Prisão domiciliar de Bolsonaro é mais restritiva que a de Collor; veja diferenças

O ministro do Supremo Tribunal FederalAlexandre de Moraes, autorizou em 24 de março a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro com regras mais rígidas do que as impostas ao também ex-presidente Fernando Collor de Mello em 2025.

Principais diferenças

Prazo da medida

  • Bolsonaro: 90 dias, com reavaliação

  • Collor: tempo indeterminado

Comunicação

  • Bolsonaro: proibido usar celular, telefone, redes sociais ou qualquer forma de comunicação, inclusive por terceiros

  • Collor: não houve proibição expressa de comunicação

Visitas e contato externo

  • Bolsonaro: visitas restritas e controladas, com proibição de aglomerações em um raio de 1 km

  • Collor: visitas liberadas para familiares, advogados e equipe médica

Monitoramento

  • Bolsonaro: tornozeleira, fiscalização reforçada, possibilidade de vistorias e controle da área externa

  • Collor: tornozeleira e permanência em residência fixa, sem controle ampliado do entorno

Motivações

No caso de Bolsonaro, Moraes considerou não apenas o estado de saúde, mas também riscos de mobilização de apoiadores e descumprimento de medidas judiciais.

Já a domiciliar de Collor foi concedida após condenação na Operação Lava Jato, com base na idade e em problemas de saúde comprovados.

Na prática, enquanto Collor cumpre uma domiciliar tradicional, Bolsonaro está submetido a um regime mais rígido.

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Comprometimento da renda das famílias com dívidas volta ao recorde da série histórica, diz Banco Central

O comprometimento da renda das famílias brasileiras atingiu 29,3% em janeiro, igualando o maior nível da série histórica, segundo o Banco Central do Brasil.

O indicador mede quanto da renda mensal é destinado ao pagamento de dívidas. Sem considerar o financiamento imobiliário, o índice ficou em 27,1%, também no maior patamar da série.

O endividamento das famílias segue elevado, em 49,7% da renda acumulada em 12 meses, próximo do recorde histórico. Sem incluir crédito imobiliário, o índice chegou a 31,3%, em alta no início de 2025.

Este cenário é agravado pelos juros. A taxa média do crédito subiu para 33% ao ano em fevereiro, impulsionada por modalidades mais caras, como cartão de crédito rotativo, cheque especial e crédito parcelado.

A também inadimplência também avançou e atingiu 4,3%, o maior nível da série. Parte da alta está ligada a novas regras que permitem aos bancos manter operações em atraso por mais tempo no balanço.

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Jorge do Rosário se consolida entre os mais citados em pesquisa para deputado Estadual

O pré-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário (PL) foi um dos destaques da mais recente pesquisa eleitoral divulgada pelo Instituto Média Inteligente neste domingo (29), figurando entre os nomes mais citados para a Assembleia Legislativa.

Jorge atribuiu o desempenho à confiança do eleitorado: “Esse reconhecimento é fruto de uma caminhada construída com seriedade. Seguimos com humildade, ouvindo e trabalhando.”

A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 26 de março, com 2.000 eleitores entrevistados em todo o estado. O levantamento apresenta margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-07240/2026.

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