Veja quem são os brasileiros mais ricos na lista de bilionários da Forbes

O brasileiro Eduardo Saverin, co-criador do Facebook, é o brasileiro mais rico do mundo, com um patrimônio líquido de U$ 34,5 bilhões. O empreendedor ocupara o topo do ranking dos dez maiores bilionários do país em 2025, segundo a lista da Forbes divulgada nesta terça-feira (1º).

É a segunda vez consecutiva que Saverin, de 43 anos, ocupa o primeiro lugar na lista de bilionários brasileiros pela revista. Ele é o cofundador da Meta Platforms, antigo Facebook, em 2004, com Mark Zuckerberg, com quem foi colega na universidade de Harvard.

Em 2º lugar na lista dos brasileiros mais ricos está a Vicky Safra, com um patrimônio de US$ 20,7 bilhões. Ela herdou junto aos seus quatro filhos adultos a fortuna do falecido marido, Joseph Safra, banqueiro que morreu em dezembro de 2020.

Dentre os 10 brasileiros mais ricos na lista da Forbes também estão Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira, da InBev, maior cervejaria do mundo, David Valez, CEO do Nubank, André Esteves, um dos fundadores do banco BTG, além de membros da família Moreira Salles, o fundador do Grupo Boticário e o cofundador da 3G Capital.

Confira a lista completa

1 – Eduardo Saverin

Eduardo Saverin foi cofundador da Meta Platforms, antigo Facebook, com seu colega de Harvard Mark Zuckerberg em 2004. Com um patrimônio líquido de US$ 34.5 bilhões, o empresário é cofundador da Meta Platforms, antigo Facebook, com Mark Zuckerberg, seu colega de Harvard, em 2004. Globalmente, ele ocupa o 51º lugar no ranking e é o brasileiro mais rico.

2- Vicky Safra

Vicky Safra e seus quatro filhos adultos herdaram a fortuna do banqueiro Joseph Safra, que morreu em dezembro de 2020. Com um patrimônio líquido de US$ 20,7 bilhões, ela ocupa o 98º lugar no ranking da Forbes.

3- Jorge Paulo Lemann

Jorge Paulo Lemann começou em banco de investimento e depois se tornou acionista controlador da Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo. Globalmente, ele ocupa o 119º lugar na lista da Forbes, com um patrimônio de US$ 17 bilhões.

4- David Velez

David Velez é cofundador e CEO do Nubank, com sede em São Paulo, e ocupa a posição 236º na lista da Forbes, com um patrimônio de US$ 10,7 bilhões.

5- Carlos Alberto Sicupira

A maior parte da riqueza de Carlos “Beto” Sicupira vem de suas ações da Anheuser-Busch InBev, a maior cervejaria do mundo, na qual ele possui cerca de 3% de participação. Globalmente, ele está na 418º posição do ranking de bilionários da Forbes e possui um patrimônio líquido de US$ 7,6 bilhões.

6- André Esteves

André Esteves iniciou sua carreira como estagiário no banco de investimentos brasileiro Pactual e acabou adquirindo o controle do banco. Agora, ele é o 487º mais rico na lista global da Forbes, com um patrimônio líquido de US$ 6,9 bilhões.

7- Fernando Roberto Moreira Salles

Fernando Roberto Moreira Salles é membro de uma das mais antigas famílias de banqueiros do Brasil e ocupa a posição 535º no ranking, com patrimônio de US$ 6,5 bilhões.

8- Miguel Krigsner

Miguel Krigsner, que ocupa a 569º posição na lista, fundou o Grupo Boticário, a segunda maior empresa de cosméticos do Brasil, e possui um patrimônio de US$ 6,1 bilhões.

9- Pedro Moreira Salles

Pedro Moreira Salles é membro de uma das mais antigas famílias de banqueiros do Brasil, com um patrimônio de US$ 6,1 bilhões e está na 569º posição no ranking entre os maiores bilionários do mundo.

10- Alexandre Behring

Alexandre Behring é cofundador e sócio-gerente da 3G Capital, empresa de investimentos multibilionária de origem brasileira e liderança nos EUA.A posição global dele no ranking é 620º, com um patrimônio de US$ 5,7 bilhões.

CNN Brasil

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Bolsonaro teria mais votos que Lula se eleição ocorresse hoje, aponta Atlas

Se os mesmos candidatos da eleição de 2022 se repetissem em um novo pleito, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria, hoje, mais votos que o presidente Lula (PT) em um primeiro turno.

Os números são de pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (1°). O levantamento foi realizado com 4.659 brasileiros entrevistados por meios digitais entre 20 e 24 de março.

Mantido os mesmos candidatos do pleito de dois anos atrás, Bolsonaro teria 45,6% das intenções de voto e Lula, 40,6%, de acordo com a pesquisa.

O levantamento da AtlasIntel tem nível de confiança de 95% e margem de erro de um ponto percentual para mais ou menos — ou seja: a diferença de Bolsonaro para Lula supera o intervalo.

Se a eleição de 2022 ocorresse hoje:

  • Jair Bolsonaro (PL): 45,6%
  • Lula (PT): 40,6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5,7%
  • Simone Tebet (MDB): 3,1%
  • Outro candidato de 2022: 2,1%
  • Voto branco/nulo: 2% Não sei: 1%

Eleição real

Em 2022, Lula teve 48,4% dos votos válidos e Bolsonaro, 43,2% no primeiro turno. Já no segundo turno, Lula venceu Bolsonaro por 50,9% a 49,1%.

De acordo com a pesquisa, entre quem votou em Bolsonaro no segundo turno em 2022, 92,6% manifestam intenção de votar nele novamente, se a eleição se repetisse.

Já entre quem votou no hoje presidente Lula, 80,9% seguiriam com o petista.

Entre os que votaram em branco ou nulo no segundo turno em 2022 – um universo de 5,7 milhões de brasileiros -, 18,2% votariam em Bolsonaro no primeiro turno; 14%, em Ciro Gomes (PDT); 11%, em Simone Tebet (MDB); e 4,3%, para Lula.

E entre os que não votaram – 32,2 milhões de eleitores -, 34,9% prefeririam votar em Bolsonaro; 22,7%, em Lula; e 22,2%, em Ciro Gomes.

CNN

Publicidade

Taxa da blusinha: RN e mais nove estados aumentam ICMS para 20% a partir desta terça

Passa a valer a partir desta terça-feira (1º) o aumento do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para compras internacionais em dez estados, que passam a ser taxadas com 20%.

Antes, a tarifa conhecida por “taxa das blusinhas” era de 17%.

A decisão foi tomada na 47ª Reunião Ordinária do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e DF (Comsefaz), em dezembro do ano passado.

Na ocasião, dez estados decidiram aumentar a alíquota:

  • Acre;
  • Alagoas;
  • Bahia;
  • Ceará;
  • Minas Gerais;
  • Paraíba;
  • Piauí;
  • Rio Grande do Norte;
  • Roraima;
  • Sergipe.

Os demais estados irão manter a alíquota estadual em 17%. Além do ICMS, as compras internacionais também são taxadas com imposto de importação.

Remessa Conforme

O programa Remessa Conforme reduz a alíquota do imposto de importação sobre as compras internacionais realizadas em empresas certificadas. Em todas as operações comerciais, o usuário paga imposto de importação (federal) e ICMS (estadual).

Veja como se dará a tributação com a mudança da alíquota do ICMS para compras de até US$ 50:

  • 20% de imposto de importação (imposto federal administrado pela Receita Federal);
  • 20% de ICMS (imposto estadual, repassado aos cofres do Estado do comprador).

Veja como se dará a tributação com a mudança da alíquota do ICMS para compras acima de US$ 50:

  • 60% de imposto de importação (imposto federal administrado pela Receita Federal);
  • 20% de ICMS (imposto estadual, repassado aos cofres do Estado do comprador).

Ainda está previsto um desconto de US$ 20 sobre o valor do imposto de importação.

CNN

Publicidade

‘Rachadinha’ no gabinete de Janones bancou até clínica de estética, revela PF

A Polícia Federal reuniu um conjunto robusto de provas que expõe o funcionamento de um esquema de apropriação indevida de parte dos salários de assessores parlamentares no gabinete do deputado federal André Janones (Avante-MG). O esquema, conhecido como “rachadinha”, teria ocorrido nos primeiros anos do mandato, entre 2019 e 2020.

Assim que tomou posse como deputado, Janones teria começado a reter parte dos vencimentos de dois assessores. De acordo com o relatório final da PF, foram desviados R$ 131 mil por meio do uso do cartão de crédito do chefe de gabinete, recurso utilizado para cobrir gastos pessoais do parlamentar.

Entre as despesas listadas pelos investigadores estão clínicas de estética (mais de R$ 3 mil), compras em supermercados, farmácias, restaurantes, lojas de roupas, postos de gasolina e autoescolas, de acordo com a revista Veja.

Somente com móveis e eletrodomésticos foram consumidos R$ 25 mil, além de R$ 12 mil em roupas. As transações ocorreram, principalmente, em Brasília e na cidade de Ituiutaba (MG), reduto político de Janones.

Além disso, a Polícia Federal identificou que o deputado teria solicitado reembolso da Câmara por despesas pagas com recursos desviados, o que pode configurar tentativa de enriquecimento ilícito.

Janones faz acordo, mas nega confissão

Embora tenha formalizado um Acordo de Não Persecução Penal com a Procuradoria-Geral da República (PGR) — em que se comprometeu a devolver os valores apropriados e a pagar uma multa —, Janones passou a negar qualquer confissão e a existência do crime.

A contradição entre a versão pública do deputado e as conclusões da PF foi ressaltada no relatório. O documento confirma que a investigação foi baseada em diversos elementos, como laudos periciais, interceptações de áudio, análises bancárias e fiscais, dados fornecidos pela Câmara dos Deputados, relatório de inteligência financeira (RIF) e depoimentos de envolvidos.

Em setembro, a PF indiciou o parlamentar pelos crimes de peculato, corrupção passiva e associação criminosa. Ainda assim, o acordo fechado com a PGR — homologado pelo Supremo Tribunal Federal — impede a continuidade do processo penal, desde que cumpridas as condições estabelecidas.

O instrumento jurídico utilizado no caso, chamado Acordo de Não Persecução Penal, permite que acusados por crimes sem violência, com pena inferior a quatro anos e que envolvam danos considerados de pequeno valor, possam evitar o julgamento penal mediante reparação e cumprimento de obrigações pactuadas.

Na prática, o acordo livra Janones de uma possível condenação criminal, mesmo diante do reconhecimento implícito da ilicitude dos atos e do ressarcimento ao Erário.

Revista Oeste

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade