Governo Fátima tem 65% de desaprovação e Lula, 46%

Sondagem do instituto Consult Pesquisa mostra que o governo Fátima Bezerra é desaprovado por 65,18% dos entrevistados, enquanto 19,47% aprovam sua gestão. Não sabem dizer 15,35%.

Quanto ao desempenho do governo Lula para o Brasil, o índice de desaprovação é de 46,12%. Os eleitores que aprovam são 39,76% e não souberam dizer 14,12%.

A pesquisa foi realizada entre 9 e 13 de abril com 1.700 eleitores em 12 regiões do Rio Grande do Norte, com margem de erro de 2,3% e índice de confiabilidade de 95%.

O desempenho da gestão do presidente Lula,, que ao longo do atual mandato alcançava índices positivos na avaliação dos eleitores do Rio Grande do Norte, passou a ser avaliado negativamente, como já apontavam diversas pesquisas de opinião em relação à gestão do Partido dos Trabalhadores (PT) em nível de Estado.


Partidos

O Instituto Consult também foi às ruas saber da identificação ou simpatia política dos eleitores a respeito dos partidos. Diante da citação de 14 agremiações políticas, mais da metade dos entrevistados (54,82%) manifestou que não tem preferência ou identificação por “nenhum” partido. Outros 16,76% não souberam responder.

Dentre o universo de eleitores (28,42%) que disseram ter identificação política com partidos, a maioria (14,0%) se identifica com o Partido Liberal, enquanto 11,0% se identificam com o PT.

Outros 12 partidos apontados na pesquisa, aparecem com índice abaixo de 1,0%. À frente estão Podemos, 0,88%; União Brasil, 0,82% e MDB, 0,65%. Todo o resto aparece com menos de 0,5% – PSB (,29%), PSOL (0,18%), PSDB, PSD, Republicanos (0,12%), PSTU, NOVO, PC do B e PP (0,06%).


STF

O Instituto Consult também indagou os eleitores potiguares se achavam “certo” ou “errado”, como o STF (Superior Tribunal Federal) tem agido e se comportado em suas decisões?

Para 41,29% dos eleitores, a Suprema Corte tem agido e se comportado erradamente e 25,65% responderam que as decisões do STF são acertadas. Não souberam responder 33,06%.

Os resultados da pesquisa Consult a que a TRIBUNA DO NORTE teve acesso estão sujeitos a um erro máximo percentual de 2,3%, com índice de confiabilidade de 95%. Foram ouvidos 1.700 eleitores de 55 municípios, sendo 787 homens (46,29%) e 913 mulheres (53,71%).


Tribuna do Norte

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CCJ do Senado aprova fim da reeleição para presidente, prefeitos e governadores

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com o direito à reeleição para os cargos de presidente da República e governadores, a partir de 2030, e de prefeitos, a partir de 2028.

Os prazos valem para quem se candidatar para o cargo pela primeira vez nesses anos. A PEC deve seguir agora para a análise no plenário da Casa.

O tema, no entanto, é alvo de divergências na Casa. O relator, senador Marcelo Castro (MDB-PI), fez diversos ajustes na proposta ao longo de cinco versões apresentadas de seu parecer. A proposta original foi apresentada pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO).

A proposta aprovada aumenta para cinco anos o período de mandato de cargos do Executivo e de vereadores e deputados estaduais, distritais e federais. Após acordo, o mandato de senadores também será reduzido para cinco anos.

Para isso, o relator propôs um período de transição. Pelo texto, o mandato dos senadores eleitos em 2026 seguirá sendo de oito anos, já o dos eleitos em 2030 será de nove anos. A partir de 2034, os senadores eleitos terão mandato de cinco anos. Os prefeitos e vereadores eleitos em 2028 teriam mandato de seis anos.

A proposta também unifica as eleições no país. O pleito passaria a ocorrer a cada cinco anos e valeria para todos os cargos do Executivo e do Legislativo. A intenção é economizar recursos públicos.

Pelo texto, a unificação completa das eleições ocorreria a partir de 2034. Atualmente, as eleições gerais e as eleições municipais são realizadas de forma separada com um período de dois anos entre cada uma.

A votação na comissão foi adiada diversas vezes. A proposta foi alvo de dois pedidos de vista (mais tempo para análise). Se for aprovada pelo plenário do Senado, em dois turnos, o texto seguirá para a análise da Câmara.

Eleição no Senado

Em acordo de última hora, o relator aceitou reduzir o mandato de senadores para cincA o anos. O mandato atual é de oito anos e a versão proposta anteriormente por Castro era para aumentar o mandato para dez anos.

A redução foi proposta em emenda dos senadores Carlos Portinho (PL-RJ) e Eduardo Girão (Novo-CE). Com o acordo, os dois senadores retiraram a sugestão apresentada e Castro acordou fazer a alteração.

Com a mudança, Castro afirmou que as eleições para senadores passarão a ser das três cadeiras de senadores nas eleições. Atualmente, a renovação é alternada em um terço e dois terços a cada quatro anos.

A redação final da PEC, que será levado ao plenário, com todas as mudanças acordadas de última hora ainda será divulgada.

Período de transição

Em 2028, para prefeitos, e em 2030, para governadores e o presidente da República, não haverá possibilidade de reeleição para quem se candidatar pela primeira vez para as funções.

Para o governador ou presidente que for eleito para o primeiro mandato em 2026, ainda haverá possibilidade de disputa em 2030 para uma segunda gestão.

Esse não seria, por exemplo, o caso do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que se for reeleito em 2026 já estará no segundo mandato seguido e não poderá disputar em 2030.

A mesma regra valerá para os prefeitos eleitos em 2024 pela primeira vez, que ainda poderão disputar um segundo mandato em 2028 e, se eleitos, ficarão no cargo por dez anos.

Impacto no Legislativo

Com aumento dos mandatos de deputados federais para cinco anos, a PEC afeta o período de gestão dos presidentes do Senado e da Câmara. No início da legislatura, o mandato deverá ser de três anos e depois pelo período de dois anos.

A PEC mantém a proibição de reeleição no comando das Casas legislativas de forma seguida dentro da mesma legislatura (período do mandato, que passará a ser de cinco anos).

Atualmente, o presidente do Senado ou da Câmara já não pode se reeleger dentro do período de quatro anos de mandato, mas pode ser eleito novamente após a mudança de legislatura.

Esse foi o caso, por exemplo, dos ex-presidentes da Câmara Arthur Lira (PP-AL) e do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que foram eleitos na metade da legislatura em 2021 e depois no início da seguinte em 2023. No total, ficaram nos cargos por quatro anos.

Com as novas regras, os novos presidente poderão repetir a mesma estratégia e ficar cinco anos na função.

CNN Brasil

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Júnior Colaça mostra força em todas as regiões do estado!

O pré-candidato a deputado estadual Júnior Colaça esteve hoje no Gabinete Civil da governadoria do estado,ao lado do prefeito Edinho e do vice-prefeito Maurício Neto, de Poço Branco, tratando das principais demandas do município.
O encontro reforça o compromisso de Júnior Colaça com o fortalecimento das lideranças em todas as regiões do Rio Grande do Norte.

Filho de São Miguel, no Alto Oeste, Júnior Colaça carrega no peito a história construída ao lado do saudoso deputado Raimundo Fernandes, com quem atuou por 26 anos. Foram 10 mandatos consecutivos que contaram com sua articulação nos bastidores e na linha de frente.

Hoje, mesmo sendo do Alto Oeste, Júnior Colaça mostra força em todo o estado. Conta com apoio de prefeitos e lideranças no Mato Grande, como Edinho (Poço Branco), Fernando de (Ielmo Marinho) e Nira de (Barra de Maxaranguape), além de nomes no Agreste, Seridó, Trairi e outras regiões do RN.

Júnior Colaça também integra a base do governo do estado e do projeto do vice-governador Walter Alves, com quem mantém uma relação de confiança e parceria acima de qualquer diferença política. Sua articulação garante a liberação de recursos para diversos municípios — uma força que poucos têm, mesmo com mandato.

O time só cresce. E o RN já sente a presença de quem trabalha de verdade.

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Styvenson fecha com Rogério Marinho para governo do RN


Dentre os três postulantes da oposição ao cargo de governador do Rio Grande do Norte – senador Rogério Marinho (PL); o prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra (União) e o presidente estadual do Republicanos e ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, o senador tucano manifestou preferência por Rogério Marinho, numa entrevista à rádio 96 FM, na segunda-feira (19), descrevendo-o como um político que fala abertamente, traz soluções e tem experiência.

O senador Styvenson Valentim (PSDB) acredita na unidade da oposição com uma candidatura capaz de enfrentar e vencer, nas eleições de 2026, o candidato da situação à sucessão da governadora Fátima Bezerra (PT).

“A minha ligação com o Rogério Marinho está cada vez mais próxima. E olha o que eu vou confessar, e eu não era muito simpático com ele”, disse Styvenson, que justificou: “Hoje, eu tenho uma super simpatia por ele. Um cara que fala aberto, fala claro. mas é um cara que eu acredito que possa trazer soluções, como trouxe já como ministro, como está trazendo como senador e é uma das opções, acho que tanto ele, como eu, como Álvaro ou qualquer político quer ser o governador para ajudar o Estado e não para fazer negócios com o governo do Estado utilizando a cadeira de governador, porque se sabe que existem contratos milionários e por mais que os recursos sejam limitados – cerca de R$ 23 bilhões, esses contratos são muitos atrativos para quem quer fazer a coisa ruim para a população, não prestar serviço e ganhar dinheiro”.

Além da análise política, o senador Valentim detalhou seus projetos para o Estado, caso seja reeleito ao senador em 2026, a exemplo dos compromissos assumidos com durante a eleições municipais do ano passado com o então candidato e agora prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), garantido recursos de emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União (OGU) de 2025 para investimentos em infraestrutura na Zona Norte, incluindo calçamento e drenagem.

“Eu acho que cada um tem a sua particularidade de querer ajudar o Estado, Rogério tem uma vantagem em relação a mim, tem muito mais experiência do que eu, que entrei ontem na política, eu tenho seis anos, mas sou mais simpático a Rogério Marinho, tem mais experiência e possivelmente tem mais possibilidades de dar respostas aquilo que a gente procura o que a gente quer para o nosso Estado”.

Valentim aponta que Rogério Marinho “tem coragem” para promover mudanças no Estado, lembrando que seu coleta de Senado não implantou pontes safenas no coração à toa, “cada uma foi para os embates que ele teve na politica, enfrentou uma reforma trabalhista, peitou sindicatos e continua fazendo, é muito coerente naquilo que faz, defendo o nome dele porque é com convivo mais, está no Senado junto comigo, então consigo enxergar isso muito mais de perto”.

Segundo Valentim, o senador Rogério Marinho “está ciente que se ele for o candidato e assim vencer, e se eu estiver no Senado, eu tenho vontade de ampliar o Hospital Walfredo Gurgel (HWG) sem mexer na estrutura original, tirar a Caerer dali (avenida Salgado Filho) e fazer uma obra com um número de leitos suficientes, com a parte cirúrgica suficiente, sem perder a sinergia entre os hospitais do Estado”.

Styvenson Valentim declarou que essa ideia vem desde 2022, quando foi candidato a governador do Rio Grande do Norte, da mesma forma em que pensa contribuir com recursos de emendas parlamentares para ampliar o Hospital Tarcísio Mais (HTM), em Mossoró. “Foi um erro meu ter enviado recurso para o governo, que não fez nada até agora. Construiu ali uns equipamentos, mas a parte de construção e ampliação ainda não está andando muito lento. Então foram de R$ 12 milhões há cinco anos, e tem um terreno muito grande atrás do Tarcísio Maia, que dá para construir um novo hospital”.

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Haddad diz que PT vencerá “extrema direita escrota” em 2026

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (19) que o processo de eleição interna do PT ajudará a unificar o partido para que, em 2026, a sigla vença a “extrema-direita escrota que está aí”.

A declaração foi dada durante uma reunião da corrente majoritária da legenda, a CNB (Construindo Um Novo Brasil), em Brasília, em que o ex-prefeito de Araraquara (SP) Edinho Silva lançou sua candidatura ao comando do partido.

“O PT vai sair mais forte. No ano que vem, a gente vai dar trabalho para essa extrema-direita escrota que está aí. E vamos ver de novo o presidente Lula subir, mais uma vez, a rampa do Palácio do Planalto”, disse.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem dito a aliados que pretende concorrer à reeleição em 2026 para um eventual 4º mandato.

Na reunião desta segunda-feira, Edinho confirmou sua candidatura depois de o prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, ter desistido da disputa após longa articulação determinada por Lula. O presidente apoia desde antes das eleições de 2024 o nome de Edinho para o comando da sigla, mas havia divergências internas.

Quaquá decidiu sair da disputa depois de uma articulação determinada por Lula e que envolveu a participação de diversos ministros, especialmente de Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), ex-presidente do PT. O presidente queria evitar que o grupo chegasse dividido em uma disputa que poderia expor ainda mais as divergências internas às vésperas de um ano eleitoral.

Poder 360

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Vereadores de Natal priorizam emendas para festas, shows e lazer


As emendas impositivas dos vereadores de Natal somam R$ 26,13 milhões, correspondente a 2% das receitas tributáveis do Orçamento Geral do Município (OGM), que é de R$ 5,29 bilhões e está em vigor desde 21 de janeiro de 2025, quando foi sancionado pelo prefeito Paulinho Freire (União). De execução obrigatória pelo Executivo, o valor médio de cada vereador é de R$ R$ 901 mil.

Levantamento da TRIBUNA DO NORTE mostra que um terço do volume de recursos das emendas, cerca de R$ 8 milhões, foram destinados para festejos populares, como Carnaval e Festas Juninas. Em segundo lugar, aparecem apresentações artísticas e culturais, com R$ 3,82 milhões e, em seguida, a área de esporte e lazer, que está recebendo R$ 3,29 milhões em dotações orçamentárias.


Essas três áreas respondem por 57,8% de todo o volume de recursos das emendas, o equivalente a R$ 15,11 milhões.


Outra área bem aquinhoada em recursos de emendas dos vereadores é a de proteção e saúde animal, com 1.8 milhão. Também passam da casa de R$ 1 milhão a instalação de academias da terceira idade, com R$ 1.35 milhão e área de infraestrutura e fomento do turismo, com 1,31 milhão.


Segundo dados da LOA, recursos de emendas dos vereadores foram direcionadas à restauração e paisagismo de praças e logradouros, R$ 970 mil; qualificação profissional, R$ 848 mil; atenção à saúde, R$ 668 mil; fomento ao empreendedorismo, R$ 500 mil; manutenção das pastas do Trabalho e Assistência Social (Semtas), Segurança Pública e Defesa Social (Semdes) e Fundação Capitania das Artes (Funcarte), R$ 471 mil.


E ainda as áreas de proteção social, R$ 411 mil; drenagem e pavimentação de ruas, R$ 374 mil e segurança alimentar R$ 351 mil.
Com verbas abaixo de R$ 300 mil em emendas estão áreas como regulamentação fundiária, projetos de arte e cultura, educação ambiental, qualificação de servidores públicos, educação infantil, economia criativa, direitos humanos e patrimônio histórico.


De acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA), as emendas parlamentares do chamado “Orçamento Impositivo” do ano de 2025, poderão ser remanejadas, até o dia 30 de junho, por meio de ofício a ser encaminhado ao Gabinete Civil do Município.


Para os casos de emendas parlamentares individuais dos 15 vereadores que não se reelegeram no ano passado para a legislatura 2025/2028, o remanejamento deve ser informado diretamente à Presidência da Mesa Diretora da Câmara, que providenciará o envio para o Gabinete Civil.


Cada vereador destina, no máximo, 50% do valor total de suas emendas individuais, no âmbito do orçamento impositivo, para uma única Secretaria Municipal, enquanto o percentual restante é obrigatoriamente distribuído entre outras secretarias municipais, visando a diversificação de ações e a ampliação dos benefícios à população.

Rateio das emendas por área beneficiada

Festejos populares
R$ 8.094.119,00

Apresentação artística-cultural
R$ 3.827.495,00

Esporte e lazer
R$ 3.297.430,00

Saúde e proteção animal
R$ 1.800.622,00

Academia da terceira idade
R$ 1.350.000,00

Infraestrutura e fomento ao turismo
R$ 1.314.491,00

Restauração de praças
R$ 970.000,00

Qualificação profissional
R$ 848.420,00

Atenção à saúde
R$ 668.245,00

Fomento ao empreendedorismo
R$ 500.000,00

Manutenção secretarias
R$ 471.240,00

Proteção social
R$ 411.200,00

Drenagem e pavimentação
R$ 373.945,00

Segurança alimentar
R$ 351.210

Arte e cultura
R$ 302.00,00

Educação ambiental
R$ 221.245,00

Qualificação servidores
R$ 201.210,00

Instituição religiosa
R$ 186.244,00

Regularização fundiária
R$ 130.000,00

Educação infantil
R$ 81.00,00

Economia criativa
R$ 80.000,00

Direitos humanos
R$ 10.000,00

Patrimônio histórico/cultural
R$ 10.000,00

Fonte – OGM-2025 / Tribuna do Norte

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PESQUISA EXATUS/NATAL: Gestão do prefeito Paulinho Freire é aprovada por 51,77% e reprovada por 30,23%


Pesquisa do Instituto Exatus realizada em Natal a pedido do jornal Agora RN mediu a avaliação da gestão do prefeito da capital potiguar, Paulinho Freire. 51,77% aprovam a gestão do prefeito, enquanto 30,23% a desaprovam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de maio, ouvindo 817 eleitores em Natal. A margem de erro é de 3,43 pontos percentuais, para mais ou menos, com intervalo de confiança de 95%.

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PESQUISA EXATUS/NATAL: Gestão da governadora Fátima Bezerra é reprovada por 67,69% e aprovada por 25,58%

Pesquisa do Instituto Exatus realizada em Natal a pedido do jornal Agora RN mediu a avaliação da gestão da governadora do RN, Fátima Bezerra. 67,69% reprovam a gestão da governadora, enquanto 25,58% aprovam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de maio, ouvindo 817 eleitores em Natal. A margem de erro é de 3,43 pontos percentuais, para mais ou menos, com intervalo de confiança de 95%.

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PESQUISA EXATUS/NATAL: Gestão do presidente Lula é reprovada por 53,73% e aprovada por 38,8%

Pesquisa do Instituto Exatus realizada em Natal a pedido do jornal Agora RN mediu a avaliação da gestão do presidente Lula. 53,73% reprovam a gestão do presidente, enquanto 38,8% aprovam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de maio, ouvindo 817 eleitores em Natal. A margem de erro é de 3,43 pontos percentuais, para mais ou menos, com intervalo de confiança de 95%.

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‘Deputados do PT não assinam CPI do INSS porque sabem que são culpados’, diz Gustavo Carvalho

O deputado estadual Gustavo Carvalho (PL) cobrou nesta quinta-feira 15 que os deputados do PT assinem o requerimento que pede a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Congresso Nacional para investigar o desvio de recursos de aposentados e pensionistas. Já foram apresentados dois requerimentos: um para abertura de CPI na Câmara e outro para abertura de uma CPI mista (CPMI), que teria participação de deputados e senadores.

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, Gustavo Carvalho dirigiu as críticas especialmente a Fernando Mineiro e Natália Bonavides, os únicos que não assinaram o pedido até agora entre os parlamentares da bancada do Rio Grande do Norte. Ele poupou das críticas a senadora Zenaide Maia (PSD), que também não assinou.

“Eu tive aqui (na Assembleia Legislativa) 12 anos de convivência com o deputado Mineiro. Uma saudável convivência. Enquanto ele esteve nesta Casa, ele defendia a assinatura de qualquer CPI que chegasse, que o mais importante era o debate. E eu estou achando estranho a mudança de comportamento que ele está tendo junto com a deputada Natália Bastos (referência a Natália Bonavides)”, afirmou Gustavo.

Em outro momento, o parlamentar disse que tem aumentado a percepção de que o PT é o principal responsável pelas fraudes detectadas. Ele ressaltou que até veículos de imprensa que seriam, em tese, simpáticos ao PT criticam a não adesão de parlamentares à CPI.

“É triste o governo do PT estar pagando esse absurdo de mídia e não poder mais assistir a Rede Globo, porque eles não convencem a ninguém de que a falta de assinatura dos seus parlamentares na CPMI não é porque existe, por parte deles, culpa e, por parte deles, existe também má fé”, destacou.

Em outro trecho da fala, Gustavo Carvalho cravou: “Eles não assinam essa CPMI porque sabem, têm segurança que eles são os culpados de todo esse processo, numa engenharia inteligente, que fez com que sindicatos, instituições e ONGs se aparelhassem para, politicamente, realizar o debate. Mas eu estou aqui para combater essas atitudes danosas que surgem”.

Entenda o caso

Em abril, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram uma operação contra desvios de aposentadorias e pensões. Na ocasião, foram cumpridos mais de 200 mandados, entre eles o de afastamento do então presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, que depois foi demitido do cargo.

Segundo as investigações, entidades associativas vinham fazendo descontos de mensalidades em benefícios pagos pelo INSS sem autorização dos beneficiários. Os desvios estariam ocorrendo desde 2019, e a estimativa é que pelo menos R$ 6 bilhões tenham sido subtraídos das contas.

Deputados do PT vêm alegando que a CPI tem o objetivo desestabilizar o governo por querer concentrar as investigações no período após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre 2023 e 2025, ignorando o período anterior, do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, dizem que a investigação sobre o caso já está sendo conduzida pela CGU e pela PF.

AGORA RN

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