Deputado Coronel Azevedo sai em defesa de policiais militares e critica postura da governadora Fátima Bezerra

Durante pronunciamento na Sessão Plenária da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, nesta terça-feira (19), o deputado estadual Coronel Azevedo (PL) fez um duro discurso em defesa dos policiais militares envolvidos em ocorrência registrada no último domingo (17), em Santana do Seridó, e criticou a postura da governadora Fátima Bezerra.

Segundo o parlamentar, a governadora utilizou as redes sociais para se solidarizar com um homem que teria depredado a estrutura de uma unidade hospitalar e, ao mesmo tempo, atacou a atuação dos policiais militares chamados para conter a ocorrência.

“Mais uma vez, como todo bom petista, a governadora correu às redes sociais para condenar os policiais e vitimizar o infrator. Ela não condenou a depredação do patrimônio público e, pior, atacou os profissionais que estavam apenas cumprindo o seu dever”, afirmou Azevedo.

O deputado destacou que dois policiais foram acionados para intervir após o indivíduo agir violentamente dentro da unidade de saúde, colocando em risco pacientes, idosos e trabalhadores do local.

Para Azevedo, a postura da governadora representa “inversão de valores” e desrespeito às forças de segurança:

“Policiais também são trabalhadores, pais de família, e precisam ser respeitados no exercício da missão de proteger a sociedade. Infelizmente, não é a primeira vez que vemos Fátima se posicionar contra a Polícia Militar e a favor de quem comete infração.”

O parlamentar concluiu afirmando que a gestão estadual vai terminar sem grandes realizações, mas marcada por episódios de “perseguição e humilhação” contra a categoria.

“Nada justifica a forma como a governadora tratou os policiais neste episódio. Seria um bem enorme para o povo potiguar se ela tivesse a grandeza de renunciar antes do término do mandato”, disse.

Coronel Azevedo reafirmou que continuará utilizando a tribuna da Assembleia Legislativa em defesa da Polícia Militar e contra qualquer tentativa de desmoralização da instituição.

Publicidade

Moraes pede vista e suspende julgamento sobre candidaturas avulsas

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu vista nesta sexta-feira (15) do julgamento em plenário virtual que analisa a possibilidade de candidaturas sem filiação partidária.

A análise pelos ministros foi retomada nesta sexta e tinha previsão de ser encerrada no próximo dia 22. Com o pedido de vista, o julgamento fica suspenso por até 90 dias.

Antes da vista, nenhum ministro havia votado no julgamento. Luís Roberto Barroso, atual presidente da Corte, é o relator do processo.

A ação tramita no STF há oito anos e é considerada controversa tanto entre os ministros quanto por integrantes da PGR (Procuradoria-Geral da República) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O processo foi movido por um advogado que, em 2016, tentou registrar candidatura independente à Prefeitura do Rio de Janeiro, mas teve o pedido negado pelo TSE. A Corte Eleitoral considerou que a Constituição exige filiação partidária para concorrer a cargos eletivos.

No entanto, o caso levantou um debate sobre o Pacto de San José da Costa Rica, tratado de direitos humanos ratificado pelo Brasil em 1992.

O pacto estabelece que “todo o cidadão deve gozar do direito de votar e ser eleito em eleições periódicas, autênticas, realizadas por sufrágio universal e por voto secreto”, sem mencionar a necessidade de vínculo partidário.

Em 2017, o plenário do STF chegou a pautar o processo para julgamento, mas os ministros se limitaram a reconhecer a repercussão geral, ou seja, quando há impacto em demais processos semelhantes. Em 2019, foi realizada uma audiência pública para discutir a questão.

Se a Corte autorizar candidaturas avulsas, a mudança já poderia valer para as eleições de 2026. Técnicos do TSE, porém, alertam para os desafios operacionais, já que seria necessário adaptar todos os sistemas de registro e apuração de votos.

CNN

Publicidade

Pesquisa Consult: Rogério tem 26,96%, Allyson 15,43% e Álvaro 12,39% em Extremoz

O Instituto Consult finalizou mais uma pesquisa de intenção de votos para o Governo do Estado, agora no município de Extremoz. De acordo com o levantamento divulgado nesta sexta-feira (15) pela Tribuna do Norte, a liderança na cidade é do senador Rogério Marinho (PL).

De acordo com a pesquisa, Rogério tem 26,96% de preferência dos eleitores de Extremoz. Em segundo lugar está o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), com 15,43%. Em seguida está o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), com 12,39%.

Na sequência surgem Thabatta Pimenta (Psol) com 5%, o vice-governador Walter Alves (MDB) com 3,91% e o secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT), com 2,39%. Outros 16,09% optaram por nenhum dos nomes e 17,83% não soube dizer.

A pesquisa realizada em Extremoz ouviu 460 pessoas em 17 bairros da cidade, no último dia 9 de agosto. A margem de erro é de 4,5% e a confiabilidade de 95%.


Publicidade

Idosa apanha na cadeia, mas Lula acha que não se desrespeita direitos humanos no Brasil

O presidente Lula assinou uma medida provisória que supostamente serve para suavizar os efeitos da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras para os Estados Unidos, para aqueles setores afetados, diretamente ou indiretamente. São vantagens tributárias, créditos tributários, e a criação (sempre têm de criar algo) de uma Câmara Nacional de Acompanhamento de Emprego em nível nacional e em níveis regionais. Teremos mais folha de pagamento? Mais locação de imóveis federais? Mais despesa para o contribuinte? Aliás, “contribuinte” não, “pagador de impostos” é mais direto.


PGR é contra prisão domiciliar para idosa agredida na cadeia; isso é “respeito aos direitos humanos”?

E o presidente Lula continua fazendo declarações que não batem com a realidade. Falando daquele relatório do Departamento do Estado que foi enviado ao Congresso dos Estados Unidos, sobre a deterioração da democracia e dos direitos humanos no Brasil, ele disse que “ninguém está desrespeitando direitos humanos no Brasil”. E disse isso um dia depois de a Procuradoria-Geral da República recusar o pedido da defesa de dona Jucilene Nascimento, 62 anos, agredida na prisão feminina de Florianópolis; o rosto dela ficou deformado. Ela tem doenças, comorbidades; a defesa pediu prisão domiciliar, mas a PGR foi contra. Eis aí o nível dos direitos humanos no Brasil.


Até o Nilmário Miranda, que já escreveu um livro sobre prisões por opinião política no Brasil, caiu fora da assessoria do Ministério dos Direitos Humanos, dizendo que vai cuidar do PT de Minas Gerais. Quase ao mesmo tempo, Eneá de Stutz, ex-presidente da Comissão de Anistia – não a anistia de agora, mas aquela de 1979, de 1964 –, pediu para sair do cargo de conselheira, dizendo que há uma “indústria de processos”. Será que ela descobriu só agora? “Cansei de apanhar”, disse ela em entrevista. As pessoas estão começando a cansar. “Não me restou outra alternativa a não ser deixar a comissão”, ela ainda afirmou. Como ela é professora, vou reclamar: “alternativa” já contém “outra”, já que alter é “outro”. Então, como qualquer professor deveria saber, “outra alternativa” é um pleonasmo.

É loucura negar que estejamos todos respeitando a democracia e os direitos humanos. Não esqueçam que direitos humanos também são os direitos políticos, os direitos individuais, de liberdade de expressão, de liberdade de culto, o direito de ir e vir, a liberdade de reunião, tudo isso que foi cortado durante a pandemia, por exemplo.


Operação da PF mostra que as fraudes no INSS não param

A Polícia Federal fez uma operação, com mandados de busca e apreensão, contra ex-funcionários da Caixa Econômica Federal que estavam em um esquema para enganar o INSS. Vejam como é frágil o sistema do INSS: a Caixa Econômica usa, e funcionários corruptos conseguem fraudá-lo. Eles foram demitidos no último ano do governo Bolsonaro; e não é que continuaram tocando o esquema de fora da Caixa, terceirizando coisas lá dentro? Um deles tinha dinheiro em casa, como costuma acontecer.


O que um cargueiro russo veio fazer em Brasília?

Todos ficaram preocupados com a história do Ilyushin-76, um gigantesco avião de carga russo, de quatro turbinas, que veio, passou pelo Azerbaijão, fez escala na Guiné, e pousou no Brasil. Ele é de uma empresa sancionada pelos Estados Unidos por transportar armas para a Coreia do Norte e para a Venezuela, mas mesmo assim aterrissou em Brasília. Parece que a Anac não soube dar informações, e por isso o senador Márcio Bittar (União-AC) formalizou um pedido de informações ao Ministério da Defesa e ao Ministério de Relações Exteriores, para saber o que esse avião está fazendo lá em Brasília. A aeronave estava programada para ir embora na quarta-feira, mas ficou esse mistério. Enquanto isso, há aviões americanos aparecendo lá em Mato Grosso do Sul, mas nesse caso sabemos bem do que se trata: é uma operação conjunta, praticamente anual, entre forças armadas brasileiras e americanas.


Alexandre Garcia - Gazeta do Povo

Publicidade

O Brasil não aguenta mais o PT e não aguenta mais o Lula, diz Tarcísio


Para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), está na hora do Brasil “trocar o piloto” para avançar rumo à melhorias.

“O mundo está de portas abertas para o Brasil, o Brasil já fez grandes coisas, é só trocar o piloto porque o carro é bom pra caramba”, afirmou no evento AgroForum, promovido pelo BTG Pactual.

Durante um painel ao lado dos governadores Ronaldo Caiado (União), Ratinho Jr (PSD) e Eduardo Leite (PSD), Tarcísio criticou que o país esteja “há quarenta anos discutindo a mesma pessoa”, ao se referir ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“A gente está perdendo alguns bondes, o bonde da tecnologia energética, o bonde da bioeconomia, o bonde do conhecimento, o mundo está de portas abertas para o Brasil e a gente andando aqui numa ciranda e discutindo picuinha. O Brasil não aguenta mais o PT, o Brasil não aguenta mais o Lula”, disse Tarcísio, sob fortes aplausos da plateia.

Na mesma linha falou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que defendeu que o país “vire essa página para uma nova geração”.

“Vamos ter uma eleição no ano que vem que, se Lula for candidato, em dez eleições desde a redemocratização, em sete ele terá sido candidato, teria sido oito se pudesse ter concorrido naquela de 2018 e sabemos que nas outras duas que ele concorreu, virtualmente ele foi quem estava sustentando o projeto da candidata que venceu. O país precisa virar essa página para uma nova geração”, afirmou.

CNN Brasil

Publicidade

Rota 22 traz Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto à Natal neste sábado (16)

A próxima parada do Rota 22 será neste sábado, 16 de agosto, em Natal, com o Seminário da Região Metropolitana, a partir das 8h, no Olimpo Recepções, em Candelária. O evento contará com a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente nacional do PL Mulher, como convidada especial, assim como o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto que será um dos palestrantes do evento. O Rota 22 segue mobilizando lideranças e a população do Rio Grande do Norte em torno de debates sobre o futuro do estado e do país.

Se inscreva em www.plrota22.com.br e participe do seminário do Rota 22, iniciativa do Partido Liberal (PL), em parceria com o instituto Álvaro Valle. "A participação da ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, e do presidente do PL no país, Valdemar Costa Neto, reforça a importância do seminário para o fortalecimento da representação feminina e das pautas defendidas pela base conservadora no estado", avalia Rogério Marinho, líder da oposição no Senado e secretário-geral do PL Nacional.

Costa Neto tem demonstrado esforço em manter a coesão e definir estratégias políticas do PL, buscando influenciar o cenário político atual e para as eleições de 2026. Ele está ativamente envolvido em reuniões com lideranças de partido de Centro e Direita buscando novas lideranças alinhadas ao pensamento político conservador.

Reconhecida por sua atuação em causas sociais e em defesa da família, da vida e da educação, Michelle Bolsonaro tem se destacado por sua liderança em pautas conservadoras e de mobilização comunitária. Com forte vínculo com ações voluntárias e apoio a instituições filantrópicas, ela é uma voz ativa no fortalecimento da base do Partido Liberal (PL), participando de agendas públicas, eventos oficiais e campanhas de engajamento político e social.

O seminário terá como foco os principais desafios enfrentados pelos municípios da Região Metropolitana de Natal, com discussões voltadas para temas como segurança, saúde, educação, infraestrutura, geração de emprego e políticas sociais. Como nas outras edições do projeto, a escuta da população e dos representantes locais é parte essencial da construção coletiva de propostas para o futuro do Rio Grande do Norte.

O Rota 22 tem se consolidado como uma ferramenta de diálogo com a sociedade potiguar, reunindo vereadores, prefeitos, lideranças comunitárias, religiosos, parlamentares e cidadãos de todas as regiões do estado. A proposta do projeto é promover o debate aberto e transparente sobre os problemas e soluções para o desenvolvimento sustentável e seguro do RN.

Fique conectado com o Rota 22 — acesse o site plrota22.com.br e confira quando o projeto passará por sua região. Mais informações também estão disponíveis nas redes sociais, pelos perfis @pl22rn e @plnacional22, e no canal de WhatsApp do Rota 22 no Rio Grande do Norte: canal.plrota22.com.br.

Serviço:

Evento: Seminário Rota 22 – Região Metropolitana

Data: 16 de agosto (sábado)

Horário: 8h

Local: Olimpo Recepções, Candelária – Natal (RN)

Convidados: Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL e Michelle Bolsonaro, presidente nacional do PL Mulher

Entrada gratuita - Se inscreva em www.plrota22.com.br.

Publicidade

Pesquisa Consult em Parnamirim: Rogério (41,2%) amplia vantagem em segundo cenário e abre 18 pontos sobre Allyson (23,4%)

Em um segundo cenário com menos nomes na disputa, o senador Rogério Marinho (PL) dispara na preferência do eleitorado de Parnamirim e amplia a vantagem sobre os adversários. É o que mostra nova rodada da pesquisa Consult divulgada nesta quinta-feira (7) pela Tribuna do Norte.

Segundo o levantamento, Rogério lidera com 41,2% das intenções de voto, abrindo 17,8 pontos de vantagem sobre o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), que aparece com 23,4%. O terceiro nome testado foi o de Cadu Xavier, que pontuou com 5,6%.

Ainda de acordo com a pesquisa, 10,8% dos entrevistados disseram que não votariam em nenhum dos três, enquanto 19% afirmaram não saber ou preferiram não responder.

A sondagem foi realizada no último dia 2 de agosto, com 500 entrevistas no município de Parnamirim. A margem de erro é de 4,3 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.


Publicidade

Moraes autoriza Bolsonaro a receber visita de filhos e outros familiares em prisão domiciliar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (6) que o ex-presidente Jair Bolsonaro, detido em prisão domiciliar, receba a visita de filhos, cunhadas, netas e netos sem a necessidade de autorização prévia.

Na segunda-feira (4), o ministro Moraes, relator do caso, determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro por desrespeitar as medidas restritivas em vigor desde 18 de julho, ao veicular conteúdo na rede social dos filhos.

Na decisão que decretou a prisão, o ministro havia afirmado que todas as visitas a Bolsonaro, exceto de advogados, dependeriam de autorização prévia do Supremo. Mas, nesta quarta, ele facilitou o contato do ex-presidente com familiares.

G1

Publicidade

Sobe para 38 os senadores a favor do impeachment de Moraes, faltam 3 para maioria

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou nesta terça-feira (5) que o número de senadores a favor do impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes subiu para 38. Com isso, faltam três assinaturas para que o Senado chegue a maioria de 41 votos favoráveis a abertura do processo de impedimento. Para que a destituição ocorra de fato são necessários os votos de 54 senadores.

Nikolas declarou que o senador Efraim Filho (União-PB) foi a adição mais recente à lista de apoios. O placar atualizado está disponível no site votossenadores.com.br. A página mostra que 38 senadores se posicionaram a favor do impeachment, 19 são contra e outros 24 permanecem indefinidos.

A oposição impediu a realização das sessões plenárias na Câmara e no Senado nesta tarde em protesto a prisão domiciliar imposta por Moraes ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para acabar com a obstrução, os parlamentares pedem a aprovada de um "pacote da paz" que prevê anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e o impeachment do ministro.


Cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pautar o início da tramitação de um pedido de impeachment contra um ministro do Supremo. Em seguida, uma comissão especial é criada para analisar a denúncia e elaborar um relatório apontando ou não a admissibilidade do pedido.

Caso seja aprovado pela comissão por maioria simples (metade mais um dos presentes no colegiado), o parecer segue para o plenário do Senado. No plenário, um novo relatório é apresentado para a votação e pode ser aprovado com maioria simples. Após essa fase, a Mesa Diretora deve informar ao STF, ao presidente da República e ao ministro afetado sobre a admissibilidade da denúncia.

O tema é discutido pela Corte e um julgamento é marcado no Senado. Com o encerramento do julgamento, o presidente do Senado dá início a votação nominal, são necessários os votos favoráveis de 54 senadores (dois terços) para que a destituição do cargo ocorra.

Senadores a favor do impeachment de Moraes

  • Alan Rick (UNIÃO–AC)
  • Alessandro Vieira (MDB–SE)
  • Astronauta Marcos Pontes (PL–SP)
  • Carlos Portinho (PL–RJ)
  • Carlos Viana (PODEMOS–MG)
  • Cleitinho (REPUBLICANOS–MG)
  • Damares Alves (REPUBLICANOS–DF)
  • Dr. Hiran (PP-RR)
  • Eduardo Girão (NOVO–CE)
  • Eduardo Gomes (PL–TO)
  • Efraim Filho (União-PB)
  • Esperidião Amin (PP–SC)
  • Flávio Bolsonaro (PL–RJ)
  • Hamilton Mourão (REPUBLICANOS–RS)
  • Izalci Lucas (PL–DF)
  • Jaime Bagattoli (PL–RO)
  • Jayme Campos (UNIÃO–MT)
  • Jorge Kajuru (PSB–GO)
  • Jorge Seif (PL–SC)
  • Lucas Barreto (PSD–AP)
  • Luis Carlos Heinze (PP–RS)
  • Magno Malta (PL–ES)
  • Marcio Bittar (UNIÃO–AC)
  • Margareth Buzetti (PSD–MT)
  • Marcos Rogério (PL–RO)
  • Marcos do Val (PODEMOS–ES)
  • Nelsinho Trad (PSD–MS)
  • Oriovisto Guimarães (PODEMOS–PR)
  • Plínio Valério (PSDB–AM)
  • Professora Dorinha Seabra (UNIÃO–TO)
  • Rogério Marinho (PL–RN)
  • Sergio Moro (UNIÃO–PR)
  • Styvenson Valentim (PODEMOS–RN)
  • Tereza Cristina (PP–MS)
  • Vanderlan Cardoso (PSD–GO)
  • Wellington Fagundes (PL–MT)
  • Wilder Morais (PL–GO)
  • Zequinha Marinho (PODEMOS–PA)


Senadores indecisos

  • Ângelo Coronel (PSD–BA)
  • Ciro Nogueira (PP–PI)
  • Confúcio Moura (MDB–RO)
  • Daniella Ribeiro (PSD–PB)
  • Davi Alcolumbre (UNIÃO–AP)
  • Dra. Eudócia Caldas (PL–AL)
  • Eduardo Braga (MDB–AM)
  • Eliziane Gama (PSD–MA)
  • Fernando Dueire (MDB–PE)
  • Flávio Arns (PSB–PR)
  • Giordano (MDB–SP)
  • Ivete da Silveira (MDB–SC)
  • Jader Barbalho (MDB–PA)
  • Jussara Lima (PSD–PI)
  • Laércio Oliveira (PP–SE)
  • Mara Gabrilli (PSD–SP)
  • Marcelo Castro (MDB–PI)
  • Mecias de Jesus (REPUBLICANOS–RR)
  • Renan Calheiros (MDB–AL)
  • Romário (PL–RJ)
  • Soraya Thronicke (PODEMOS–MS)
  • Sérgio Petecão (PSD–AC)
  • Veneziano Vital do Rêgo (MDB–PB)
  • Zenaide Maia (PSD–RN)


Senadores contrários ao impeachment de Alexandre de Moraes

  • Ana Paula Lobato (PDT–MA)
  • Augusta Brito (PT–CE)
  • Beto Faro (PT–PA)
  • Chico Rodrigues (PSB–RR)
  • Cid Gomes (PSB–CE)
  • Fabiano Contarato (PT–ES)
  • Fernando Farias (MDB–AL)
  • Humberto Costa (PT–PE)
  • Irajá (PSD–TO)
  • Jaques Wagner (PT–BA)
  • Leila Barros (PDT–DF)
  • Omar Aziz (PSD–AM)
  • Otto Alencar (PSD–BA)
  • Paulo Paim (PT–RS)
  • Randolfe Rodrigues (PT–AP)
  • Rodrigo Pacheco (PSD–MG)
  • Rogério Carvalho (PT–SE)
  • Teresa Leitão (PT–PE)
  • Weverton (PDT–MA)

Publicidade

Deputado Coronel Azevedo critica atuação de Alexandre de Morais em pronunciamento na ALRN

Durante a sessão plenária desta terça-feira (5), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), o deputado estadual Coronel Azevedo (PL) fez um pronunciamento em que criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o atual cenário político nacional.

De acordo com o parlamentar, há um ambiente de “deturpação da Justiça” no país. “Meu pronunciamento de hoje é para denunciar esta ditadura instalada formalmente no Brasil e a cortina de fumaça que o ‘lulo-petismo’ está criando para abafar um dos maiores escândalos da história desse país, a Vaza Toga 2”, afirmou.

O deputado citou a divulgação de um dossiê pelo jornalista americano Michael Shellenberger, noticiado pela CNN, que aponta supostas ações irregulares do STF em relação à investigação e prisão de envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Segundo ele, os documentos mencionados indicam que um protocolo interno teria sido criado para investigar perfis nas redes sociais e justificar prisões.

Coronel Azevedo também criticou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, mencionando outros nomes ligados ao campo conservador, como o ex-deputado Daniel Silveira, o senador Marcos do Val e a deputada Carla Zambelli. O parlamentar alegou que essas pessoas “foram punidas por emitir opinião” e que a atuação do ministro Alexandre de Moraes estaria promovendo perseguições políticas.

“Vamos clamar a Deus que salve o Brasil, que possamos entregar a nação livre a nossos filhos e netos”, finalizou o deputado.

Publicidade