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Bolsonaro chega hoje ao Rio Grande do Norte


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre compromissos no Rio Grande do Norte entre os dias 11 e 12 de abril, dentro do movimento “Rota 22 PL RN”, promovido pelo Partido Liberal no estado. Ele chega a Natal na noite desta quinta-feira (10), em voo comercial da Gol, com previsão de pouso às 22h45. A capital potiguar será seu ponto de partida para uma série de visitas pelo interior potiguar.

A programação começa às 7h, com saída do hotel em Natal e concentração com apoiadores na Avenida Engenheiro Roberto Freire, em frente ao CCAB Sul. De lá, Bolsonaro segue em comboio pelo interior do estado, com diversas paradas previstas.

Em Tangará, está programada uma parada em um ponto de venda de pastel, tradicional na região. Já em Acari, o ex-presidente visitará a Cidade da Moda — empreendimento composto por dez galpões e um centro de eventos, que recebeu recursos federais durante seu governo.

No município de Jucurutu, ele visita a Barragem de Oiticica, considerada uma das principais obras de infraestrutura hídrica do estado.

A agenda segue às 18h com a participação no seminário “Rota 22 PL RN”, realizado na sede da AABB, em Pau dos Ferros. Após o evento, Bolsonaro irá a Tenente Ananias, onde participa de um jantar na casa do deputado estadual Dr. Kerginaldo (PL).

No sábado, a única atividade pública divulgada é uma visita ao Túnel Major Sales, estrutura que integra o Ramal do Apodi, uma das frentes do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

A visita tem como objetivo fortalecer o PL na região, além de aproximar o ex-presidente de lideranças políticas e apoiadores locais.

96 FM

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Bolsonaro e Hugo Motta se encontram em Brasília para discutir anistia

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), esteve reunido, na tarde desta quarta-feira (9), com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para debater sobre o projeto de lei que dá anistia aos presos pelos atos criminosos ocorridos no dia 8 de janeiro.

A reunião entre os dois ocorreu em Brasília e foi confirmada pela assessoria de Motta. O encontro serviu como uma tentativa do ex-presidente de sensibilizar Hugo a pautar o projeto, caso o Partido Liberal consiga as 257 assinaturas para levar o texto da anistia diretamente para o plenário da Casa. Segundo o PL, o projeto já tem o apoio de 246 deputados.

De acordo com auxiliares de ambos, o presidente da Câmara ainda não está convencido a pautar o projeto no plenário e teria sinalizado ao ex-presidente a possibilidade de levar a discussão para uma comissão especial.

Além disso, Hugo Motta tem sugerido discutir o texto com outros Poderes. Segundo relatos, ele teria pontuado a necessidade de conversar com o Senado e com o Executivo.

Aliados afirmam que o presidente da Câmara busca uma costura sobre o tema, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF), para chegar a um texto que possa avançar, inclusive, com apoio do governo na Casa.

Antes da reunião, na terça-feira (8), a CNN antecipou que o encontro entre os dois ocorreria. Bolsonaro já havia telefonado para Motta a fim de entender, segundo aliados, o que estaria travando o andamento da proposta na Câmara.

Durante uma entrevista a um podcast, na noite de terça, o ex-presidente falou sobre o encontro e se mostrou confiante em levar o projeto da anistia para o plenário.

“Desde a campanha [para a presidência da Câmara], ele [Hugo] fala: ‘A maioria dos líderes querendo priorizar uma pauta, nós vamos atender à maioria’. Ele não participa da votação, tanto é que o voto foi pela abstenção. Não precisa lembrá-lo disso aí, ele sabe bem o que está acontecendo. Se a gente conseguir assinatura, ele vai botar em votação, tenho certeza disso”, disse Bolsonaro.

CNN

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MP pede cassação de vereadores do PSDB de São Gonçalo por “candidata laranja” em 2024

O Ministério Público Eleitoral pediu nesta segunda-feira (7) a cassação de dois vereadores do PSDB de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, após ter identificado que o partido fraudou a cota de gênero nas eleições de 2024. Os vereadores que podem perder o mandato são: Leo Medeiros e Ulisses Costa.

De acordo com o parecer do MP, assinado pelo promotor Flávio Henrique Nóbrega, a chapa da federação PSDB-Cidadania, que teve 18 candidatos, precisa ser derrubada porque houve o registro de uma candidata “laranja” apenas para preencher a cota obrigatória no último pleito.

Vale lembrar que, por lei, as chapas de partidos ou federações precisam ter no mínimo 30% de candidatos de um dos gêneros. Ou seja, dos 18 candidatos de São Gonçalo do Amarante, pelo menos seis precisam ser do gênero oposto ao da maioria (no caso em questão, 12 homens e seis mulheres).

Segundo o MP, a candidata laranja registrada apenas para preencher a cota foi Joelma Lima. O promotor alega que a candidata obteve apenas 1 voto na eleição, não fez nenhum gasto durante a campanha nem realizou atos públicos. Não há registro de publicações nas redes sociais, por exemplo.

“Nenhum dos elementos juntados demonstram a contemporaneidade dos referidos atos partidários. (…) Não há elementos probatórios que atestem a efetiva candidatura de Joelma. Ademais, as mencionadas provas juntadas na peça defensiva tampouco comprovam que datam do período de campanha eleitoral, demonstrando os indicativos que, de fato, a candidatura foi fictícia”, afirma o MP.

A possível fraude à cota de gênero da chapa da federação PSDB-Cidadania foi denunciada à Justiça Eleitoral em duas ações: uma protocolada pelo próprio Ministério Público e outra, pelo MDB e pelo candidato Adelson Martins (MDB) – que podem ser beneficiados com a nova totalização dos votos. Foi nesta ação que o MP emitiu o parecer citado nesta reportagem.

Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta segunda-feira, Joelma Lima negou irregularidades e afirmou que não fez campanha ostensiva porque não recebeu recursos do fundo partidário. Ela disse, no entanto, que saiu às ruas para pedir votos e que tem provas das ações. O sistema da Justiça Eleitoral informa que ela recebeu R$ 600 de recursos do partido para fazer campanha.

98 FM

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Comissão da Câmara aprova título de cidadão natalense para o ex-presidente Jair Bolsonaro

Os vereadores da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final da Câmara Municipal de Natal aprovou nesta segunda-feira (7) o projeto de lei de autoria do vereador Subtenente Eliabe Marques (PL), que concede o Título de Cidadão Natalense ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. A vereadora Brisa Bracchi (PT) foi a única a votar contra a proposta, enquanto os vereadores Fúlvio Saulo (SDD), relator da matéria; Tony Henrique (PL), Preto Aquino (PODE) e Camila Araújo (União), subscreveram como co-autores.

“Na história da Presidência, foi o presidente que mais visitou a nossa cidade. Os recursos enviados a Natal superaram as gestões anteriores e um olhar para a segurança com mais de R$ 200 milhões para aparelhar as forças de segurança. Essa concessão é justa, razoável e merecida”, disse Eliabe, relembrando que Bolsonaro já foi agraciado com o título de cidadão norte-rio-grandense pela Assembleia Legislativa do estado.

O vereador Preto Aquino também defendeu o título para o ex-presidente. “É justa a homenagem. No bairro Planalto, as poucas ruas calçadas foram feitas no governo de Bolsonaro através de senador Rogério Marinho e do presidente do senado Davi Alcolumbre. Foram 18 ruas e travessas, diferente dos outros governos que se dizem ‘governo dos pobres’”, destacou.

Além dele, os outros vereadores que subscreveram o projeto também elogiaram o ex-presente e a iniciativa de torná-lo cidadão natalense. “Subscrevemos e seguimos nas ruas, torcendo para que em 2026 ele retorne ao comando dessa nação que está aos frangalhos. É histórico o número de obras e recursos destinados na gestão Bolsonaro para Natal e para o estado”, afirmou Camila Araújo.

Tribuna do Norte

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Rogério Marinho fala que anistia é “prerrogativa do Congresso Nacional” e cita “perseguição” a Bolsonaro

O senador Rogério Marinho (PL) discursou neste domingo (6) durante o ato, com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, e diante de milhares de apoiadores vestidos de verde e amarelo, reforçou o pedido por anistia aos presos do 8 de janeiro, criticou o governo do presidente Lula (PT) e defendeu a legitimidade do Congresso Nacional para tratar do tema.

Durante seu discurso, ele afirmou que o Brasil vive um momento de “perseguição política” e que é preciso restabelecer o equilíbrio institucional. Ele destacou que o Congresso Nacional tem a legitimidade para conceder anistia e criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF).

“A anistia que está sendo vilipendiada por aqueles que não querem a reconciliação do país. A anistia, na verdade, é uma prerrogativa do Congresso Brasileiro. Não pertence ao Supremo Tribunal Federal, não pertence ao Presidente da República, não pertence aos órgãos de imprensa. Pertence àqueles que são os legítimos donos do Brasil, que é o povo brasileiro”, declarou.

Líder da oposição no Senado, ele também atacou o governo Lula, chamando-o de “rancoroso” e acusando-o de não apresentar propostas reais para o país. Segundo ele, a atual gestão prefere desqualificar seus opositores ao invés de governar com responsabilidade.

“A população brasileira percebeu o engodo de dois anos atrás. Muitos já se arrependem do voto porque estão sofrendo na pele”, afirmou.

Marinho ainda denunciou o que chamou de “judicialização seletiva” no país. “Nós não podemos aceitar como normal que nós tenhamos uma justiça em que não há mais um juiz natural, em que não há o princípio da ampla defesa, em que o juiz que se diz vítima hoje preside o inquérito. E que nós estamos sendo julgados sem a prerrogativa de foro”, ressaltou.

O parlamentar reforçou que a anistia é uma prática histórica no Brasil, citando presidentes como Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, e defendeu a necessidade de reconciliação nacional. “Ao longo da nossa história, o Brasil teve mais de 40 anistias desde 1822. Porque nós tivemos grandes homens governando esse país. Pessoas que tiveram o desprendimento de fazerem a conciliação e a pacificação do país. Desde os imperadores que passaram pelo Brasil, até os primeiros presidentes, até o ditador Getúlio Vargas, até o grande presidente Juscelino Kubitschek. Todos tiveram gestos de desprendimento e reconciliação. Mas o que falta no Brasil é a estatura de um líder”, concluiu.

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Ministros têm responsabilidade pela queda da popularidade de Lula, diz Sidônio

O ministro da Secom (Secretaria de Comunicação), Sidônio Palmeira, declarou nesta quinta-feira (3) que todos os ministros têm responsabilidade pela queda da popularidade do governo. Disse, no entanto, que não se “isenta” da culpa, pois isso já “vem de algum período” anterior a sua gestão.

“Não tem nada de eu me isentar de impopularidade. Zero. Eu acho que a impopularidade tem responsabilidade de todos os ministros. Todas as áreas, a área política, gestão, comunicação, todo mundo”, afirmou a jornalistas, depois de evento de balanço dos 2 anos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 2 de abril mostra que a desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu e chegou a 56%. É o pior índice desde o início do mandato do petista. É ainda a 1ª vez que a percentagem passa de 50%.

O levantamento foi realizado de 27 a 31 de março. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil. A margem de erro é de 2 p.p. (pontos percentuais), para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos. Eis a íntegra (PDF – 12 MB).

Segundo o chefe da Secom, seu papel à frente da comunicação do governo é informar. “Quanto à opinião da população sobre o governo, se acha isso, ou disso e daquilo, aí não é questão de a gente ficar definindo”, falou.

CAMPANHA DE 2026

Ainda em fala a jornalistas, Sidônio negou que o evento, que contou com a presença de vários ministros e líderes no Congresso, tenha tido um tom de campanha.“Eu acho que é uma leitura errada”, declarou.

Voltou várias vezes a falar que o papel do ato foi apenas para divulgar as ações do governo e mostrar à população o que são os serviços oferecidos pela gestão.

“Eu, como ministro, não penso em campanha política,não quero dizer isso.Eu penso no governo, objetivamente nisso”, declarou Sidônio.

Poder 360

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Bolsonaro teria mais votos que Lula se eleição ocorresse hoje, aponta Atlas

Se os mesmos candidatos da eleição de 2022 se repetissem em um novo pleito, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria, hoje, mais votos que o presidente Lula (PT) em um primeiro turno.

Os números são de pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (1°). O levantamento foi realizado com 4.659 brasileiros entrevistados por meios digitais entre 20 e 24 de março.

Mantido os mesmos candidatos do pleito de dois anos atrás, Bolsonaro teria 45,6% das intenções de voto e Lula, 40,6%, de acordo com a pesquisa.

O levantamento da AtlasIntel tem nível de confiança de 95% e margem de erro de um ponto percentual para mais ou menos — ou seja: a diferença de Bolsonaro para Lula supera o intervalo.

Se a eleição de 2022 ocorresse hoje:

  • Jair Bolsonaro (PL): 45,6%
  • Lula (PT): 40,6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5,7%
  • Simone Tebet (MDB): 3,1%
  • Outro candidato de 2022: 2,1%
  • Voto branco/nulo: 2% Não sei: 1%

Eleição real

Em 2022, Lula teve 48,4% dos votos válidos e Bolsonaro, 43,2% no primeiro turno. Já no segundo turno, Lula venceu Bolsonaro por 50,9% a 49,1%.

De acordo com a pesquisa, entre quem votou em Bolsonaro no segundo turno em 2022, 92,6% manifestam intenção de votar nele novamente, se a eleição se repetisse.

Já entre quem votou no hoje presidente Lula, 80,9% seguiriam com o petista.

Entre os que votaram em branco ou nulo no segundo turno em 2022 – um universo de 5,7 milhões de brasileiros -, 18,2% votariam em Bolsonaro no primeiro turno; 14%, em Ciro Gomes (PDT); 11%, em Simone Tebet (MDB); e 4,3%, para Lula.

E entre os que não votaram – 32,2 milhões de eleitores -, 34,9% prefeririam votar em Bolsonaro; 22,7%, em Lula; e 22,2%, em Ciro Gomes.

CNN

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Prefeito do interior do RN ganha R$ 25 mil e está na lista dos que turbinaram o salário no Brasil

Levantamento publicado pela Folha de São Paulo neste domingo (23) mostra que prefeitos de cidades pequenas do país, com até 7 mil habitantes, têm turbinado os seus próprios vencimentos. Entre eles, está o chefe do executivo do município de São José do Seridó (RN), Jackson Dantas, que está em seu quarto mandato e que o salário chega a R$ 25 mil mensais. A cidade que fica na Região Seridó, distante 239 quilômetros de Natal, possui uma população estimada em 4.716 habitantes, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nas redes sociais, o prefeito Jackson Dantas publica vídeos e relatos das ações que faz ao longo dos mandatos.

Segundo a pesquisa da Folha, o salário de prefeitos dessas pequenas cidades superam o de prefeitos de municípios até 50 vezes maiores.

Em Ingazeira (PE), com 4.959 habitantes e uma renda média de 1,6 salário mínimo, o prefeito recebe R$ 20 mil mensais, enquanto o vice ganha R$ 10 mil. A cidade recebe R$ 43,9 milhões em transferências do estado e da União, enquanto a arrecadação própria é de R$ 3,4 milhões. A estrutura administrativa, que inclui prefeito, vice, 12 secretários e vereadores, custa R$ 2,7 milhões anuais.

Em outros municípios, os salários também são elevados. Porto Rico (PR) paga R$ 24.500. Comparativamente, Bauru (SP), com 391.740 habitantes, paga R$ 24.849 à prefeita.

Muitas dessas cidades enfrentam problemas com serviços essenciais. Lafaiete Coutinho (BA), com 4.221 habitantes, paga R$ 19 mil ao prefeito, mas 94,43% de sua receita vem de transferências externas, e o esgoto da cidade não é tratado. Rio Crespo (RO), com 3.753 habitantes, paga R$ 18.954,50 ao prefeito e tem o sétimo maior índice de mortalidade infantil de Rondônia.

Embora esses salários altos sejam vistos como distorções, o advogado Omar Augusto Leite Melo disse à Folha que o arcabouço legal brasileiro incentiva isso, já que, quanto menor o município, mais cargos e infraestrutura são necessários, aumentando os custos.

Ao contrário dos vereadores, os salários de prefeitos não têm limites legais, o que pode gerar distorções nas finanças municipais.

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