A polícia no Rio de Janeiro salvou um bebê que foi jogado em um latão de lixo no bairro Catumbi

O Brasil alcançou 512.353 casos prováveis de dengue, de acordo com os dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (12). Apenas neste ano, 75 mortes foram confirmadas pela doença e outras 350 estão em investigação.

A adolescente de 14 anos apreendida por suspeita de envolvimento na morte de um menino de cinco anos em Marília (SP) confessou o crime à polícia e alegou que o cometeu após ser chamada de “sapatão” pela vítima. A menina foi encaminhada à Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Casa).
Uma câmera de segurança registrou os últimos momentos de Lorenzo Nunes, de cinco anos, com vida. As imagens mostram o menino junto da adolescente em uma rua de Lácio, distrito de Marília, que dá acesso à zona rural da cidade.
Conforme apurado pela TV TEM, antes mesmo de ser presa, a suspeita confessou também a outros adolescentes que matou o garoto a pedradas e que deixou seu corpo em um pasto, na zona rural do município, próximo a uma estrada de terra.
Na tarde de domingo (11), a família do garoto havia registrado um boletim de ocorrência por desaparecimento após ele ter saído para brincar pelas ruas do distrito, conhecido pela tranquilidade, e não ter retornado mais para casa.
O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e, em seguida, liberado. Ele foi velado no Velório Municipal de Marília. O sepultamento foi realizado na tarde desta segunda-feira (12), no Cemitério da Saudade.
A adolescente de 14 anos foi encaminhada à Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Casa). A Polícia Civil investiga o envolvimento de outro adolescente no crime.
Comoção
A Prefeitura de Marília decretou luto oficial de três dias, em edição extraordinária do Diário Oficial do Município publicada nesta segunda-feira.
Em nota, o município lamentou o assassinato de Lorenzo, que era aluno da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) “Amor Perfeito”, localizada no distrito de Lácio, e prestou condolências à família.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes converteu em preventiva a prisão do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, nesta sexta-feira (9). Na quinta-feira (8), ele foi preso em flagrante durante operação da Polícia Federal (PF).
A prisão preventiva não tem prazo para acabar e mantém o presidente do PL preso por mais tempo.
Moraes ainda deu o prazo de 24 horas para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido de liberdade provisória apresentado pela defesa de Valdemar.
Procurado pela CNN, o advogado de defesa de Valdemar, Marcelo Bessa, preferiu não se manifestar.

Uma revisão do CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal) retirou 1,7 milhão de famílias unipessoais – aquelas compostas por apenas um integrante – do grupo de beneficiários do Bolsa Família.
Nesses casos, essas pessoas recebiam o benefício de forma irregular ou integravam um núcleo familiar maior do o que constava em seu cadastro.
O número de registros de família deste tipo saltou de 1,84 milhão, em dezembro de 2018, para 5,88 milhões em 2022, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social.
A pasta explica que, em 2023, durante a retomada a qualificação das informações do CadÚnico, 3,4 milhões de famílias que não atendiam aos critérios deixaram o programa, enquanto outras 2,9 milhões foram incluídas no período de março a dezembro de 2023.
Em 2024, além da continuidade dessa averiguação dos cadastros de famílias unipessoais, o ministério pretende promover uma revisão cadastral para atualizar registros antigos.
A meta para este ano é alcançar ao menos 4,7 milhões de registros, dos quais 1,7 milhão de beneficiários do Bolsa Família.
O ministério afirma que o objetivo final do governo não é o de cortar os beneficiários e sim manter as informações da forma mais correta na base de informações.