PT barra carteira estudantil grátis para manter verba a entidades esquerdistas

A bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) tem se mobilizado para barrar um projeto de lei que cria uma carteira estudantil gratuita no estado.

Apresentado pelo deputado Tenente Coimbra (PL), o projeto de lei (PL) prevê que a Secretaria da Educação passe a emitir, sem custos aos estudantes, a Carteira de Identificação Estudantil do Estado de São Paulo (CIESP), preferencialmente em formato digital.

Na prática, a medida ameaça diretamente a principal fonte de receita de entidades ligadas historicamente à esquerda, como a União Nacional dos Estudantes (UNE), que há décadas emitem o documento e cobram uma taxa — hoje, R$ 45.

Embora parte das carteirinhas seja distribuída gratuitamente, a venda representa uma fatia relevante da arrecadação da UNE e de outras organizações como a UBES e a ANPG, todas ligadas à esquerda.

Manobras do PT

O PT tem usado manobras regimentais para impedir a votação do projeto. Em abril, por exemplo, ameaçou travar a análise de outros 25 textos para evitar que a CIESP fosse incluída na pauta.

Desde então, articula para barrar a proposta, que deve voltar ao plenário nesta quarta-feira, 28, conforme articulação do presidente da Casa, André do Prado (PL).

Parlamentares que defendem o projeto acusam o PT de querer preservar o monopólio das entidades ligadas à esquerda sobre a emissão das carteiras e alegam que a gratuidade democratizaria o acesso ao benefício da meia-entrada em eventos culturais.

“Apresentei PL da carteirinha estudantil digital e grátis para todo aluno de SP.

A esquerda já correu e barrou.

Motivo? A UNE, aparelhada por eles, perde o monopólio e o lucro de +/- R$ 200 milhões”, escreveu Tenente Coimbra em publicação no X.

O antagonista 

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Idoso mantinha mulher e filha doentes em casa meses sem água ou banho


Uma senhora de 69 anos e a filha dela, de 32 — ambas com retardo mental leve — foram tiradas da casa onde residiam com Izildo Rodrigo Soares de Moura, 74, na área rural de Guararema, interior de São Paulo.

O trabalhador rural é marido da mulher e pai da moça, que seria vítima de estupros, conforme relatado por pessoas próximas da família à Polícia Civil. As denúncias sobre os crimes sexuais, feitas informalmente pelas testemunhas, constam em um registro oficial feito em março deste ano.

Para tirar as vítimas das mãos de Izildo a promotora de Justiça Anna Paula Grossi acatou a um pedido de profissionais da equipe de Assistência Social, da Prefeitura de Guararema, que em fevereiro procuraram o Ministério Público de São Paulo (MPSP).

Foi relatado à Promotoria, em Guararema, que o caso envolvendo esse núcleo familiar, no qual as mulheres são vítimas de violência física e psicológica, perdura há anos. Pelo fato de ambas terem deficiência intelectual leve, a filha inclusive com esquizofrenia, elas mantinham com Izildo, segundo relatado pela promotora, “uma relação de intensa subordinação”.

“A Assistência [Social] narrou indícios de diversas formas de violação de direitos humanos, inclusive crime sexual, mas toda vez que tentaram intervir, por anos, o senhor impedia a equipe de adentrar no imóvel, impedia que frequentassem a rede pública de saúde ou qualquer outra coisa”.

“Idade da pedra”

Mãe e filha eram mantidas em casa sem qualquer higiene, estando há meses sem tomar banho e com as mesmas roupas. Em seus cabelos, quando foram resgatadas, foram encontrados até animais mortas.

“A situação aparentava que viviam ‘na idade da pedra’, pois sequer se higienizavam e ele [Izildo] entendia isso como normal”.

Com uma liminar expedida pelo MPSP mãe e filha conseguirem vagas em uma residência inclusiva. Antes disso, foram levadas para um hospital, onde tomaram banho e receberam os primeiros socorros.

Izildo segue em liberdade e é investigado pelos crimes de maus tratos e estupro de vulnerável. A defesa dele não havia sido localizada até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.

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Aluguel sobe 12,57% em Natal nos últimos 12 meses


O preço do aluguel residencial em Natal ficou 12,57% mais caro nos últimos 12 meses. A variação, inclusive, ficou acima da inflação medida pelo IPCA, que registrou 5,53% em um ano. Em nível nacional, capitais como Salvador e Porto Alegre registraram índices de 30,46% e 24,22%, respectivamente, sendo os maiores registros em capitais no Brasil. As informações foram divulgadas pela Exame, com base no Índice FipeZap de Locação Residencial para abril de 2025.

Em comparação com outras 22 capitais pesquisadas, Natal ficou em 12º lugar. No Nordeste, por exemplo, Natal ficou na 6ª colocação no quesito aluguel residencial mais caro em 12 meses. Apenas São Luís (9,89%), Maceió (9,35%) e Aracaju (4,77%) tiveram variações menores em relação à capital potiguar. A variação média nas 22 capitais ficou em 12,77%.

Para o setor imobiliário potiguar, há várias explicações para o aumento médio no valor do aluguel. Um deles é o baixo estoque de casas para alugar na capital em virtude da falta de lançamentos dos últimos anos, situação que pode ser revertida com o advento das mudanças nas regras do Plano Diretor de Natal.

“Já vínhamos acompanhando esses números há alguns meses, vindo sempre nessa tendência, entre 11, 12%. O sentimento do mercado é esse mesmo, que é um pouco acima da inflação. Atribuímos isso à escassez de imóveis. Continuando nesse patamar, com poucos lançamentos apesar da revisão do Plano Diretor, a tendência é que haja uma valorização maior dos imóveis disponíveis para locação”, explica Renato Gomes Netto, presidente do Sindicato da Habitação do RN (Secovi-RN).

Tribuna do Norte 

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Governo Lula é desaprovado por 54%; aprovação é de 40%, diz Ipespe

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 54% dos brasileiros, de acordo com a pesquisa Pulso Brasil/Ipespe divulgada na quarta-feira (21). Ao mesmo tempo, 40% aprovam a administração do chefe de Estado. Outros 6% não souberam ou não responderam ao levantamento.

Foram ouvidas 2.500 pessoas em todo o país entre os dias 14 e 19 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95,45%.

O índice de desaprovação se manteve estável em relação à rodada anterior, realizada em março. Já a aprovação variou um ponto percentual para baixo neste período (confira os detalhes abaixo)

Aprovação ao governo Lula

  • Aprova: 40% (eram 41% em março)
  • Desaprova: 54% (eram 54% em março)
  • Não sabe/não respondeu: 6% (eram 5% em março)

CNN

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Lula levou ao menos 130 pessoas em viagem à Rússia e à China


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) levou ao menos 130 pessoas durante a viagem para a Rússia e a China. Dentre os que integraram a comitiva do petista estão ministros de Estado, seus assessores, empresários e seguranças.

Os ministérios ou órgãos que mais levaram pessoas para a viagem internacional foram a Presidência da República (26) –majoritariamente composta pela Secom (Secretaria de Comunicação) e pelo Gabinete de Segurança)–, a Casa Civil (20) e o Palácio do Itamaraty (12).

O Poder360 analisou nomes disponibilizados no DOU (Diário Oficial da União), no Painel de Viagens –administrado pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos– e pelo Portal da Transparência. A lista completa e oficial não foi divulgada pelo Palácio do Planalto, portanto, a quantidade de nomes pode ser maior.

Em relação às diárias e gastos com passagens aéreas, os dados ainda são muito preliminares. Das 130 pessoas analisadas, apenas 28 tiveram gastos com diárias divulgados sendo, na média, cerca de R$ 8.500 por pessoa.

Parte da comitiva de Lula embarcou antes dos demais para organizar os preparativos da viagem presidencial. É o caso da primeira-dama, Janja da Silva, que viajou antes do marido a convite do presidente russo, Vladimir Putin.

Outros que viajaram antes da comitiva principal foram os integrantes de equipes de técnica e apoio, principalmente o Escav (Escalão Avançado) e diplomatas do MRE (Relações Exteriores, que se antecipam para organizar os preparativos da visita de Estado presidencial.

Poder 360

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Governo Lula chama a ‘xerifa’ que impediu fraudes no INSS no governo Bolsonaro

O governo Lula convidou a procuradora Márcia Eliza de Souza para assumir a direção de benefícios do INSS. Ela foi a primeira servidora do órgão a enfrentar a quadrilha que já avançava, em 2019, em direção ao bolso dos idosos.

O inquérito da Polícia Federal que investiga as fraudes no INSS descreve detalhadamente o trabalho que Márcia Eliza empreendeu para tentar estancar a fraude dos descontos ilegais que entidades sindicais e associações já promoviam na época.

Em maio daquele ano, ela suspendeu os descontos que eram realizados pela Associação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (Asbapi). O motivo: um volume considerável de reclamações que o INSS recebeu, o que gerou a abertura de um inquérito no Ministério Público de São Paulo. Agiu com a prudência que faltou às gestões seguintes.

Investigação levou à rescisão de acordos do INSS com 4 associações

Com o andamento das investigações em 2019, o INSS decidiu rescindir os acordos de cooperação que permitiam os descontos de mais três entidades — a Associação Beneficente de Auxílio Mútuo dos Servidores Públicos (Abamsp), a Associação Nacional de Aposentados e Pensionistas da Previdência Social (Anapps) e a Central Nacional de Aposentados e Pensionistas do Brasil (Centrape).

Depois dessa medida, a Anapps, que tinha faturado 28 milhões de reais naquele ano, arrecadou apenas 320 reais em 2020. No mesmo período, o faturamento da Abamsp caiu de 52 milhões para 188 reais. No caixa da Centrape, que arrecadou 45 milhões de reais, entraram apenas 125 reais.  E a Asbapi, que tinha arrecadado 33 milhões, não recebeu um único tostão no ano seguinte.

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Diante da ação do INSS, as associações também tiveram de dar explicações ao Ministério Público sobre o esquema de arrecadação. Uma das pessoas ouvidas na época foi o sindicalista Canindé Pegado, da CGT, responsável pelo acordo da Centrape com o INSS, assinado em dezembro de 2015, durante o governo Dilma Rousseff.

Após a suspensão dos acordos, a Asbapi ainda recorreu à Justiça Federal em Brasília para contestar a suspensão, mas não obteve sucesso.

Em outubro de 2019, os segurados receberam de volta o equivalente a 14 milhões de reais das mensalidades descontadas irregularmente. O INSS também reteve R$ 57 milhões que seriam repassados às outras instituições.

O bom trabalho da procuradora, porém, não impediu o esquema de continuar operando depois em escala ainda maior.

Veja

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Foram em avião da FAB: Deputados recebem R$ 23,4 mil em diárias para acompanhar Lula no Vaticano

Durante a cerimônia fúnebre do papa Francisco, realizada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, seis deputados federais brasileiros integraram a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Juntos, eles receberam R$ 23.472,69 em diárias de viagem. A informação é do jornal O Globo.

Esses parlamentares viajaram no avião presidencial para participar do velório. Entre eles estavam Hugo Motta (Republicanos-PB), que recebeu R$ 4.809,75 por uma diária e meia, além de Reimont (PT-RJ), Odair Cunha (PT-MG), Luis Tibé (Avante-MG), Padre João (PT-MG) e Professora Goreth (PDT-AP), cada um recebendo valores entre R$ 3.730,02 e R$ 3.742,86.

O papa Francisco faleceu em 21 de abril, aos 88 anos, em decorrência de complicações respiratórias.

Governo Lula omite três nomes da comitiva ao Vaticano

O Palácio do Planalto omitiu da lista oficial três nomes que acompanharam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao velório do papa Francisco, realizada em abril no Vaticano.

Apesar de o governo ter divulgado 18 integrantes na comitiva, a viagem incluiu ainda a procuradora Rita Nolasco, namorada do presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso; a tesoureira do PT, Gleide Andrade; e o secretário Gilberto Carvalho, aliado histórico de Lula. A informação foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo.

Rita Nolasco é diretora da Escola da Advocacia-Geral da União na 3ª Região e mantém, desde 2024, uma relação pública com Barroso. Gleide Andrade, que também ocupa cargo de direção no PT, é companheira do deputado Jilmar Tatto (PT-SP), que não participou da viagem.

Já Gilberto Carvalho, ex-ministro e figura emblemática dos governos petistas, atualmente comanda a Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária, vinculada ao Ministério do Trabalho.

Nomes que constavam na lista oficial

Os três nomes não apareciam na lista oficial divulgada em 24 de abril, véspera do embarque. A confirmação só veio três dias depois, quando um questionamento foi feito por jornalistas. O Planalto confirmou a participação, mas não explicou o motivo da omissão.

A comitiva formal divulgada incluía o próprio Barroso, o chanceler Mauro Vieira, o ministro da Justiça Ricardo Lewandowski e o assessor especial Celso Amorim. Pelo Congresso, viajaram os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), além de senadores e deputados de diferentes partidos.

Confira a lista divulgada pelo governo Lula:

  1. Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal;
  2. Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;
  3. Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública;
  4. Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário;
  5. Macaé Evaristo, ministra dos Direitos Humanos;
  6. Senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente do Senado;
  7. Deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara;
  8. Senador Renan Calheiros (MDB-AL);
  9. Senadora Leila Barros (PDT-DF);
  10. Senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS);
  11. Deputado Luis Tibé (Avante-MG);
  12. Deputado Odair Cunha (PT-MG);
  13. Deputado Padre João (PT-MG);
  14. Deputado Reimont (PT-RJ);
  15. Deputado Luiz Gastão (PSD-CE);
  16. Deputado Dagoberto Nogueira (PSDB-MS);
  17. Deputada Professora Goreth (PDT-AP);
  18. Celso Amorim, assessor especial do presidente da República

Revista Oeste

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Meta e TikTok atendem AGU e removem posts sobre Lula e Janja na Rússia

Junto ao Tiktok, a Meta, empresa dona das redes Instagram, WhatsApp e Threads, apagou as publicações que envolviam notícias falsas sobre a primeira-dama, Rosângela da Silva, durante viagem à Rússia.

A ação acontece após a Advocacia-Geral da União (AGU) notificar as companhias e pedir a retirada do conteúdo em até 24 horas.

Conforme adiantado pela CNN na terça-feira (15), as notificações extrajudiciais atendem a um pedido da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República.

Nos últimos dias passaram a circular nas plataformas uma mensagem em que a primeira-dama Janja da Silva aparece ao lado de uma pilha de malas, que, segundo a publicação, estavam cheias de dinheiro supostamente desviado da fraude do INSS.

De acordo com a postagem, a foto foi feita na chegada da primeira-dama à Rússia, onde ela teria sido barrada após um agente ter aberto uma das bagagens descritas na notícia falsa.

Segundo a AGU, as publicações foram veiculadas para atingir a legitimidade da própria missão diplomática do Estado brasileiro, sendo “conteúdo desinformativo com potencial de vulnerar a estabilidade institucional e de comprometer a integridade das políticas públicas tuteladas pela União”.

Se não removerem os conteúdos desinformativos listados nas notificações extrajudiciais, as plataformas poderiam incorrer em omissão culposa, ensejando sua responsabilização, adianta a AGU, pois “as mensagens têm o condão de confundir o público interno sobre tema relevante (relações diplomáticas) e sensível (missão oficial do Estado brasileiro)”.

Viagem

A primeira-dama foi à Rússia a convite do governo russo. Ela cumpriu agendas entre os dias 3 e 7 de maio, antes da chegada do presidente Lula.

Janja participou de encontros com alunos e professores de língua portuguesa em universidades, visitou o Kremlin, o Teatro Bolshoi, o Museu Hermitage e assistiu o balé Lago dos Cisnes.

Ela também se reuniu com reitores de universidades, esteve com a vice-governadora de São Petersburgo, Irina Potekhina, e com o governador, Alexander Beglov.

CNN

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Governo muda regra de renda e diminui tempo de permanência no Bolsa Família

O governo federal vai publicar, nesta quinta-feira (15), uma portaria que muda a chamada “regra de proteção” do Bolsa Família, – que permite as famílias continuarem recebendo o programa, mesmo após aumento de renda, desde que ainda estejam em situação de vulnerabilidade.

Em abril, mais de 3 milhões de famílias foram beneficiadas pela modalidade.

Na prática, a norma fará com que, a partir de junho, as famílias cadastradas que tiverem aumento na renda continuem recebendo o benefício em um período de transição de apenas um ano. Atualmente, o prazo é de dois anos.

Além disso, o valor máximo para entrar na modalidade de proteção do programa social passará a ser de R$ 706. Hoje, esse valor é de R$ 759.

Por exemplo: uma família que recebe o Bolsa Família e passa a ter uma renda per capita (por pessoa) entre R$ 218 até R$ 706 por mês, poderá seguir sendo beneficiado por mais 12 meses, e não mais 24, recebendo 50% do valor do programa.

Hoje, o valor do corte está atrelado ao salário mínimo. A nova portaria, porém, permitirá que o valor de R$ 706 seja fixo. A ideia, segundo fontes, é que essa mudança permita ao governo economizar para cumprir com as regras do Orçamento 2025.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) afirmou que “a fixação do novo limite de renda está alinhada à linha de pobreza internacional, fixada a partir de estudos sobre a distribuição de renda em diversos países do mundo”.

CNN

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