PL Jovem RN promove encontro para incentivar participação política da juventude em Mossoró

A juventude de Mossoró e da região Oeste terá um importante momento de formação e integração com a realização do projeto Juventude Itinerante, promovido pelo Partido Liberal em parceria com o PL Jovem RN. A iniciativa chega com a proposta de fortalecer o protagonismo juvenil por meio de debates, palestras e atividades de formação voltadas à participação política e ao desenvolvimento da nova geração.

A programação contará com palestras do professor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Dr. Hudson Palhano, Daniel Souza, presidente do PLJ RN, além do empreendedor e presidente do Partido Liberal em Mossoró, Jorge do Rosário; da vereadora de Governador Dix-Sept Rosado, Maristela Cardoso; e do missionário Vinícius Bruno. O encontro busca promover o diálogo entre juventude, política, empreendedorismo e valores, incentivando a participação ativa dos jovens nos espaços de debate público.

As atividades começam na sexta-feira, 6 de março, às 19h, na sede do Partido Liberal em Mossoró, com o Cinema da Juventude, momento voltado à interação e troca de ideias entre os participantes. Já no sábado, 7 de março, às 15h, também na sede do partido, será realizado o encontro principal do Juventude Itinerante, reunindo jovens da região para um momento de aprendizado, conscientização e construção coletiva. A expectativa é de grande participação, reforçando a importância do engajamento da juventude nos espaços de decisão.

PLJ Mossoró

No último dia 1º de fevereiro, Jorge do Rosário oficializou a nova direção do PL Jovem em Mossoró, com Arthur Guilherme, como presidente, e Damilly Feitosa, como vice-presidente. A iniciativa busca ampliar a participação política da juventude e formar novas lideranças dentro do Partido Liberal.

“A juventude precisa ocupar espaços, participar do debate público e ajudar a construir os caminhos de Mossoró e do Rio Grande do Norte. O futuro da política passa necessariamente pelo protagonismo dos jovens”, afirmou.

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Vorcaro mandou mensagem a Moraes no dia da prisão em 2025

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, trocou mensagens com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes horas antes de ser preso no dia 17 de novembro de 2025. A conversa foi extraída pela Polícia Federal (PF) no celular apreendido do banqueiro. Os trechos estavam no bloco de notas do aparelho de Vorcaro e foram enviados pelo WhatsApp no modo visualização única, segundo informações da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

As respostas de Moraes não constam no material ao qual o Metrópoles também teve acesso. Em nota, o ministro nega que tenha trocado mensagens com o banqueiro.

Vorcaro escreveu a Moraes no dia em que foi preso no Aeroporto de Guarulhos quando tentava embarcar para Dubai. Às 7h19, ele enviou uma mensagem pelo WhatsApp afirmando que havia tentado agir para “salvar”, em uma referência à venda do Banco Master, e perguntando se o ministro tinha “alguma novidade”.

Vorcaro diz: “Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?” Moraes teria respondido logo em seguida. Porém, o conteúdo da resposta não pôde ser recuperado pelos investigadores.

Isso porque o ministro enviou três mensagens de visualização única, que desaparecem após serem abertas.

Em outro trecho, às 20h48 do mesmo dia, após uma suposta resposta de Moraes, Vorcaro fala sobre a negociação do Master, possivelmente com o Banco Fictor. “Foi. Seria melhor na sexta junto com os gringos mas foi o que deu pra fazer dentro da situação”. E acrescenta: “Acho que pode inibir”, sem entrar em detalhes do que seria.

Em nota, Moraes nega a existência da conversa. “O ministro Alexandre de Moraes não recebeu essas mensagens referidas na matéria. Trata-se de ilação mentirosa no sentido, novamente, de atacar o Supremo Tribunal Federal”.

Veja transcrições por horário:

Às 7h18: Bom dia tudo bem? Estou tentando antecipar os investidores aqui, e tenho chances de conseguir assinar e anunciar ainda hoje uma parte. E ai eu irei pra la pra tentar assinatura dos demais investidores estrangeiros.

De um outro lado, acho que o tema quel falamos começou a dar uma vazada, obviamente sem qualquer detalhes. Mas a turma do brb me disse que ta tendo um movimento de sacanagem do caso. E que a mesma jornalista de antes estava fazendo perguntas la. Se vazar algo sera pessimo mas pode ser um gancho pra entrar no circuito do processo.

Se tiver alguma novidade vamos falar

Moraes responde às 7h19.

17h22: Fiz uma correria aqui pra tentar salvar. Fiz o que deu, vou anunciar parte da transação

17h26: Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?

Moraes responde às 17h31.

19h58: Alguma novidade?

Moraes responde às 20h21.

Moraes responde às 20h23.

Às 20h48: Foi. Seria melhor na sexta junto com os gringos mas foi o que deu pra fazer dentro da situação. Acho que pode inibir. Amanhã começam as batidas do esteves. To indo assinar com os investidores de fora e estou online

Suspeita de fraude e acesso ilegal

No mesmo dia em que teria enviado mensagens a Moraes, a PF afirma ter descoberto que Vorcaro já tinha conhecimento do inquérito que investigava fraudes envolvendo a venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília, o BRB.

De acordo com os investigadores, ele teria acessado ilegalmente sistemas da corporação para descobrir a existência da investigação.

A mesma estratégia, segundo a PF, também teria sido usada para consultar dois procedimentos do Ministério Público (MP) relacionados às fraudes.

Possível encontro entre banqueiro e magistrado

Em mensagens interceptadas pela PF e noticiadas pelo Metrópoles, na coluna Tácio Lorran,Vorcaro, afirma ter se encontrado com uma pessoa chamada “alexandre moraes”. A conversa interceptada ocorreu entre Vorcaro e sua então noiva Martha Graeff em abril de 2025.

Uma das menções a “alexandre moraes” ocorreu às 17h22 do dia 19 de abril de 2025. Na ocasião, Vorcaro encaminha a seguinte mensagem: “To indo encontrar alexandre moraes aqui perto de casa”.

Em seguida, Martha Graeff diz: “Como assim amor / Ele está em Campos???? / Ou foi pra te ver?”

Vorcaro, então, responde: “Ele ta passando feriado”.

A segunda menção ocorre 10 dias depois. Vorcaro afirma, às 22h48 do dia 29/4, à então noiva que “to aqui nossa casa” e faz uma ligação de vídeo com a mulher. A chamada dura 2 minutos. Após o fim da ligação, Martha pergunta: “Quem era o primeiro cara?”

Vorcaro responde: “Alexandre moraes”.

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Amiga de Lulinha investigada no caso do INSS manda recado e diz que “não cairá sozinha”

A lobista Roberta Luchsinger, investigada por suposto envolvimento em um esquema de fraudes contra aposentados, teria enviado um recado considerado ameaçador a interlocutores ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mensagem foi transmitida por um emissário da investigada a um auxiliar do Palácio do Planalto nos últimos dias.

Segundo relatos, Roberta estaria pressionando por proteção política diante do avanço das investigações e teria deixado claro que não pretende assumir responsabilidades sozinha. De acordo com o emissário, a lobista estaria “desesperada” e não aceita ser abandonada no caso.

Nas apurações conduzidas pela Polícia Federal, Roberta aparece como possível elo entre Fábio Luís Lula da Silva e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como um dos líderes do esquema de desvios de recursos de aposentadorias. Antunes está preso desde setembro de 2025 sob suspeita de comandar a fraude.

A PF investiga se a lobista recebeu parte do dinheiro desviado e se atuou como intermediária do filho do presidente, que atualmente vive na Espanha. Roberta nega qualquer participação no esquema.

No campo judicial, decisões recentes do Supremo Tribunal Federal também influenciam o andamento do caso. O ministro Flávio Dino barrou o pedido da CPMI do INSS para quebrar o sigilo da investigada. No entanto, os dados da lobista já haviam sido autorizados anteriormente pelo ministro André Mendonça, responsável por conduzir investigações relacionadas ao esquema bilionário de desvios.

Com informações da VEJA

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Vorcaro chamou Bolsonaro de ‘beócio’ e ‘idiota’ e reclamou de post sobre o Banco Master

Mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, obtidas pela Polícia Federal (PF), mostram que o dono do banco Master chamou Jair Bolsonaro de “beócio” e “idiota” ao reclamar de uma postagem feita pelo ex-presidente sobre suspeitas de fraude da instituição financeira.

O GLOBO teve acesso às trocas de mensagens entre o ex-banqueiro e a sua então namorada, Martha Graeff. Em julho de 2024, Vorcaro diz a Martha que recebeu mais de mil mensagens no Instagram depois de o ex-presidente postar uma reportagem do GLOBO sobre gerentes da Caixa Asset que haviam barrado um negócio arriscado de R$ 500 milhões com o Master e perdido o emprego.

“Os senhores não leram errado. Impediram de acontecer e foram DEMITIDOS. Não é mais questão de todo dia, mas sim a cada hora. Por isso o sistema está agindo com tanto afinco em suas ações”, escreveu Bolsonaro, na ocasião.

Na conversa com a então namorada, Vorcaro critica Bolsonaro e sugere que o ex-presidente fez a postagem com intuito de criticar o PT.

“O pior de ontem foi ter o Bolsonaro postado”, escreveu o ex-banqueiro. “Postou aonde?”, pergunta Martha. “No tweeter dele (sic). Idiota”, responde ele. “Wow não acredito”, diz ela.

Na sequência, Vorcaro indica que “todos os amigos”, incluindo Ciro, numa referência ao ex-ministro do governo Bolsonaro e atual senador Ciro Nogueira (PP-PI), fizeram contato com o ex-presidente para tentar remediar a situação.

“Mas nao tinha como tirar. Cara é um beocio. Alguem falou que era coisa PT [e] ele postou”, afirma Vorcaro.

O termo “beócio” remonta à pessoa natural da Beócia, região da antiga Grécia ao Norte e Noroeste da Ática. Os habitantes da região eram considerados iletrados por vizinhos, num preconceito regional que fez o gentílico passar a ser usado para caracterizar alguém ignorante, que não possui conhecimentos suficientes em determinado segmento.

O ex-banqueiro voltou a ser preso nesta quarta-feira, na terceira fase da Operação Compliance Zero. Os desdobramentos do caso evidenciam um amplo esquema de fraude. As investigações apuram se foram praticados os crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira e manipulação de mercado e lavagem de capitais.

Enquanto a primeira fase da ação, deflagrada em 18 de novembro do ano passado, resultou na prisão de Vorcaro — solto 11 dias depois, com tornozeleira eletrônica —, a terceira explorou os laços do ex-banqueiro, com operações de busca e apreensão, entre familiares e empresários. A PF também encontrou ameaças e menções a autoridades da República no celular do ex-banqueiro.

InfoMoney

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PGR arquiva caso das joias sauditas de Jair Bolsonaro

Chefe da PGR, Paulo Gonet enviou parecer a Alexandre de Moraes, no STF, em que se posiciona pelo arquivamento do caso que investigava o suposto desvio de joias e presentes de alto valor recebidos por Jair Bolsonaro no governo passado.

Em documento assinado em 4 de março de 2026, a PGR argumenta que a ausência de uma lei clara sobre a propriedade desses bens impede a caracterização do crime de peculato.

No parecer de 16 páginas obtido pelo Radar com exclusividade, Gonet destaca que não existe uma lei formal que defina com clareza se presentes recebidos pelo Chefe de Estado pertencem à União ou ao acervo privado do presidente.

“Não existe normação, por via de lei em sentido formal, sobre a destinação e a dominialidade de presentes recebidos pelo presidente da República de autoridades estrangeiras. Não há norma de lei que defina, com a clareza e abrangência imposta pelas exigências da segurança jurídica, o regime jurídico aplicável a esses bens”, diz Gonet.

“O tipo penal previsto no art. 312 do Código Penal incrimina a conduta do funcionário público que se apropria ou desvia dinheiro, valor ou bem móvel, público ou particular, de que tenha a posse em razão do cargo. A norma se assenta no elemento normativo essencial de ser alheia a propriedade do bem de que o funcionário se assenhora. Daí que, para a persecução penal ter curso, ser imprescindível que esteja definido que os presentes entregues ao presidente da República não são dele, mas da União. A configuração do delito torna indispensável, portanto, a definição jurídica prévia da dominialidade do bem, a ser extraída do ordenamento extrapenal. Neste passo, sem dúvida que a incerteza jurídica sobre a titularidade do bem constitui fator relevante para a viabilidade da ação penal”, segue Gonet.

Há duas semanas, o Radar mostrou que Gonet se encaminhava para concluir o trabalho sobre o material reunido pela Polícia Federal. O caso teve origem em relatórios da PF que apontaram um esquema para desviar e vender bens entregues por autoridades estrangeiras.

Entre os itens citados estão o “kit ouro rosé” da marca Chopard, um relógio Rolex de ouro branco, esculturas douradas e outras joias recebidas em viagens à Arábia Saudita e ao Bahrein.

Segundo o indiciamento da PF, os bens teriam sido levados aos Estados Unidos no avião presidencial e encaminhados para casas de leilão.

O general Mauro Cesar Lourena Cid teria auxiliado seu filho, Mauro Cid, no armazenamento e venda dos itens, repassando os valores em espécie para o ex-presidente.

A PF indiciou Bolsonaro e outros aliados por crimes como peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Apesar de reconhecer o trabalho “inteligente e diligente” da PF na apuração dos fatos, o chefe da PGR afirma que não há base jurídica para uma denúncia criminal.

“Os esforços dos indiciados, pois, para que os bens fossem levados a venda a terceiros não configuram atitudes expressivas do cometimento do crime submetido a escrutínio”, diz Gonet no despacho de 16 páginas.

Manifestação das defesas

A defesa do coronel Marcelo Câmara e do comandante Marcelo Vieira, ambos representados por Eduardo Kuntz, comemora o parecer e se disse segura de que o STF seguirá a recomendação da PGR. “Este procedimento, assim como o da baleia, nunca deveria ter sido instaurado”, diz Kuntz.

Veja

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Morre Reinaldo Aleluia, ex-jogador de ABC e América, aos 53 anos de idade

 

O ex-atacante Reinaldo Aleluia morreu aos 53 anos na madrugada desta quinta-feira (5). Ele sofreu uma parada cardiorrespiratória na última terça-feira (3). O ex-jogador tratava um problema crônico no rim e não resistiu às complicações de saúde.

Natural de Salvador, o atleta iniciou sua formação nas categorias de base do Bahia no ano de 1992. O jogador participou do grupo campeão baiano de 1994, marcado pelo famoso gol de Raudinei. Seu retorno à equipe ocorreu para uma segunda passagem na temporada de 2008.

A carreira do profissional teve destaque também no estado do Rio Grande do Norte. Reinaldo defendeu o ABC nas temporadas de 2000, 2003 e 2004. O atacante integrou o elenco que venceu os dois turnos e conquistou o Campeonato Potiguar de 2000. Essa vitória assegurou o tetracampeonato em sequência para o time alvinegro.

Já no América, Reinaldo teve uma curta passagem de 12 jogos durante a disputa da Série B do Campeonato Brasileiro de 2003.

Outra passagem marcante ocorreu no estado do Ceará entre os anos de 2004 e 2007. Ele disputou 97 partidas pelo time alvinegro local e anotou 20 gols. O clube cearense emitiu comunicado oficial desejando conforto aos entes próximos e informou que a família divulgará os detalhes sobre o velório e o sepultamento.

O currículo esportivo de Aleluia registrou atuação em diversas outras agremiações ao longo dos anos. A relação de equipes inclui América Mineiro, Vila Nova, Juventude e Sport. Ele defendeu ainda as camisas do Remo e do Brasiliense. A trajetória contou também com uma breve experiência internacional no Espérance, da Tunísia.

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Gastos públicos do governo brasileiro ultrapassam R$ 1 trilhão em 2026

Os gastos públicos no Brasil já superaram a marca de R$ 1 trilhão em 2026. O dado foi registrado nesta quarta-feira (4) pela plataforma Gasto Brasil, ferramenta mantida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em parceria com a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que monitora despesas nas três esferas de governo.

De acordo com o levantamento, a conta considera despesas primárias realizadas pelos governos federal, estaduais e municipais desde o início do ano. A maior parte dos gastos está concentrada na esfera federal, que já ultrapassou R$ 402 bilhões no período.

Os estados também representam uma parcela significativa dessa soma. Juntos, os 27 governos estaduais já registraram mais de R$ 280 bilhões em despesas ao longo de 2026, segundo os dados da plataforma.

No caso dos municípios, os mais de 5,5 mil espalhados pelo país acumulam cerca de R$ 309 bilhões em gastos desde janeiro, contribuindo para o total que ultrapassa o primeiro trilhão do ano.

O levantamento também detalha os valores destinados ao pagamento de pessoal. Apenas o Poder Executivo federal já desembolsou mais de R$ 52 bilhões com salários e encargos em 2026.

Quando somadas as três esferas de governo, as despesas com pessoal mostram que o Poder Executivo lidera os gastos, com cerca de R$ 269 bilhões. O Judiciário aparece em seguida, com aproximadamente R$ 9,4 bilhões, enquanto o Legislativo registra cerca de R$ 7 bilhões no mesmo período.

Com informações do Diário do Poder

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