25% não souberam ou não responderam.

Ao comentar o resultado, Ricardo Brito afirmou que o índice reflete o esforço de sua equipe em melhorar os serviços públicos. “Esse reconhecimento da população nos motiva a seguir trabalhando com dedicação e responsabilidade, sempre buscando avanços que façam diferença na vida das pessoas”, declarou o prefeito.

A pesquisa foi realizada nos dias 20 e 21 de setembro de 2025, com 400 entrevistados, e possui margem de erro de 3,5 pontos percentuais.


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Michelle cita morte de Kirk e alerta sobre violência contra a direita


A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) usou sua conta no X (ex-Twitter) para comentar, em inglês, a morte do ativista conservador cristão, Charlie Kirk, e chamar a atenção à escalada global de violência política contra líderes e políticos de direita.

“Os grupos radicais de esquerda, nos Estados Unidos e no Brasil, querem calar as vozes que são contrárias a eles e aos seus malfeitos. Tentaram matar Donald Trump. Tentaram matar Jair Bolsonaro. Mataram Charlie Kirk, mas milhões de pessoas de bem estão se levantando contra esse tipo de barbárie e um mundo novo, livre do terrorismo da esquerda, florescerá”, escreveu Michelle.

Aos 31 anos, Kirk era fundador da organização Turning Point USA, uma organização estadunidense sem fins lucrativos que defende os valores conservadores. Kirk era conhecido por ir aos campi das faculdades, universidades e ensino médio para debater com os alunos.

O influenciador foi morto no dia 10, após ser baleado no pescoço durante uma palestra em uma universidade no estado de Utah, onde também estavam sua esposa, Erika Kirk, e os dois filhos pequenos.

Junto à uma foto de Jair Bolsonaro ao lado de Kirk, Michelle escreveu que o funeral de Kirk acontecerá amanhã. A presidente do PL Mulher postou a mesma mensagem em português. No post em inglês, marcou presidente Donald Trump e a primeira-dama, Melania Trump, entre outros políticos americanos.

“Líderes conservadores, que sempre buscaram a paz e o bem para os seus povos, estão sendo assassinados por terroristas ideológicos que odeiam a liberdade de pensamento e a cultura ocidental”, disse.

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Flávio Bolsonaro diz que “STF manda no Congresso Nacional”


Durante viagem à Itália, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm interferido nas votações do Congresso Nacional. Segundo ele, a Corte estaria exercendo influência direta sobre a análise do projeto da anistia, rebatizado como PL da Dosimetria.

“Só que ninguém considera antidemocrático — nem aqui, nem por parte da mídia — o ministro do Supremo ligar para o presidente da Câmara dos Deputados e dizer: ‘Olha, que papo é esse de projeto de anistia que vocês estão discutindo? Quero ver esse texto, manda para cá para eu avaliar se autorizo’”, declarou Flávio.

Ainda segundo o senador, "hoje, o Supremo manda no Congresso Nacional e as votações são influenciadas com pressão de ministro do Supremo”. Flávio Bolsonaro integra uma comitiva de congressistas brasileiros que esteve na Itália para visitar a deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP), presa no país desde agosto.

Além dele, participaram da viagem os senadores Magno Malta (PL-ES), Eduardo Girão (Novo-CE) e Damares Alves (Republicanos-DF).

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também comentou a prisão domiciliar do pai. Segundo o senador, trata-se de um momento “muito difícil” para o ex-chefe do Executivo, que cumpre medidas cautelares desde 4 de agosto, por decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes.

“Foi preciso atropelar todos os pilares democráticos do nosso país, todos os principais princípios constitucionais, para chegar ao ponto de condenar uma pessoa inocente por tentativa de golpe. Ou seja, se ele tivesse tentado fazer isso, era só cumprir a lei e condená-lo dentro da lei”, afirmou.

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Ezequiel Ferreira e Walter Alves reafirmam compromisso de caminharem juntos em 2026

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira e o vice-governador Walter Alves, se reuniram nesta sexta-feira (19). O encontro teve como objetivo alinhar ações e fortalecer a parceria política em favor do desenvolvimento do Estado e do atendimento às demandas da população potiguar.

Nas redes sociais, Ezequiel e Walter fizeram um postagem conjunto na qual reafirmam a união dos dois e continuidade da parceria que deve se tornar mais forte nos próximos meses. “Estamos juntos, unindo nossas forças para o desenvolvimento do Estado e interesse da população do Rio Grande do Norte. Continuamos ouvindo e dando o real e merecido valor aos gestores que estão nos municípios e escutam diariamente os anseios do norte-rio-grandense”, afirmaram.

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Da desumanização à morte: o perigoso caminho da retórica esquerdista

Eles não te matam por ser extremista; chamam-te de extremista para poder te matar. A desumanização sistemática de parlamentares e figuras de direita por parte da velha mídia e de militantes progressistas continua gerando consequências graves pelo mundo, algumas delas, lamentavelmente, fatais. Charlie Kirk foi mais uma vítima de uma esquerda que, de forma doentia, retrata conservadores como inimigos da sociedade, indignos de compaixão ou até mesmo de viver.

Minutos após ser baleado enquanto promovia um debate na Universidade de Utah, uma onda de orações pela vida de Charlie Kirk inundou a internet, e até alguns que nem eram cristãos postaram palavras de apoio, mesmo cientes da gravidade dos ferimentos. Por outro lado, uma minoria se alegrava com a tentativa de assassinato, exaltava o atirador e, posteriormente, passou a comemorar a morte de um dos principais nomes do conservadorismo mundial e exímio defensor do debate saudável.

Tanto nos Estados Unidos, onde a tragédia aconteceu, quanto no Brasil, figuras públicas de esquerda, como o escritor Eduardo Bueno, o “humorista” Tiago Santinelli e o ator da Globo José de Abreu, celebraram e/ou ironizaram a morte de Charlie. Cidadãos comuns também passaram a fazer postagens minimizando a morte do americano e, posteriormente, desejaram publicamente o mesmo para mim, além de me ameaçarem de morte.

Adalto Gaigher, estudante da Universidade Federal do Espírito Santo, postou em sua rede social que iria “me matar a tiros”. Ele chegou a ser preso após minha denúncia, mas ainda assim não houve nenhum posicionamento por parte da UFES. Já o aluno de Direito da USP, Pedro Bala, respondeu a uma das minhas publicações dizendo que eu deveria ser o próximo a morrer. A empresa em que ele trabalhava, “Next Generation Of Lawyers”, reagiu rapidamente e não hesitou em demitir o extremista.

A lista dos que desejam ou comemoram a morte daqueles de quem não gostam não parou por aí. Foram expostos os comentários de Victor Oliveira de Moraes, publicitário de Belém do Pará, que disse que eu “precisava ser assassinado”, bem como os ataques de Heitor Benassi, aluno da PUC-RJ, que questionou quem iria matar a mim e o governador Tarcísio de Freitas.

Em resposta à propagação explícita de ódio por parte da esquerda, iniciei uma campanha para cobrar a responsabilização de todos por suas próprias palavras e, felizmente, diversas empresas e instituições foram firmes ao tomar as decisões cabíveis.

Zazá Pecego, stylist sênior da Vogue Brasil, foi demitida da revista na última semana após associar Charlie Kirk a fascistas e dizer que ama vê-los morrer agonizando. Mas o que mais me surpreendeu negativamente não foi isso, e sim a postura de um médico diante do assassinato de um inocente.

Ricardo Barbosa, neurocirurgião de Recife-PE, deveria ser um profissional que preza pela vida, mas escreveu o seguinte em sua conta no Instagram, em resposta a uma postagem sobre o ataque contra Kirk: “Um salve a este companheiro de mira impecável. Coluna cervical.”

Ricardo, de forma justa, perdeu o visto americano, o emprego e pode perder o CRM. Após exalar intolerância, fez o que todo esquerdista faz: vitimizou-se e disse que iria à polícia por estar sofrendo com “discurso de ódio” contra ele e seus filhos. Ora, o que ele estava promovendo não era justamente o discurso de ódio? Tenho pena desses filhos, que não têm culpa de ter alguém como Ricardo como pai — alguém que deveria ser uma boa referência, mas faz exatamente o contrário.

Vale lembrar que liberdade de expressão não é liberdade para ameaçar ou comemorar a morte de alguém com quem você não concorda. Nunca defendi que um esquerdista fosse censurado, por mais que trabalhem dia sim, dia também, para divulgar mentiras contra mim.

Mas é irônico como os mesmos que pediram a minha cassação unicamente por colocar uma peruca e dizer algo com que até alguns esquerdistas concordam agora defendem uma “liberdade de expressão’’ para celebrar a morte de alguém. Prova de que o problema deles vai muito além da falta de inteligência: carecem de caráter.

Não problematizaram o radicalismo de uma esquerda cada vez mais tirana, mas um simples tweet meu ironizando o termo “extrema-direita” os deixou revoltados. A exposição de um hipócrita que fala mal dos Estados Unidos, mas, na primeira oportunidade, apagou suas postagens antigas e viajou para lá, fez alguns “procurarem chifre em cabeça de cavalo” para criar mais uma narrativa que justificasse a fixação em falar de mim a todo momento.

A esquerda sabe que quem define a linguagem e a imaginação controla, em larga medida, o futuro. Tentam calar vozes para nos amedrontar, mas, enquanto isso, trabalhamos para criar uma geração sem medo. A morte dos nossos nunca nos parou — apenas nos fortaleceu.

Sabemos que o verdadeiro legado não se enterra com o corpo, mas cresce na coragem de quem fica. Se defender tudo isso e lutar contra radicais é considerado ser extremista, seja, então, o extremista que eles tanto temem.


Nikolas Ferreira - Gazeta do Povo

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