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Merval Pereira acusa Lula e Alcolumbre de oportunismo na votação do fim da escala 6x1

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Política

Base cresce: Jorge do Rosário consolida apoios em Carnaubais

ACESSO 360

O pré-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário avança na construção de sua base eleitoral e consolida apoios estratégicos no município de Carnaubais, reforçando sua presença no Vale do Açu.

O grupo que passa a caminhar com Jorge inclui o vice-prefeito Wanderley Mendes, a secretária de Cultura Lúcia Helena, a ex-vereadora Francisquinha Macedo, a ex-candidata a federal Gilza Moura e lideranças comunitárias da região.

“É importante termos um deputado próximo da gente pra ajudar o município e seu povo”, destacou Wanderley.

Jorge, que já obteve uma votação expressiva em 2022, afirmou que o crescimento do grupo fortalece ainda mais sua pré-candidatura. “É mais uma força que está do nosso lado nessa caminhada e vamos retribuir com muito trabalho pela cidade e nosso povo”, disse.

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Política

Lula confirma Alckmin como vice na disputa pela reeleição

Poder 360


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta 3ª feira (31.mar.2026), em reunião ministerial, que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deixará o cargo para ser vice na chapa de sua reeleição à Presidência da República.

“O companheiro Alckmin vai ter que deixar o MDIC. Ele vai ter que deixar porque ele é candidato à vice da República outra vez”, afirmou Lula. A declaração foi feita durante reunião ministerial no Palácio do Planalto.

O encontro começou por volta das 10h25 e reuniu ministros que deixarão o governo para disputar as eleições. Ao menos 14 integrantes da Esplanada já comunicaram o desligamento. Outros são esperados até 5ª feira (2.mar).

Lula disse que havia prometido não criar obstáculos para quem quisesse se candidatar. Segundo ele, é um direito legítimo de seus ministros disputarem uma eleição seja qual cargo for.

Sobre a reformulação do governo, Lula disse que não pretende nomear novos ministros para substituir os que partem. “Não tem novo programa de governo. A máquina está em andamento, ela tem que continuar andando”, afirmou. Ao tomar posse, Lula aumentou o número de ministérios de 23 para 38. Hoje, o país tem 38 ministérios.

O presidente fez um apelo pela seriedade na política e citou Ulysses Guimarães. “Eu não canso de dizer que a política piorou muito. Hoje ainda tem muita gente séria, tem muita gente que faz política”, afirmou, acrescentando que “em muitos casos a política virou negócio”.

“Vocês estejam dispostos a entrar na vida parlamentar para ajudar a mudar a promiscuidade que está estabelecida na política mundial e na brasileira. Perdeu muito de seriedade a política”, declarou Lula.

Lula encerrou sua fala com agradecimentos aos ministros e afirmou que o país chegou a uma situação melhor do que quando ele assumiu.

Poder360

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Política

Acordo nos bastidores? PT e Centrão se unem para enterrar CPI do INSS

O Globo

O avanço das investigações envolvendo o caso Master e a relação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com personagens centrais do escândalo levou uma aproximação improvável em Brasília. PT e partidos do Centrão passaram a atuar nos bastidores para barrar a prorrogação da CPI do INSS, cujo prazo termina nos próximos dias.

A avaliação no Congresso é de que o caso deixou de atingir apenas o governo e passou a respingar também em lideranças do centro e da direita, especialmente após a exposição de vínculos do banqueiro Daniel Vorcaro com nomes influentes da política nacional. O efeito foi a convergência de interesses para frear o avanço das investigações.

Nos bastidores, há pressão sobre parlamentares para retirada de assinaturas do pedido de prorrogação, que já conta com apoio suficiente. O requerimento está parado sob a responsabilidade do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que resiste a dar andamento ao tema.

Enquanto isso, a CPI tenta sobreviver recorrendo ao Supremo Tribunal Federal, em meio a um ambiente político cada vez mais desfavorável. A judicialização, no entanto, irritou a cúpula do Congresso e ampliou o desgaste em torno da comissão.

Com o calendário eleitoral se aproximando, cresce entre lideranças a avaliação de que manter a CPI ativa pode gerar mais prejuízos do que resultados, reforçando o movimento para esvaziar de vez os trabalhos do colegiado.

Com informações do jornal O Globo

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